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Da arte do possível

por Pedro Correia, em 27.01.17

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«O ainda jovem Mario Vargas Llosa perguntou certa vez a Jorge Luis Borges, numa entrevista para a televisão francesa, o que era para ele a política. O grande escritor argentino deu-lhe uma resposta lapidar: "É uma das formas do tédio." Esta frase reflecte exemplarmente o carácter fastidioso da vida política, que só pode ser protagonizada com eficácia por quem sinta genuína vocação pela condução dos destinos de uma determinada comunidade - a nível de freguesia, município, região ou país - sem temer os choques que o exercício da governação sempre enfrenta.

A política é a arte do possível aplicada num momento muito concreto e numa circunstância muito específica: compete aos intelectuais como Borges, sonhadores e visionários por natureza, imaginar outros mundos, imunes à implacável e entediante lógica dos factos. Não admira que uma das primeiras recomendações que os políticos veteranos costumam dar aos seus jovens colegas é a de ajustar os desejos às realidades: em política, raras vezes compensa ter razão antes do tempo.»

 

Excerto do verbete POLÍTICA, do livro Política de A a Z

(edição Contraponto, 2017)

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Clarice Lispector

por Patrícia Reis, em 16.12.16

Viver em sociedade é um desafio porque às vezes ficamos presos a determinadas normas que nos obrigam a seguir regras limitadoras do nosso ser ou do nosso não-ser...
Quero dizer com isso que nós temos, no mínimo, duas personalidades: a objetiva, que todos ao nosso redor conhece; e a subjetiva... Em alguns momentos, esta se mostra tão misteriosa que se perguntarmos - Quem somos? Não saberemos dizer ao certo!!!
Agora de uma coisa eu tenho certeza: sempre devemos ser autênticos, as pessoas precisam nos aceitar pelo que somos e não pelo que parecemos ser... Aqui reside o eterno conflito da aparência x essência. E você... O que pensa disso?


Que desafio, hein?
"... Nunca sofra por não ser uma coisa ou por sê-la..."

Perto do Coração Selvagem - p.55

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Eduardo Prado Coelho

por Patrícia Reis, em 25.08.16

"O mais terrível é sentirmos a irreversibilidade do tempo. Que mesmo quando tudo se repete, já nada se repete, pela primeira vez. E que nós nos gastamos como borrachas na demorada corrosão das coisas. Um dia acordamos e já não é a primeira vez. A não ser quando a paixão nos diz que, nupcial e navegante, cada gesto de amor é sempre o primeiro."

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só isto

por Patrícia Reis, em 13.06.16

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Drake

por Patrícia Reis, em 29.10.15

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 12.10.15

“(...) Outra pergunta que comecei a fazer a mim mesma foi a seguinte: a tendência predominantemente pessimista que os meus pensamentos têm vindo a experimentar nestes últimos dias dever-se-á ao estado do mundo, que é mau e piora mais depressa do que podemos esperar salvá-lo, o que me inquieta e enfraquece – ou dever-se-á simplesmente ao nível insuficiente das hormonas tiroideias, o que significaria que o estado do mundo não é tão assustador como tende a parecer-me, e me deveria levar a dizer de mim para mim: lembra-te do teu hipotiroidismo e acredita que o estado do mundo acabará por se recompor.”

(Lydia Davis, Contos Completos – Diário da Tiróide)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 31.07.15

I mused for a few moments on the question of which was worse, to lead a life so boring that you are easily enchanted, or a life so full of stimulus that you are easily bored.

 

(Bill Bryson, in The Lost Continent)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 29.07.15

One can be very much in love with a woman without wishing to spend the rest of one's life with her.

 

(W. Somerset Maugham, in The Painted Veil)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 24.07.15

O que faria eu se estivesse no meu lugar?

 

(António Lobo Antunes, em Memória de Elefante)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 21.07.15

O lisboeta tem uma gravata na língua, acha que o palavrão é para quando se descuida. Não entende que é ele que faz do palavrão um descuido. Todo o palavrão tem arte, a gente lá em cima sabe.

 

(Alexandra Lucas Coelho, em O Meu Amante de Domingo)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 18.07.15

Havia meses que se perdiam como tampas de esferográfica.

 

(José Luís Peixoto, em Cemitério de Pianos)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 14.07.15

É muito difícil saber o que nos leva a preferir as feias. Não é nada de bom. As feias têm mais razão para ser ciumentas, e isso agrada mais a um homem do que uma cara bonita. Mas quem não sabe o que é apaixonar-se por uma feia não sabe o que é a paixão.

 

(Agustina Bessa-Luís, em Antes do Degelo)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 10.07.15

It always stimulates me to discover new examples of my own prejudice and stupidity, to realize that I don't know half as much as I think I do.

 

(Paul Auster, in Oracle Night)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 07.07.15

A única obsessão que toda a gente quer: "amor". As pessoas pensam que ao amar se tornam inteiras, completas? A união platónica das almas? Eu não penso assim. Penso que estamos inteiros antes de começarmos. E o amor fractura-nos. Estás inteiro e depois estás fracturado - aberto.

 

(Philip Roth, em O Animal Moribundo)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 03.07.15

She loved to walk down the street with a book under her arm. It had the same significance for her as an elegant cane for the dandy a century ago. It differentiated her from others.

 

(Milan Kundera, in The Unbearable Lightness of Being)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 30.06.15

I needed to temper (my dad's) enthusiasm a bit (about attending Princeton), and so I announced that I would be majoring in patricide...My mom was actually jealous.

 

(David Sedaris, in When You Are Engulfed in Flames)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 27.06.15

As my father always used to tell me, 'You see, son, there's always someone in the world worse off than you.' And I always used to think, 'So?

 

(Bill Bryson, in The Lost Continent: Travels in Small Town America)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 25.06.15

As lovers, the difference between men and women is that women can love all day long, but men only at times.

 

(W. Somerset Maugham,  in The Moon and Sixpence)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 24.06.15

Aquela conversa de travesseiro, "quem é o meu quindizinho?". "Sou eu. Quem é a minha roim-roim- roim?" "Sou eu", e ele inventou de dizer que jamais se separariam e que ele seria, para ela, como aquele nervinho de carne que fica preso entre os dentes, e ela disse "Credo, Osvaldo, que mau gosto!", e saiu da cama e depois nunca mais. Acabou por metáfora errada.

 

(Luis Fernando Veríssimo, em  O Melhor das Comédias da Vida Privada)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 23.06.15

(...) a sua fantasia favorita era a visão de si mesmo, sentado sozinho num sala vazia durante horas e horas, sem ser interrompido, sem ser incomodado, sem ser requisitado por um único ser humano.

 

(Anne Tyler, em A Bússola de Noe)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 20.06.15

Toda aquela itinerância com guias, disse ele passado um momento. Naqueles horríveis crocodilos de turistas, a entrar e a sair de igrejas, museus e mesquitas. Não, não, não. Gosto de estar quieto, de descobrir uma cadeira confortável. Está a ver o que quero dizer? Gosto de absorver um país.

 

(Paul Theroux, em O Grande Bazar Ferroviário)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 17.06.15

Não tive tempo de escrever uma carta curta, por isso tive de escrever uma carta comprida.

 

(Richard Yates, em Onze Tipos de Solidão)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 16.06.15

Olhou tristemente para Pockey Protero, a sua melhor amiga, sentada do outro lado da mesa, toda esparramada na cadeira e a largar as cinzas do cigarro sobre o prato cheio de gelado derretido e restos de bolo encharcado, com as deploráveis maneiras à mesa que só os muito ricos se podem dar ao luxo de exibir.

 

(Mary Maccarthy, em O Grupo)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 15.06.15

Da velhice

sempre invejei

o adormecer

no meio da conversa.

Esse descer de pálpebra

não é idade nem cansaço.

Fazer da palavra um embalo

é o mais puro e apurado

senso de poesia.

 

(Mia Couto, Sono Coloquial)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 12.06.15

Cá vamos nós, um para cima, outro para baixo, eu a deslizar, ele ofegante. Mariposa é o mais belo nome que um estardalhaço já teve.

 

(Alexandra Lucas Coelho, em O Meu Amante de Domingo)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 06.06.15

(...) e quando uma pessoa tem a sorte de viver dentro de uma história, de viver dentro de um mundo imaginário, as dores deste mundo desaparecem. Porque enquanto a história dura, a realidade cessa de existir.

 

(Paul Auster, em As loucuras de Brooklyn)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 04.06.15

- Um biquino novo? - É, pai. - Você comprou um no ano passado! - Não serve mais, pai. Eu cresci. - Como não serve? No ano passado você tinha 14 anos, este ano tem 15. Não cresceu tanto assim. - Não serve, pai. - Está bem, está bem. Toma o dinheiro. Compra um biquíni maior. - Maior não, pai. Menor.

Aquele pai, também, não entendia nada.

 

(Luís Fernando Veríssimo, em  O Melhor das Comédias da Vida Privada)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 03.06.15

"Na matemática existencial, esta experiência assume a forma de duas equações elementares: o grau de lentidão é directamente proporcional à intensidade da memória, o grau da velocidade é directamente proporcional à intensidade do esquecimento"

 

(Milan Kundera, em A Lentidão)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 30.05.15

Só me seduz duravelmente a inteligência do coração, providencial se ela se reveste de beleza, patética se desprovida dela.

 

(Amin Malouf, em O século primeiro depois de Beatriz)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 28.05.15

"Mas na metrópole há cerejas. Cerejas grandes e luzidias que as raparigas põem nas orelhas a fazer de brincos. Raparigas bonitas como só as da metrópole podem ser. As raparigas daqui não sabem como são as cerejas, dizem que são como as pitangas. Ainda que sejam, nunca as vi com brincos de pitangas a rirem-se umas com as outras como as raparigas da metrópole fazem nas fotografias".

 

(Dulce Maria Cardoso, em O Retorno)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 27.05.15

O meu filho e eu chamávamos-lhe professor. E o professor chamava ao meu filho Root. Porque tinha o alto do crânio tão direito como o símbolo da raíz quadrada".

 

(Yoko Ogawa, em A Magia dos Números)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 26.05.15

"She rested her head against his and felt, for the first time, what she would often feel with him: a self-affection. He made her like herself."


(Chimamanda Ngozi Adichie, in Americanah)

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 24.05.15

"Improperty is the soul of wit" 

 

(W. Somerset Maugham - The Moon and Sixpence)

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Bondices

por Rui Herbon, em 02.05.15

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James Bond: “I always enjoyed learning a new tongue.”
Moneypenny: “You always were a cunning linguist, James.”

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Citação clássica.

por Luís Menezes Leitão, em 28.11.14

A propósito disto recordo uma citação clássica: "Donec eris felix, multos numerabis amicos; tempora si fuerint nubila, solus eris" (Ovidius, Tristia, I, 9, 5,).

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bla bla

por Patrícia Reis, em 17.07.14

 

I am what I hide ... a mulher leu a frase, era bom saber que quem criou o álbum no Pinterest o classificou como citações de merda, literalmente. Um consolo. No meio da merda encontram-se algumas verdades e a verdade, pensa a mulher, tem uma agenda reduzida.

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José Tolentino Mendonça

por Patrícia Reis, em 09.07.14

Por gerações, a perseverança indicou uma prática de vida, o estilo moral de quem se mantém fiel ao seu caminho e às suas convicções, sabendo que isso tem um custo previsível: a turbulência e a aspereza das viagens de verdade. A perseverança queria dizer não abandonara meio a obra começada, mas insistir com todas as forças para levá-la a cumprimento. (...) A arte da perseverança não é um combate de certos dias de certas ocasiões: é, sim, um combate de todas as horas e de todas as etapas do que percorremos. E é um combate interno (consigo, contra si e por si) para manter, no tempo, quer a duração, quer a intensidade do que prometemos: uma tarefa, um desejo, um compromisso, uma palavra, uma amizade ou um amor.

 

(excerto do texto publicado na revista do jornal Expresso)

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Freedom

por Sérgio de Almeida Correia, em 04.07.14

 

We must be free not because we claim freedom, but because we practice it
William Faulkner, November 11, 1955

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Da Liberdade

por Rui Herbon, em 24.04.14

É saudável pensar no valor da liberdade todos os dias. Quando se fala pouco ou de passagem das liberdades individuais corremos o risco de esquecê-las e submetermo-nos aos arbítrios de poucos, ou de muitos, tanto faz, que querem a uniformidade do pensamento e da acção. A sociedade é plural por natureza. Querer encaixar todos num partido – uso o termo em sentido lato – é um abuso contra a dignidade das pessoas.

 

 

Vou reproduzir três textos sobre a liberdade extraídos de leituras antigas.

 

O primeiro é de Stefan Zweig no seu ensaio sobre Montaigne. Diz Zweig que «o único erro, o único crime é querer encerrar a diversidade do mundo em doutrinas e sistemas, afastar os outros homens do seu livre arbítrio, do que realmente querem, e obrigá-los a querer algo que não está neles. Assim actuam os que não respeitam a liberdade, e Montaigne abominava o frenesi dos ditadores do espírito que, com arrogância e vaidade, queriam impor ao mundo as suas novidades e para quem o sangue de centenas de milhares de homens nada importava, desde que saíssem victoriosos».

 

A outra citação é de José Antonio Marina, que em Os sonhos da razão escreve que «quando em Maio de 1793 a Convenção aprovou as perseguições revolucionárias, Marat explicou o sentido da medida: a liberdade, disse, deve estabelecer-se mediante a violência. Chegou o momento de organizar momentaneamente o despotismo da liberdade para destroçar o despotismo dos reis. Isso já o havia dito Rousseau quando afirmou que há que obrigar as pessoas a serem livres».

 

A terceira referência escreveu-a George Steiner em The New Yorker falando do perigo da tirania. Disse que «sabemos – e deveríamos saber desde as fantasias utópicas de Platão – que os ideais de igualdade, de racionalidade colectiva, de austeridade abnegada, somente se podem impor por um custo totalmente inaceitável. O egoísmo humano, o impulso competitivo, a ânsia de esbanjamento e ostentação só podem ser afogados por uma violência tirânica. E, por sua vez, aqueles que exercem semelhante violência desintegram-se eles próprios na corrupção. De maneira inelutável, os ideais colectivistas-socialistas parecem conduzir a uma forma ou outra de Gulag».

 

Fim de citações.

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Tem dias

por Patrícia Reis, em 20.04.14

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Gabriel García Márquez

por Patrícia Reis, em 18.04.14

“Como provar aos homens quão enganados estão ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem - sem saber que envelhecem, justamente, quando deixam de se apaixonar?”

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Agustina Bessa-Luís

por Patrícia Reis, em 21.03.14

"Que é amar senão inventar-se a gente noutros gostos e vontades? Perder o sentimento de existir e ser com delícia a condição de outro, com seus erros que nos convencem mais do que a perfeição?"

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tem dias

por Patrícia Reis, em 10.03.14

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Passagem de Nível

por Francisca Prieto, em 17.01.14

“(…) os graffitis exigiam que os ricos fossem comidos, postos na cadeia ou exterminados por meio de aumento dos impostos. Embora às vezes me parecesse boa ideia, eu esperava que a revolução não acontecesse enquanto eu fosse vivo. Não queria que os ricos desaparecessem antes de eu ter oportunidade de, pelo menos durante algum tempo, ingressar nas suas fileiras”.

 

David Sedaris em "Eu falar Bonito Um Dia"

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Ora

por Patrícia Reis, em 08.06.13

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pois

por Patrícia Reis, em 08.08.12
"Há dois tipos de pessoas que dizem a verdade: as crianças e os loucos. Os loucos são internados em hospícios. As crianças, educadas."

Jean Paul Sartre

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Margaret Thatcher

por Patrícia Reis, em 14.04.12

"Watch your thoughts, for they become words. Watch your words, for they become actions. Watch your actions, for they become...habits. Watch your habits, for they become your character. And watch your character, for it becomes your destiny! What we think we become. My father always said that, and I think I am fine."

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Simples

por Patrícia Reis, em 05.04.12

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Não seria o suposto alegado?

por João Carvalho, em 31.03.12

«O alegado suspeito (...)»

Repórter sobre um duplo homicídio, no Bom Dia Portugal, RTP1

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