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O diabo está nos detalhes

por Sérgio de Almeida Correia, em 19.04.16

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"Little things matter, especially in a fiercely nationalistic, immensely proud nation like Mongolia. Dealing with the Mongolians requires constant attention to minor details, to ceremony, to protocol. And even then, one can never be sure one’s actions won’t be misconstrued as a hidden insult or a hideous plot."

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Um jantar à minha espera

por João Carvalho, em 10.02.11

Hoje é Dia dos Amigos. As três próximas quintas-feiras serão o Dia das Amigas, o Dia dos Compadres e o Dia das Comadres. Há jantares especiais e pequenos espectáculos um pouco por todos os lados, nestas quintas-feiras anuais. Uma tradição que os Açores não perdoam.

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O público, o privado e a notícia

por J.M. Coutinho Ribeiro, em 08.05.09

Interessante a divergência que aqui se nota sobre a importância pública dos comportamentos privados de quem nos governa e a possibilidade desses comportamentos privados serem ou não escrutinados pela comunicação social.

Há quem entenda que a esfera da vida privada dos governantes não tem qualquer interesse para o cidadão. Pelo menos, um interesse legítimo. Que não importa, designadamente, se um governante é viciado em casinos, desde que jogue com dinheiro seu; que não importa saber se um governante compra roupa na loja mais cara do mundo, desde que o faça com dinheiro seu. E, obviamente, há quem entenda ser sagrada, por exemplo, a não violação da privacidade de um governante quanto, por exemplo, à sua orientação sexual.

A questão não pode ser vista de forma tão linear. Mesmo que o governante gaste apenas o que é seu, nos seus vícios ou hábitos privados, ficamos a saber duas coisas: em primeiro lugar, que o governante é honesto porque não gasta os dinheiros públicos. Mas ficamos, também, a saber que o governante tem uma compulsão para o jogo ou para um ostensivo modo de vida. Ou que, enquanto pede contenção aos seus governados, ele vive na ostentação. Não é relevante? É. Não o será quando se fala do rico empresário (que será escrutinado pelos seus trabalhadores ou pelos seus credores, mas isso é outra história), mas é-o quando se fala de quem elegemos para determinado cargo. Porque quando votamos em alguém, votamos não apenas na sua competência, mas também no que conhecemos do seu carácter, na sua capacidade para se adaptar aos sinais dos tempos que correm e na sua capacidade para dar exemplos de cidadania. Daí que os limites da liberdade de expressão se alarguem quando escrevemos sobre as designadas as figuras «da história do tempo».

Mais complexa é a questão da orientação sexual do governante. Se um governante é homossexual, ninguém tem nada a ver com isso. Se o é e o assume, não dever ser fustigado ou vangloriado por isso. É-o. E, sobre isso, cada qual tirará as suas conclusões na hora do voto, se achar que é uma questão relevante.

Mas já será escrutinável pela comunicação social - porque tem interesse público - saber se, por exemplo, um deputado faz hoje uma violenta intervenção no Parlamento contra a homossexualidade e, dias depois, se descobre que ele próprio é homossexual. Como é evidente, ele poder ser o que queira. Mas os eleitores têm o direito de saber se um dos seus eleitos é pessoa de carácter e se as suas intervenções públicas são concordantes com os seus comportamentos privados.

E, neste caso, ouso ir um pouco mais longe: se as acrobacias sexuais de uma figura pública - mas sem responsabiilidades públicas, mesmo que seja, por exemplo, um arquitecto do regime - não são escrutináveis, o mesmo não se aplica, por exemplo, ao padre de uma qualquer paróquia, que nas missas defende a moralidade e os bons costumes e acaba descoberto numa orgia. Neste caso, os paroquianos que o ouvem, também terão direito a saber que o homem faz o contrário do que prega.

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Carnaval volta ao normal?

por João Carvalho, em 20.02.09

Afinal, o inusitado episódio do Carnaval de Torres Vedras parece que está esclarecido e que até já teria passado da esfera judiciária para a ASAE. De acordo com o que me dizem, houve um engano: não era para que se suprimissem os tais corpos despidos, mas sim para que se retirasse o Magalhães, cujo excesso de exposição a nível nacional e internacional já anda a ser considerado um caso pornográfico. Se for assim, pois que escondam o escandaloso computador, que reponham os recatados nus e que prossiga o Carnaval...

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Oponho-me à oposição!

por João Carvalho, em 16.02.09

Ao assistir a um pedaço do debate sobre casamentos homossexuais na RTP-1, nunca tantas vezes em tão pouco tempo ouvi a expressão «sexo oposto». Oponho-me terminantemente a este conceito e aproveito para declarar definitiva e solenemente a todas as mulheres da Terra (e às marcianas, se ainda houver algumas) que, na parte que me toca, não pertenço ao sexo oposto. Sou diferente de todas elas, sim, mas nunca me opus a isso. Bem pelo contrário: sempre me senti tão próximo quanto me tem sido permitido...

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País de alterne

por João Carvalho, em 08.01.09

Dizem uns que a culpa acaba por morrer solteira, barafustam outros que ela não pode morrer solteira. Assim é que não nos entendemos. Não pode morrer solteira, mas morre sem haver casamento? Eu vejo o caso de outro modo: é indesmentível que ela morre solteira, mas vai vivendo em grande, ora amancebada, ora em quartos à hora. Portugal não consegue arranjar-lhe marido, mas tem condições para ser um país de alterne muito atraente...

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Duas vezes mal

por J.M. Coutinho Ribeiro, em 06.01.09

Vale de Salgueiro, aldeia de Mirandela, é conhecida por uma tradição segundo a qual, na noite de 5 de Janeiro, as crianças são incentivadas pelos familiares a fumar cigarros. Está mal. Entretanto, nas televisões a tendência é para "moranguizar" as crianças, ensinando-lhes coisas igualmente impróprias. Também está mal.

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