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As canções de Dezembro

por Pedro Correia, em 30.11.15

É oficial: a série Canções do Século aproxima-se a passos largos do fim. Após quase seis anos de inexistência ininterrupta.

Houve sempre música, dia a dia, noite a noite, aqui no DELITO. Em momentos de alegria, em momentos de tristeza. Música de todo o género e para diversos gostos. Música de várias proveniências mas que deixou rasto no século XX - de 1902 (a mais antiga) até 1999.

É minha intenção encerrar esta série em grande, com um conjunto de canções especialmente memoráveis. Não podendo faltar alusões especiais, neste mês de Dezembro, a dois gigantes da música popular, que nasceram vai fazer cem anos: Edith Piaf e Frank Sinatra.

Aguardarei outras sugestões vossas. Com a disponibilidade de sempre.

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As canções de Novembro

por Pedro Correia, em 31.10.15

Outono adiante, com mudança de hora e novo ciclo político em perspectiva. Chega Novembro e prossegue o desfile das Canções do Século. Desta vez com a promessa de passarem por cá Billie Holiday, Lena Horne, Chavela Vargas, K. D. Lang, Anita Baker, Shirley Horn, Ibrahim Ferrer, Bob Dylan, Elvis Presley, Van Morrison e Carlos Gardel, entre outras vozes.

Como sempre, aceito sugestões vossas. Serão bem-vindas.

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As canções de Outubro

por Pedro Correia, em 01.10.15

Algumas virão cá a pretexto da política, como depois se verá. Nem que seja pelo nome. Outras surgirão a propósito do Outono - mesmo que seja um Outono quente, como se anuncia. Hão-de aparecer por aí canções de Jacques Brel, Carly Simon, Billy Joel, Muddy Waters, Billie Holiday, Ray Charles, Sarah Vaughan, Yves Montand.

E outras que quiserem sugerir-me. Estejam à vontade.

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As canções de Setembro

por Pedro Correia, em 31.08.15

Em Setembro - mês de mudança de estação e de intensos debates políticos - passarão por cá vários clássicos da canção em doses diárias: Leonard Cohen, Ella Fitzgerald, Yves Montand, Nina Simone, Frank Sinatra, Aretha Franklin, James Brown, Joan Armatrading, Tony Bennett, Gal Costa e Patxi Andion, entre vários outros.

Como sempre acontece quando muda a folha do calendário, agradeço desde já as vossas sugestões para as semanas que vão seguir-se em que diremos "até sempre" ao Verão e "olá de novo" ao Outono.

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As canções de Agosto

por Pedro Correia, em 31.07.15

Mais canções de Verão vêm aí no mês de Agosto. Com nomes tão diversos como Ray Charles, Van Morrison, Rosemary Clooney, Peter Gabriel, Deep Purple, Mariah Carey e Camarón de la Isla.

Como sempre, agradeço desde já as sugestões que queiram aqui deixar-me.

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As canções de Julho

por Pedro Correia, em 03.07.15

Ao longo de Julho serão aqui privilegiadas algumas das chamadas 'canções de Verão'. Com intérpretes tão diversos como João Gilberto, Elvis Presley, Charles Trenet, Platters, Van Morrison, Pet Shop Boys, Sammy Davis Jr, Maria Bethânia e Sylvie Vartan.

Como de costume, mês após mês, as vossas sugestões serão bem-vindas.

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As canções de Junho

por Pedro Correia, em 02.06.15

Neste mês passarão por cá vários músicos nascidos sob o signo Gémeos - e são muitos. De Bob Dylan a Chico Buarque.

Virão também Buddy Holly, Lou Reed, Johnny Halliday e Diana Krall, entre vários outros.

Como sempre, aguardo sugestões vossas.

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As canções de Maio

por Pedro Correia, em 30.04.15

Começarão ao som dos Bee Gees, com uma canção de que sempre gostei muito. E continuarão com vários outros nomes ilustres: Caetano Veloso, Cowboy Junkies, Elton John, Leonard Cohen, Madonna, Paul Simon, Silvio Rodríguez, Tina Turner, U2. A pretexto das eleições no Reino Unido e em Espanha, haverá um reforço de música inglesa e espanhola.

E haverá também as sugestões que aqui me quiserem deixar. Sugestões que agradeço desde já.

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As canções de Abril

por Pedro Correia, em 31.03.15

Este mês que vai começar terá por cá vários nomes bem conhecidos da canção do século XX, de géneros muito diferentes. Eis alguns: Bob Dylan, Carmen McRea, Julie Andrews, Kate Bush, Marlene Dietrich, Nat King Cole, P. J. Harvey e Rudy Vallee.

Por alturas do 25 de Abril virão John Lennon e Joan Baez, nomes incontornáveis da canção de protesto.

Mas antes haverá temas de algum modo relacionados com a Páscoa - a primeira quadra festiva do mês.

E como sempre agradeço as sugestões que queiram dar-me.

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As canções de Março

por Pedro Correia, em 28.02.15

As sugestões têm sido tão variadas e tão boas que decidi prolongar um pouco mais esta série, que devia terminar a meio do ano mas vai prolongar-se até ao final de 2015. Decisão que acabei de tomar agora.

Em Março teremos por cá Ella Fitzgerald, Billie Holiday e Ketty Lester, entre as senhoras, e Elvis Presley, Carlos Gardel e Buddy Holly, entre os cavalheiros. Enquanto continuo a aceitar as vossas sugestões musicais, naturalmente. Porque estas Canções do Século XX não são minhas. São nossas.

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As canções de Fevereiro

por Pedro Correia, em 31.01.15

Muda o mês mas a série prossegue, embora já na recta final. Entre as Canções do Século de Fevereiro, que pretendo cada vez mais representativas - em popularidade e qualidade - do que foi o século XX em matéria musical incluirei pelo menos quatro relacionadas de algum modo com o Carnaval, respeitando o espírito da quadra. E para os restantes 24 dias? Agadeço antecipadamente as vossas sugestões, nesta caixa de comentários ou para o meu endereço electrónico. Na certeza de que todas serão acolhidas. Ou já este mês ou noutra data próxima.

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As canções de Janeiro

por Pedro Correia, em 07.01.15

Já perto da recta final da série, As Canções do Século vão centrar-se ainda mais em temas clássicos, muito conhecidos pelo menos em determinada fase do século XX e de qualidade comprovada - dentro da variedade de géneros e épocas que foi estabelecida desde a canção nº 1, que aqui trouxe há cinco anos.

Aproveito para reiterar o pedido de sugestões da vossa parte para novos temas musicais que se enquadrem nesta série. Serão todas bem-vindas.

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As canções de Dezembro

por Pedro Correia, em 30.11.14

Série ininterrupta com maior longevidade da blogosfera portuguesa, que assinala o início de cada dia aqui no DELITO DE OPINIÃO, As Canções do Século aproximam-se do fim. Mas haverá ainda um pouco mais de duzentos temas musicais até à melodia do adeus. E faço questão que sejam temas de qualidade irrepreensível, de modo a que a despedida ocorra em beleza.

Em Dezembro, tal como vem sucedendo desde 2010, não faltarão temas alusivos à época natalícia e aos dias subsequentes que nos separam do novo ano.

Mas aproveito precisamente a mudança do mês para vos pedir mais sugestões.

Quais as vossas canções (não portuguesas) preferidas do século XX que gostariam de ver por cá? Todas as sugestões - prometo - serão acolhidas.

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As canções de Novembro

por Pedro Correia, em 31.10.14

Série ininterrupta com maior longevidade da blogosfera portuguesa, que assinala o início de cada dia aqui no DELITO DE OPINIÃO, As Canções do Século surgirão em Novembro com um formato especial: todos os temas musicais terão nomes de mulher. É uma forma de homenagear as nossas leitoras, que muito colaboram com sugestões, comentários e palavras de incentivo.

A série, iniciada a 1 de Janeiro de 2010, vai prosseguir até ao próximo Verão. Algumas das melhores canções do século virão no fim. E desde já vos peço sugestões sobre as que mais gostariam de ver aqui. Até porque tenciono fazer uma série complementar a esta que possa reflectir os gostos de quem nos lê, há muito ou pouco tempo.

Aguardo essas sugestões, nas caixas de comentários das próximas Canções do Século ou para o meu endereço electrónico. Porque o DELITO será tanto melhor quanto mais for interactivo, estou certo disso.

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Dolores Duran

por Patrícia Reis, em 12.02.13

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France Gall e os lollipops

por Adolfo Mesquita Nunes, em 29.01.13
A razão pela qual cheguei a France Gall é suficientemente ridícula para que a deixe para outra ocasião. Mas foi nesse momento, em que a vi e ouvi cantar, que começou esta minha - também ela ridícula - queda por cantoras de vozes limitadas, na vertigem da afinação e sempre à beira do abismo. Mas voltemos a France Gall, que é dela que quero falar. Quem a visse cantar as músicas de Serge Gainsbourg, ainda adolescente e com ar inconsciente, não podia deixar de perguntar: mas sabe ela o que está a cantar, percebe ela o significado das coisas que o Gainsbourg lhe escrevia para cantar?

O duplo sentido das canções de Gainsbourg era evidente, sobretudo quando coladas a uma ninfeta como Gall. Mas mesmo que não fosse evidente, seria sempre presente. E bastava saber que vinham de Gainsbourg para que a certeza se instalasse: estas letras dizem muito mais do que a mera literalidade. E France Gall, sabia? Quando, ninfeta, lambia lollipops em Les Sucettes, sabia o que estava a fazer? Sabia a imagem que emprestava a pedaços de letra como este: Lorsque le sucre d'orge, parfumé à l'anis, coule dans la gorge d'Annie, elle est au paradis? E quando, de boca sensual, se dizia uma boneca de cera à mercê de tentações, em Poupée de Cire, Poupée de Son, sabia o que estava a fazer? Sabia o que aquele beicinho ilustrava quando cantava elles se laissent séduire pour un oui, pour un nom?

Na altura em que ouvi pela primeira vez France Gall, algures no princípio dos anos 90 (estas canções são do começo da carreira dela, lá para 1965 e 1966) não havia internet e as perguntas que me fiz, numa altura em que, à conta de uma mãe absolutamente francófona, me iniciei na música francesa, ficaram sem resposta. Há uns tempos lembrei-me de France Gall, não vou dizer a propósito de que outra cantora, e fui procurar a resposta.

Ela está aqui, numa pequena entrevista, que partilho convosco. A ninfeta France Gall não sabia, ou diz que não sabia. Sentiu-se, de certa forma, enganada e traída pelos adultos que a rodeavam, e o momento em que se viu enganada marcou-a para sempre, alterando a forma como via e se relacionava com os rapazes. Curiosamente, esse é o tema de Poupée de Cire..., canção que, ao lado de Les Sucettes, foi banida do seu repertório. Chega a ser comovente a forma como France Gall, em imagens antigas mostradas na entrevista, descreve, alheada, uma letra que contava uma história um pouco mais densa do que aquela de 'rapariga que gosta de lamber lollipops'.

Esta história lança várias discussões (o papel dos adultos que rodeiam jovens cantores, a moralidade de autores como Gainsbourg quando escondem, ou parecem esconder, desses jovens cantores o significado das letras que estes manifestamente não alcançam, etc...), que podem correr nas caixas de comentários. Não quis foi deixar de partilhar esta história, real, que me parece demasiado actual, 40 e tal anos depois. 

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Foi para isto que chumbaram o PEC IV?

por Rui Rocha, em 23.11.12

Portugal desiste do Festival da Canção por razões financeiras.

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É preciso saber...

por Helena Sacadura Cabral, em 30.06.12

Ora aqui está uma canção que me acompanha há muitos e muitos anos, cuja letra jamais esqueci, porque considero que contém uma autêntica lição de vida, quer sejamos novos, velhos, ou assim assim.
Saber sair a tempo - dos deslizes possíveis, das amarguras eventuais, das falsas alegrias, enfim, daquilo que nos pode tornar infelizes -, é uma escola de vida e meio caminho andado para se ser mais feliz. Há muito que a pratico e não me tenho dado nada mal!

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Soviet pop

por José Navarro de Andrade, em 19.04.12

 

A pior canção ("Trololo"), o pior cantor (Eduard Khil) ou o pior playback de sempre?

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The lost tracks - the 50´s with funk

por Cláudia Köver, em 02.12.11

"I wanna be your man" é o single de estreia de Willy Moon, artista natural da Nova Zelândia. Nascido em 1989 (!), mudou-se para Berlim aos 18 anos de idade e, em julho de 2011, preencheu a edição nº1059 da crónica "New band of the day" do "The Guardian". Actualmente Willy Moon passeia-se pelas ruas de Londres e, incansavelmente, pelos meus ouvidos. Enjoy!

The lost tracks: Uma playlist que só cresce com músicas perdidas - algures entre o desconhecido, esquecido, ignorado ou ainda por descobrir. 

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The lost tracks - de preto não me comprometo

por Cláudia Köver, em 30.11.11

Band of horses é um grupo indie/rock alternativo americano (ou assim o diz a wikipédia). A música de hoje fez parte da banda sonora de "127 horas". Filme que, infelizmente, ainda não vi. A banda tem três álbuns e é provavelmente uma das mais conhecidas que até agora aqui vos apresentei. Fica a esperança que não conheçam a música de amanhã. Para hoje: "The funeral".

 

The lost tracks: Uma playlist que só cresce com músicas perdidas - algures entre o desconhecido, esquecido, ignorado ou ainda por descobrir. 

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The lost tracks

por Cláudia Köver, em 29.11.11

A crónica esteve provisoriamente "perdida" entre o trabalho e o lazer. No entanto regressa hoje aos nossos ouvidos com "How you like me now?" de "The Heavy", uma banda inglesa que figurou na Hot List da revista Rolling Stones em 2008. Esta mesma música foi usada num anúncio da KIA durante o Super Bowl 2010 e integrou a banda sonora de The Fighter. Se não a tiverem ouvido aí, também a podem reconhecer de séries como "White Collar" ou "Entourage". 

 

 

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The lost tracks

por Cláudia Köver, em 18.11.11

Hoje trago-vos algo diferente e especial. Além de nacional, por oposição a tudo o que vos apresentei até agora, a escolha da própria música também não recai sobre um encontro ocasional. Não me fiquei pelo replay constante de uma ou duas melodias, vagueado antes por todas as sonoridades do mesmo cantor/compositor, que agora vos encorajo a conhecer.

 

Walter Benjamin estreou-se com o álbum “The National Crisis” ao qual se seguiram diversos EP’s e colaborações com outros artistas como You Can't Win Charlie Brown, Marcia e B Fachada. Também já se deu conhecer aos palcos europeus, inclusive ao Dadaist Centrer em Zurique. Actualmente reside em Londres e prepara -se para lançar o seu novo álbum.

 

Quanto à música, escolhi “Breath Well”, por nesta conseguir incansavelmente afogar os meus ouvidos. Para quem quiser mais, aqui fica o link.

 

The lost tracks: Uma playlist que só cresce com músicas perdidas - algures entre o desconhecido, esquecido, ignorado ou ainda por descobrir. 

 

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The lost tracks

por Cláudia Köver, em 17.11.11

Hoje a música chega-nos uma vez mais da Suécia, com a banda Junip.  A música "Always" pertence ao terceio EP da banda que tem ao todo quatro álbuns editados.

 

Um dos seus membros, José González (filho de pais argentinos), alcançara já algum sucesso a solo, tendo marcado presença em diversos programas televisivos norte-americanos e as suas músicas figurado na lista de uma mão cheia de bandas sonoras de séries.

 

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The lost tracks

por Cláudia Köver, em 16.11.11

Hoje deixo-vos com "The Grates", banda australiana que esteve por várias vezes no top do Triple J Hottest - uma selecção da rádio australiana Triple J, votada pelo público. A banda foi varias vezes nomeada para os ARIAM (Australian Recording Industry Association Music Awards) e tem três álbuns. "Turn me on" foi o tema escolhido para a categoria "desconhecido pelos nossos lados do globo".

 

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The lost tracks

por Cláudia Köver, em 15.11.11

Lykke Li foi uma das descobertas que me levaram a começar esta playlist. Na realidade foi uma dica que me deram em Berlim e que gentilmente passaram para o meu computador. Lykke Li é o nome artístico da cantora sueca Timotej Zachrisson (vá se lá saber porque não usa este nome). Deixo-vos com "I'm good, I'm gone" mas recomendo a mesma música em versão "Black Cab Sessions" - músicas gravas num taxi, absolutamente fantásticas.

Uma curiosidade: Entre os seis e os onze anos, a cantora sueca viveu em Portugal.

 

Uma playlist que só cresce com músicas perdidas - algures entre o desconhecido, esquecido, ignorado ou ainda por descobrir. 

 


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The lost tracks

por Cláudia Köver, em 14.11.11

Uma playlist que só cresce com músicas perdidas - algures entre o desconhecido, esquecido, ignorado ou ainda por descobrir. 

 

Os norte-americanos "Other lives" já marcaram presença em bandas sonoras de séries como "Ugly Betty" e "One Three Hill". A banda foi fundada em 2004, originalmente com o nome Kunek. Hoje, deixo-vos com "Black Tables".

 

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The lost tracks

por Cláudia Köver, em 13.11.11

Uma playlist que só cresce com músicas perdidas - algures entre o desconhecido, esquecido, ignorado ou ainda por descobrir. 

 

The Perishers é uma banda sueca indie rock, fundada em 1997. Algumas das suas músicas já se estrearam em séries norte-americanas, como Grey's Anatomy. Hoje, deixo-vos com "Nothing like you and I".

 

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The lost tracks

por Cláudia Köver, em 12.11.11

Comecei a explorar o universo das músicas que amigos - próximos e distantes - despejavam em redes sociais, emails e conversas de café. Dediquei-me ao youtube, deixei de ignorar as letras pequenas nos cartazes de festivais, deitei os olhos aos artigos que me pudessem alimentar esta busca  e, acima de tudo, segui o trilho, de cantiga para cantiga, de banda para banda. Rapidamente descobri uma mão cheia de pequenas melodias, ou até mesmo discos inteiros, que me despertaram a curiosidade adormecida no ouvido.

Não esperem encontrar aqui nenhum clássico, daqueles que todos nós já cantarolámos no duche, nem bandas de culto. Esta é uma playlist que só cresce com músicas perdidas - algures entre o desconhecido, esquecido, ignorado ou ainda por descobrir. Decidi agora partilhá-la convosco, se possível, uma todos os dias.

"Sing, sing" é a primeira. Ultra Orange & Emmanuelle é um disco de colaboração entre a banda francesa Ultra Orange e Emmanuelle Seigner (actriz, modelo francesa e mulher de Roman Polanski). 

 

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"TGV"... e outras coisas

por João Carvalho, em 10.02.11

Aqui.

(Com o contributo da Ana Vidal)

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PEC? Be an european...

por João Carvalho, em 22.03.10

... support your Government and get PEC. Here.

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Um poema universal...

por João Carvalho, em 16.03.10

... pela voz de um tenor que canta para ser percebido por todos os idiomas do mundo, dialectos incluídos. A canção dá pelo nome de Trololololololololololo e está aqui.

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«Que perfeito coração...

por João Carvalho, em 11.01.10

... no meu peito bateria»... É quando a bateria e toda a acústica electrónica ficam a martelar-me os miolos. Há canções em que não se devia mexer. Não, não sou um purista do fado. Nem sequer sou um apreciador do fado. Mas há canções em que não se devia mexer. Até para não serem estafadas. E não me estafarem mais.

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Songs forever

por Pedro Correia, em 18.10.09

 

Há 70 anos, uma jovem cantora chamada Vera Lynn cativava milhões de britânicos que a escutavam na telefonia com dois dos maiores sucessos de sempre no mundo da canção. Esses temas, que perduram na memória de muitos, ajudaram o Reino Unido a resistir à tirania nazi, fazendo frente às legiões armadas de Hitler. Chamavam-se We'll Meet Again e The White Cliffs of Dover: na voz de Vera Lynn ganhavam uma vibração semelhante aos discursos de Churchill, tornando-se autênticos hinos de resistência. Nesses tempos de trevas, ela contribuiu como poucos para manter bem elevado o moral britânico.

Vera Lynn retirou-se cedo do mundo do espectáculo: durante muitos anos, não se voltou a ouvir falar dela. Até agora. O revivalismo da II Guerra Mundial, a propósito da passagem do 70º aniversário da invasão da Polónia pela Alemanha, permitiu recuperar aquelas duas canções - a tal ponto que acaba de ser editada uma colectânea de êxitos de Vera Lynn com entrada directa no top discográfico do Reino Unido. E ela ganha um novo título: o da cantora britânica mais idosa desde sempre representada na exigente lista das melhores vendas. Hoje com 92 anos, confessa-se orgulhosa com a proeza, totalmente inesperada, e vai adiantando que nem lhe passa pela cabeça regressar aos estúdios de gravação. Mas gosto de saber que as gerações mais jovens aprendem a amar também We'll Meet Again e The White Cliffs of Dover. Por serem belíssimas canções. E por todo o significado histórico que encerram.

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As canções das vidas deles

por Pedro Correia, em 02.04.09

 

O El País  pediu a cem músicos hispano-americanos que escolhessem as cem canções que mudaram a vida de cada um. Lá vieram publicadas este domingo, na revista El País Semanal. Deste júri faziam parte nomes bem conhecidos, como Alejandro Sanz, Ana Belén, Buika, Joaquin Sabina, La Oreja de Van Gogh, Raphael e Víctor Manuel. Faltaram portugueses e brasileiros, o que não espanta num jornal madrileno, para o qual o conceito de ‘hispano-americano’, pelos vistos, se esgota nos falantes de castelhano. E ainda há quem garanta que a Espanha já não padece de macrocefalia...
Mas voltemos às escolhas. Entre os dez mais, curiosamente, apenas três temas em espanhol. O primeiro lugar cabe a uma canção eterna, cantada em francês por um belga que era cidadão do mundo: Ne Me Quitte Pas, de Jacques Brel. Seguem-se God Only Knows, dos Beach Boys, Help, dos Beatles, Como El Agua, de Camarón de la Isla, e Mediterráneo, de Joan Manuel Serrat. Os Beatles voltam a ser mencionados, nas posições nº 6, 8 e 9 – com A Hard Day’s Night, A Day in a Life e Strawberry Fields Forever, respectivamente.
O top ten fica completo com There is a Light That Never Goes Out, dos Smith, e La Leyenda del Tiempo, do repetente Camarón de la Isla.
As décadas de 60 e 70 são as principais fornecedoras de canções nesta lista de sucessos memoráveis. Com temas que marcaram esses anos em que se gritava “Amor e Paz”: California Dreamin’ (Mammas & Papas), Bridge Over Troubled Water (Simon & Garfunkel) e Fortunate Son (Creedence Clearwater Revival). Bob Dylan, outro nome fundamental dessa época, surge bem representado, com Like a Rolling Stone, Blowin’ in the Wind, Don’t Think Twice, It’s Alright e Knocking on Heaven’s Door. Mas a fatia de leão cabe mesmo aos Beatles: além dos já mencionados, a selecção inclui Twist and Shout, In My Life, Rain, Yesterday, Helker Skelter e I Saw Her Standing There – acrescidos de dois temas de John Lennon, Imagine e (Just Like) Starting Over.
 
Não há Pink Floyd, nem Genesis – nem sequer os Rolling Stones. Bruce Springsteen surge apenas com Thunder Road. Madonna é ignorada. Muito pior: Frank Sinatra só tem direito a um tema solitário – Strangers in the Night. Elvis Presley é mencionado, mas Rock Around the Clock, o hino fundacional do rock n’roll, está ausente, tal como In the Mood, o mais emblemático som do swing. E se apesar de tudo surpreende a menção a Carlos Gardel (com Volver, 15º lugar) e Edith Piaf (com La Foule, 30º), a maior das críticas que há a fazer a esta escolha do El País é a omissão quase total do jazz. Com excepção de Round Midnight, do grande Theolonius Monk (55ª posição), nada mais surge. Alejandro Sanz e tutti quanti nunca terão ouvido falar em Ella Fitzgerald e Billie Holiday?
 
Amália? Carlos do Carmo? José Afonso? Paredes? Mariza? Camané? Madredeus? Inútil prosseguir: espantosamente, não há um só português nesta ambiciosas lista assim apresentada na capa da revista de domingo do El País: "Cien músicos hispano americanos eligen las 100 canciones que cambiaran  su vida." Mas os brasileiros têm quase tanta razão de queixa: estão apenas representados por Eu Quero ter um Milhão de Amigos, de Roberto Carlos (70º lugar). Alguém percebe a exclusão de Caetano, Chico Buarque, Vinicius, Tom Jobim, João Gilberto, Elis, Milton, Maria Bethânia, Milton Nascimento, Maria Montes? Estão ao nível de Julio Iglesias: ninguém os mencionou.
Se músicos como Glenn Miller, Benny Goodman, Miles Davis, Bill Evans ou Charlie Parker ficaram de fora, e todo o fantástico reportório do musical norte-americano também (Over the Rainbow, Singin’ in the Rain...), alguns temas instrumentais acabam por figurar nesta selecção das cem melhores canções divulgada pelo El País, o que não deixa de ser surpreendente. Temas como Almoraina, de Paco de Lucía (27º lugar), ou Atlantis, dos Shadows (75º). Raras fugas ao previsível numa lista muito decepcionante.

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    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
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    115. O
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