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Desculpem lá mas é um desabafo que tenho mesmo de fazer

por José António Abreu, em 01.10.15

Em 2009 lutei pela vitória da prudência e do realismo. Perdi. Lixei-me. Como eu, milhares de outros (a maioria até mais do que eu mas uma fatia dos que se lixaram tinha optado pelo risco). Em 2015, sem ilusões de que a opção se revele perfeita, luto novamente pela vitória da prudência e do realismo. É possível que perca outra vez. É também muito possível que me lixe outra vez. Como eu, milhares de outros. Uma parte terá novamente escolhido uma opção de risco mais elevado. No futuro, não me peçam para os lamentar.

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Fé embrulhada em números

por José António Abreu, em 19.08.15

Ou seja: o PS garante atingir em 2017 o défice público que, mais décima, menos décima, o actual governo espera conseguir este ano. Sendo que, até lá, aumenta o défice público, desequilibra a balança externa (através do incentivo ao consumo) e coloca ainda mais pressão na sustentabilidade da Segurança Social (através da redução da TSU). Tudo isto se as contas dos seus economistas estiverem certas (mas quem duvida de Galamba?) e não ocorrerem eventos, nacionais ou internacionais, com impacto negativo.

O cartaz do Athaíde tinha afinal razão de ser: exige-se fé.

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Já que, por inexistência de alternativa convincente, promete rever a questão das portagens na Via do Infante, permita-me que lhe pergunte, certo de que tanto o seu conhecimento como a sua experiência extravasarão em muito as ruas de Lisboa e as estradas do Algarve (ou talvez "Allgarve", como pretendia um seu colega): Conhece a alternativa à A25? E à A28? E à A29?

Muito obrigado. Cumprimentos.

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Uma coligação oportuna

por Sérgio de Almeida Correia, em 26.04.15

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(foto JN) 

A decisão de PSD e CDS-PP de se apresentarem coligados às próximas eleições legislativas é uma decisão oportuna por várias razões.

Em primeiro lugar, porque é natural que quem governou em coligação se apresente ao eleitorado nos mesmos termos em que governou, ou seja, em coligação. Se governaram juntos, se foram parceiros nas boas e nas más decisões, se entendem que o caminho que percorreram deve continuar a ser trilhado no futuro, então a decisão é perfeitamente compreensível e, em meu entender, sensata. Essa será a melhor forma do eleitorado avaliar o desempenho do Governo de Passos Coelho e manifestar o que pensa sobre o futuro que deve ser reservado aos coligados.

Depois, é uma decisão oportuna porque introduz clareza numa área tradicionalmente confusa. A coligação é uma medida higiénica que traz transparência ao eleitorado, promove uma adequada separação de águas e mostra ao eleitorado que ao centro há, por agora, pelo menos dois caminhos. Um mais à direita, outro mais à esquerda.

Também é uma decisão oportuna porque permitirá ao PS saber com o que conta, podendo dessa forma ver facilitada a sua estratégia eleitoral e consolidar as suas propostas para o país. Os portugueses sabem que o PS não irá manobrar nos bastidores um qualquer governo de "consenso" para o país. 

Por outro lado, é ainda uma decisão oportuna porque também responsabilizará daqui para a frente o Presidente da República naquilo que disser e no que pontualmente venha a fazer quanto ao pouco, pouquíssimo, que lhe for exigido. Se Cavaco Silva pensava que ia ter um final de mandato calmo, fica agora com a certeza de que depois de todas as "asneiras" que promoveu as suas hipóteses de chegar ao fim sem mais problemas ficam ainda mais reduzidas. Essa é para ele uma recompensa merecida pelo seu desempenho até aqui.

Finalmente, a coligação que acabou de se apresentar ao país para as próximas eleições é também uma decisão oportuna porque mostra aos portugueses o pânico que grassa entre as hostes do PSD e do CDS-PP. Depois de todos os amuos, traições, sacudir da água do capote, intrigas e golpes a que o país assistiu, a coligação é uma imagem do estado a que chegaram e é a prova acabada de que só existe e só é anunciada nesta altura porque o desastre foi tão grande que nenhum dos partidos se sente à-vontade para se apresentar sozinho a eleições.

Esta é, pois, uma boa notícia para o país e que deve por isso mesmo ser devidamente saudada.

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Jovens e despachados

por João Carvalho, em 27.07.11

O título diz logo tudo: «Conselho regional da JSD de Setúbal analisa resultados das eleições legislativas» daqui a quatro dias (31 de Julho). Assinada pelo presidente da mesa, a ordem de trabalhos confirma isso mesmo nos seus dois únicos pontos:

«1 – Análise dos resultados das legislativas;

2 – Encerramento do ano político.»

Sobre o ponto 1, não será correr muito? Afinal, as eleições legislativas ainda nem foram bem há dois meses. Qual é a pressa?...

Quanto ao ponto 2, vai ser preciso explicar àquela rapaziada que este ano político não será encerrado, por vontade manifestada e prometida pelo próprio primeiro-ministro e líder do PSD.

Em suma: a ideia que fica é a de que encerrada tem estado a JSD de Setúbal.

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Perguntar não ofende:

por Fernando Sousa, em 05.06.11

Por favor, alguém sabe quanto custa uma passagem para Porto Galinhas?

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Um raio de sol na água fria

por Laura Ramos, em 05.06.11

 

Durão Barroso, apelando ao voto, disse que as eleições de hoje eram as mais importantes desde o 25 de Abril de 1974.

Exagero estratégico, ou crua lucidez?

Tendo a concordar.

Isso, se no histórico das primeiras incluirmos as que serviram para emendar Março de 1975 e legitimar as forças do 25 de Novembro, quando esteve em jogo a subsistência do regime democrático e os rottweilers comunistas se apropriaram do poder, com recurso ao único expediente que conhecem: a força das armas.

 

Então, o que temos hoje em mãos?

Os resultados de uma democracia que abdicou da virtude?

A ressaca do poder exercido por incompetentes?

 

São anos negros aqueles que, mais uma vez, vamos julgar.

Tão negros quanto aqueles que nos esperam – dizem (et pour cause).

 

Se não for agora, num momento crucial como este, que nos manifestamos maciçamente, que direito ao silêncio nos restará?

Nenhum.

 

As águas não são cálidas nem bonançosas. São frias, como gelo, e agitadas.

Mas ainda vamos a tempo de emendar Setembro.

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Um bom democrata-cristão

por João Carvalho, em 18.04.11

«Basílio Horta diz ter aceitado "com gosto" o convite para encabeçar a lista do PS em Leiria e continua a afirmar-se como "um democrata-cristão".» Ser cabeça-de-lista numa eleição é própria de um democrata, sim. Já mais duvidoso é ser-se cristão e apoiar aqueles que nos arruinaram. Mas cada um sabe de si, não é?

Um bom cristão dorme com a consciência tranquila. E quem não foi atirado para a ruína também. Nada como ser-se democrata-cristão em casa socialista.

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Em matéria de cabeças-de-lista...

por João Carvalho, em 18.04.11

... «PS aposta na continuidade, PSD nos independentes». Não há dúvida: se não optar pela abstenção, a maioria dos eleitores — que vota nesses dois partidos e não vota por seguidismo cego — tem a escolha facilitada.

Não sei se os independentes são muitos e são bons, mas passo-me todo só com a ideia de continuarmos a ter este circo miserável. Continuidade? Socorro.

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O que escrever

por António Manuel Venda, em 12.04.11

Tenho de pensar bem no que escrever no boletim de voto nas próximas legislativas. Não vou fazer quinhentos quilómetros e gastar cinquenta euros para depois escrever a primeira coisa que me vier à cabeça assim que olhar para o boletim. Tenho mesmo de pensar bem.

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Os papéis

por António Manuel Venda, em 28.09.09

Nas eleições legislativas, comparando com as europeias, José Sócrates fez de Paulo Rangel e Manuela Ferreira Leite de Vital Moreira. Como se esperava.

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Era uma vez um debate – 11

por António Manuel Venda, em 13.09.09

Como se percebe dos outros dez posts desta série, pouco vi dos debates entre os líderes dos cinco principais partidos que concorrem às eleições legislativas. Pouco, quer dizer, quase nada. Vou esperar por aquelas edições em DVD, a série toda, que na volta até pode sair – nem sei – antes de 2014, ou 2015. Procurarei comprar na Fnac nessa altura.

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Era uma vez um debate – 10

por António Manuel Venda, em 13.09.09

O último debate. O de José Sócrates com Manuela Ferreira Leite. Mais uma vez, não vi. Mas acabei por ouvir no rádio do carro, mais tarde, um ou outro excerto. A conversa do costume de Sócrates, as habituais figuras tristes de Ferreira Leite (e pensar que um dos dois vai ganhar as eleições…). Enfim, não vi porque fui a um casamento. Uma viagem longa por auto-estrada, até que saí para as estradas nacionais e em certos casos nem isso. O Portugal que alguém, já nem me lembro quem, apelidou de profundo. Mesmo com as eleições legislativas por perto, no que mais reparei foi em cartazes para as eleições autárquicas. Independentemente dos partidos, uma característica comum: gente feia, muito feia, capaz de meter medo ao Susto (exactamente assim, com maiúscula, pois refiro-me àquele cão de uns desenhos animados que usava uma casinha de madeira na cabeça para não lhe verem a cara). Se calhar tive azar com a zona por onde passei, na qual até descobri um candidato chamado Paulo Bento (mas sem risca ao meio no penteado): tinha uma frase originalíssima, «Primeiro as pessoas», mas não especificava quais. Já noite avançada, no regresso, e de novo na auto-estrada, outra frase: «Uma visão do futuro, sempre a inovar». A acompanhar a frase, uma mulher muito bonita destacava-se no cartaz. Só quando passei mesmo ao lado é que percebi que era um anúncio da Multiópticas.

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Era uma vez um debate – 9

por António Manuel Venda, em 12.09.09

Desta vez vi e ouvi. Refiro-me ao debate entre Paulo Portas e Francisco Louçã. Tirando uns minutos em que dormi. Acordei com os cães a ladrar, creio que por causa de algum gato-bravo aqui à volta de casa, ou então um texugo, ou um ouriço-cacheiro. Dormi por cansaço, não pelos dois participantes, é claro, que estavam todos enérgicos. De qualquer forma, deu-me que pensar ter dormido uns minutos. O que poderia ter-me acontecido se tivesse assistido ao debate entre Manuela Ferreira Leite e Jerónimo de Sousa? O melhor é afastar essa ideia da cabeça.

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Era uma vez um debate – 8

por António Manuel Venda, em 11.09.09

Ontem à noite, o debate entre Paulo Portas e Manuela Ferreira Leite. Eu sabia que não ia assistir, por ter de ficar até tarde em Lisboa por questões de trabalho. Mas um imprevisto obrigou-me por volta das oito e meia ir a uma estação de correios e quando lá cheguei tinha não uma, não duas, não três, mas quarenta e cinco pessoas à frente. Liguei a avisar que ia demorar a voltar ao trabalho. E fui para o carro fazer tempo. No rádio, o debate. Se no dia anterior tinha visto imagens sem o som a acompanhar, agora tinha som mas imagens nada. Quarenta e cinco pessoas à minha frente, pelo menos a julgar pelo que estava no ecrã dos números das senhas. E lá fui ouvindo o debate. Fiz contas... Por cada afirmação de Paulo Portas talvez se despachasse uma pessoa. E por cada asneira de Manuela Ferreira Leite outra. Tentei contar as afirmações de um e as asneiras de outra. Quando cheguei a quarenta (vinte afirmações e vinte asneiras, porque a moderadora impunha a disciplina no debate), saí do carro e voltei para a estação de correios. Apenas três pessoas à minha frente. Talvez durante o percurso do carro até à estação se tivessem despachado duas pessoas. Vinte, mais vinte, mais duas, mais três, igual a quarenta e cinco pessoas. Como dizia o outro, é fazer as contas. Daí a vinte minutos estava de volta ao trabalho, e daí a umas sete horas de volta a casa.

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Era uma vez um debate – 7

por António Manuel Venda, em 10.09.09

O debate entre Jerónimo de Sousa e Manuela Ferreira Leite. Este eu vi. Mas só isso, porque ouvir, nada, nem uma palavra. Tinha convidados cá em casa para o jogo de Portugal na Hungria, que deu na TVI. Mal o jogo acabou tirei o som da televisão e ficámos na conversa. Devia ter desligado, mas não, limitei-me a tirar o som. A certa altura reparei que estava a dar o debate. E a ideia que me chegou, ao ver aqueles dois a mexerem os lábios e a gesticular, foi a de um casal, marido e mulher, num programa da Júlia Pinheiro, a contar as suas desventuras num caso qualquer fora de comum. Os dois muito sérios, meio perdidos, pessimistas, acinzentados. Mas não era a Júlia Pinheiro que os entrevistava, era uma apresentadora da política. E isso tornava tudo um bocado estranho. Aquele casal confessava as suas desgraças, sem que eu ouvisse, mas não o fazia à Júlia Pinheiro, nem à Teresa Guilherme, nem ao Goucha, nem a um de concursos de quem agora não me lembro o nome. Era a uma apresentadora da política que o fazia. O casal. Jerónimo de Sousa marido e Manuela Ferreira Leite (de Sousa?) sua mulher (ou esposa, como também se ouve dizer). Jerónimo de Sousa que me perdoe esta ideia…

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Era uma vez um debate – 6

por António Manuel Venda, em 09.09.09

Esta noite, à hora do começo do debate entre José Sócrates e Francisco Louçã, eu não sabia que o debate era entre José Sócrates e Francisco Louçã. Estava a trabalhar no computador, e a televisão, ligada, continuava no canal Panda. Resolvi mudar, para ver quem calhava na sessão de terça-feira. E descobri que era a vez de José Sócrates a debater com Francisco Louçã. Quer dizer, não foi bem isso que descobri, porque na altura o debate não era só entre José Sócrates e Francisco Louçã, era entre eles os dois mas também metia Judite de Sousa, que estava a discutir ora com um, ora com outro.

Pelas experiências do parlamento, aquele debate poderia ser interessante. Eu estava tentado a ver, mas o trabalho chamava-me. E então lá fui para o computador. Mais tarde, numa das análises que ouvi sobre o debate, fiquei com a ideia de que Francisco Louçã meteu os pés pelas mãos e que José Sócrates esteve muito seguro. Uma surpresa, portanto; ou antes, duas. Se é que foi mesmo assim, porque a verdade é que eu não vi.

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Era uma vez um debate – 5

por António Manuel Venda, em 08.09.09

Esta noite, enquanto Paulo Portas e Jerónimo de Sousa debatiam na televisão, estava eu na feira. Na zona dos carrinhos de choque e dos carrosséis. Aí, por entre muitos outros barulhos, ouvia-se uns ruídos de um concerto do Tony Carreira, numa outra zona do recinto. Houve mesmo uma altura em que me pareceu que o cantor em vez de cantar falava. Não percebi o que dizia, mas veio-me à ideia que poderia estar a falar de Manuel Pinho, que na volta o acompanhava, como ainda outro dia fez numa terra do norte e a televisão mostrou. Na altura do regresso a casa, o concerto ainda decorria e eu tentei ver por cima da multidão se o antigo ministro estava mesmo no palco. Por momentos, cheguei a pensar que era um tipo que pulava à volta das dançarinas, mas logo percebi que não, que era o próprio cantor que tinha largado a zona do microfone para ensaiar umas acrobacias de baixo risco. Apressei os meus filhos, porque o concerto parecia ir acabar e em cinco minutos sair do recinto da feira seria uma aventura. Desisti por isso de confirmar a presença do ex-ministro dos corninhos e avancei para a saída. Já perto do carro, ao longe, ouvi o cantor a desejar «uma boa noite a todos e a todas».

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Era uma vez um debate – 4

por António Manuel Venda, em 07.09.09

O debate de ontem à noite, entre Manuela Ferreira Leite e Francisco Louçã. Eu até queria ver por causa de Manuela Ferreira Leite (as asneiras, os pontapés na gramática…). Mas não consegui. Ao fim da tarde comecei a limpar umas árvores aqui perto de casa (umas oliveiras e uns marmeleiros) e quando começou a ficar mesmo de noite, em vez de vir para casa continuei o trabalho, porque a verdade é que a Lua e as luzes do caminho até ao campo das árvores me deixavam ver mais ou menos. Ou seja, cheguei a casa e já estavam a dar debates sobre o debate. Mas vi na Internet uma coisa «interessante» de Manuela Ferreira Leite, apontada por Carlos Vaz Marques. A mulher terá dito que ainda hoje continuamos a «usufruir» das consequências das nacionalizações do pós-25 de Abril. Carolina Patrocínio deve ser da mesma opinião.

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Era uma vez um debate – 3

por António Manuel Venda, em 06.09.09

Esta noite, enquanto José Sócrates e Jerónimo de Sousa estavam em mais um debate, eu via um outro debate, sobre o jogo da selecção na Dinamarca; e fazia contas de cabeça sobre as possibilidades de classificação para a fase final do mundial.

 
E uma nota: foi com um imenso orgulho que assisti à estreia de Liedson (infelizmente, mais uma vez, o seleccionador teve uma má opção, ao não colocá-lo de início).

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Era uma vez um debate – 2

por António Manuel Venda, em 04.09.09

Esta noite, enquanto Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa debatiam não sei o quê na televisão, estive a jogar à apanhada com o meu filho (com visitas por cá, foi-se deitar mais tarde do que o habitual; já a irmã, mais nova, foi à hora do costume).

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Era uma vez um debate – 1

por António Manuel Venda, em 02.09.09

 

Esta noite, à hora do debate entre José Sócrates e Paulo Portas, fui dar uns mergulhos.

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Em branco

por António Manuel Venda, em 05.08.09

Fui vereador na câmara municipal da minha terra (Monchique, no Algarve) e ainda sou deputado municipal, sempre eleito em listas do PSD. Para as eleições legislativas já tinha alguma inclinação para ir votar em branco (Manuela Ferreira Leite), mas ainda não estava decidido; a decisão tomei-a agora, ao saber que no Conselho Nacional do PSD escolheram para cabeça de lista pelo Algarve Jorge Bacelar Gouveia, de Lisboa.

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Pai à força?

por João Carvalho, em 14.06.09

Portas abertas, o líder do CDS-PP deu uma entrevista intimista ao Expresso e disse que se sentiria muito feliz por ser pai. Parece não haver problema: o PSD começou logo a piscar-lhe o olho. Falta perceber o rebento que poderá sair do possível casório. À força e em segundas núpcias.

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Assino por baixo

por Paulo Gorjão, em 11.01.09

Tomás Vasques tem toda a razão.

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Violinos de Chopin

por Paulo Gorjão, em 11.01.09

Pedro Santana Lopes pode não perceber muito de música clássica, mas é doutorado em táctica política. O seu a seu dono: no início de Dezembro, quando ainda ninguém tocava publicamente no assunto, Santana Lopes foi o primeiro -- se não estou enganado -- a alertar para a hipótese de José Sócrates querer antecipar as eleições legislativas. Houve até quem dissesse que a hipótese não tinha pés nem cabeça. Um mês depois estamos todos a chegar à conclusão que afinal é capaz de ser verdade.

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