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PSD: um congresso em dez nomes

por Pedro Correia, em 04.04.16

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Carlos Carreiras. Sai do congresso de Espinho com uma missão crucial: será o  coordenador da campanha autárquica laranja, que decorrerá em 2017. É um desafio acrescido para o presidente da Câmara de Cascais num partido com forte implantação autárquica, mesmo após o desaire de 2013 face ao PS de Seguro. Vitórias em praças-fortes como Lisboa poderão prenunciar o regresso do PSD à liderança do poder central.

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Francisca Almeida. É um dos raros rostos da renovação geracional nas estruturas dirigentes do partido. Ex-deputada, apoiante da candidatura de Paulo Rangel em 2010, esta advogada minhota de apenas 32 anos a quem alguns auguram voos mais altos nas fileiras sociais-democratas regressa agora como vogal da Comissão Política Nacional de Passos, eleita por 79,8% dos congressistas.

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José Eduardo Martins. Pode suceder a Passos quando o actual ciclo no partido se esgotar. Enfrenta vários concorrentes - Moreira da Silva, Montenegro e Rangel, por exemplo - e por isso tem de marcar território desde já. Não por acaso, inicia esta semana uma participação regular como comentador da RTP3. Foi ao congresso e fez a única intervenção crítica digna desse nome, escutada com atenção. As grandes corridas começam com pequenos passos.

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José Matos Correia. Deixa uma das vice-presidências da Comissão Política Nacional mas recebe em troca a presidência de um novo órgão do partido: o Conselho Estratégico, um órgão consultivo que funcionará junto do líder social-democrata e por onde passará a definição das principais linhas de orientação do PSD enquanto força de clara oposição ao Executivo de António Costa. Um justo prémio para um dos melhores parlamentares da bancada laranja.

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Maria Luís Albuquerque. É talvez a mais "passista" dos membros da nova direcção política do partido. Iludiam-se os que davam como certo o seu afastamento na sequência das recentes revelações em redor do seu nome. Bem ao seu estilo, Passos elevou-a a uma das vice-presidências do partido - onde a partir de agora há quatro mulheres e apenas dois homens. As notícias do funeral político da ex-titular das Finanças eram manifestamente exageradas.

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Nuno Morais Sarmento. É um eterno candidato a candidato e goza de um restrito mas fiel círculo de adeptos entre os jornalistas políticos. Vai produzindo provas de vida, em  entrevistas aos meios de  informação que lhe garantem presença periódica nas primeiras páginas. Mas primou pela ausência em Espinho, parecendo dar razão àqueles que o acusam de dissonância entre as palavras e os actos.

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Paulo Rangel. Fez aquele que foi, de longe, o melhor discurso do congresso. Dando o tom para o que deve ser a marca dos sociais-democratas na oposição, lançou como bandeira do PSD o tema da mobilidade social como forma de reaproximar o partido das gerações mais jovens. E apelou ao fim da discriminação académica entre cidadãos nos documentos oficiais - começando pelo Diário da República - nesta nação de doutores e engenheiros.

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Pedro Passos Coelho. A agremiação dos "analistas políticos" já profetizou mil vezes a sua derrocada. Sem perceber que ele é incapaz de agir em função de estados de alma: quem aguardar que deitará a toalha ao chão, cedendo o lugar a quem o PS mais deseje no PSD, pode esperar sentado. Sai de Espinho com a liderança incontestada. Mas perdeu uma oportunidade para renovar amplamente o partido: no congresso pouco mais houve do que um jogo de cadeiras.

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Pedro Santana Lopes. Voltou com visível agrado aos tempos em que lhe cabiam as declarações mais sonantes dos conclaves laranjinhas. Menos cáustico do que outrora, na respeitável pele de provedor da Santa Casa da Misericórdia, não resistiu no entanto à tentação de lançar farpas a Pacheco Pereira e Rui Rio enquanto deixava em aberto o cenário do regresso à política activa. Se quiser candidatar-se a Lisboa em 2017 terá sem dificuldades o partido a seus pés.

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Rui Rio. Procurou a quadratura do círculo: influenciar o congresso sem lá comparecer. Antes, com uma entrevista à TSF em que prenunciava uma espécie de bloco central, entre tímidas críticas a Passos. Depois, com um artigo - saído já hoje - no Jornal de Notícias em que se confessa "triste" por ter sido alvo de críticas em Espinho. Recusar falar no lugar próprio foi um erro. Mais um, somado aos que o fizeram ziguezaguear durante tempo de mais ao longo de todo o ano que passou.

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28 comentários

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De carlos faria a 04.04.2016 às 17:06

Passos resiste sempre em deixar cair os seus companheiros de luta no partido, muitas vezes atraindo pedras contra si, foi assim com Relvas no passado, foi agora com Maria Luís.
Passos não é Seguro, este foi colocado na liderança do seu partido pelos seus adversários internos para o desgaste, Passos subiu em luta com os seus adversários internos, nunca baixou os braços e até venceu os que sem desgaste venceram Seguro e foi preciso uma coligação externa de derrotados para conquistar o Governo... não uma vitória de nenhum dos seus adversários, Rio viu a água em que deveria mergulhar passar, ficou a cobardia na memória do militantes, outros foram mais afoitos mas terão um osso que sabe remar contra todos os tipos de marés.
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De Pedro Correia a 04.04.2016 às 17:50

Caro Carlos: não deixo de me espantar perante a facilidade com que hoje em dia se emitem certidões de óbito político entre nós.
Ou muito me engano ou estes candidatos a cangalheiros limitam-se a confundir desejos com a realidade. Passos vai demorar muito a fazer as malas.
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De AntónioF a 04.04.2016 às 18:51

Vai demorar a fazer as mala, caro Pedro, pois provavelmente, ao contrário de Maria Luís, não terá um emprego qualquer à espera... e depois que fazer? A mercearia é necessária em casa!
A vida profissional deste homem, com mais de 50 anos, resume-se a quê?

Como é medíocre a nossa classe politica!
Ainda está para ser feito um estudo que analise a empregabilidade da militância das duas principais jotinhas comparativamente com a das principais universidades portuguesas!
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De Pedro Correia a 04.04.2016 às 20:50

Meu caro, eu não diabolizo as 'jotas', ao contrário do que tem teorizado o José Pacheco Pereira. As 'jotas' fazem parte dos partidos e os partidos fazem parte da política. Não há democracia sem partidos. A alternativa seria o divórcio total dos jovens da política - mais ainda do que já existe.
A propósito: sabe quem foi o primeiro presidente da JSD? O professor universitário António Rebelo de Sousa, irmão do actual Chefe do Estado. E sabe quem integrou a primeira Comissão Política da JSD? Guilherme d' Oliveira Martins, ex-presidente do Tribunal de Contas e actual administrador da Fundação Gulbenkian.
E sabe quem foi o primeiro presidente da JS? Alberto Arons de Carvalho, actual vice-presidente do Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). Os sucessores foram José Leitão, que viria a ser Alto Comissário para a Imigração e Minorias Étnicas, e Margarida Marques, actual secretária de Estado dos Assuntos Europeus.
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De AntónioF a 05.04.2016 às 08:58

Caro Pedro, pois eu subscrevo as criticas que o Pacheco Pereira faz às «jotas»... todas! E, ao contrário do que afirma, não acho que a participação cívica / politicas se deva restringir à participação partidária! Existe todo um manancial de formas para que essa participação se faça sentir, por ventura com maior utilidade para a sociedade. Creio que, e reafirmo, as actuais juventudes partidárias, as duas principais, são um alforge para empregos e tachos. Poucos, muito poucos, devem aí estar pelo sentimento puro de querer fazer política... e esses são os ingénuos!
Quanto ao Pedro afirmar que a democracia não se faz sem partidos, não deixando de ter razão, também é certo, creio eu, que este modelo de partidos políticos está esgotado...
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De Pedro Correia a 05.04.2016 às 18:07

Mau caro, nunca defendi que a participação cívica se deva restringir à participação partidária. A importância das megamanifestações de Março de 2010 e Outubro de 2012, por exemplo, é inquestionável.
Mas, de facto, não conheço nenhuma democracia sem partidos. Os únicos regime que conheço sem partidos são ditaduras.
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De AntónioF a 06.04.2016 às 08:49

E tem razão, caro Pedro, as democracias actuais fazem-se com partidos, nem eu defendi o contrário... defendi que o actual modelo de partidos deve ser reformulado. Dou-lhe um exemplo: os deputados do Parlamento.
Teoricamente são os representantes eleitos do povo.
Qual foi o sufrágio prévio para fazerem parte da lista? Alguns, não digo muitos porque, por ventura, estaria a exagerar, são pessoas de valor, mas muito só lá estão por via das movimentações partidárias que realizaram, ou alguém por eles! Nos dois principais partidos a função de deputado é, muitas vezes, geracional, não digo dinástica para não insultar a República!
Porque razão não são os candidatos a deputados à Assembleia da República alvo de um escrutínio primário aberto?
O mesmo se pode dizer com os candidatos a presidentes de câmara.
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De Pedro Correia a 06.04.2016 às 23:59

É uma boa sugestão, que aliás subscrevo.
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De Anónimo a 04.04.2016 às 18:22

Trazer para aqui a crónica de um congresso partidário onde nada aconteceu e fazer de conta de que o PANAMAPAPER não existiu é continuar a apostar cegamente num mundo moribundo que já há muito deveria ter desaparecido.
Como é possível alguém continuar a apoiar um regime que tira o pão da boca aos pobres para engordar obesas e indecentes fortunas clandestinas?!
Como é possível alguém continuar a defender um regime em que chefes de estado recorrem aos mesmos processos que traficantes de armas, de droga e de seres humanos?!
Como é possível alguém colaborar com um regime que - pasme-se!!! - torna tudo isto legal?!
Não! Não se trata de uma perversão!
A legalidade da coisa prova que é da essência do próprio regime que se trata.
Regime económico e político.
Como é possível?!...
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De Pedro Correia a 04.04.2016 às 18:27

Registo a sua indignação perante o plutocrata Vladimir Putin, o déspota de Moscovo:
http://www.theguardian.com/news/2016/apr/03/panama-papers-money-hidden-offshore
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De Anónimo a 04.04.2016 às 18:57

Perante esse e todos os outros.
Todos!
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De Pedro Correia a 04.04.2016 às 20:38

Poupe para já os pontos de exclamação. Esta investigação com base numa fonte anónima necessita de muito detalhe e muita clarificação. A diferença entre um blogue e os tuiteiros de ocasião, sempre indignadinhos e exaltadinhos, é que aqui não andamos a vogar ao sabor das ondas momentâneas. Falo por mim: só escrevo sobre aquilo que sei e conheço, não sobre aquilo que ignoro. E muito menos sobre matérias que não estejam sujeitas ao indispensável contraditório.
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De Pedro S a 05.04.2016 às 14:58

Sr Correia, aqui não se trata de falar de certezas. Trata-se de um constante, permanente, descarado manancial de notícias sobre jogos sujos, corrupções, tráfico de influências, faltas totais de ética, crimes, etc, que envolvem os mais altos cargos em todo o mundo, quer estejam no panama papers, quer não. Abrangem o futebol, a mais alta finança, a política e os políticos, os banqueiros (sobretudo estes), os políticos com ligação a banqueiros e vice versa, os dirigentes, os presidentes, os directores, os deputados, etc. E anda aqui o Sr. Correia a brincar às políticas como se nada fosse, como se não houvesse terrorismo financeiro e político para além do religioso, e como se todos estivessem bem como o senhor correia. Já chega desse discurso, é tempo de chamar os bois pelos nomes e acabar de vez com esta mediocridade política que na extrema direita usa repetidas vezes a palavra "demagogia" quando não tem mais nada para argumentar, e no lado oposto da esquerda, repete sem fim a palavra "trabalhadores" quando só querem o seu próprio bem. Há-que falar das coisas, Sr. Correia! Não podemos fingir que nada acontece, e que por exemplo não há nenhum conflito de interesses entre o novo trabalho da Sra. Albuquerque e a sua obrigação de por outro lado servir os interesses do país. Basta!
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De Tiro ao Alvo a 06.04.2016 às 13:40

Senhor Anónimo, seja menos agressivo (para não dizer grosseiro) e diga onde podemos encontrar um regime melhor.
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De JS a 04.04.2016 às 19:07

Acertivo, por isso interessante, resumo.
Vejamos, 79,8% dos votos de leitores do partido é, sem dúvida, apoio interno, dentro do PSD. Claro que sabemos como essas coisas são. E amanhã?. Exemplos não faltam.

Agora só falta o mais importante.
Para ser político a nível nacional -e não apenas de fonte e cariz partidário- é imprescindível que P. Passos Coelho, A. Costa, Jerónimo de Sousa, Catarina Martins ... e mesmo todos na infindável lista de "aspirantes a", dentro e fora dos partidos (independentes), se sujeitem ao voto, em nome próprio, no seu círculo eleitoral.

Mesmo com as mais elegantes batotas na elaboração dos círculos eleitorais (em curso?) seria a decisiva pedra de toque.
Saudações cordiais.
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De Pedro Correia a 04.04.2016 às 20:39

Esse debate está em cima da mesa. Não de agora, mas já de há vários anos a esta parte. Por isso mesmo a revisão constitucional de 1997 inscreveu a possibilidade de círculos nominais no sistema eleitoral português. Já lá vão quase vinte anos. É mais que tempo de se registar consenso sobre esta reforma.
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De Anónimo a 04.04.2016 às 22:17

Que pena que Passos Coelho não enxergue mais e insista na elevação duma senhora que deu mostras de ser uma má política. É tão má que não conseguiu fazer mais nada, além daquilo que o seu antecessor fez e disse estar errado e que por acaso era sua secretária. Um congresso pobre em conteúdo e onde os fundadores desapareceram. Infelizmente ou o PSD se renova e reinventa ou não lhe auguro bom futuro.
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De Pedro Correia a 05.04.2016 às 14:47

Até agora todas as certidões de óbito do PSD foram manifestamente exageradas.
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De pedro s a 05.04.2016 às 15:00

"...diz alguém do próprio PSD"
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De Pedro Correia a 05.04.2016 às 17:17

Diz alguém que não ignora os factos. Bem sei que por vezes atrapalham algumas teorias, mas não deixam de ser factos por causa disso.
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De Nuno a 05.04.2016 às 14:41

Moreira de Sá não diria melhor... Meu Deus!
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De Pedro Correia a 05.04.2016 às 14:46

Isso anda mal? Experimente um ansiolítico. Ou um laxante.
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De Anónimo a 05.04.2016 às 16:07

De facto o reformismo é uma continuidade na voz de Coelho até a universidade através do seu fundador a continuidade ligada com elos persiste e Coelho o aluno que interiorizou com facilidade o conceito de continuidade desde antes da União Nacional sim a monarquia liberal embora com ligeiras vibrações absolutistas disfarçadas num discurso muito fluído e descorrente em que se sente o espírito do integralismo lusitano e da nova águia o revisionismo ao absolutismo um género de bolchevismo democrático o homem mas antes nazismo heideigeriano uma reforma ao sistema eleitoral em que votariam os homens casados à mais de 24 anos e as mulheres com o título de catedrática mas com 24 nos de exercício efectivo. Reformou o PPD como este reformou a Acção Nacional Popular mas com Visconde na toponímia e antes o fundador da Lusíada um eminente Salazarista e Marcelista e seus uns docentes outros netos mas alunos e até professores ainda; Passos leu os livros do diabo do chefe e tem expressões nos seus discursos demasiado semelhantes e identicos então para agradar á extrema direita mas disfarçada no fascismo clerical recusando na assimilação a evidência nas camisas azuis de Preto sim Rolão mas tanto também não até pelos artigos constitucionais que lhe custam os outros a assimilar até sem deus mas Nietshe e Mussolini que sim incorporava tal como o primeiro-cabo mas Hitler ou Adordo e até a irmã de Nietzshe desculparia este mas olhe que não, embora a sua estratégia o seu conceito estratégico não no reflexo em Adriano que após ser preso no Aljubre aderiu ao Estado Novo mas tem alguns alibis que te convencem mas pouco então o conceito estrategico não é o de Portugal até porque não tem tanto poder de decisão mas Coelho que ter e escolhe os seus Goblles construíndo um pazele a que ainda faltam peças mas a esperança naquele tom de verde que Manuel Monteiro conhece embora fosse dos infantis mas foi tem o genes e os laços familiares dos outros são tantos que até podem eventualmente ter um ou outro interesse comum mo Municipalismo tanto ao gosto da monarquia de facto é um partido herdeiro com imensa tradição nas Comunidades até na Rurais e na Golgã e enviado nas disputas internas mas o Rei ou candidato Italiano de abdicou para o património da Casa de Bragança em disputa embora Mário Soares os tenha protegido da exportação das jóias comuns da coroa sim com Brasil e especialmente Angola que nunca se discutiu dum eventual venda a metro-quadrado mas temos antes a CPLP articulada no português platónico com muita ideia e pouca empresa que trabalhe para Portugal para a Caixa Geral de Depósitos onde ainda não entraram os do Panamá pelo que formaram o BPN que foi uma pista para o Pentágono a potência Unipolar que se lembram em Reagam e Nancy e a falecida Raiza e o arquitecto moral Golbachov este sim Social-Democrata não reformista até porque foi uma Revolução a transparência a restruturação o mundo cão dos estupefacientes e polícias e a mudança de ministra pelo que dá a impressão que não tinha autoridade moral sobre eles ou então tinham aqui algum papel de em última hora ascender a Vice e professora envolvida em professoras uma sociedade corporativas e articulradas e a o Grande Oriente Lusitano e favores em partido de segredo; mas queria que Coelho fosse o preferido da burguesia como Carmona embora noutro contexto que não lhe tenho de explicar...
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De Pedro Correia a 05.04.2016 às 17:27

A propósito da sua pertinente reflexão ocorreu-me que na razão directa das contingências tecnico-tácticas decorrentes da esquadria do terreno onde a partida do jogo da política e do jogo da vida se desenrolam e no denodo dos jogadores em demanda do esférico como metáfora da existência humana em razão do qual torna-se clarividente equacionar uma alteração substancial do modelo que temos vindo a perfilhar não só tendo como desiderato a obtenção da verdade verdadeira mas também da promoção do gel capilar vulgo brilhantina como activador das ideias mais brilhantes.
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De WW a 06.04.2016 às 21:51

Muito Bom.

Já quanto ao congressito do pi-esse-dê foi mesmo só misericórdia ...
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De Pedro Correia a 07.04.2016 às 00:00

Nada que não se resolva com doses reforçadas de brilhantina.
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De Makiavel a 05.04.2016 às 18:27

"As notícias do funeral político da ex-titular das Finanças eram manifestamente exageradas."

O funeral político, de facto, ainda não foi feito; mas que a marilu está morta politicamente, só um cego é que não vê. Faz lembrar a coroação de Inês de Castro pelo seu amado e louco rei, D. Pedro.

Depois de vários meses a esticar a corda e apostar na queda do governo (ora em campanhas na Europa por interpostas pessoas, ora internamente, com a inenarrável excitação pós-eleitoral de pedir uma revisão da constituição ad-hoc para a questão eleitoral ou declarando ilegítimo um governo com apoio maioritário parlamentar) Passos Coelho ensaia agora o discurso de líder da oposição. Tresanda a postiço. Um a dois anos é o prazo deste ser à frente do PSD. No horizonte, perfila-se uma reedição da luta norte-sul no PSD, à semelhança de um congresso de há uns anos atrás. Quem será o próximo líder? Morais Sarmento ou Rui Rio? De momento, Rui Rio leva vantagem. Entretanto, Passos Coelho, que sonhava em ser cozinhado em lume brando no governo com abstenções violentas do PS, será cozinhado em lume brando na oposição pelos seus críticos.
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De Tiro ao Alvo a 06.04.2016 às 13:47

E o seu discurso tresanda a facciosismo. Muito.

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