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Uma simples dúvida

por Ana Lima, em 26.01.16

Se até agora certas zonas do país eram conhecidas como o cavaquistão, depois das eleições de domingo o país (quase) inteiro vai passar a ser conhecido como o marcelão?

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Dão-se alvíssaras a quem puder esclarecer

por Rui Rocha, em 31.12.15

Desejar "boas entradas" vale como piropo?

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Não há volta a dar

por Sérgio de Almeida Correia, em 23.08.15

O Rui Rocha, com a sua isenção e assertividade, já aqui tinha escrito o essencial, e que embora entrando pelos olhos há ainda quem não queira ver. Ou fazer dos outros parvos.

Se a coligação PSD/CDS-PP não quiser participar nos debates não participa. Será mau para a democracia e o debate, que se espera que ainda venha a haver sobre os assuntos pertinentes que dizem respeito aos portugueses, deixando de fora, o que não será fácil porque lhes está na massa do sangue, as trampolinices eleitorais em que se especializaram. Mas, desta vez, o ponto final é dado por alguém que integra as próprias listas da coligação: “Segundo a lei, as televisões têm de incluir nos debates obrigatoriamente apenas um representante de cada candidatura”.

Se não era isso que queriam pôr na lei, se queriam ter a deputada Heloísa nos debates ao lado do camarada Jerónimo, deviam ter pensado nisso antes e tê-lo dito claramente.

E, já agora, para serem coerentes e consequentes, também podiam esclarecer neste momento o seguinte: se amanhã uma coligação se apresentar a eleições com cinco ou seis partidos, como acontece noutros países europeus, cada um dos partidos que integra a coligação ficará autorizado a enviar o seu representante aos debates, tal como hoje Passos Coelho e Paulo Portas pretendem? A resposta deve ser simples e directa, penso eu.

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Coisas que me apoquentam

por João André, em 04.03.15

Há coisas que não entendo muito bem. Se um privado pedir dinheiro para comprar uma casa, ela é usada como garantia. Se não se puder pagar a dívida, o banco pode ir buscar a casa e, caso o seu valor tenha caído, o privado ainda continua a dever dinheiro. Coprar a casa é um investimento que pode correr mal, portanto.

 

Se uma empresa pedir dinheiro para expansão e a coisa correr mal, o banco não só pode pedir a execução dos bens para pagar a dívida como pode ainda perseguir os indivíduos da empresa para ser ressarcido do montante. O empréstimo é portanto um investimento que pode correr mal.

 

Se um país pedir dinheiro emprestado ("emitir dívida", no jargão engana-parvos) tem de o pagar de volta. Se a sua economia não crescer o suficiente para pagar essa dívida, fica com uma maior que anterior (pede dinheiro para pagar a dívida anterior). Pedir esse dinheiro é mais um investimento que pode correr mal.

 

Se um banco emprestar dinheiro a privados, a empresas ou a países, o dinheiro tem que regressar, seja por que via for (por dívida ad aeternum, reemissão de dívida, compensação por estados, etc). Ou seja, apesar de um banco emprestar dinheiro com a esperança de receber mais que aquele que emprestou - faz, por definição, um investimento - não partilha quase qualquer risco, este é eliminado por via da obrigação quase absoluta do endividado.

 

Não contesto que uma dívida deve ser paga (se não o for sofrem-se as consequências de se perder credibilidade, por exemplo). Mas, coisa que me apoquenta: sou só eu que tem a impressão que há aqui qualquer coisa que não bate certo?

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Está aí alguém?

por Sérgio de Almeida Correia, em 04.02.14

Os comentários a mais um episódio rocambolesco da nossa vida pública e judiciária deixo-os para os entendidos. Não discuto o valor das obras, a sua qualidade, a sua importância para o património nacional. A mim, como cidadão, compete-me apenas formular algumas perguntas para as quais ainda não obtive resposta em nenhuma das notícias que li e/ou ouvi:

 

1. Quem autorizou a saída das obras de Miró?

2. Quem negociou com a leiloeira?

3. Quem aprovou os termos da negociação e autorizou o contrato com a leiloeira?

4. Quem no Governo, ao nível do primeiro-ministro, ministros e secretários de Estado, sabia o que se estava a passar?

5. Como sai o Ministério Público desta embrulhada?

 

O resto torna-se marginal.

 

P.S. Mesmo sem respostas, descortino na leiloeira o bom senso que faltou em quem levou para lá as obras. Lá se vai o alívio dos aliviados.

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E agora, quando tiver que preencher um formulário, onde é que eu vou pôr 81 caracteres* da freguesia de nascimento e 74 caracteres* da freguesia de residência?

 

*Espaços incluídos

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