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Do Alentejo a Trás-os-Montes

por Pedro Correia, em 08.03.16

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Foto Tiago Miranda/Expresso

 

Palavra dada é palavra honrada, como diz o outro.

Lá fui portanto ao lançamento do livro do Henrique Raposo, Alentejo Prometido. Valeu a pena. Estava muita gente na Bertrand das Picoas - precisamente o local onde lancei o meu primeiro livro. Seguramente mais de duas centenas - entre as quais o cardeal-patriarca, D. Manuel Clemente, e o empresário Alexandre Soares dos Santos.

O Henrique chegou a comover-se enquanto fazia alguns agradecimentos, certamente satisfeito por se sentir rodeado de tão vasta "moldura humana", para usar uma expressão popularizada pelos relatores do futebol. Antes dele, apresentando o autor e a obra, falaram o escritor José Rentes de Carvalho e o jornalista Henrique Monteiro, responsável por ter convidado o seu homónimo para colunista do Expresso, já lá vão uns dez anos.

 

Nenhum dos energúmenos que andaram a exibir nas redes sociais imagens do livro a ser queimado ou a lançar impropérios de todo o tipo ao autor apareceu por lá. Houve um protesto, sim, mas com classe e categoria: a dada altura alguns assistentes, devidamente organizados, cantaram um coral alentejano com irrepreensível afinação, retirando-se de seguida entre aplausos de muitos dos presentes. A sessão prosseguiu sem sobressaltos.

Cruzei-me com o Pedro Boucherie Mendes, sportinguista dos quatro costados, e com o Ricardo Araújo Pereira, benfiquista até à medula.

 

Vi muitos outros rostos conhecidos: lá estavam o Alexandre Borges, o Luís Naves, o André Abrantes Amaral, o João Villalobos, o Rodrigo Saraiva, o João Távora. Cumprimentei também o João Vieira Pereira, o Pedro Lomba, o Miguel Morgado, a Helena Nogueira Pinto, a Isabel Goulão, a Sofia Vala Rocha, a Tânia Raposo, o Nuno Costa Santos, a Paula Caeiro Varela, o João Céu e Silva, o Luís Rosa. Felicitei o Pedro Mexia pelo lisonjeiro (e merecido) convite que lhe fez Marcelo Rebelo de Sousa para consultor da Presidência da República na área cultural. Apresentei-me finalmente à Carla Quevedo, colega de tantos anos na blogosfera.

Prometi ao Francisco José Viegas que na quinta-feira estarei no lançamento de outro livro, em que ele será anfitrião. E, claro, também a nossa Ana Margarida Craveiro - esposa do autor - mereceu um cumprimento especial.

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Tratando-se de uma livraria, não podia ter saído de lá sem livros. Trouxe Os Doze Césares, de Suetónio, com tradução de João Gaspar Simões (por sugestão do João Gonçalves), e Os Lindos Braços da Júlia da Farmácia, de Rentes de Carvalho (por sugestão da Alda Telles). Mais dois títulos para leituras das minhas primeiras férias de 2016, que não vão tardar.

De Suetónio, claro, não foi possível trazer autógrafo. Mas do transmontano Rentes de Carvalho sim. Com extrema simpatia e um vigor notável para um homem de 85 anos, recusou a cadeira que alguém lhe foi buscar e assinou-me o livro ali mesmo, em pé, enquanto trocávamos dois dedos de conversa, com um repórter do canal Q à espera para lhe fazer uma entrevista.

 

Daqui a dois dias o livro será outro. E prometo desde já dar notícia dele.

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Pela manhã

por António Manuel Venda, em 28.05.15

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A estrada para o Sol

por António Manuel Venda, em 08.12.14

Estrada para o Sol DSC_2761.jpg

 

Alentejo, este sábado.

 

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Este fim de semana foi assim. Seria uma espécie de redenção? É que nem sempre a importância do Cante foi tão óbvia para os socialistas.

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A raposa de olhos de luz

por António Manuel Venda, em 13.07.13

 

A raposa que gosta da comida dos gatos. Os olhos de luz é defeito do fotógrafo. A pressa dá nisto.

 

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Inventar as balizas

por António Manuel Venda, em 05.02.13

Sinais da crise também nos torneios que os pequenitos vão disputando domingo a domingo. No escalão em que jogam ainda não há campeonatos mas sim torneios organizados por cada um dos clubes participantes em conjunto com a associação de futebol regional. Como um torneio implica vários campos distribuídos por todo o relvado, é preciso sempre muitas balizas. Mas há clubes que não as têm em número suficiente. Este domingo, em Évora (Canaviais), foi isso que aconteceu. E ainda por cima o sorteio atribuiu-nos quase sempre o campo em que uns postes improvisados faziam de balizas. Os pequenitos mesmo assim não se atrapalharam e em cinco jogos marcaram quinze golos. Aqui, o remate que fechou o resultado de um dos jogos.

 

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Chegou-nos ontem, antes da senhora Merkel

por António Manuel Venda, em 12.11.12

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Abri o portão, para ver se apanhava o arco-íris

por António Manuel Venda, em 09.11.12

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Pelo fim da tarde, pouco antes de voar

por António Manuel Venda, em 01.11.12

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Domingo à tarde

por António Manuel Venda, em 28.10.12

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Paisagens estranhas

por Ana Lima, em 05.10.12

 

A placa diz “Proibida a passagem a pessoas estranhas”. E é como pessoas estranhas que se  devem sentir os habitantes destas terras. Porque as paisagens que conheceram desapareceram… E as novas paisagens que observam são inacabadas, dificilmente lhes dirão alguma coisa.

Percorremos parte do IP8. Talvez por ser fim de semana, poucos automóveis se encontram. Temos dificuldade em perceber porque não se apostou no alargamento, em alguns troços, desta via e se optou pela construção de uma auto-estrada. Mas o facto é que foi essa a decisão. Estudos, certamente cientificamente válidos, concluíram que se deveria avançar para essa solução que uniria uma cidade com porto (Sines) a uma cidade com aeroporto (Beja).

Terrenos, alguns integrados na Reserva Agrícola Nacional, foram expropriados. Empreitadas e subempreitadas foram preparadas, favorecendo a sustentabilidade e o emprego na região. E as obras começaram. As máquinas abriram caminho, as propriedades foram cortadas ao meio, os viadutos e pontes começaram a despontar, os arqueólogos, nas suas escavações, depararam-se com estruturas interessantes…

E as obras pararam (prevendo-se, apenas, a conclusão de troços entre Sines e Santo André e entre Sines e Santiago do Cacém). A justificação é a de que o tráfego previsto não justifica a construção da auto-estrada, que o aeroporto tem bons acessos (e mais que suficientes para a utilização que tem) e que, desta maneira, se evitam gastos maiores podendo beneficiar-se a conservação e requalificação do IP8. Dada a situação em que se encontra a nossa economia estes são argumentos de peso.

Mas e agora? É que não estamos a falar de projectos no papel. Falamos de milhões de euros gastos. Falamos de quilómetros e quilómetros de paisagem arruinada; de área verde destruída; de terrenos agrícolas, alguns com grande potencial, esventrados; de infra-estruturas iniciadas que, à mercê dos fenómenos meteorológicos, ficarão impróprias para qualquer uso futuro. Falamos de escavações arqueológicas que, ao ficarem a meio, prejudicam as empresas envolvidas e não poderão contribuir para aprofundarmos o conhecimento de um valioso património. Falamos de empresas que viram na auto-estrada uma oportunidade de sobrevivência e que agora pensam no despedimento de trabalhadores. Falamos de aldeias onde os agricultores não poderão estar descansados com medo que o seu gado se perca ao cair em valas; onde os pais terão medo que os seus filhos brinquem nas redondezas, pois o perigo espreita, indiferente a avisos escritos. Falamos de uma área do país que tem visto alguns projectos criarem grandes expectativas que depois não são satisfeitas (Alqueva concretizou apenas uma pequena parte do impacto positivo previsto) deixando a população, cada vez mais, descrente da justeza das decisões que se tomam em nome do desenvolvimento.

Passear nesta bela região, assim tão maltratada, é observarmos um retrato da nossa pobreza, da nossa incompetência, da nossa incapacidade de planearmos, com rigor, intervenções que acabam por ter resultados desastrosos.

O Alentejo merecia melhor.

 

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Esperamos os pássaros

por António Manuel Venda, em 13.09.12

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Sol (2003-2012)

por António Manuel Venda, em 11.09.12

 

O Sol. Inesquecível. Quero acreditar que passeia por uma nuvem branca, como aquelas lá ao fundo, tranquilo, feliz, sempre pensativo.

 

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Deixou-nos a pele

por António Manuel Venda, em 27.08.12

 

Este fim-de-semana, por aqui.

 

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Corta-cabeças

por António Manuel Venda, em 15.06.12

 

Geraldo Geraldes, o Sem Pavor, na aldeia de Valverde (Évora), junto ao lar de idosos e virado para o jardim infantil. Tipo perigoso.

 

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Vive por aqui

por António Manuel Venda, em 31.05.12

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Um balanço amargo

por Ana Lima, em 09.02.12

Por vezes, 10 anos não é muito tempo. Ou será que é tempo de mais?

 

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Junto à porta

por António Manuel Venda, em 27.01.12

 

Há um bocadinho, por aqui.

 

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Por aqui

por António Manuel Venda, em 11.01.12

 

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Azul

por António Manuel Venda, em 31.10.11

 

Nunca a tinha visto por aqui, ao contrário, por exemplo, da borboleta do imperador Ming, que é uma presença frequente. Apareceu há dois dias e pela tranquilidade que mostra quando me aproximo dá a ideia de que é para ficar. Parece atraída pelas flores onde vive o lagarto da clave de sol, mesmo à porta de casa.

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Domingo à tarde

por António Manuel Venda, em 31.10.11

 

Domingo à tarde. Arranjar as valas por aqui, por causa das chuvadas do Inverno. É um trabalho um bocado complicado, mas vale a pena. Como o trabalho na empresa, que tem alturas em que também é complicado, duro mesmo, especialmente os fechos de edições pela noite dentro, seja de que projecto for - dos nossos ou dos de clientes. Nessas alturas, pelos exemplos que vejo em Portugal, já tive momentos de me passar pela cabeça a ideia de que se tivesse, há muito tempo, ido roubar para a política levaria agora uma vida descansada. Procuro sempre afastar essa ideia com todas as minhas forças. Pela vergonha que seria, obviamente.

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Um bocadinho de um arco-íris

por António Manuel Venda, em 12.10.11

 

Há uns tempos, por aqui.

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O espião

por António Manuel Venda, em 05.10.11

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Aqui no fim do mundo também temos grafitis...

por António Manuel Venda, em 27.09.11

 

... ou lá como é que se escreve. Estes nos troncos dos sobreiros, se não estou em erro, são do dia a seguir ao empate a um golo entre o Sporting e o Olhanense.

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No montado

por António Manuel Venda, em 25.09.11

 

Os palhaços, acabados de chegar para uma festa.

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Logo pela manhã

por António Manuel Venda, em 15.09.11

 

Os meninos do caramanchão, pouco depois de o Sol nascer.

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Pouco antes de um beijo

por António Manuel Venda, em 14.09.11

 

Um destes dias, por aqui.

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Uma erva chamou

por António Manuel Venda, em 07.09.11

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À mesma hora

por António Manuel Venda, em 06.09.11

 

Com o telemóvel a tremer, numa pista algures no Alentejo, esta noite. À mesma hora em que na televisão, presumo, havia quem discutisse os impostos, as falsas promessas, os sonsos, as mentiras, o 25 de Abril da economia, as idas para a rua, o desleixo, as facturas que afinal foram pagas, os espiões, as ligações brasileiras, os aventais, a Madeira, a insensibilidade, um olhar vesgo e impassível, as troikas, os bancos, as baldroikas, os cortes, os tachos e até, entre tantas outras coisas, como não poderia deixar de ser numa segunda-feira à noite, o futebol.

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Na barragem

por António Manuel Venda, em 31.08.11

 

Um destes dias, por aqui (vista a partir do meio da barragem).

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Voz da Planície

por Laura Ramos, em 30.08.11

 

Nada como uma pausa num monte alentejano para nos devolver a dimensão do tempo.

Nem tão imóvel quanto agora. Nem tão urgente quanto aquele que nos aguarda.

Esta quietude não é deste mundo. O mundo da pam-politização. Das convulsões. Dos impasses da moeda. Da geo-estratégia. Das culturas decadentes e das economias emergentes. Da insegurança. Do medo do futuro. Do pânico da perda.

- Pânico? - Perda? Não. Subitamente, o mundo é isto, aqui, suspenso na relatividade absoluta de uma abóbada celeste descomunal e perfeita, descrevendo um ângulo raso tão nítido, de extremo a extremo, quanto os milhares de estrelas que semeiam este céu sardento.

Larguei o meu Divórcio em Buda (na verdade, e por hoje, estou um pouco farta das confissões de Kristóf, talvez porque me lembrem um pouco a minha própria vida, tão alinhada entre os apelos do desempenho e as contradições do espírito).
Apaguei as lanternas do terraço e assim fiquei, espectadora da noite, perdida nos enigmas do planeta, nos segredos da vida, nas ironias do tempo, que nos verga e devora. E nós sempre sem perceber porque corremos. - Exactamente atrás de quê?

Quedei-me por aqui dois dias, pertinho de Sabóia, escapando ao êxodo de fim do ciclo de férias. Entre manhãs a contemplar esta lonjura, e tardes longas, ardentes de calor, despeço-me do mar e percorro a costa vicentina: Zambujeira, Alteirinhos, Milfontes… Tudo estereótipos. Redime-me apenas o Malhão. E Porto Côvo (sempre).
Mas as águas quentes... que é delas? Nada nos consola quando se regressa do fidalgo aconchego da Ria Formosa.

Acordo ao som de um ruído compassado que vem da porta do meu quarto: o arranhar das patas do meigo labrador branco, que implora por afagos e atenção.

– E quem não pede o mesmo? Apenas demoramos mais, nós, os humanos. O Óscar, esse, adoptou-nos no espaço brevíssimo de um dia (e teria partido connosco para destino incerto).

O espectáculo do céu despareceu agora, à luz do dia. Cedeu o palco ao horizonte, tomado pela planura e pelos maciços de freixos e amieiros.

Sempre que a vida for insuportável, voltarei aqui, ao som e ao verbo da planície.

Para rever a dimensão pequena da nossa circunstância.

E, como o Óscar, acreditar inabalavelmente nas pessoas.

Confiar e rosnar. Guardar e atacar.

 

Regresso às lides com esta voz por dentro.

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No montado

por António Manuel Venda, em 08.05.11

 

Há um bocadinho, no montado.

 

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Azul

por João Campos, em 07.05.11

 

Frequento desde criança a praia da Zambujeira do Mar. É verdade que não sou grande adepto de "fazer praia", mas a haver uma praia da qual gosto incondicionalmente, é a Zambujeira do Mar. Gosto das escarpas em permanente ameaça de desabamento. Gosto das rochas traiçoeiras que dão acesso a outras pequenas praias, encaixadas nas falésias. Gosto do mar, invariavelmente agressivo (nunca vi aquela praia sem ondulação). Por tudo isso, e por me recordar de aquela praia ser muito suja em tempos não muito distantes, fico muito contente por saber que este ano, a praia da Zambujeira do Mar vai exibir a bandeira azul.

 

(fotografia de cioska, no flickr)

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O comprimento do sono

por António Manuel Venda, em 12.04.11

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Ontem à tarde

por António Manuel Venda, em 10.04.11

 

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Alcatrão e azeite misturam-se

por João Campos, em 29.03.11

Ou seja, a ideia é que o olival que deu origem ao melhor azeite maduro frutado do mundo vá dar origem ao melhor alcatrão do mundo. Parafraseando uma tira antiga de Calvin & Hobbes, onde é que estavam as almas que planeiam estas coisas quando se deu a distribuição de miolos?

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