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Não se esqueçam de ir descansar

por Sérgio de Almeida Correia, em 14.05.17

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(créditos: António Cotrim, EPA) 

Agora o melhor é irem descansar. Ainda falta a Taça de Portugal e vamos voltar a jogar com aquela equipa que esteve a perder por 3-0 e por 1-0 com os nossos rivais da Segunda Circular e acabou sempre por empatar. Convém ter isso em atenção.

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Vós, benfiquistas

por Rui Rocha, em 19.12.16

Vós, benfiquistas, que continuais com piadas sobre Jesus para mais em plena quadra natalícia, vós estais a perpetuar a cadeia histórica de repetição das palavras que são a tradução da linguagem da desigualdade e da discriminação. Estais a aderir à tese da lei do mais forte. Dizeis que se trata apenas de liberdade de expressão. Mas a tese deriva de uma mais geral e que se aplica a todas as dimensões da vida. Se achais mesmo que a liberdade de expressão não deve ter limites e que não devemos ceder à autocontenção do discurso, tal não vos é proibido mas define-vos. Vós, benfiquistas, vós sois de direita.

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Profetas da nossa terra (74)

por Pedro Correia, em 14.10.16

«Eu aposto que José Eduardo Moniz e Rui Gomes da Silva farão parte da lista de Luís Filipe Vieira. Porque Vieira não entra por aí, numa guerra de sucessão. Vieira não vai arbitrar: mete os dois, não deixa nenhum de fora! Eu aposto no totoloto que estes dois estarão lá: é fatal como o destino!»

Rui Oliveira e Costa (confirmando que acerta tanto nos palpites do futebol como nas sondagens políticas), RTP3, 9 de Outubro

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Mário Wilson

por Sérgio de Almeida Correia, em 04.10.16

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 (1929-2016)

 

"Só nós sentimos assim"

Obrigado, meu capitão.

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Só lá faltou o Barbas

por Pedro Correia, em 09.09.16

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A TVI inaugurou esta semana um novo "formato": a entrevista sem contraditório. Anteontem, no seu canal de notícias, esta estação televisiva teve como convidado especial o presidente do Benfica. Durante uma hora e cinco minutos.

José Alberto Carvalho estava lá, em pé, a assistir com um sorrriso embevecido. Mas a entrevista foi conduzida por três adeptos do clube dos encarnados: Domingos Amaral, Pedro Ribeiro e Diamantino Miranda. Sentados ao lado do presidente da agremiação a que pertencem.

Nenhum deles integra os quadros da TVI, tanto quanto sei. E não faltam jornalistas por lá que bem poderiam exercer aquela função. Mas a direcção editorial optou por este original formato, que levou o ex-jogador encarnado Diamantino a dar o pontapé de saída com estas comoventes palavras: "Luís Filipe Vieira é conhecido, entre os benfiquistas e não só, como um dos presidentes - senão o único - que tem demonstrado um grande respeito pelos actuais jogadores e pelos antigos jogadores. E eu posso prová-lo."

Estava dado o tom à nova modalidade: a entrevista puxa-saco. Aguardo agora com interesse as futuras entrevistas da TVI 24. Quando lá tiver o presidente do Sporting, um painel de adeptos leoninos prontos a questionar Bruno de Carvalho. Quando lá for o líder do PSD, um trio de militantes sociais-democratas. Quando lá for o primeiro-ministro, só correligionários de António Costa.

Paz e sossego, conversa mole, solo de violino, manteiga no pão, mais sorrisos embevecidos: infotainment no seu melhor. Espero que da próxima vez seja também dado tempo de antena ao Barbas: porque não há-de ser ele um dos "entrevistadores" de Vieira? Se for preciso até lhe passam carteira profissional de jornalista.

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Bom dia

por Sérgio de Almeida Correia, em 16.05.16

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Enquanto uns atiram bojardas aos pontapés, outros ganham títulos com a cabeça.

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Anões

por Sérgio de Almeida Correia, em 10.03.16

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 (A Bola)

 

"Sou portista. Apesar de ser português, não me interessa até onde o Benfica pode chegar na Liga dos Campeões"

 

André Villas-Boas, treinador de uma equipa milionária, exibindo o seu fair play depois de ter levado uma lição de futebol em São Petesburgo e de ter visto o Benfica aumentar o pecúlio de pontos das equipas nacionais no ranking da UEFA, garantindo a presença de SEIS (6) equipas portuguesas nas competições europeias, na edição 2017/2018.

 

 

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E pluribus unum

por Pedro Correia, em 12.12.15

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Certo, certo...

por Rui Rocha, em 08.12.15

E o naming do Vitória... É para manter?

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Liberdade para a águia Vitória

por Pedro Correia, em 05.11.15

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É sempre bom saber que o DELITO DE OPINIÃO contribui para despertar a opinião pública mais esclarecida.

Liberdade para a águia Vitória, já!

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Já não se pode elogiar ninguém

por Sérgio de Almeida Correia, em 12.09.15

Um dia, um tipo manifesta a sua satisfação e dá-lhes os parabéns. Logo a seguir a rapaziada lá de casa tira-me o pio. E depois não querem que eu seja do contra.

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Está tudo dito

por Rui Rocha, em 09.08.15

Benfica teve medo do Sporting.

Jorge Jesus na flash interview

 

Entrámos receosos.

Rui Vitória na flash interview

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Frases de 2015 (23)

por Pedro Correia, em 16.06.15

«É um prazer enorme representar o Benfica, darei a vida por este clube.»

Rui Vitória, ontem, ao ser apresentado como sucessor de Jesus

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A Vitória chegou a bom porto

por Sérgio de Almeida Correia, em 17.05.15

Águila_Vitoria_del_Benfica.jpg Sport Lisboa e Benfica

Bicampeão Nacional de Futebol

Época 2014/2015 

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Profetas da nossa terra (62)

por Pedro Correia, em 22.01.15

«Seguimos todos os jogadores que emprestamos e temos a ambição de vê-los evoluir para voltarem a casa. É esse o caso de Bernardo Silva.»

Luís Filipe Vieira, 22 de Outubro de 2014 (três meses antes de mudar de opinião)

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Que será feito do Serrão?

por Sérgio de Almeida Correia, em 15.12.14

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Quando Jesus não inventa os milagres podem acontecer. Desta vez foi o velho Lima que chegou para as encomendas. Como diria um ex-treinador portista, os de azul não foram suficientemente competentes. Fosse a defender ou a finalizar.

Mas é óbvio que isso não retira mérito a quem soube esperar pela hora de atirar aos coelhos na sua própria toca. Nem faz esquecer a triste campanha europeia de 2014.

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Apesar de tudo, alguma normalidade

por Rui Rocha, em 27.11.14

O maior banco privado falido, o banqueiro dono disto tudo arguido em processos cabeludos, o antigo primeiro-ministro em prisão preventiva, Alberto João Jardim como paladino dos Direitos Humanos... Hmm. Felizmente, o Benfica está novamente fora da Champions para termos alguma percepção de normalidade. 

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Inqualificável

por Rui Rocha, em 01.10.14

Na Champions os adversários do Benfica acabam os jogos com onze.

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Profetas da nossa terra (51)

por Pedro Correia, em 25.08.14

«Nélson Oliveira vai ser o futuro da selecção. Disso não tenho dúvida.»

Jorge Jesus, 10 de Fevereiro de 2012

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Benfica não será dividido em dois bancos

por Rui Rocha, em 03.08.14

Especialistas ponderaram separação entre banco bom e banco mau mas só encontraram Artur, Luís Felipe e Talisca.

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Tempos de descrença

por Rui Rocha, em 02.08.14

Jesus derrotado, Espírito Santo afunda.

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Depois de mais um dia negro

por Rui Rocha, em 02.08.14

Governo pode anunciar intervenção do Estado no Benfica a qualquer momento.

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Profetas da nossa terra (40)

por Pedro Correia, em 23.06.14

«Oblak ainda não é um guarda-redes pronto para representar o Benfica.»

Jorge Jesus, 5 de Julho de 2013

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É tudo um problema de gestão

por Sérgio de Almeida Correia, em 15.05.14

 

Começa a parecer um caso bicudo, mas não creio que seja. Nem se trata de qualquer "maldição" ou de um problema de sorte. Tudo se resume a um problema de gestão. Não da que estão a pensar. De gestão de activos, é claro, porque oportunidades de golo e grandes penalidades também são activos, mas também de expectativas, de emoções, de substituições e de cartões. Parabéns ao Sevilha, em especial ao Beto pelo jogo que fez. Também ao Maxi Pereira, que correu que nem um cavalo, criou oportunidades e fez a equipa mexer-se. Quanto aos outros, espero que domingo rectifiquem o resultado da época passada e aproveitem as férias para ver uns vídeos. Há para aí alguns sobre a melhor forma de marcar grandes penalidades sem displicência na hora da verdade.          

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Depois de tudo o que se disse e escreveu...

por Sérgio de Almeida Correia, em 14.05.14

... inclusivamente aqui, não deixa de ser irónico que o clube com mais pré-convocados para a selecção nacional de futebol seja o SLB, e nenhum deles naturalizado. O que acontece depois de, para quem anda desatento, nos últimos três anos ser já o clube com mais títulos nos escalões jovens e de ter sido o primeiro clube português a atingir a final da "champions" dos pequeninos, onde perdeu com o Barcelona depois de ter eliminado o Real Madrid. Prova de que é no presente que se rectificam os erros do passado e se constrói o futuro.

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A contar pelos dedos

por Sérgio de Almeida Correia, em 08.05.14

Um e um já são dois? Eles já têm dois títulos esta época? E ainda estão em duas provas? O melhor é ligar ao Manuel Serrão para confirmar.

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Ainda a recuperar

por Sérgio de Almeida Correia, em 03.05.14

"Diego Armando Maradona, presente allo Juventus Stadium per la semifinale di Europa League Juventus-Benfica, ha esultato per la qualificazione dei portoghesi in finale confermando le dichiarazioni del suo avvocato Angelo Pisani ai nostri microfoni in esclusiva (clicca qui per leggerle)."

 

O que vale é que eles têm sentido de humor e não desatam a partir bombas de gasolina e a ocupar praças para impedirem os outros de festejar.

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Crónica do jogo

por Sérgio de Almeida Correia, em 02.05.14

(foto: Il Gazzettino)

 

"Schiera una squadra tecnica, il Benfica inizia aggredendo la Juve e non rinuncia mai a giocare la palla. Grande prova tattica con l'uomo in meno."

"I campioni di Portogallo sono un’ottima squadra, non solo furba: sarebbe servita la miglior Juve."

"The bianconeri were playing for a chance to contest the final at their own stadium, but couldn't score against a Benfica team that defended expertly, even with nine men." 

 

A melhor classificação de sempre no ranking da UEFA, desde a sua criação em 1979. Os melhores números de sempre no ranking de clubes, com Portugal a ocupar o quarto lugar do ranking de países, à frente da Itália, que precisava da vitória da Juventus para manter a posição.

A jogar com 10, como começa a ser hábito, e depois com 9, devido à grave lesão de Garay, o Benfica despachou o milionário campeão italiano, que viu o Benfica em sua casa, com toda a classe, fazer o jogo que a celebrizou. E nem mesmo os quase 8 minutos de desconto que o árbitro deu chegaram para violar as redes de um seguríssimo miúdo de 21 anos que defende as balizas do Benfica. Como disse Jorge Jesus, não foi a jogar contra equipas de segunda linha que o Benfica conquistou a segunda final europeia em anos consecutivos. Nos últimos dois anos, e com excepção da final de Amesterdão, entre outros que surgiram pelo caminho, o Benfica mandou para casa ingleses, franceses, turcos, gregos, holandeses e italianos.

Eusébio e Coluna celebram lá em cima. Nós cá em baixo. Turim não mais esquecerá esta equipa porque a Europa faz parte do seu código genético.    

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Ano de prodígios

por João André, em 23.04.14

Agora que a poeira vai assentando, a Praça do Marquês terá sido limpa (e restaurada) e o PIB já aumentou em 5 pontos percentuais, deixo uma reflexão sobre o título do Benfica.

 

Há cerca de um ano andei dividido sobre o que pensar sobre Jorge Jesus. Procurei inclusivamente um comentário que tenho a ideia de ter feito para ver se eu teria defendido a sua saída ou permanência, mas não o encontrei. Sei que na altura via duas opções: a) reconhecer que Jesus tinha feito imenso pelo Benfica, especialmente pelo seu modelo de negócio, valorizando jogadores e praticando um futebol de ataque e entusiasmante ou; b) aceitar que perder os três troféus tão perto do fim (nas competições e jogos) demonstrava falta de espírito vitorioso e se arriscava a perder o balneário (como o incidente com Cardozo indiciava).

 

Tenho a ideia de ter defendido que Jesus deveria sair. Não acreditava que fosse capaz de ganhar de volta um balneário que quase não tinha mudado. Também tinha dúvidas que, tanto tempo depois, soubesse adaptar o seu jogo e ser capaz de "fechar o jogo" quando necessário, sem procurar mais um golo. Neste momento parece óbvio que eu estava errado ao pensá-lo.

 

Jesus teve no entanto ajuda. Por um lado a direcção - Vieira, Rui Costa ou outros - terão ajudado a manter o balneário unido e a acalmar os ânimos na sequência do caso Cardozo. Isso ajudou a apaziguar o balneário. Por outro lado, a injecção de novos jogadores criou mais competição e trouxe novos elementos sem passado com Jesus. Para eles o Benfica surgia como uma rampa de lançamento (Marković), uma nova oportunidade (Sílvio, Sulejmani), ou um passo em frente (Fejsa, Siqueira). A isto acresce outro elemento: a lesão de Cardozo deu a oportunidade a Jesus de apostar em Rodrigo, com dois benefícios: um futebol mais móvel e com maior capacidade de pressão, e o lançamento de (mais) um jogador de enorme qualidade. Também de notar foram as lesões a alguns jogadores. A de Cardozo, a de Sálvio (um jogador notável, mas que deu a oportunidade a Marković para brilhar) e uma ou outra que obrigaram Jesus a ver as vantagens da rotação (Rúben Amorim, André Almeida, Sílvio, André Gomes ganharam minutos graças a isso).

 

A última ajuda, ainda que uma que nenhum benfiquista queria alguma vez receber, foram as partidas de Eusébio, primeiro, e Coluna, depois. O Benfica até então jogava um futebol bom, com algum empenho às vezes e cuidado noutras. Após a partida dos dois monstros sagrados, o Benfica uniu-se como nunca antes. Os jogadores passaram a jogar para os dois (especialmente Eusébio, que conheciam) e a aplicar-se tanto no domínio como no controlo dos jogos. A injecção anímica resultante daquela semana consolidou o grupo e fez do Benfica mais equipa, sendo até capazes de superar a partida de Matić, o melhor jogador da equipa (na minha opinião).

 

A época ainda não terminou, naturalmente. Há mais três troféus para jogar. Depois de perder a oportunidade (algo quimérica) de jogar uma final europeia no seu estádio, o Benfica tem esta semana a oportunidade de negar a mesma oportunidade à Juventus. Se o Benfica acabar por vencer a Liga Europa (eu ainda considero a Juventus favorita e mais equipa) bem poderá agradecer a Eusébio outra coisa: a conversa que terá tido "lá em cima" com Guttmann a pedir-lhe que levante a maldição. Em ano de ressurreição de Jesus e morte dos monstros sagrados, não haveria melhor fim de época para o Benfica.

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Agora é que o PIB vai disparar

por Pedro Correia, em 21.04.14

O Benfica sagrou-se finalmente campeão, quatro anos depois, embora com a equipa menos portuguesa de sempre. Excelente notícia para o Governo, segundo a lapidar definição do doutor Mexia da EDP, que já há um ano suspirava por esta vitória: "Era bom para Portugal que o Benfica fosse campeão, isso teria um efeito positivo no produto interno bruto." 

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Sem favores, sem palavras

por Sérgio de Almeida Correia, em 20.04.14

Nesta hora, de Newark a Macau, de Lisboa a Maputo, "Somos Eusébio", "Somos Benfica", e não nos arrependemos. 

 

 

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Sem truques

por Sérgio de Almeida Correia, em 25.02.14

Espero que alguém em Moçambique mostre estes segundos de arte ao Coluna. A ver se ele melhora depressa.

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Com inteira justiça

por Rui Rocha, em 12.02.14

Fomos por lã e viemos tosquiados.

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Futebol é isto

por Sérgio de Almeida Correia, em 12.02.14

São jogadas e golos como este que fazem as delícias de quem aprecia futebol. Mas é sobretudo a correcção do público, o fair play dos jogadores e dos dirigentes e uma arbitragem à altura, aliás reconhecida por Bruno de Carvalho, que nos arrastam para outra dimensão do espectáculo. Estão de parabéns os que sobre o relvado deram uma lição de empenho e de bem jogar. Sem espinhas, sem tricas, sem declarações inflamadas nem golpes baixos. O futebol é isto.  

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A importância da imigração

por Rui Rocha, em 11.02.14

Selecção da Suiça sem imigrantes:

Equipa do Benfica sem imigrantes:

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Era uma vez três porquinhos

por Rui Rocha, em 09.02.14

Um dia, o mais preguiçoso construiu o estádio da luz.

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À atenção de Luís Filipe Vieira

por Rui Rocha, em 17.01.14

 

Penitenciando-me pela responsabilidade que me possa caber neste imbróglio, sinto-me obrigado a ajudar na solução. Devo sublinhar, por isso, que os próprios gauleses já tinham encontrado um método eficaz de calar o bardo.

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Agora é que está tudo estragado...

por Sérgio de Almeida Correia, em 17.01.14
Filipe Nascimento: «Nasceremos mais 9 vezes se for preciso»
Jovens da formação reagem às afirmações de Jorge Jesus no final do jogo com o Leixões
Bernardo Silva, da equipa B, concordou: "É isso meu puto! A minha mãe já me disse que se for preciso me mata e ressuscita mais umas quantas vezes". - Record, 16/01/2014
E é evidente que a culpa é do Rui Rocha, logo agora com todos os problemas que temos por causa da Alfredo da Costa e do "inconseguimento" das metas da Saúde...

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E todas na Sérvia ou na Argentina

por Rui Rocha, em 16.01.14

Jorge Jesus: jogadores da formação do Benfica teriam de nascer dez vezes para substituir Matic.

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Estás perdoado

por Sérgio de Almeida Correia, em 05.01.14

 

Quando eu nasci o nosso Benfica tinha acabado de conquistar a segunda Taça dos Campeões Europeus. Não sei desde quando é que me reconheci como sendo mais um dos que faziam parte da tua tribo, mas lembro-me bem dos domingos passados dentro do carro do pai Eurico, primeiro num Peugeot, esporadicamente num Mercedes, mas a maior parte das vezes dentro do velhinho Fiat 1500 que tantas vezes nos transportou até ao velho campo do Sport Lisboa e Beira, onde o Shéu despontou. Não raro, quando havia festa lá em casa, aproveitava sorrateiramente para sair e ia para dentro do Fiat ouvir o relato. Nessa altura, era através dos relatos da Emissora Nacional, do Rádio Clube e da Radio Pax que eu me encontrava contigo. Não raro quando me descobriam, já a noite tinha caído nas margens do Chiveve, encontravam-me em pranto, agarrado a uma bola vermelha e branca. E quando me perguntavam o que se tinha passado eu explicava que só tínhamos ganho por 3-0, que tu só tinhas marcado dois golos, que isso era imperdoável. Abalado, lá me obrigavam a sair do carro, porque já eram horas de jantar e o menino não podia estar ali no quintal àquelas horas, sozinho, agarrado a uma bola, chorando dentro de um carro. No velho ciclo, de cada vez que marcava um golo, ou quando fugia de casa, na Ponta Gea, do outro lado do Grande Hotel, e ia jogar futebol na praia com a criadagem da zona, o que irritava solenemente a Melita, nunca era eu quem marcava. Quando isso acontecia, instintivamente, eu gritava "Golo do Eusébio!". Tal e qual como fazia o saudoso Artur Agostinho. Naquele momento tu incarnavas em mim e quem marcava eras sempre tu, não eu. Depois, quando o "pequenino" me arrastava para casa, ao final da tarde, para me obrigar a tomar banho antes de jantar, lá seguia satisfeito perguntando-lhe se tinha visto o meu golo, ao que ele respondia que o menino tinha marcado "um golo à Eusébio". Nada me deixava mais satisfeito.

Mais tarde, já a viver em Lisboa, à medida que crescia, ia ouvindo as histórias do nosso Benfica, contadas pelo meu padrinho Fernando Luís. Era eu quem nessa altura, depois dele ter cegado, lhe lia religiosamente "A Bola". Um dia foi a avó Gertrudes que me levou a ver a sala de troféus e me comprou o primeiro emblema. Exultei com a oferta. Foi nessa altura que fiquei a saber tudo sobre a construção do velho Estádio da Luz, do azulejo com o nome numa das torres de iluminação, do falecimento do marido dela em pleno Estádio, a acender um charuto, das epopeias de Berna e de Amesterdão. Da final de 68 ainda me lembro bem. E também de todos aqueles jogos que jamais esquecerei, alguns que tanto me fizeram sofrer como contra o Celtic e contra o Ajax. Eras sempre tu, não Deus, aquele em quem eu acreditava nos momentos de verdadeira aflição. Houve uma altura em que me cruzava contigo muitas vezes na Óscar Monteiro Torres. Tinhas o pequeno Saab amarelo e frequentavas o desaparecido Quartier Latin. Então, eu nadava no Benfica, no Areeiro, e na piscina do Ateneu. Inclusivamente, houve uma ocasião em que tiveste um ligeiro acidente no cruzamento com a Augusto Gil, quando tentavas encontrar um lugar para estacionar. E até nesse dia eu lá estava, apreciando a forma como sem elevares o tom de voz chamavas a atenção para o condutor do veículo que te abalroara sem respeitar a prioridade e ignorava que tinhas jogo no sábado, em Aveiro. Perguntavas repetidas vezes ao infractor o que seria se tivesses jogo naquele dia e tivesses ficado lesionado. E ele, sem saber muito bem o que dizer, perante a tua figura de estrela, pedia desculpas atrás de desculpas.

Depois de teres deixado de jogar continuei a ver-te no velho Estádio da Luz, de toalha à volta da mão. E depois no "Tia Matilde", como no dia em que acabei o mestrado e fui lá almoçar, e na nova Catedral onde a Eusébio Cup tinha sempre um sabor especial. E naquela jornada gloriosa de romagem ao Bessa, quando lá fomos empatar para nos sagrarmos campeões. A festa que foi. O autocarro alugado à saída de Cascais com os companheiros de sempre. A família Azevedo Gomes, o Pedro Teodoro, o Catarino, o Zeca e a família, os Borges Coutinho, o almoço na Mealhada antes do jogo, os incentivos que vinham do banco, os cânticos na bancada, o regresso a Lisboa, a festa que foi.

O ano passado, depois de tudo o que aconteceu no campeonato, foram as tuas palavras que me levaram à última hora a embarcar com os outros "fundadores" para Amesterdão, para ir ver a final da Liga Europa. Mal sabia eu que seria a última final europeia a que irias assistir. Quando fomos para lá, depois de eu ter saído na véspera de Faro, ainda pensei que te iria encontrar no aeroporto ou no avião. A ti não te vi, embora tivesse estado com o Toni e tivéssemos tirado uma fotografia juntos. Depois, no regresso, calculo que todos tenhamos sentido o mesmo. Em matéria de lágrimas sempre fomos muito parecidos. Uns chorões, como diria Jorge Sampaio.

Quando hoje ao início da tarde, aqui em Macau, o meu cunhado me deu a triste notícia, confesso que fiquei sem palavras. Não tanto porque tivesses partido numa altura em que ainda tanto nos podias dar. Nem sequer porque aqueles tipos foram incapazes de te dar um título em 2013. Mas porque sei que não poderei voltar a estar contigo, que não me será permitido despedir-me de ti como tu merecias que eu fizesse e eu esperava poder fazer, em especial depois do falecimento da senhora D. Amália. Para te retribuir tudo aquilo que me deste dentro e fora do campo. Pelo exemplo de profissionalismo e humildade mesmo numa altura em que as dores eram recorrentes, pela forma como foste capaz de ultrapassar os momentos mais difíceis com o estoicismo que só os verdadeiros deuses conseguem, ensinando às novas gerações que o futebol sendo um jogo de paixões é também um jogo de gente educada e disciplinada e que no fim podemos todos conviver civilizadamente sem que a clubite nos tolha a razão. Se houve alguém que me tivesse ensinado que o futebol é uma escola de valores foste tu. E por tudo isso só te posso estar agradecido.

Mas saber que te vais embora sem que me dês a oportunidade de te dizer adeus, num momento em que tanta falta nos fazem, a todos, aos portugueses, não apenas aos benfiquistas, referências como tu, é algo que me deixa profundamente triste. Apesar de tudo, conforta-me saber que quando te sentares no trono forrado a ouro que São Pedro te reservou, poderemos contar contigo para finalmente nos iluminares, infiéis incluidos, com toda a tua graça, arte e sabedoria. Pelo menos a partir de hoje teremos a certeza de que tu estarás em toda a parte, no meio de nós, dentro e fora do campo, zelando para que se escreva direito por linhas tortas. Se por outras razões não fosse, isso já seria o suficiente para te perdoar todas aquelas lágrimas que verti quando sozinho e em silêncio te escutava dentro do Fiat.

 

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Ou me engano muito...

por Rui Rocha, em 28.09.13

 ou este tipo ainda vai ter vontade de ir buscar o comando ao fundo do lago.

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A primeira da época

por Rui Rocha, em 16.06.13

Vitória é do Benfica.

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A 6 de Maio de 2013 o FC Porto precisava de dois improváveis acontecimentos para ser Campeão Nacional: que Benfica não ganhasse ao Estoril e que o próprio FC Porto ganhasse na difícil deslocação a Paços de Ferreira. Exactamente um mês depois, Licá (ex-Estoril), Carlos Eduardo (ex-Estoril) e Josué (ex-Paços de Ferreira) já são jogadores do Porto, e Paulo Fonseca (ex-Paços de Ferreira) foi hoje anunciado como seu novo treinador. O Estoril recebeu €2,8M e o Paços de Ferreira €1,5M. Já o Benfica prepara-se para roubar Steven Vitória ao Estoril, facto assumido há muito pelo próprio jogador, a custo zero, aproveitando o fim do contrato, privando o Estoril de um dos seus maiores activos.
É moralmente censurável o que fez o FC Porto? É! Mas a deontologia do futebol não chega aqui. O que conta é que o FC Porto festejou o seu 27.º título e que o Benfica recolheu as faixas do 33.º.

É preciso aprender que o futebol é xadrez e as jogadas mais eficazes nem sempre são as mais previsíveis. A Direcção do Benfica não pode continuar a falar neste aspecto.

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A pergunta de todos os benfiquistas

por João Campos, em 04.06.13

Como já se sabe, o Benfica sagrou-se campeão europeu de hóquei em patins no fim-de-semana passado. Um título europeu, portanto. A pergunta é: conta para exorcisar a maldição do Béla Guttman, ou a coisa pede mesmo menos rodas e uma bola maior?

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1. A Jorge Jesus, no Benfica, é pedido muito mais que o mero papel de treinador e gestor de recursos humanos, é pedido o papel de criador e valorizador de activos, activos esses que são alienados para enfrentar o passivo do clube. Não fosse isto e o Benfica podia, como fazem outros grandes da Europa, acumular no plantel valores como os vendidos nos últimos anos, e que dariam uma dimensão desportiva diferente pela antiguidade e desempenho técnico.

2. Ao analisar esta época, recuando a Setembro, tempo da venda de Witsel e Javi Garcia e lesões de Pablo Aimar e Carlos Martins, exercício que poucos analistas fazem, o que estranho não é o Benfica ter perdido três finais, é o facto de, perante os meios disponíveis e gestão seguida, lá ter conseguido chegar.

3. Vejamos, à entrada para a época desportiva 2012/13 o Benfica fez €71,49M em vendas e investiu €26M em aquisições. Mais uma vez o património desportivo do clube foi delapidado, com as vendas de Witsel e Javi Garcia, como sucedeu nas épocas anteriores. Nem assim, o Benfica deixa de, 9 meses volvidos, ter mais uma série de nomes cobiçados pelo mercado, como Garay, Matic, Enzo Perez ou Nico Gaitán, que prometem encaixe financeiro semelhante. 

4. Especialmente grave foi a oportunidade em que se desinvestiu este ano. Witsel e Javi Garcia são vendidos à segunda jornada, depois de toda uma pré-época trabalhada à volta de um meio campo composto por eles. Mais, quando o plantel parecia tornar-se curto, Bruno César e Nolito são dispensados em Janeiro, para reduzir custos. Em qualquer destes quatro caso não é feita qualquer contratação para suprir lacunas. Acresce a isto as indisponibilidades de Carlos Martins e Pablo Aimar, meio campo da época anterior e de Luisão, capitão e líder da equipa.

5. Nunca, desde que me lembro de ser gente, vi o Benfica jogar tão bom futebol e dar tanta luta na conquista das competições. Eu não sou da geração que viveu nas épocas de glória, sou da geração que só viveu vitórias dos adversários, e nunca o Benfica esteve tão perto de as quebrar. Se hoje assim é, deve-se a alguma visão estratégia de quem dirige, e a um grande gestor de activos e recursos humanos, que pratica autênticos milagres: Jorge Jesus. 

Se algo estiver errado no Benfica actual não é o treinador, é a estratégia da Direcção. É o atirar de areia para os olhos dos associados, com objectivos que contrariam a gestão praticada. É o momento absolutamente danoso em que são tomadas as decisões desportivas, privando o plantel de jogadores fulcrais com as épocas em curso, como aconteceu com todos os principais, à excepção de Di Maria e Coentrão. O Benfica não pode ser Campeão Nacional, muito menos Europeu, com esta estratégia, o triplete que este ano esteve quase a acontecer deve-se apenas ao facto de contar com um dos grandes treinadores da Europa nas suas fileiras. É importante que assim continue a ser.

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E o burro sou eu?

por Rui Rocha, em 26.05.13

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É que a maldição acabou mesmo

por Rui Rocha, em 26.05.13

Benfica conquista título de basquetebol.

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Acabou a maldição

por Rui Rocha, em 26.05.13

Desta vez o Benfica não perdeu com golos nos descontos.

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Seis milhões de portugueses reagem mal a descontos.

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