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Quando a democracia vence o terrorismo

por Diogo Noivo, em 10.04.17

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 Monumento a la Constitución, 21 de Outubro de 1983

 

O desarmamento da ETA chega tarde. 

Manda a prudência, o percurso desta organização terrorista e o sofrimento das vítimas que não lancemos foguetes. Pelo menos, para já. Tentarei escrever sobre o tema. Por ora, partilho uma magnífica fotogaleria do El País dedicada à luta cidadã. Estas imagens e o pequeno enquadramento histórico de cada uma delas é suficiente para perceber a inanidade de uma peça recente da SIC que chamou "luta armada" ao terrorismo e "grupo separatista" à ETA.

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12 comentários

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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 17:10

Ponha também esta:

https://www.youtube.com/watch?v=6CEIzgV_85c

Guerras Sujas
O mundo é um campo de batalha
de Jeremy Scahill 

Em Guerras Sujas - O Mundo é Um Campo de Batalha, Jeremy Scahill desmascara os guerreiros das trevas que travam estas guerras secretas. Dá também um rosto humano às baixas causadas por uma violência pela qual ninguém se responsabiliza, e que é, hoje, a política oficial: vítimas de ataques noturnos, prisões secretas, ataques com mísseis de cruzeiro e drones, e grupos inteiros de pessoas consideradas "suspeitas de extremismo".

«Glosemos George Orwell: todas as guerras são sujas, mas há umas mais sujas que outras. Falamos, naturalmente, das guerras de carácter subversivo e contrassubversivo. A mais recente, longa e global, é aqui posta a nu por Jeremy Scahill. Um livro fundamental para perceber, de uma forma crítica, como tem vindo a ser desencadeada a guerra contra o terrorismo jihadista desde os ataques do 11 de Setembro até ao segundo mandato da Administração Obama.» | Felipe Pathé Duarte
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 18:04

Um dia feliz para Espanha. O pesadelo terminou.
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De Diogo Noivo a 11.04.2017 às 11:10

Está quase, Pedro. Falta apenas o anúncio da dissolução.
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De JSP a 10.04.2017 às 19:04

Garanto, e a pés juntos, que não tenho comissão do ABC, mas atrevo-me a sugerir a leitura de "El Paripé", sobre este mesmíssimo assunto, na edição de hoje.
Da autoria do grande Ignacio Camacho, perdón, D.Ignacio Camacho.
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De Diogo Noivo a 11.04.2017 às 11:04

Obrigado, JSP. Excelente sugestão.
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De Pedro Correia a 11.04.2017 às 15:16

Provavelmente o melhor colunista político da imprensa espanhola.
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De Bic Laranja a 10.04.2017 às 19:19

A linguagem não é neutra, por isso deitam-lhe lixívia, a ver se fica tudo mais branco. Jornalismo cada vez mais negro.
Cumpts.
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De Diogo Noivo a 11.04.2017 às 11:05

No que toca à ETA, e de uma maneira geral, sempre foram muito "cautelosos" por cá.
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De Einzturzende nebauten a 11.04.2017 às 08:53

Meu caro, como devemos chamar o Buiça? Devemos comemorar o 5 de Outubro? Afinal a República fundou-se por um duplo assassinato e do uma minoria queria a republica. E o 25 de Abril, não foi um golpe armado,? E as guerras liberais também não foram contra o povo que estava com d. Miguel? E Aljubarrota, não resultou de um assassinato, e de uma rebelião contra as pretensões legítimas de Espanha? E a autodeterminação dos povos não contam? A violência se bem aplicada passa a chamar-se resistência armada. A violência é a unica forma de o povo mostrar a força dos seus argumentos
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De Diogo Noivo a 11.04.2017 às 11:09

O seu comentário, meu caro, é tosco e um pouco curto. Uma resposta cabal exigia um pequeno resumo e análise de 40 anos de terror sanguinário, algo que o espaço e o tempo não me permitem fazer. E, olhando para o seu comentário, também não se perdia nada com uma explicação detalhada do modo e princípios subjacentes a um Estado de Direito Democrático.
Deixo-lhe, contudo, e para contrastar com o que aqui escreve, o caso do assassinato de Isaías Carrasco:
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/lobos-e-cordeiros-8276216

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De Einstürzende Neubauten a 11.04.2017 às 17:55

Meu caro, os perdedores designam-se por assassinos. Os que ganham, batizam-se de heróis. Os republicanos era assassinos aos olhos dos monárquicos. E Heróis aos olhos dos maçónicos.
Desculpe a tosquice, concedo. Era de manhã e estava no pote
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De Luís Lavoura a 11.04.2017 às 09:23

não lancemos foguetes. Pelo menos, para já

Os foguetes não são para ser lançados agora nem no futuro. Devem ter sido lançados no passado já distante (em 2011) quand a ETA decidiu abandonar os ataques.

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