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Pensamento da semana

por Pedro Correia, em 07.10.17

 

Num Estado de Direito não existem iniciativas políticas legítimas fora da legalidade.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

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38 comentários

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De SemioZeus a 01.10.2017 às 08:20

1º - Fala num Estado de Direito ou num Estado Democrático de Direito?

"O Estado de Direito é quando o poder do Estado, enquanto nação, é limitado pelo seu conjunto de leis, o Direito."
"O Estado Democrático de Direito o poder vem do povo, visto que é a população quem escolhe seus representantes para criarem as leis, os legisladores"

Devido à ilusão em que a maioria ainda vive, pensam viver num Estado Democrático de Direito porque até vão votar, pensando ter algum voto na legislação que é criada, no entanto, estamos apenas num Estado de Direito onde as Leis estão a ser criadas por uma "entidade" Externa. Neste caso, é um Estado de Direito mas, o poder do Estado, enquanto nação, está a ser limitado pelo conjunto de leis, o Direito, MAS com Leis que estão a ser criadas por uma Entidade Externa, não por escolha do Povo.

Quando entrámos para a U:E. devia ter havido Referendo para haver Debates e, certamente, teria escapado a Verdade de que iríamos substituir o Estado Democrático de Direito por um Estado de Direito mas, um Estado em que as Leis passariam a fazer-se tirando o Povo da Equação.

Só se o Povo se tivesse pronunciado a Favor, de passar a ter Leis feitas fora, sem a sua intervenção, hoje estaríamos a viver num Estado, com algum tipo de Direito sobre as nossas vidas e, assim, até tirámos a escolha às Futuras Gerações porque, desta vez, não podem voltar atrás e querer um Estado Democrático de Direito, mesmo que façam um Referendo porque, este, neste caso específico, passou a ser Ilegítimo e fora da legalidade.

Quando viram o novo Referendo no Reino Unido, estes tinham deixado essa possibilidade em aberto, ainda deviam ter gente que se preocupava com a vontade do povo. Por aqui, o povo ainda meio programado de uma Ditadura, bastou cantar a cantiga dos almoços grátis.

Há os que sabem, os que pensam saber e os "cegos" mas, pelo menos que o povo saiba a Verdade, de que vivem na ilusão de ter voto para alguma coisa, para além da distribuição dos tachos INTERNOS e, se por acaso, vier alguém com vontade de reverter o Processo antes de ele estar, Definitivamente concluído, com coisas que alguns nem sequer conseguem imaginar, há processos nos bastidores para acabar com essa ousadia.

Faço a pergunta que ninguém responde:
Porque saímos do Procedimento por Défice Excessivo quando a Dívida estava nos 130% do PIB e não quando estava em 124%?
Porque têm, estes, juros negativos com a Dívida em 139,09%PIB e com 124% os juros não eram negativos?
Para quê a telenovela de tirar Seguro com o tal de "poucochinho" e com outro poucochinho, em vez de nos governarem os dois Partidos mais votados ou os três mais votados (pelo povo), entraram os menos votados?

-Porque estamos num Estado de Direito, não num Estado Democrático de Direito onde só passa o que o credor externo lhe convier.
Tal como o FED nos EUA (onde começaram) BCE é um Banco Privado com accionistas privados e vejam na História porque quem quer Centralizar Poder usa as Ferramentas socialistas e marxistas, onde se tira o indivíduo da equação. Essa entidade externa não quer, nem se interessa por indivíduos que, indo votar representam o povo.

Uns dirão mas, nós votamos. Essa foi para não haver Revoluções dos Europeus.
Primeiro tinham e têm que despejar dinheiro nos países, de modo a que as Dívidas fiquem impagáveis, eles não querem o nosso Dinheiro, eles Fabricam Dinheiro nos Teclados, os países que só o podiam fazer tendo o respectivo ouro, eles conseguiram acabar não só com esses países, como com o padrão ouro, pois quem queria criar papel pintado, não poderia ter concorrência com quem criasse dinheiro baseado em algo real e valioso.

Resumindo, não é conveniente Partido ou Partidos que reduzam Dívidas mas, dão vários bónus a quem a aumente, de preferência depressa porque, dinheiro, fazem todo o que querem, não só trocam números virtuais por Bens Reais mas, para Centralizar o seu Poder tinham que criar Dependência, tirando a nossa Liberdade e a Liberdade das Futuras Gerações, de poder escolher.
Temos Parlamentos controlados pelas Dívidas e eurodeputados que Nunca tiveram o Poder de Propor Nem de Vetar Leis.

Não percebe ou finge não perceber, a Natureza da Nossa Gaiola, neste Estado de Direito?

https://www.youtube.com/watch?v=d5FzXEWRFhg
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De Pedro Correia a 01.10.2017 às 09:43

Um Estado de Direito, quando o é de facto, não necessita de adjectivos. Porque é democrático por natureza.
Os adjectivos, em regra, destinam-se a camuflar e a perverter a realidade. Como acontece na Coreia do Norte, que oficialmente se chama República Popular Democrática da Coreia.
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De Vlad, o Emborcador a 01.10.2017 às 09:59

Pedro, a única forma de democracia real, é a democracia directa
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De Pedro Correia a 01.10.2017 às 10:08

A democracia nunca precisa de adjectivos. Quando começamos a pôr-lhe adjectivos, é sinal que já nos despedimos dela. "Democracia popular", "democracia orgânica", etc.
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De Pedro Correia a 01.10.2017 às 13:14

Quando sobram adjectivos, é sinal que os substantivos estão seriamente debilitados.
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De Vlad, o Emborcador a 01.10.2017 às 11:09

A Democracia é uma meretriz que se deita numa cama de cadáveres
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De Pedro Correia a 01.10.2017 às 13:13

Meretriz é a ditadura. E traz os cadáveres na farta cabeleira, imitando a Medusa com as serpentes.
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De Vlad, o Emborcador a 01.10.2017 às 13:26

A diferença entre as duas é a clientela.
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De SemioZeus a 01.10.2017 às 13:45

"A democracia nunca precisa de adjectivos"

Então explique-me os "substantivos".

Se, com a "desculpa" das Dívidas, quem anda a impôr as leis, nos vários países europeus, Não é Eleito por Nenhum Cidadão Europeu (e aqueles que elegemos, os eurodeputados, apenas papagueiam mas, não mandam nada), tire os adjectivos que quiser, chame-lhe o que quiser mas, o Povo Passou a Não Mandar Nada... desde que a Dívida continue Impagável, mas só por enquanto, até entrar Toda a Legislação deste "Estado de Direito".
(Como ouviu ou devia ter ouvido, quando saímos do Procedimento por Défice Excessivo: "Ainda falta e há muito que fazer em muitas áreas")

Pode crer que aplicam aquilo que se vangloriam:
"Clube Bilderberg é famoso por impulsionar figuras políticas até ao topo"

Ou em acabar com elas porque quando são eles a levar umas até ao topo, automaticamente, acabam com aquelas que eles não levam até ao topo.
(parece que também é preciso explicar as entrelinhas )

https://web.archive.org/web/20160329224248/http://www.tvi24.iol.pt/politica/rui-rio-antonio-costa-porto-lisboa-bilderberg/966700-4072.html

Esta notícia, de um jornal nacional, estava na net desde 2008 , mal a coloquei aqui, desapareceu mas, na net nada "desaparece", como estão habituados na "mercearia", fica apenas mais complicado de encontrar nos arquivos da net, daí o comprimento do link. Mas só, o terem tentado "varrer para debaixo do tapete", ainda ficou a "cheirar" pior.
O que me tira do sério, não é a decadência de um ser humano e as suas aspirações egoístas e mesquinhas, é querer manipular outros seres humanos, estejam em maioria ou minoria mas, milhões de vezes melhores, em todos os aspectos (profissionais, morais, éticos...).

Mas compreendo os que desistem, tentam fazer o melhor que podem, chamam-lhes nomes, conseguem arrastar pela lama a sua integridade, são os "maus" que fazem "maldades" ao povo que acaba por ser governado, precisamente, pela gente que merece, nem que seja por ignorância porque, ignorância, pode ser curada pelo próprio.

Quem é integro e competente nem se oferece e, muitos resistem até, chegar o dia de se fartarem e perguntarem a si próprios se valerá a pena o sacrifício. Se forem competentes, têm mais escolhas do que servir ingratos e, no entretanto, aparece algum incompetente que só sabe viver à sombra dos contribuintes, apontar o dedo que este ou esta foi trabalhar para um sítio... onde nunca há-de chegar, nem pela competência, nem por andar a servir o Cartel internacional.

Se a maioria quiser viver sem Liberdade, não há nada a fazer mas, tentar enganar, ludibriar, manipular com migalhas e até incentivar a ignorância, pode ser Legal mas é completamente Imoral.

Se fosse só por mim, suponho que nem tentava explicar nada, a maioria merece aquilo que vai ter mas, não suporto pensar que as futuras gerações vão pagar muito caro pelos sonhos de poder e glória de meia dúzia de... "tristes" que nascem e morrem só para destruir os sonhos honestos e benignos de muitos outros, incluindo os que nem sequer nasceram.

"Let not any one pacify his conscience by the delusion that he can do no harm if he takes no part, and forms no opinion. Bad men need nothing more to compass their ends, than that good men should look on and do nothing."

(John Stuart Mill - Inaugural address at the University of St. Andrews in 1867).

"Que Ninguém pacifique a sua Consciência com a Ilusão de não fazer o mal, só por não tomar parte, nem formar opinião. Homens maldosos alcançam seus fins, bastando que os homens bons não olhem, nem façam nada"
(Quem quiser uma melhor tradução, faça o favor de a fazer porque, em todas as línguas, as palavras são traiçoeiras e, muitos, nem imaginam quanto)
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De Costa a 01.10.2017 às 16:31

Dircordamos. Não é a primeira vez nem será a última (e nunca será excessivo felicitarmo-nos por o poder manifestar; aqui, por exemplo). O Vlad parece acreditar na existência de uma fórmula perfeita: a imensa e infalível sabedoria do povo. Eu não.

Mesmo países onde a democracia directa é frequentemente aplicada - a Suíça é exemplo de invocação clássica, na matéria - não dispensam os elementos parlamentares. Como os não dispensa e deles é paradigma o clássico exemplo de mais antiga e soberana democracia, regular e consensualmente invocada (há um escrito brevíssimo de Orwell - England your England -, que se lê num serão e que tanto crítica aquela sociedade sem dela se saber verdadeiramente afastar; vale o que vale, claro: os tempos eram os de 1940, a guerra estava para durar e as ilusões quanto ao "Sol do mundo" ainda estavam viçosas).

Não é realista que o povo se pronuncie directamente sobre tudo e mais alguma coisa; menos ainda que o faça de forma necessariamente ponderada e atribuíndo solidez e estabilidade ao que as deve ter (sobretudo quando numa primeira fase significar provações; e sabemos nós - ou manifestamente não - de recente, e bem provável futura experiência, o que isso significa).

É suposto que o povo escolha entre os seus melhores - entre gente decente, pelo menos, que tal deveria bastar - quem disso se encarregue. Em sua representação, sob seu periódico escrutínio, sujeito a responsabilização pelo que, no exercício de tal mandato, faça ou deixe de fazer. Se entre nós assim impune, repetida e manifestamente não tem sido, tal radica fatalmente no soberano - o povo - que, demonstra-se à saciedade, verdadeiramente não se recomenda. E não vejo porque seria de forma diferente numa pura democracia directa. Não vejo e parece-me de temer o pior, ainda pior, num tal caso (para si, bem sei, antes pelo contrário), se assim fosse.

Costa
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De Vlad, o Emborcador a 01.10.2017 às 18:15

Costa também não acredito numa sabedoria inata. Os educadores também morrem aprendendo. Mas formem-se na Escola não parafusos, porcas e roldanas, mas sim pensadores que pensem criticamente o aprendido. Que saibam maestramente perguntar: Haverá outra forma? Porque têm que ser assim?
E garanto -lhe que ficaremos mais perto de uma verdadeira democracia. A que nos permita não a liberdade de compra , mas a liberdade da Escolha.
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De SemioZeus a 02.10.2017 às 10:27

Ao Costa deixei outros vídeos mas, para si que percebe a Importância da Liberdade de Escolha, por acaso já viu este:
https://www.youtube.com/watch?v=EeQzrlDW-9c&feature=em-uploademail
Anonymous - A Shocking Message for The World... (2017-2018)

Como aqui é dito, a maioria, não faz a mínima ideia que vai ficar sem escolha Nenhuma sobre... absolutamente Nada.
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De Vlad, o Emborcador a 02.10.2017 às 11:29

Amanhã vou usar umas cuecas cor de rosa e beber vinho verde Torre de Menagem. Cuspi ontem no boletim de voto. Vê, tenho escolha

A ISA é que é uma zombie por absorver essas patacoadas como uma esponja, sem reflectir, um segundo, sobre elas. Apenas repete. E repetir é não pensar por si. A ISA é um joguete semelhante àqueles que criticamente quer "acordar"

Com essas Teorias da Conspiração ainda vai acreditar(?) na raça reptiliana que desde tempos imemoriais colonizou a Terra. E que as pirâmides são naves espaciais...não tenho pachorra para si....leio Jim Marrs ( The Trillion-Dollar Conspiracy: How the New World Order, Man-Made Diseases, and Zombie Banks Are Destroying America) e outros, confesso que aprecio algumas das suas polémicas, mas não abdico de os ler criticamente separando o trigo da maluquice.
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De SemioZeus a 05.10.2017 às 08:59

Vlad

Já por aqui deixei, a origem e qual a intensão de quem criou essa expressão, mais que velha, das Teorias da Conspiração.
Aquele link que deu de um Livro, mais que velho, com coisas certas mas, alguns pressupostos errados, até aí, eu ainda não tinha percebido bem as suas contradições, saber parte do que se passa, no entanto, parecer não querer que todos o saibam, afinal, apenas com a desculpa que não vale a pena porque a maioria não passa de ignorantes, ponto final.

No entanto, eu acredito que toda a ignorância tem cura e que praticamente todos podem perceber como, realmente, o Sistema Funciona.
Uns querem ser só eles a ter esse Conhecimento, usando a mesma estratégia de desinformação ou tentando criar ainda mais dúvidas. Só se estão a esquecer do "pequeno" pormenor que, assim, eles próprios vão ser engolidos pelo Sistema.

Só podemos sair desta gaiola virtual, quando houver uma maioria que entenda como estamos a ser, sistematicamente, encaminhados para um Mundo sem escolhas, saídas ou qualquer vestígio de Liberdade.
Até aqui, temos visto a própria criadagem dos algozes, a aproveitar-se do próprio sistema, naturalmente que não querem que se saiba, nem lhes convém explicar, nada, como a maioria é manipulada.
Felizmente que, globalmente, cada um à sua maneira, melhor ou pior, nem que seja a explicar um único acontecimento até à exaustão, tenta provocar o clic e, alguém parar de aceitar tudo o que Pensa, Vê ou Ouve, começando a ter mais cuidado em separar o trigo do joio e, fundamentalmente, a questionar quem, no final, se aproveita dessa informação manipulada.

No fundo, você continua a acreditar nos grupinhos iluminados que podem controlar a maioria "ignorante" e, não percebe que, assim, há sempre o grupinho mais esperto que o controlará a si.
Uma floresta só é saudável se, maioritariamente, as árvores forem saudáveis, você pensa que meia dúzia de árvores saudáveis fazem uma floresta saudável, quando passa a nem se poder chamar floresta.

Para quem quiser mudar o Mundo para melhor e, realmente, quiser saber a razão de nada parecer funcionar e de se sentir cada vez mais impotente, relativamente ao que se passa à sua volta, tem de passar a questionar permanentemente aquilo que lhe vendem como certo ou errado.
Para equilibrar o número dos que começam a perceber a natureza do sistema, tem de haver muitos mais a explicar, do que a programar ou desinformar e, naturalmente, há quem explique melhor ou pior mas, há que ter ter ainda mais cuidado, com aqueles que só explicam a Parte que lhes convém, a eles próprios ou ao grupo a que pertencem, imaginando que, assim, sobem na escala da pirâmide.

Os melhores a explicar são os que levantam questões sobre as contradições das ideias pré-concebidas, factos ou acontecimentos e, se chama a isto teoria da conspiração, o seu caso encaixa no de desinformar, não daqueles que o fazem por ignorância mas, para aproveitar e usar essa informação em benefício próprio. Eticamente e moralmente não é melhor que o fulano que, com o mesmo esquema, possui a riqueza equivalente à de 6,8 biliões de pessoas.
Essa das teorias da conspiração, há 20 anos fazia efeito, felizmente que começa a não pegar com tanta facilidade e, só prova que ignorância tem cura mesmo que possa demorar.

Escolho entre milhares, um bom exemplo, de alguém que informa da maneira correcta, ao questionar certos factos ou "acontecimentos", neste caso, um dos mais recentes que, para quem já tenha algum conhecimento sobre como o Sistema funciona é mais que óbvio:

https://www.youtube.com/watch?v=zNqxUuyHFzc
Eerie Predictions in Vegas... Cui Bono?
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De SemioZeus a 02.10.2017 às 10:16

A maioria continua a falar sobre um Mundo que já não existe ou está prestes a deixar de existir (faltam apenas pontas soltas) e, pelo que diz, vai ficar satisfeito porque o Poder do Indivíduo sobre qualquer matéria, em breve vai deixar de existir, ficando à mercê de quem controlar a tecnologia a nível global e, como se tem visto, com este amalgamar de países, culturas, religiões... é apenas o início de algo, bem pior porque cheira a totalitarismo.

Muitos estão convencidos que vão "ficar por cima" mas, sem indivíduos realmente livres, não haverá ninguém, nem sequer profissões intocáveis, nem os convencidos dos políticos que só estão a preparar a sua própria obsolescência, quando nos estão a entregar a uma entidade e autoridade externa.

Muitos vêem os problemas como se fossem só dos taxistas e, nem estes estão a ver os carros sem condutor. Médicos, professores, advogados... ninguém vai escapar e, como num vulgar governo totalitário, desta vez a nível global, vão-lhe tirar todos os direitos e bens (especialmente, terra e água), em nome de um "bem maior".
Se lesse as Agendas das Nações Unidas, até perceberia o porquê dos ataques à Constituição Americana, para acabar, de vez, com esta "mania" dos direitos e liberdades individuais.
Não é por acaso, começarem a falar, em dar a toda a gente, um rendimento universal onde, no final, a I.A. (Inteligência Artificial) descontará automaticamente quantas vezes abre a porta do seu smart frigorífico.
O mais ridículo é que a maioria, até poder ver o que, hoje, já se pode fazer na realidade mas, como se fosse ficção científica do futuro onde, basta rematar as pontas soltas, para ser mais breve do que pensam (o aviso à saída do PDE, termos de fazer as alterações nas outras áreas onde o cadastro de terrenos encaixa na Agenda como prioritário) mas, até a polícia que, nestes dias, anda a bater nos catalães, dentro em breve estará obsoleta.
Sabe que, no Canadá, a polícia (comum), já tem a funcionar o programa pré-crime... e não é o filme Minority Report.

Informação há muita, ignorância muito mais.
Para quê gastar palavras se, até estas, estão a ser magnificamente manipuladas.
Não me interessa que esteja ou não de acordo mas, o caminho para onde nos estão a levar, só não vê quem não quiser ou se recuse a investigar. Tão certo, como Passos ir ser substituído por um "aprovado" pelo grupo bilderberg e, aqui, basta ver as listas de convidados, quem por lá passou nas últimas décadas, não sendo só políticos e, esta, é a parte fácil, quanto à outra, deixo-lhe algo para meditar, se quiser porque se não quiser, fará o mesmo que a maioria... não sabe, nem quer saber... até chegar a sua vez de aprender à força, o erro de ter confiado em governos, em vez, dos seus iguais... seres humanos.
Aliás, tudo o que por aqui tenho escrito é para alertar e, principalmente, para que fique escrito e, não tornar a ouvir que nunca tinha dito o que disse (esta não é para si mas, uma motivação para, nunca mais, me poderem dizer o mesmo)

Quanto a empregos, um documentário australiano, por ser dos mais curtos que encontrei:
https://www.youtube.com/watch?v=0YzoEBCjsIw
Alarming Artificial Intelligence The AI Documentary

Quanto a este, tente ler as entrelinhas porque, no meio de tanta informação, basta ir confirmar onde quiser, como por exemplo a Índia, o país mais populoso, já conseguiu digitalizar toda a sua população, totalitarismo e controle, fica mais fácil de entender.

https://www.youtube.com/watch?v=0PWYPRAvnFw
Watch This and You'll Notice Something Bizarre! (2017-2018)

Até estar tudo concluído, dar umas migalhas aos que, como dependentes do Estado, podem ir dando Poder aos que convém estarem no Poder e, aos outros, desde poupanças sem juros, bail ins para irem desaparecendo essas poupanças, impostos sem fim sobre tudo o que tiverem... têm de nivelar por baixo e, qualquer evento ou um bocadinho de caos, servirão, apenas, para fazer entrar o novo Programa. (para que fique escrito).

Nem lhe dou a Conferência, do grupo de cientistas que a nível global vão continuar a pulverizar a atmosfera "para nos proteger" do "aquecimento global", provavelmente, com os quais concordaria, mesmo que falem em alumínio, estrôncio e lítio que fazem "muito bem" à saúde.
No ProblemO, Monsanto já tem sementes resistentes ao alumínio.
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De SemioZeus a 02.10.2017 às 12:25

Esqueci-me de pôr no início:
Costa
porque era na continuação do seu... "Discordamos"
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De Vlad, o Emborcador a 01.10.2017 às 09:56

A lei e os seus códigos não passam de formas de violência e injustiça permitidas. Surgem de abdicações voluntárias daqueles que ao temerem as consequências dos seus actos, da vida em liberdade, decidem entregá-la a uma minoria, que decide por nós o que for do seu e não do nosso interesse.

Outrora provenientes de sacerdotes, reis,ou soldados, hoje, as leis, escrevem-nas políticos e advogados. Esses novos Sacerdotes, com o seu linguarejar ininteligível e hermético. A lei e os seus códigos não passam de formas de opressão legalizadas. E se a legalidade apenas permite a perduração da injustiça é dever de cada um de nós a revolta em nome da Justiça. Aquela Justiça que usa a força em nome do Bem.

Em ultima instância a lei estará sempre ao serviço do Controlo e do Comando. E a polícia, a força armada, que o Estado monopoliza, terá como fim último a manutenção dessa estrutura social que separa as mandados, dos mandantes.

"Os governos devem temer os seus povos e não os povos os seus governos"
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De Pedro Correia a 01.10.2017 às 10:06

Violência extrema é a ausência de lei.
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De Vlad, o Emborcador a 01.10.2017 às 11:02

A força da lei é a lei da força. O cumprimento da lei surge da promessa do castigo.
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De Pedro Correia a 01.10.2017 às 12:53

Sem Estado de Direito só existe a lei da forca.
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De Vlad, o Emborcador a 01.10.2017 às 13:08

Curioso. Sempre pensei que o Estado de Direito nasceu do enforcamento e da decapitação daqueles que governavam em nome de uma lei.
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De Pedro Correia a 01.10.2017 às 13:15

O Estado de Direito decapitou a lei da selva.
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De Vlad, o Emborcador a 01.10.2017 às 13:34

Pensava que nos tempos de hoje era a lei da selva que imperava. Como alguém dizia " o sucesso requer que não se mije água benta"....
Corte nas Reformas, Pensões e no Estado Social em nome dos salários milionários pagos a banqueiros e políticos ou ex políticos. Outrora dizia-se " Salve-se quem puder" Por hoje "Morra quem não puder"
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De Pedro Correia a 01.10.2017 às 15:05

Estado de Direito não é sinónimo de paraíso.
Geralmente, nos regimes totalitários é que vigoram "paraísos". Da Rússia soviética à Alemanha hitleriana. Da Itália fascista à Roménia social-fascista. Passando pela Albânia de Hoxha, pelo Camboja de Pol Pot e pela monarquia da Coreia do Norte.
Infernos paradisíacos. Sem Estado de Direito.
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De Vlad, o Emborcador a 01.10.2017 às 15:36

Se me permite:
Também o Paraiso passa pelas ditaduras anónimas dos mercados. Os chamados paraísos fiscais

Outrora no tempo da Ideologia tínhamos o Paraíso como promessa. Hoje no tempo do "realismo" apenas o Inferno como fatalidade.

Como alguém dizia:
Basta de Acções. Queremos Promessas!
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De Pedro Correia a 03.10.2017 às 09:07

No tempo do Pol Pot e do Hoxha e do Ceausescu e do venerando doutor Salazar não havia "ditaduras dos mercados" e todos vivíamos felizes. Isso é que era bom.
Ai que saudades, ai ai.
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De Vlad, o Emborcador a 03.10.2017 às 09:29

Meu caro, Pedro, essa sua argumentação chama-se falácia do homem de palha.
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De Anónimo a 09.10.2017 às 17:56

Está a comparar as ditaduras de Pol Pot e Ceausescu com a 2ª República Portuguesa? Portugal era um país fundador da Nato e membro da EFTA - e o crescimento do PIB era de 10% ao ano.

Convém falar da 2ª República com muito cuidado, que a coisa pode dar mau resultado. É que, sem iludir o carácter autoritário, há desde logo uma diferença a assinalar: na 2ª república as leis legisladas, boas ou más. eram cumpridas. Na 3ª nem as leis que produzem são cumpridas... e o país é conhecido internacionalmente como um dos mais corruptos do mundo: 29º entre 176 países.

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De Anónimo a 01.10.2017 às 14:42

Portanto num Estado de Direito não há revoluções!! Tenho sérias dúvidas.
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De Pedro Correia a 01.10.2017 às 15:02

Há revoluções, sim. Todos os dias. Na Suécia, na Dinamarca, no Reino Unido, na Holanda, no Canadá, na Austrália, na Noruega, na Suíça, no Luxemburgo. Até fervem, as barricadas.
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De Anónimo a 02.10.2017 às 10:23

Ao longo da História, de uma maneira ou de outra, com ou sem violência, todos os estados de direito nasceram do direito a um estado.
João de Brito
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De Pedro Correia a 31.10.2017 às 07:26

Pois. Antes do Estado de Direito não existe Estado de Direito. Como diria o outro, com apelido francês.
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De Luís Lavoura a 02.10.2017 às 11:21

Um Estado de Direito pode muito bem ser um Estado opressor, ditatorial. Por exemplo, o Estado Novo de Salazar era um Estado de Direito - em geral, atuava no quadro do seu sistema legal - porém, era também um Estado opressor e ditatorial.
Portanto, a reflexão neste post está errada. Pode e deve resistir-se a um Estado ditatorial ou opressor, mesmo que ele atue no quadro do seu próprio sistema legal e seja, portanto, um Estado de Direito.
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De Justiniano a 02.10.2017 às 16:07

É extraordinário!! Assinalável e louvável! O meu caro tem, de forma inédita, razão!
O Estado de direito tem, em termos clássicos desde o século XVIII, como característica principal o pressuposto do princípio da legalidade (reserva de lei e prevalência de lei). A este pressuposto meramente formal acrescentaram-lhe os contemporâneos algumas características de substancia, insatisfeitos que estavam com a insuficiência das formas e com os resultados históricos. No fundo, deram-lhe a substancia de alguns princípios para, principalmente, salvar a forma que, ainda hoje, é a principal garantia de exercício de direitos. E o mecanismo funciona de forma assinalável pois que não carece, a garantia formal, de grande densificação para persistir. Carecem, isso sim, de densificação as restrições que lhes são opostas. E regra geral as pessoas mais avisadas continuam a preferir a certeza de um princípio que restringe o Estado, e os outros concidadãos, doque a grande proclamação aberta que lhes pode entrar portas adentro.
Neste sentido, estou em crer que os nossos interlocutores se referiam a Estado Liberal e Social de Direito, como dizem os contemporâneos.
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De Anónimo a 09.10.2017 às 17:58

a 2º república não era um estado de direito. Contudo, era um estado legalista.
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De Justiniano a 02.10.2017 às 15:50

Como se sabe, caro Pedro Correia, as iniciativas verdadeiramente políticas estão para além da legalidade!! Mais das vezes, para além do bem e do mal! Não têm natureza normativa mas sim, e sobretudo, proclamatória e constituenda de legalidade!!
A legitimidade é, quase sempre, avaliada posteriormente, pelos vencedores!
Ora, o que verdadeiramente nos competirá avaliar será do valor político da iniciativa e do seu sucesso político.
Neste caso, tragicamente, por inabilidade da coroa e do governo Espanhol, a farsa da generelalitat teve provimento e vantagem política! E a maior inabilidade patenteou-se na desistência, da coroa e do governo Espanhol, em combater politicamente a generalitat!! Deixaram-se enternecer, em demasia, pelas suas evidentes razões jurídicas! (A coroa e o governo tinham motivos e recursos mais que bastantes para combater politicamente. Porque o não fizeram? Porquê tanta tibieza na afirmação política da coroa e da unidade de Espanha? Não basta citar meia dúzia de artigos da Constituição Espanhola. Porque não promoveram manifestações de união sob a bandeira de Espanha (Em Barcelona, Lérida, Tarragona, Girona. E fora da Catalunha, em Valencia, Zaragoça, Pamplona...por toda a Espanha.), ainda que fossem arrebanhados de toda a Espanha em excursões a expensas da coroa!!? A generalitat não se coibiu de o fazer, tem jogado com todas as armas, por mais insidiosas que sejam. Sem prurido de consciência algum, uma táctica com resultados comprovados. A coisa foi tão absurda que chegou ao ponto de se acanharam ao primeiro grito de Franquistas. Patético!! De facto, se faltam hoje defensores de Espanha não sei se valerá a pena insistir em Espanha. Ainda mais patética é a reacção do consenso liberal perneta. Só lhes interessam os números da economia. A Espanha deve existir como entidade una porque tal é vantajoso economicamente. Há gente que ainda reduz a vida e a existência às tabelas do crescimento económico. Esses pobres tristes não terão, nunca, redenção alguma. É gente que não está mesmo a ver o filme.)
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De Anónimo a 09.10.2017 às 18:07

Sei que é lateral e dou-lhe razão, em parte, mas a "expensas da Coroa"? A Coroa espanhola não é a presidência da república portuguesa! Gasta menos de metade do orçamento desta.

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