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Pornográfico

por Pedro Correia, em 03.08.17
Neymar ruma do Barcelona ao PSG por 222 milhões de euros: a transferência mais cara da história do futebol. Estas cifras milionárias, pornográficas num mundo cheio de carências básicas, já não têm nada a ver com desporto. Temos de chamar-lhe outra coisa, embora eu não saiba ainda bem o quê.

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Frases de 2016 (32)

por Pedro Correia, em 24.10.16

«Temos de perder a vergonha de ir buscar dinheiro a quem está a acumular dinheiro.»

Mariana Mortágua, 17 de Setembro

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Gente para tudo

por Rui Rocha, em 27.10.15

Há por aí muito aproveitador que, depois de obter a pensão de invalidez, é capaz de tentar sobreviver mais de 3 anos só para lixar o Estado.

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A riqueza das mulheres

por Helena Sacadura Cabral, em 26.11.13

De acordo com uma investigação desenvolvida pela revista ‘Spears' e pela empresa WealthInsight - cujo objectivo principal era analisar a igualdade entre géneros, relativamente à riqueza pessoal - 23% das pessoas mais ricas no nosso país são do sexo feminino.

Para Josh Spero, editor da citada revista, no topo da lista estão os países asiáticos. Esta conclusão é igualmente partilhada por Oliver Williams, da WealthInsight.

Para além de Portugal, nos primeiros dez lugares surgem as Filipinas, o Peru, Hong Kong, a Turquia, Israel, Singapura, a Tailândia, Espanha e Itália.

Ao invés, entre os países com menos mulheres milionárias, contam-se a Holanda, Rússia, México, Arábia Saudita e Japão.

A ser verdadeira a informação, ela não me surpreende. E reflecte a tendência de que na gestão da riqueza o género contará cada vez menos. 

 

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Guardar o dinheiro

por João André, em 19.03.13

 

O saque a Chipre, está mais que dito, é um roubo completo e se continuar será apenas o início do fim. As consequências serão imprevisíveis. Já quando Portugal foi "resgatado", tratei de tirar o dinheiro que lá tinha no banco. Não queria, mas tinha que acautelar uma expulsão do Euro (ou um desmoronamento do mesmo). Este risco ainda não passou, especialmente devido aos senhores de Bruxelas e Berlim que insistem em querer desfazer toda a gente que não viva para norte dos Alpes.

 

Ainda assim, até há pouco pensei que ter o meu dinheiro no banco na Holanda seria seguro. Sendo que também a Holanda está a impôr austeridade, que os depósitos bancários não estão seguros e que poderá não fazer sentido guardar Euros ou dólares (talvez yuans?) não sei se não deva antes usar as minhas poupanças para comprar alguma "commodity". O ouro está caro, o petróleo sabe-se lá o que fará. Em tempos vi num "comic" a solução: comprar drogas. Cocaína, heroína ou outras não perdem o valor em crise. Antes poderão ganhar, como forma de escape. Creio que não seria o primeiro. Quem sabe, até chego depois do fim da crise a primeiro-ministro.

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«Não há dinheiro na poesia nem poesia no dinheiro.»

Robert Graves (1895-1985)

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Quando regressava hoje a casa, no final de um mês em que, em anos anteriores, a minha conta bancária estava um pouco mais aliviada, ouvi uma notícia extraordinária. Pois parece que o governo teve que alargar o prazo para os contribuintes portugueses, com contas no estrangeiro não declaradas em Portugal, regularizarem a sua situação tributária. Isto porque, a "corrida" ao RERT (Regime Excepcional de Regularização Tributária) registou uma afluência tal nos últimos dias que os próprios serviços "entupiram".

Ora sendo o RERT um regime especial de incentivo à regularização de dívidas fiscais relativas a contas e participações financeiras não declaradas por contribuintes portugueses, sedeadas fora da União Europeia (paraísos fiscais incluídos), ele permite também a "Exclusão da responsabilidade por infracções tributárias que resultem de condutas ilícitas que tenham lugar por ocultação ou alteração de factos ou valores que devam constar de livros de contabilidade ou escrituração, de declarações apresentadas ou prestadas à administração fiscal ou que a esta devam ser revelados, desde que conexionadas com aqueles elementos ou rendimentos", ou seja uma espécie de amnistia fiscal aos contribuintes com património não declarado no estrangeiro. O regime impõe uma taxa única de imposto de 7,5% sobre os valores, não faz qualquer pergunta sobre a sua origem e não implica o seu repatriamento.

O que eu considero extraordinário nem é o facto deste regime existir. Ele é mais favorável ao Estado que o anterior, que previa uma taxa de apenas 5%, e o valor do imposto pago até agora, segundo as Finanças, supera já os 150,1 milhões de euros, sendo a receita superior à acumulada nos dois regimes de regularização anteriores. Boas notícias para os cofres do estado, portanto.

Mas o que não deixa de me espantar é a existência de tanto dinheiro nesta situação. Se 150,1 milhões de euros são 7,5% há, por esse mundo fora, muito dinheiro que, se tributado cá, seria certamente uma grande ajuda. E estes milhões dizem apenas respeito aos pagamentos de quem quis regularizar a situação. Imaginemos os outros...

Não pude deixar de me lembrar desta canção da Gal Costa que deixo aqui. Outro país, outros tempos. É verdade, mas, não estamos assim tão longe e, tal como na canção, assim não se pode (mesmo) ser feliz.

 

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Lições de rico...

por Helena Sacadura Cabral, em 27.06.12

 

Lições de rico dá-as quem pode, de facto. Ou seja quem tem pilim, muito pilim, e não sabe o que será viver de salários mínimos. Mas há sempre quem esteja disposto a ouvi-los.

Na revista francesa Le Point da última semana, uma pequena notícia dá conhecimento que Carlos Slim, mexicano de 72 anos e tido pelo homem mais rico do mundo, terá explicado, no forum da ONU, a sua visão do futuro.

Para ele, os países em crise deverão aumentar os impostos, reduzir as despesas públicas, vender todos os activos - aeroportos, auto estradas, energia - e organizar o sector produtivo com três dias de trabalho por semana e quatro para a família, a educação e o descanso.

Preconiza, igualmente, a utilização da alta tecnologia informática e coloca nos setenta anos, a idade para a reforma, à excepção dos trabalhos mais duros.

Perante tal cenário, as troikas são peanuts... 

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