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Resistência activa ao aborto ortográfico (125)

por Pedro Correia, em 16.03.17

Jorge_Corrula[1].bmp

 

«Tenho muito orgulho em escrever, quando preencho o IRS, actor, com c.» 

Jorge Corrula, na revista Caras (25 de Fevereiro)

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19 comentários

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De Susana Bastos a 16.03.2017 às 12:56

É de saúdar que Jorge Corrula se oponha ao maldito acordo, mas a afirmação é estranha, escreve-se a profissão no IRS? Que eu saiba, não.
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De isa a 16.03.2017 às 16:20

Parabéns Susana, o seu cérebro está a resistir, muito bem, à lavagem cerebral, continue a questionar tudo o que ouvir. Se ele entrega o IRS em Portugal, não escreve a profissão, praticamente já nem se escreve nada, tecla-se e, se ele pagar impostos no estrangeiro, mesmo que tivesse de escrever a profissão, não teria nada a ver com o "orgulho de escrever segundo o acordo ortográfico" porque, neste caso, escreve actor porque se fosse mulher escreveria actress.
A minha avó que tinha muito orgulho em saber escrever, nascida em 1910 e que faleceu em 2004 com 94 anos, costumava dizer que era mais fácil apanhar um mentiroso do que um coxo e, eu, aos 59 anos, nos tempos que correm, praticamente todos os dias, posso confirmar essa teoria
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De Pedro Correia a 16.03.2017 às 17:11

Coincidência. A minha avó também morreu em 2004 com 94 anos.
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De isa a 16.03.2017 às 17:44

Vale sempre a pena relembrar os nomes porque elas continuarão a viver na memória de quem as conheceu, a minha chamava-se Margarida e a sua?
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De Pedro Correia a 16.03.2017 às 18:29

A minha era Maria.
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De Anónimo a 16.03.2017 às 18:19

Dupla coincidência. A minha avó também morreu. E o meu avô.
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De Pedro Correia a 16.03.2017 às 18:29

As coincidências acabam aqui. Você perdeu o nome e eu não.
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De vw a 16.03.2017 às 17:44

eu também tenho orgulho em escrever a minha profissão: arquitecta com C. Irrita-me quando dou o meu endereço de email e tenho de vincar o C para que não o eliminem. Odeio,
vw
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De Pedro Correia a 16.03.2017 às 18:33

Eu se fosse actor recusaria sempre ser despromovido a "ator" - aquele que ata e nunca desata.
Conheço vários arquitectos. Continuam assim mesmo: arquitectos.
Não conheço nenhuma arquiteta. Mas gostaria de conhecer.
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De Anónimo a 16.03.2017 às 18:54

Pois eu conheço cá cada teta ... que merecem o nome de arqui ou supertetas.
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De Pedro Correia a 16.03.2017 às 19:39

Ena, tanta Arquiteta! Já tentou metê-las na Ordem?
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De jo a 16.03.2017 às 17:56

Se é uma questão de orgulho devia escrever em galaico-português que era a língua do nosso fundador D. Afonso Henriques.
Isto de revisões ortográficas são traição à Pátria. Vá lá, admite-se a D. Dinis, mas depois disso foi sempre a descer.
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De Einzeturzende Neubaten a 17.03.2017 às 16:17

Pois o meu orgulho, quanto ao IRS, é defraudar as finanças.
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De V. a 17.03.2017 às 19:26

Nós sabemos, nós sabemos. A malta do bloco vive toda nas rendas baratas da Câmara no centro de Lisboa e deixam Loures para os ciganos.
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De Einstürzende Neubauten a 18.03.2017 às 14:17

O Rio Trancão é em Loures?...belas pescarias por lá se devem fazer...já com o peixe temperado
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De V. a 18.03.2017 às 19:53

Nah, mas há um rio Loures que alimenta o Trancão. O Trancão vem de Mafra mas pelo lado nordeste mais do lado do Tejo. Por aquelas bandas o prato mais janota é o Leitão de Negrais. Talvez, não sei. Penso eu de que.
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De Einstürzende Neubauten a 18.03.2017 às 22:14

A última vez que comi leitão, foi numa aldeia, em Trás os Montes, alimentado e traído à "mão. Coitado do bicho...e de mim que de tanto comer e beber tive de dormir no chão da sala, em cima, de um tapete. E ali pensava eu vir a morrer como um cão. De manhã ao descerem, a escadaria, encontrar-me-iam para ali afogado em vómito....humilhante, no mínimo, para quem sempre imaginou morrer em batalha, de bandeira vermelha na mão, levando a mão de Marianne.
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De V. a 19.03.2017 às 01:39

LOL

Há vários universos paralelos (um deles é Trás-os-Montes, devia comprar lá uma casa para voltar às origens...); com certeza num deles fizeste/farás/farias mesmo isso. Num multiverso os tempos verbais são inúteis.
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De Einstürzende Neubauten a 19.03.2017 às 09:59

Ainda espero que me envieis o morangueiro.

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