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Sugestão: um livro por dia

por Pedro Correia, em 29.01.17

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O Rei Lear, de William Shakespeare

Tradução, introdução e notas de M. Gomes da Torre

Teatro

(reedição Relógio d' Água, 2016)

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10 comentários

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De Carlos Faria a 29.01.2017 às 11:37

Aqui está uma obra que esperei alguns anos para ser reeditada e que eu desejo mesmo ler, um dos Shakespeare que me falta conhecer.
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De Pedro Correia a 29.01.2017 às 16:31

Já a vi exemplarmente representada em palco, no Teatro Nacional, com o grande Rui de Carvalho no papel principal.
Inesquecível.
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De V. a 29.01.2017 às 13:36

Mas que diabo — porquê o "O"? Será que traduzem "Richard III" para "O Ricardo Terceiro"? O "o" é um familiarilismo que só é usado na voz coloquial.
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De Pedro Correia a 29.01.2017 às 16:32

A nossa língua pede - por vezes clama - o artigo definido a amparar os nomes próprios, V. Ao contrário da língua inglesa.
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De V. a 29.01.2017 às 13:43

Pensando melhor, não é absurdo — mas mais porque ao contrário parece que falta qualquer coisa que o Inglês não precisa. Talvez porque é uma figura mitológica? não diríamos "O Afonso Henriques" mas diríamos "O Prestes João". Há aqui qualquer coisa de intangível que escapa ao raciocínio.
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De Pedro Correia a 29.01.2017 às 16:33

"O" Velho do Restelo. Para termos a certeza de que é mesmo aquele. Até porque velhos do Restelo há muitos.
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De V. a 29.01.2017 às 18:28

Nada mau, o m2 ali é de malucos.
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De Pedro a 29.01.2017 às 16:47

V, como sabe, o inglês é incomparavelmente mais simples que o português e apesar disso ou por causa disso tem produzido os maiores artificies da palavra.

O que me chateia nos opositores ao AO é parecer-me terem eles mais ensejo em proteger o segredo de se falar e escrever bem o português e não tanto a defesa do idioma (mais ou menos como todo o especialista que defende o segredo do seu oficio, através de um jargão e regras técnicas, que isole o seu saber dos demais - conservar a informação é conservar o poder)
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De V. a 30.01.2017 às 02:44

Defesa contra quê? Se estivessem preocupados com o Português não deixavam a Adobe impôr tudo em Brasileiro. A questão é de princípio: não se legisla sobre a língua e ponto final.

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