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Pensamento da semana

por Inês Pedrosa, em 02.09.17

Imobilizamo-nos a olhar para o que existe nas mãos de outros – e tornamo-nos estátuas falantes do ressentimento. Quando confinamos o absoluto do sonho ao relativo da comparação, ele deixa de ser viagem interestelar e torna-se casebre prisional. Imagino um mundo incomparável, onde as estrelas fossem elementos do céu e não adereços da crítica, a ambição uma corrida de cada um com os seus íntimos e inalienáveis sonhos, e o sucesso a capacidade de descobrir o novo dentro do velho conhecido, isto é, a mais perfeita das artes e aquela em que nos temos mostrado mais imperfeitos – o amor.   

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

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4 comentários

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De Vlad, o Emborcador a 27.08.2017 às 10:24

Não existe natureza humana, mas apenas comportamento humano. A haver natureza humana ela é multiplicada pela nossa enorme capacidade de adaptação. Ganha não o mais forte, mas sim o mais adaptável. Ganância, Violência, Egoísmo, Racionalidade, não são qualidades axiais humanas. Quem assim nos define são os mesmos que ganham com o sistema de poder dominante criando um credo pseudo-científico (psicologia evolutiva) e um sistema social-Cultural (neo-liberalismo) que torne legítimo o Inferno. O Homem cria sentidos e está ao seu alcance mudar as regras com que decide viver.
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De Anónimo a 27.08.2017 às 10:57

Eis um bom exemplo para esclarecer os muitos que identificam os géneros literários pela forma.
Aqui está um bom poema feito em prosa.
João de Brito
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De singularis alentejanus a 28.08.2017 às 16:16

Numa palavra: amem-mo-nos.
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De JgMenos a 01.09.2017 às 12:54

Dir-se-ia pelos padrões do correcto corrente uma alienante individualização.

E sê-lo-á pelo padrão do amor se os sonhos que outros realizam não nos alegrarem.

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