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Million dollars, baby...

por Laura Ramos, em 22.09.11

A Irlanda, através da NAMA (Agência de Gestão de Activos) está a resolver os problemas financeiros da sua banca recorrendo à venda de obras de arte e de outros bens penhorados durante a crise do sector imobiliário.

Naturalmente, o filão não se alimenta exactamente do património do cidadão comum, mas sim dos valores acumulados pelos especuladores, a quem fugiu o pé quando a receita da fortuna fácil se converteu na fórmula da bancarrota, arrastando vítimas.

Entre os bens colocados à venda, encontram-se helicópteros, jactos privados e hotéis de cinco estrelas.

 

E que tal lembrarem-se do mesmo por cá, nos casos do BPN e do BPP?
O que foi feito deste património bancário?

E deste aqui?

E deste?

 

Vão-se os anéis, está bem.

Mas ide aos deles, primeiro.

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Da parte fraca

por Jorge Assunção, em 03.06.09

O porta-voz dos clientes do BPP, Durval Padrão, disse à Lusa que os clientes apoiam a solução defendida pelo presidente do BPI, Fernando Ulrich, que apontou para a necessidade de ser o Estado a gerir o "mega-fundo". O presidente executivo do BPI defendeu na terça-feira que o Estado deve comprar os títulos dos clientes do Banco Privado Português (BPP) considerados de retorno absoluto e apelou às autoridades para que resolvam depressa a situação. E eu, simples contribuinte português, defendo que o presidente do BPI antes de defender o que o Estado deve ou não deve fazer, deve ser o primeiro a chegar-se à frente. Quanto à questão de fundo, compreendo perfeitamente a revolta dos clientes do BPP, mais ainda quando são discriminados face aos clientes do BPN, mas o essencial aqui é que se perceba que o contribuinte português não pode ir a todas e os clientes devem responsabilizar aqueles que são os verdadeiros culpados pela situação em que se encontram: os gestores privados da instituição em causa. Espero, portanto, que o governo português saiba dizer não aos clientes do BPP, evitando ceder à pressão a que está a ser sujeito.

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Rendido repentinamente

por João Carvalho, em 21.05.09

O BPP constitui um quebra-cabeças que anda a tirar o sono a muita gente, quer a depositantes que lhe confiaram poupanças, quer ao governo, que não sabe como descalçar a bota que enfiou com a calçadeira que já perdeu.

No meio de todo o imbróglio, lembrei-me do antigo presidente do banco: João Rendeiro garantiu que ia fazer pagar caro aos que se atreveram a apontar o dedo à sua gestão. Entretanto, passou-se a falar claramente das fortes suspeitas de grandes irregularidades em operações da sua lavra. E o que é que tem acontecido? Rendeiro rendeu-se ao silêncio. Acho que faz bem.

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Não sei se é milagre

por J.M. Coutinho Ribeiro, em 06.03.09

 

O Santuário de Fátima era um dos melhores clientes do BPP, garante o CM. Mas, com a construção da nova Basílica, os capitais foram sendo desmobilizados, razão pela qual o Santuário escapou à crise de liquidez do banco, que traz os clientes à beira de um ataque de fúria. Milagre?

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Obviamente, comunico-o

por João Carvalho, em 23.02.09

O Ministério das Finanças divulgou um comunicado para dizer que o aval prestado para socorrer o Banco Privado Português serve para assegurar os depósitos comuns, mas que o Estado não irá responsabilizar-se pelos resultados mal sucedidos da 'gestão de fortunas' (as carteiras de investimentos), por serem operações privadas de reconhecido risco contratadas entre o banco e os investidores de património; por isso, não cabe ao Governo garantir estas. Pudera! Alguém tinha dúvidas? Chama-se a isto um comunicado sobre o óbvio.

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Mudam-se os tempos

por J.M. Coutinho Ribeiro, em 20.02.09

Os clientes do BPP, que ontem ocuparam a sede daquele banco no Porto, vão ser recebidos por um dos administradores em Lisboa, na próxima semana. Estranho! Até para tentarem receber o que é seu têm que se deslocar a Lisboa? Aposto que quando se tratou de depositar o dinheiro, foram-lho buscar a casa, cheios de mesuras.

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