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Quem responde?

por Helena Sacadura Cabral, em 17.07.17
Passa hoje um mês sobre a tragédia de Pedrogão. Outros incêndios se detectaram, entretanto. Agora foi em Alijó, onde mais uma vez o SIRESP não funcionou... Admite-se?
Entretanto e com tantas doações amealhadas, eu não consigo perceber bem quem é o fiel depositário do dinheiro que foi enviado. Mas algo parece evidente: é que ele não começou ainda a ser distribuído e aplicado. De que é que se está à espera, já que não é dinheiro público que está em causa, mas sim dinheiro que, solidariamente, os portugueses doaram aos que tanto sofreram e sofrem.
A União das Misericórdias depositou-o nalgum banco? Em qual? E em que conta? Era bom sabermos. Os sacrifícios daqueles que ajudaram merecem conhecer o destino dado àquilo que doaram!

 

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7 comentários

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De Maria Dulce Fernandes a 17.07.2017 às 16:34

Ninguém tem resposta. Nós, os que nada mandamos, podemos apenas alvitrar respostas mudas e conjecturadas...
Costuma dizer -se que depois da casa arrombada, trancas à porta... não creio que para os lados de Mangualde acreditem que ainda haja trancas por cá...
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De Anónimo a 17.07.2017 às 17:41

Até posso compreender que o dinheiro não possa ser entregue sem que antes se proceda ao necessário levantamento.
Mas quanto a fiéis depositários, muitas vezes mais depositários que fiéis, tenho muitas reservas, a começar pelas Misericórdias.
Por que será?!
João de Brito
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De Zeus a 17.07.2017 às 20:47

Quer um comentário honesto?
Completamente fora de qualquer interesse político?
Não percebo a sua admiração, dos "falhanços" continuarem e de nunca haver quem responda por eles.
Doar através do mesmo Sistema que só mostra falhar...
Albert Einstein deu como definição de insanidade, fazer algo repetidamente, vezes sem conta e esperar um resultado diferente.
"Insanity is doing something over and over again and expecting a different result."

Não foi por acaso, nem de um dia para o outro que cheguei ao ponto de só poder escolher Branco ou Abstenção porque passei a só poder confiar naquilo que faço, não no que espero que os outros façam porque, num Mundo onde Consciência Moral e Ética foram erradicados, não há mais nenhuma possibilidade de "atamancar", só resta, cada um usar a sua Consciência Moral e o seu Livre Arbítrio para tentar construir o Mundo que realmente deseja e, quando houver muitos a pensar da mesma maneira, acabamos por, realmente, mudar alguma coisa para melhor e nem precisamos de ninguém a "liderar", isto para não usar palavras que, como sempre, só servem para nos dividir para "alguém" conseguir "reinar".
Consciência Moral não funciona como os interruptores On/Off, nem se compadece com interesses pessoais, temos ou não temos.
Pode ser difícil porque depois de infantilizar populações, para serem apenas dependentes, não acreditando no seu Poder Individual, o resultado está à vista e de como, tão facilmente, se pode ir de mal a pior.

https://www.youtube.com/watch?v=0k4pXwmis7A
The Myth of Authority (Video Contest Winner)
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De rão arques a 17.07.2017 às 22:10

Pode muito bem acontecer que a distribuição daquilo com que a sociedade contribuiu esteja a ser reservada para a passagem de Natal na região em que o benemérito PR fará a distribuição como sendo dono.
O que não faz sentido nenhum dado que comprovativos de despesas de restauro e sobrevivência digna só fazem sentido na parte em que seja o Estado a alargar os cordões á bolsa. Ou quando a miséria mais degradante chega do alto da pantomina mesquinha que nos desgoverna.
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De jo a 18.07.2017 às 01:32

Quem doou sabe a que entidade entregou o dinheiro. Não o deve ter posto num envelope debaixo de uma pedra.
Que tal perguntar a essa entidade?
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De Helena Sacadura Cabral a 18.07.2017 às 10:24

E a quem é que essa entidade entregou o que recebeu? A menos que tenha dado pessoalmente a alguém atingido, como eu fiz, onde é que o seu dinheiro foi guardado? Num banco? Qual e em que conta? E por delegação de quem? São 13 milhões de euros!
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De Maria a 18.07.2017 às 21:54

Absolutamente cheia de razão, Helena.
Já há muito boa gente a fazer despesa com algumas tarefas urgentes e pequenas obras. O infortúnio e a desolação que nos é dado observar é mais que o bastante para não entendermos quem decide, como decide e quando.

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