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Antes de eu voltar

por Sérgio de Almeida Correia, em 18.02.17

 

Antes de voltar às lides, e de me pôr a comentar o livro de Cavaco Silva, os emails da CGD ou as arbitragens no Dragão, convém ter uma ideia do mundo em que estamos...

Just in case.

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Nota mental

por Rui Rocha, em 09.02.16

Parecendo que não, pouparíamos muito tempo e consumições se aceitássemos duas consequências inquestionáveis de factos meteorológicos: a) a estrada da Torre encerra sempre que neva na Serra da Estrela pelo que não vale a pena ir ver a neve quando neva; b) em Fevereiro, não vale a pena organizar Carnaval à "moda" do Rio de Janeiro a norte de Santarém.

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Com amigos destes...

por Sérgio de Almeida Correia, em 19.01.16

Marcelo-Rebelo-de-Sousa.jpg

 

"Li-o em diversos jornais e revistas, entrevistei-o na SIC e em vários jornais mais de uma vez, acompanhei-o em manifestações cívicas, estive ao seu lado em celebrações religiosas, fiz a sua “apresentação” nalguns fóruns e eventos. Em suma: conheço-o de há muito e da primeira fila.

Por isso cedo me apercebi de algumas debilidades na ossatura da sua personalidade. E cedo alcancei que elas poderiam por vezes fazer gripar o motor do seu carácter. É que, com o mesmo brilho e a mesma velocidade, Marcelo era capaz de dizer tudo e o seu contrário, ser tudo e o seu oposto, sem nunca estar inteiramente comprometido com nada (a sério, só com Deus, já lá irei)."

 

Um tipo depois de ler isto, e o resto do texto de Maria João Avillez, que o conhece de ginjeira, fica a pensar se será possível à esquerda haver alguém que a ultrapasse pela direita. O Observador, sem saber, prestou um serviço público. Temo que o único conselho que daqui posso dar ao candidato Marcelo, para ele não ter de repetir aquela rábula do mergulho no Tejo, é sugerir-lhe que peça uma prancha ao McNamara e entre por uma daquelas ondas do canhão da Nazaré antes de dia 24. Se não for assim, corre o risco de não evitar a segunda volta com um dos outros marretas. 

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Carnaval é no Palace

por Sérgio de Almeida Correia, em 18.02.15

mg_3267.jpgOs "nossos irmãos" lusófonos já podem festejar condignamente. Lamento é que o nosso Governo não tenha promovido devidamente as nossas festas de Ovar, Torres Vedras ou Loulé. De qualquer modo, a esperança continua a morar aqui. Perdemos o Alberto João, é verdade, mas quem garante que nos próximos anos não poderemos contar com as tangas e as bundas do clã Obiang? O Carnaval é uma festa.

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A receita

por Sérgio de Almeida Correia, em 18.02.15

É pena que o Benfica não tivesse tido esta lembrança, pois poderia ter vendido o Roberto por mais 10 milhões de euros. Transformar frangos em vitelos não é fácil, mas por aqui se vê que o problema do empate no Restelo não foi da cerveja, do guarda-redes ou dos avançados que não marcam. A culpa foi do árbitro do jogo anterior. Não parece, mas esse é um problema que se resolve melhorando a imagem, a comunicação. Isto deve andar tudo ligado.

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"É urgente retomar a liberdade de podermos voltar a festejar o carnaval".

 

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Torres Vedras forever

por Teresa Ribeiro, em 17.02.15

C:\Documents and Settings\Admin\Ambiente de trabal

 

Uau! Está sol! Não sei como é no resto do país, mas pelo menos em Lisboa e arredores as sereias arrepiadas dos corsos carnavalescos podem abanar o bum bum sem se constiparem. Digo "bum bum" não por acaso. Se quisesse usar uma expressão genuinamente portuguesa podia dizer, por exemplo, "sim senhor", uma designação amável, mas fora de moda. Aliás, no Carnaval é todo o país que está fora de contexto, incluindo o clima, esse velho do Restelo que teima em boicotar o trabalho (ia a dizer suado, mas até parece que estou a gozar com as aquelas meninas tadinhas tão roxinhas, com as suas plumas em pele de galinha) das comissões organizadoras dos festejos carnavalescos.

Só em Torres Vedras não se leva a mal que o Carnaval seja português, o que é um alívio para quem não gosta de acompanhar o espectáculo da possidoneira nacional, ao som de sambas, sempre os mesmos, que o Brasil já esqueceu.

Mamã eu quero, uma ova. Se é tradição secular, o que eu quero é, se me apetecer, reviver o Carnaval como o faziam os meus pais e avós em Torres. E mai nada!

 

(foto: sereia arrepiada em Loulé)

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Mascaradas

por José António Abreu, em 17.02.15

 

De certa forma, porém, o teatro avant-garde e as operetas tinham uma coisa em comum para ela, nomeadamente que o conteúdo significava nada, a mascarada tudo.

Dag Solstad, Novel 11, Book 11. Tradução minha a partir da versão inglesa de Sverre Lyngstad.

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Carnaval

por Helena Sacadura Cabral, em 28.02.12
Sem comentários!

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Carnaval

por José António Abreu, em 21.02.12
Entrando em Torres Vedras pelo Norte, é virar à esquerda e percorrer 2391 km.

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Urgências

por José António Abreu, em 21.02.12

A polémica acerca da falta de tolerância de ponto no Carnaval mostra várias coisas interessantes. Aquela a que acho mais piada é como, avaliando pelo que a televisão nos mostra, hoje quase não há casos urgentes nos hospitais e centros de saúde. Pelos vistos, os portugueses só têm problemas de saúde nos dias de trabalho.

 

(Donde talvez o Ministro da Saúde devesse tentar convencer o resto do governo a aumentar e não a diminuir o número de feriados. A poupança que isso permitiria...)

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Carnaval: as origens possíveis

por João Carvalho, em 19.02.12

 

Existem duas teorias plausíveis quanto à origem e significado da palavra Carnaval: uma cristã e outra que remonta à Grécia Antiga.

A primeira, atribui à palavra Carnaval uma origem profundamente religiosa, com um significado quase oposto ao da diversão, brincadeiras e malícia a que a associamos hoje em dia. O termo teria origem no latim carnevale (carne + vale = carne + adeus) e seria a designação da "Terça-Feira Gorda", o último dia do calendário cristão em que é permitido comer carne, uma vez que, no dia seguinte, começa a Quaresma, estando esta associada ao período de jejum e abstinência de carne. Repare-se que o domingo de Carnaval calha sempre no sétimo domingo anterior ao Domingo de Páscoa e é fixado a partir da determinação da Sexta-Feira Santa.

Já a segunda teoria é categórica a afirmar que a palavra Carnaval vem de carrus navalis, por influência das festas em honra de Dionísio, nas quais um carro com um enorme tonel distribuía vinho ao povo de Roma. Muitas das celebrações carnavalescas são, pois, bem mais antigas do que a própria religião cristã, tendo sido alvo de diferentes manifestações ao longo da História: todos os carnavais, no fundo, são reminiscências das festas dionisíacas da Grécia Antiga, dos bacanais de Roma aos bailes de máscaras do Renascimento.

 

 

O Entrudo festeja-se na Península Ibérica desde o século XIII. Foram os portugueses que introduziram estes festejos no Brasil (ainda durante a colonização), os quais se realizavam nos três dias anteriores ao início da Quaresma (Quarta-Feira de Cinzas). Consistiam, inicialmente, em "guerras" de água e sumo de limão. A partir de Setecentos, começou-se também a atirar farinha, ovos, tomate esmagado e outras substâncias menos agradáveis. Eram brincadeiras de rua violentas e sujas, praticadas principalmente pelos escravos negros, a par de muita música e danças populares.

As famílias festejavam o Entrudo em casa com jogos. O Entrudo sofreu várias proibições e, progressivamente, foi dando lugar ao Carnaval, cujo início data de meados do século XIX, inspirado no Carnaval europeu.

O Carnaval passa então a ser festejado com bailes em casa e desfiles nas ruas. É desde então que surgem as brincadeiras que permanecem até hoje: as bisnagas de água perfumada (que vieram substituir as limas de cheiro do Entrudo), os papelinhos coloridos e as serpentinas, os narizes, as barbas, os bigodes, os óculos e por aí fora.

(Com a colaboração da nossa

comentadora MACarvalho)

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Esta notícia do DN é de estalo porque:

 

a) não contabiliza os custos com papel higiénico, electricidade, água, desgaste dos equipamentos, etc.

b) abre a porta a que se façam contas ao que se poderia poupar ao mês ou ao ano.

c) o DN paga subsídio de refeição a quem redigiu uma notícia destas.

d) vai-se a ver e o subsídio de refeição é pago em dias de tolerância de ponto.

e) todas as anteriores.

f) é de estalo mas por nenhuma das razões anteriores (por favor, desenvolver na caixa de comentários).

g) não é de estalo (por favor, desenvolver na caixa de comentários).

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Outros carnavais — I

por João Carvalho, em 13.02.12

Só falamos do Carnaval do Rio de Janeiro. De raspão, do Carnaval com samba que importamos parolamente do Rio; a correr, do Carnaval ainda mais parolo que copiamos mal do Rio; timidamente, de um ou outro resquício do nosso velho Entrudo (o Carnaval pobre que é nossa tradição popular). Mas ignoramos completamente um festejo dos mais famosos e antigos do mundo: o Carnaval de Veneza.

O Carnaval rico, o Carnaval do Teatro e da Ópera, o Carnaval do Barroco e da Renascença, o Carnaval das máscaras e dos trajes, esse, passa totalmente em branco. É sempre a mesma coisa. Nem um apontamento de reportagem sobre a...

 

 

... Festa della Marie, dos Bambini...

 

 

... dos Nobili, dos Insoliti...

 

 

... ou das gôndolas.

Nada. Se fosse um jogo Milán-Juventus ou Parma-Fiorentina não faltariam enviados especiais. Até para fazer a cobertura da tolerância de ponto...

 

(Repescado aqui)

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Outros carnavais — II

por João Carvalho, em 13.02.12

O Mardi Gras é outra festa carnavalesca secular e outro cartaz mundialmente reconhecido. Nasceu em Nova Orleães e atravessa o Estado de Luisiana: pode ocorrer em qualquer altura do ano, mas é tradicional dar-lhe especial relevo durante o mês que culmina na "terça-feira gorda" (do francês mardi gras). O costume foi introduzido pelos franceses, os primeiros colonizadores da região no século XVII.

Entre o imenso colorido sobressaem o dourado, que significa poder, o verde, que significa fé, e o roxo, que significa justiça. Os inevitáveis cortejos são muitas vezes acompanhados pelas igualmente inevitáveis bandas de sopro características da comunidade negra local.

As paradas, com muitas máscaras de gesso e todo o tipo de trajes, incluem símbolos muito específicos, como a flor-de-lis e os colares de contas. Estes, das mais diversas cores e tamanhos, atraem toda a gente, que os oferece e recebe para logo serem colocados ao pescoço.

As continhas de cores podem ter um efeito mágico: muitas vezes, quem as oferece pode ter direito a ver o peito (ou até o rabo) de quem recebe. Aconselha-se, é claro, alguma prática de avaliação prévia, porque a experiência pode ser traumática. Excepto se for pura perversidade: é Mardi Gras, ninguém leva a mal!

 

 

 

 

 

Eis mais um vibrante Carnaval famoso, mas ignorado por cá, neste país do Entrudo violado pelo samba tiritado ao ritmo da chuva e onde não faltam estádios prontinhos para virar sambódromos. O certo é que ninguém lhes descobre outra serventia, mas não há quem se preocupe: preocupante é a intolerância de ponto...

(Repescado aqui)

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Carnaval

por José António Abreu, em 06.02.12

1. Também estaríamos a criticar o governo se tivesse concedido a tolerância de ponto.

 

2. Nas rádios e televisões, presidentes de Câmara, comerciantes e responsáveis por desfiles carnavalescos garantem que a inexistência da tolerância de ponto na Terça-Feira de Carnaval é má para a economia. Bom – para a das localidades em que vivem, com certeza. Para a do país, se esquecermos eventuais vantagens de mais um dia de trabalho, é irrelevante: o dinheiro ficará noutros bolsos, certamente não mais ricos, e será gasto noutras coisas. A menos que alguém consiga provar que o nosso Carnaval, essa imitação pindérica do Carnaval brasileiro, traz milhares de turistas estrangeiros ao país.

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Louçã, o Rei Momo de 2012

por Rui Rocha, em 05.02.12

A tradição já não é o que era. Já se sabia. Agora o que não se esperava é que Jardim, candidato natural a rei de todos os carnavais, fosse destronado no Entrudo de 2012 por Francisco Louçã. Todavia, esta frase permite entronizá-lo como Rei Momo indiscutível dos carnavais deste ano:  “A existência de uma tolerância de ponto, de um dia em que não se trabalha no Carnaval, é um direito das pessoas, não é um baile, é um direito das pessoas fazerem o que querem, é um dia em que não são obrigadas a trabalhar de graça pela força do Governo”. Não se trata do acto revolucionário de exigir o respeito pelos direitos adquiridos. Não. Agora entramos numa fase mais avançada da luta. A do respeito pelas tolerâncias adquiridas. A tolerância é um direito. Se tudo correr bem, a expectativa, mesmo a mais carecida de protecção, vai tornar-se um dia um direito potestativo. No mínimo, será protestativo. Saliente-se, entretanto, que o Carnaval não é um baile. Registado. Não sei bem o que será. Mas, qualquer mente progressista, com um lenço tipo Arafat ao pescoço, estará em condições de afirmar que é uma manifestação cultural. O Estado paga 50.000.000 por ano para subsidiar filmes que são vistos por 2.000 pessoas? Então o Carnaval, cultural como só ele, também deve ser subsidiado. Para quê? Para investir em carros alegóricos, pagar aos cabeçudos e dar umas mamas novas (que não sejam PIP) às gajas despidas que vão nos cortejos a bater o dente. Mas, a vertigem destrambelhada continua:  o Carnaval é um dia para as pessoas fazerem o que querem. Por exemplo, Louçã quer armar-se em patarata com pose e pretensão moralista. Pode. É Carnaval. Ninguém leva a mal. O problema não está no que faz nesse dia, mas no que diz ao longo do resto do ano. Entretanto, para o final está reservado o melhor: as pessoas são obrigadas a trabalhar de graça pelo Governo. Claro que alguém que não pretenda andar disfarçado de palhaço responderá que as pessoas têm um salário mensal. E que, se é assim, cada uma delas que vai ao Carnaval está a obrigar quem lhes paga a que o faça sem a contrapartida natural: o trabalho. Aliás, como o David Levy refere, por cada dia de tolerância, o Estado paga 700.000 dias de salário para nada receber em troca. 700.000 dias de salário para financiar o Carnaval de Ovar, de Loulé, do Funchal e do CaraçasMaisVelho. A menos que me queiram convencer que 1 dia de trabalho de 700.000 funcionários públicos não tem utilidade, a conta sai baratinha. Ainda veremos alguém decretar Carnaval todo o ano para estimular a economia. Ou me engano muito, ou será Louçã. 

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Estarrecido

por João Carvalho, em 04.02.12

Estou a assistir ao telejornal. Vejo câmaras municipais preocupadas com o frio que afecta os sem-abrigo e com a fome das crianças escolares. Vejo câmaras municipais preocupadas com as tolerâncias de ponto e com os carnavais. Fico estarrecido com este país assustador.

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Sócrates pode contar comigo

por Rui Rocha, em 08.03.11

O Primeiro-Ministro tem sido alvo de vários ataques pessoais e políticos. Não tenho dúvidas de que nos próximos dias vamos assistir à intensificação de movimentações com o objectivo de o desacreditar. Por isso, este é  o momento adequado para dizer publicamente, sem qualquer dúvida ou hesitação, que Sócrates tem realizado uma governação de coragem e competência. Os nossos parceiros europeus reconhecem que o governo de Portugal está a fazer um trabalho difícil mas adequado. E agora que a agitação social mais truculenta ameaça pôr em causa o progresso que a governação socialista tem trazido ao nosso país, o olhar intranquilo dos Portugueses deve voltar-se para aqueles que já conhece e que sabe que servem Portugal sem ambição mesquinha. Certamente com erros e angústias, mas sem lhe apresentarem um caminho inçado de desigualdades e de negocismo. A confiança no olhar só se reafirma se as políticas austeras continuarem, na linha da rudeza socialmente temperada, cortando na gordura para deixar o músculo liberto. É esse o caminho de Sócrates e é exactamente esse que devemos apoiar.

 

Adenda às 22h20: Bom Carnaval!!! A propósito, boa parte do texto foi copiada deste artigo publicado por Correia de Campos no Económico. É incrível o que esta gente escreve, não é? E nem sequer estão fantasiados...

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Carnaval ignorado (2)

por João Carvalho, em 16.02.10

O Mardi Gras é outra festa carnavalesca secular e outro cartaz mundialmente reconhecido. Nasceu em Nova Orleães e corre o Estado de Luisiana: pode ocorrer em qualquer altura do ano, mas é tradicional dar-lhe especial relevo durante o mês que culmina na "terça-feira gorda" (do francês mardi gras). O costume foi introduzido pelos franceses, os primeiros colonizadores da região no século XVII.

Entre o imenso colorido sobressaem o dourado, que significa poder, o verde, que significa fé, e o roxo, que significa justiça. Os inevitáveis cortejos são muitas vezes acompanhados pelas igualmente inevitáveis bandas de sopro características da comunidade negra.

As paradas, com muitas máscaras de gesso e todo o tipo de trajes, incluem símbolos muito específicos, como a flor-de-lis e os colares de contas. Estes, das mais diversas cores e tamanhos, atraem toda a gente, que os oferece e recebe para logo serem colocados ao pescoço.

As continhas de cores podem ter um efeito mágico: muitas vezes, quem as oferece pode ter direito a ver o peito (ou até o rabo) de quem recebe. Aconselha-se, é claro, alguma prática de avaliação prévia, porque a experiência pode ser traumática. Excepto se for pura perversidade: é Mardi Gras, ninguém leva a mal!

Eis mais um vibrante Carnaval famoso, mas ignorado por cá, neste país do Entrudo violado pelo samba tiritado ao ritmo da chuva e onde não faltam estádios prontinhos para virar sambódromos, que para mais nada têm servido...

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Carnaval ignorado (1)

por João Carvalho, em 15.02.10

Só falamos do Carnaval do Rio de Janeiro, de raspão do Carnaval com samba que importamos parolamente do Rio, a correr do Carnaval ainda mais parolo que copiamos mal do Rio, timidamente de um ou outro resquício do nosso velho Entrudo (o Carnaval pobre que é nossa tradição popular) e ignoramos completamente um festejo dos mais famosos e antigos do mundo: o Carnaval de Veneza.

O Carnaval rico, o Carnaval do Teatro e da Ópera, o Carnaval do Barroco e da Renascença, o Carnaval das máscaras e dos trajes, esse, passa totalmente em branco. É sempre a mesma coisa. Nem um apontamento sobre a...

... Festa della Marie, dos Bambini...

... dos Nobili, dos Insoliti...

... ou das gôndolas.

Nada. Se fosse um jogo Milán-Juventus ou Parma-Florentina não faltariam enviados especiais...

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A foto do delito

por Pedro Correia, em 19.02.09

 

Esta foi a grande ameaça à moral e aos bons costumes detectada pelo Ministério Público na preparação do Carnaval de Torres Vedras.

 

(via Arcádia)

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