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Declaração inequívoca de voto

por Rui Rocha, em 02.10.15

Em Tempo De Crise, Toda A Poupança É Bem-Vinda. Decidi, Por Isso, Não Usar o Plural Neste Post. Desta Forma, E Para Dar Um Exemplo, Se Tiver Que Me Referir À Soma De Um Com Outro Um, Direi  Doi. No Mínimo, Poupo No "S", O Que Não É Pouca Coisa. Para Compensar, E Porque Há Vida Para Além Da Contenção De Despesa, Cada Palavra Será Iniciada Com Maiúscula. Sempre Quebra A Monotonia, Coisa Que, Estou Certo, O Leitor Muito Me Agradecerá. Esclarecido Este Doi Ponto Prévio (Não Se Esqueça O Leitor De Colocar O "S" Final Ali Onde Lhe Sinta A Falta Uma Vez Que, Pela Minha Parte, Estou Disso Impedido Devido À Regra A Que Voluntariamente Me Obriguei), E Tendo Em Conta Que O Período Oficial De Campanha Eleitoral Está Quase A Terminar, Considero Ser Este O Momento Para Tomar Posição Clara E Inequívoca Sobre A Escolha Fundamental Na Eleição Que Se Avizinha. Assim, Declaro Com Total Convicção, Firmeza e Frontalidade Que, Entre Costa e Passo, Passo.

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Em busca do tempo perdido.

por Luís Menezes Leitão, em 15.03.12

 

Estas declarações de Otelo enquadram-se no seu percurso de incessante busca pelo tempo perdido, por parte de um velho líder revolucionário que viveu um período eufórico nos idos de 1974/1975, onde julgava poder transformar-se no Fidel Castro da Europa, mas depois nunca foi capaz de se adaptar ao regime democrático. As declarações e conferências de Otelo a reclamar um novo golpe de Estado não representam qualquer perigo para o regime, mas não deixam de ser um curioso sinal dos tempos. Há muito tempo que Otelo tinha deixado de fazer este tipo de declarações. O facto de agora as repetir constantemente significa que acha estarmos em período em que elas poderão surtir algum efeito. É por isso preocupante a instabilidade financeira, a perda de soberania e o descrédito do regime a que temos vindo a assistir nos últimos tempos. O risco, no entanto, ao contrário do que julga Otelo, não é que isto conduza a um novo 25 de Abril: é que conduza a um novo 28 de Maio.

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