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Prioridades

por João André, em 19.11.14

No início de Novembro a contabilidade de mulheres assassinadas este ano pelos parceiros estava em 32. Isto só as mulheres assassinadas, sem contar com crianças e idosos e sem contabilizar as agressões. Uma das macabras personagens andou uns tempos fugido e até passou a herói popular.

 

Um cão morre de fome - maus tratos, portanto - e dá em revolta popular.

 

Faz sentido. Com humanos destes mais vale apoiar os cães.

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5 comentários

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De Pedro Correia a 19.11.2014 às 16:41

Inversão de valores, uma vez mais. Tendência galopante. Nunca é de mais falarmos disto. Poderíamos fazer mil textos diferentes sobre assuntos diferentes - mas de algum modo sempre iguais - em mil dias.
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De João André a 24.11.2014 às 09:42

Infelizmente é verdade Pedro. Tudo variações desta estranha coisa de ser humano. Estivesse já deslindada e não teríamos necessidade de filósofos.
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De l.rodrigues a 19.11.2014 às 18:04

As indignações não são mutuamente exclusivas.
Não há necessariamente uma inversão de valores e nada me impede de ser sensível aos dois casos e às duas causas.

Quanto ao impacto mediático de uma coisa e outra. A caixa de ressonância das redes sociais talvez amplifique mais neste momento o caso do cão, pela proximidade da aprovação da lei. Já acho mais estranho a petição pedindo a aplicação da mesma. Nada me diz, nas notícias que li, que esta estivesse em risco de não ser aplicada.

Já agora, também assinei para que o Dubai não fizesse das terras Masai da Tanzania reserva de caça da família real. Agora se assinei em defesa dos Masai ou dos animais, não digo. Se calhar nem uma coisa nem outra e assinei contra a família Real do Dubai, que não sei se são pessoas ou animais.
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De Anónimo a 19.11.2014 às 21:42

São pessoas, isso eu garanto.
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De João André a 24.11.2014 às 09:43

As redes sociais de facto amplificam o fenómeno, mas isso não deixa de me fazer crer que há demasiada gente com valores algo invertidos ou, pelo menos, que não pensam de facto neles.

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