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Pensamento da semana

por Patrícia Reis, em 23.12.17

A justiça portuguesa é cega, injusta, atrasada e está repleta de preconceitos.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

 

 

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16 comentários

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De Rão Arques a 16.12.2017 às 08:23


Postiça num meio onde não destoa.
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De Vlad, o Emborcador a 16.12.2017 às 08:54

E assim também a sociedade portuguesa. Diz-me da tua justiça e dir-te-ei quem és.
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De Anónima a 16.12.2017 às 09:29

"A justiça portuguesa é cega, injusta, atrasada e está repleta de preconceitos." Como a de todos os países.
Melhor seria "A justiça dos homens é cega, injusta, atrasada e está repleta de preconceitos."
E será sempre assim. O que mudará serão os preconceitos, a substância da cegueira e da injustiça. O mundo é feito de mudança e estou convencida de que será sempre assim.
Bem, ponha lá "A justiça das mulheres e dos homens é cega, injusta, atrasada e está repleta de preconceitos." Ou, melhor ainda, suprima os homens (apesar de eu gostar muito deles) e deixe só "das mulheres".
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De Vlad, o Emborcador a 16.12.2017 às 14:28

Nem todos as mulheres e os homens são iguais. E nem todos os países o são. Assim também as justiças são mais justas nuns lados que noutros. E assim também as injustiças. ....quanto mais pobres mais injustas. Ou quanto mais injustas menos coesos socialmente os países. E quanto menos coesos , menos obrigados nos sentimos com a comunidade. Com o Estado. E assim mais frequentes o roubo, a mentira. A injustiça
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De Anónimo a 16.12.2017 às 12:12

Perdão, não é justiça, é "justiça".
Três nomes , assim de repente, : nascimento, monteiro e candinha, a.k.a cocó, ranheta e facada ( não necessáriamente por esta ordem...)
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De Anónimo a 16.12.2017 às 12:35

Excepto quando a sentença nos é favorável ou do nosso agrado!

Boas Broas

Amendes
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De a 16.12.2017 às 13:43

O problema está na [in]justiça; dois pesos e duas medidas.

Boas Festas.
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De Cristina M. a 16.12.2017 às 14:59

a justiça portuguesa precisa julgar os seus juízes.
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De lucklucky a 16.12.2017 às 15:31

Ainda não vi nada que critique a sentença.
Só o típico pessoalismo tuga de que a juíza também parece padecer.
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De Vlad, o Emborcador a 17.12.2017 às 01:24

Bom, uma sentença para ser justa não pode ter toques de pessoalismo. Deve avaliar factos e deixar as opiniões para os comentadores da passadeira vermelha. ....

Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ).

“Dando por assente que as descrições do ocorrido nessa sessão de audiência de julgamento” correspondem “ao teor das expressões utilizadas”, a APMJ “não quer deixar de expressar publicamente a sua preocupação pelo que estas revelam sobre a persistência de pré-juízos desconformes com o legalmente estipulado sobre o modo de agir com vítimas de violência doméstica”

Joana Ferrer Antunes disse que lhe “causava alguma impressão a atitude de algumas mulheres”, nomeadamente as vítimas de violência doméstica que não apresentam queixa. E disse claramente a Bárbara Guimarães que a censurava por não ter apresentado queixa."

Ignorância

E depois esta:

"Quem me conhece, sabe-o. Também eu, à minha pequena e humilde escala, não vim trazer Paz, mas a Espada. Acima de tudo, contra a soberba, o abuso, a ignorância e o preconceito que existem até onde seria suposto não existirem"

Seguida de esta:

Joana Ferrer Antunes terá censurado a apresentadora por nunca ter apresentado queixa por violência doméstica, tratando-a sempre pelo primeiro nome – enquanto ao arguido o tratamento era de “senhor professor”.

Não há aqui preconceito?
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De lucklucky a 18.12.2017 às 23:14

Sim não deve, mas parece que deve quando conveniente. De repente esqueceram-se que os Juízes portugueses fartam-se de fazer juízos pessoais? Veja as justificações para a quantidade de mulheres absolvidas ou que levaram só uma palmada legal por matarem ou maltratarem as suas crianças - não estou a falar de aborto.

Já esta opinião da mesma juíza na mesma sentença sobre os tribunais plenários da Ditadura não foi criticada:
"Os tribunais de hoje não são os tribunais plenários de má memória, onde as pessoas entravam já condenadas".

http://portadaloja.blogspot.pt/2017/12/os-tribunais-plenarios-tambem-absolviam.html

"Ignorância"

Porque é que é ignorância? A Juíza tem toda a razão.
Como é óbvio a Justiça para funcionar precisa de ter prova, ao não ter prova não passa de uma caça às bruxas.

Claro que o barulho aqui é de um grupo de mulheres/homens de cultura Marxista por isso com grande acesso mediático que quer privilégios entre os quais a inversão do ónus de prova e precisam de transformar Bárbara Guimarães e a sua disputa familiar num ícone da causa.

"Não há aqui preconceito? "
--
Para mim não dou grande importância aos graus académicos. Mas boa parte do resto do país dá...

O que está em causa é que a partir do momento em que acabou boa parte da presunção de inocência quer fiscal quer racial(veja abaixo) muitos outros grupos vão clamar para si o mesmo privilégio.

Se alguém o acusar de uma expressão racista - os mesmos que não reportaram esta mudança de paradigma legislativo são os mesmos que andam muitas vezes com a liberdade de expressão na boca - é você que tem de provar que não o fez.
Veja no desenho do Estado Moderno a quantidade de "Autoridades" que passaram a existir.e como não foi criticada a sua criação por quem tem o "anti-fascismo" na ponta da língua.

Este "Estado Moderno" já vem sendo construído há anos nos países anglo-saxões - centros do Marxismo Cultural e da construção do Managerial State - o problema é que a Justiça nos EUA continua muito renitente em entrar por aí pois existe uma coisa chamada Constituição Americana que é ainda levada a sério e o sistema legal e político nos EUA é pouco uniforme- juízes podem ser eleitos pelo povo, nomeados dependendo do Estado e do tipo de litigação que vão decidir.
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De Anónimo a 28.12.2017 às 23:33

Não, meu caro Vlad, o que aí há é respeitinho, muuuuuiiito respeitinho...
E já se sabe por lições anteriores que isto de apresentadores e de apresentadoras de televisão é gente que tem um azar do caraças com a Justiça...
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De Tiro ao Alvo a 16.12.2017 às 21:27

Generalizar quase sempre é erro.
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De Anónimo a 19.12.2017 às 11:16

A justiça portuguesa é, sobretudo, demasiado " garantística", resultando, daí, que favorece descaradamente quem tem recursos materiais e humanos, face a quem os não tem, assim como protege muito mais o criminoso do que a vítima.
Só não vê isto quem não quer.
João de Brito

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