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Pensamento da semana

por João André, em 29.07.17

Vale tanto compreender a segunda lei da termodinâmica como o solilóquio de Hamlet.

Nos dias de hoje talvez valha mesmo mais.

 

Este pensamento acompanhou o DELITO durante toda a semana

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38 comentários

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De Vlad, o Emborcador a 23.07.2017 às 10:51

Não percebi boi deste pensamento. A segunda lei não pode ser entendida sem o conceito de neguentropia/informação/organização/ desordens/interação. Mas prontos, são os tempos da bojarda do hoje
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De João André a 23.07.2017 às 17:49

Falta de enquadramento meu, mas propositado.
Aqui a origem da referência: https://en.wikipedia.org/wiki/The_Two_Cultures
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De Vlad, o Emborcador a 24.07.2017 às 15:59

João, só seremos livres se entendermos, quer a segunda lei da termodinâmica, quer Hamlet. E é pelo paradoxo da entropia crescente de sistemas abertos, quero assim acreditar, que Hamlet, olhando pelos olhos da caveira, se pergunta:

Como diabos um dia decidimos ser?

Que inspirou mais tarde a famosa pergunta de Leibniz:

Porque existe tudo ao invés de nada?

E para a formação de cidadãos esclarecidos, para democracias plenas, é necessária a informação e o estudo das humanidades, ou os erros repetir-se-ão, tomando o velho, pelo novo, num eterno ciclo recorrente - são as humanidades que cuidam da memória.

Além do mais a ciência não é neutra, o cientista vive e pensa segundo o código ideológico da sociedade em que vive.

Se hoje assistimos à decadência do Ocidente ela deve-se sobretudo à decadência do pensar profundo. Dos valores morais, éticos e, humanísticos, que não se acham em placas de Petri, nem se observam através de microscópios eletrónicos.

Veja, Edgar Morin


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De João André a 26.07.2017 às 21:16

Aquilo que considero é que falta formação científica. A formação humanística é considerada como parte de cultura geral. A científica é considerada do domínio dos especialistas.
Não é por acaso que quem estuda ciências continua (pelo menos no secundário) com disciplinas na área das humanidades enquanto que quem estuda humanidade sdeixa a ciência para trás muito cedo.

(pelo menos era assim, hoje em dia já não sei bem como é a escola).
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De Vlad, o Emborcador a 27.07.2017 às 00:01

João, a Economia é a mais hermética de todas as ciências. Mais fácil é entender os bosões que os produtos derivados -aliás grande parte dos especialistas de Wall Street são físicos.
Nas ciências, e eu sou formado nas ditas naturais/exactas, ninguém faz ideia de coisa alguma para além do básico do mais básico. E isso torna os futuros cientistas altamente manipuláveis, que em nome do progresso são capazes das maiores atrocidades assépticas- veja os cientistas que apoiaram a Eugenia nazi,em nome da ciência
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De Zeus a 27.07.2017 às 11:21

"sou formado nas ditas naturais/exactas"

Você, como todos nós, temos sido "formados", mais exactamente formatados, para não pensar por nós próprios, nem para além das "caixinhas" onde somos metidos.
Neste Mundo, tenho de concordar com aqueles que, desde que existem Seres Humanos neste Planeta, há muito sabem sobre o que, realmente, nos divide para uma minoria nos poder controlar, um fosso que se está a tornar intransponível, entre os que estão "acordados" ou a "acordar" e os que continuam sem conseguir sair do Programa e da lavagem cerebral, diariamente executada, pelos respectivos "cheerleaders" da minoria.

Quanto mais convencidos estivermos de que sabemos tudo, menos hipóteses teremos de saber a Verdade que é imutável, queira ou não se queira, goste ou não se goste. Como esse trabalho só pode ser feito a nível individual, só se podem dar dicas e, alguns, são mesmo casos perdidos, já lhes corromperam de tal maneira o Hardware que ficou completamente impossível actualizar o Software.
O nosso cérebro ser um computador biológico, está mais que provado pelos próprios "exactos".
Poucos devem ter visto aquele filme antigo:
https://www.youtube.com/watch?v=7sArXw6ajNg
Strawman - The Nature of the Cage (OFFICIAL)

Para quem tenha problemas com o "hardware", metodicamente destruído com vírus consecutivos no seu "software" e não aguente 2 horas 6 minutos e 27 segundos mas, ainda, queira tentar perceber alguma coisa, para não nascer e morrer néscio (quando propositadamente o conhecimento lhes é escondido, sonegado e manipulado) ao contrário daqueles que são ignorantes e são os próprios, com o seu Livre Arbítrio a escolher morrer estúpidos, incapazes e ineptos e, para estes últimos, nem este resumo de 10 minutos e 18 segundos quererão ver e, sem começar por algum lado, terão o resultado garantido: nascer néscio e morrer ignorante:

https://www.youtube.com/watch?v=ptHQu68MdMs
The Freeman and Strawman Explained
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De Vlad, o Emborcador a 27.07.2017 às 18:24

Isa vá dar banho ò cão! Sou licenciado em ciências médicas, mas não descuro que a verdade é de temporadas e de muitos campeonatos. Veja mas é se trabalha e deixe-se das patacoadas de sempre. Até num frigorífico há-de ver um mais do que um frigorífico. Irra, que é chatinha com essa sua formatação sempre sintonizada na mesma estação....Spooky Isa, melhor que essa de Zeus...
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De João André a 29.07.2017 às 16:51

Concordo que a formação científica deve ser acompanhada com algo mais, mas ir puxar sempre a eugenia nazi como exemplo da ciência sem ética é algo que me dá náuseas.

Antes de mais, não foram os cientistas quem implementou a política. Foram os próprios políticos que não têm a mínima ideia de ciência que o decidiram fazer. Os cientistas que participaram eram nazis, mas também o eram milhões de outras pessoas que tiveram suficiente formação não científica. Além disso, alguns dos maiores opositores do regime e que alertaram muito cedo para os perigos do mesmo eram cientistas que fugiram do país (muitos deles judeus).
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De Vlad, o Emborcador a 29.07.2017 às 20:06

Falta-lhe referir que além de cientistas judeus, muitos cientistas nazis foram recebidos de braços abertos pelos USA. A eugenia é interessante no sentido do projeto genoma.Que legitimidade irão ter as seguradoras de exigir acesso à nossa genoteca? Deverão os obesos ser responsabilizados pela sua obesidade e contribuir mais para o SNS? Que legitimidade têm os governos de decidirem sobre hábitos pessoais em nome de uma suposta saúde/segurança pública? Uma Sociedade pura, livre dos maus genes. ...de uma forma geral antes de entender na sua plenitude a Ciência gosta de pôr a mão....e o Nazismo não se pode entender sem o cientificismo...Aliás uma Sociedade que se deixe guiar pelo que a Ciência justifica como aceitável será uma sociedade totalitária capaz das maiores atrocidades. A ciência é puramente materialista,sendo-lhe alheia conceitos como Bem e Mal....
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De Zeus a 23.07.2017 às 13:01

Um pensamento muito vago que nos pode levar por muitos caminhos.
Os desequilíbrios de temperatura que a Natureza nunca vai deixar equilibrar ou seres humanos que teimam em percepcionar em vez de ver, apesar de terem o equipamento necessário.
Tenho lido os seus postes e por vezes identifico-me com aquilo que, eu era e deixei de ser mas, foi necessário pegar no "punhal do solilóquio de Hamlet" e romper (uma a uma) todas as "membranas" que nos querem pôr à frente dos olhos e, enfrentar com coragem o que está do outro lado, precisamente, todas as coisas que nos embotam os sentidos e...

"Nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão
Que dá à desventura uma vida tão longa"
...
"Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo,
A afronta do opressor, o desdém do orgulhoso"

Como mera hipótese:
E se descobrisse que Tudo o que julga saber, não passasse de mentiras?

“The illusion of freedom will continue as long as it's profitable to continue the illusion. At the point where the illusion becomes too expensive to maintain, they will just take down the scenery, they will pull back the curtains, they will move the tables and chairs out of the way and you will see the brick wall at the back of the theater"- Frank Zappa
(A ilusão de liberdade continuará enquanto for lucrativo continuar a ilusão. No ponto em que a ilusão se tornar muito dispendiosa para manter, eles simplesmente tirarão o cenário, retirarão as cortinas, moverão as mesas e as cadeiras para fora do caminho e você verá a parede de tijolos na parte de trás do teatro)

Conforme vai aumentando o número dos que, pelo menos, tentaram "espreitar por trás da cortina", cada um, à sua maneira, vai explicando a forma dos "tijolos", a "argamassa", a "textura", a "cor"... quando, o mais importante é saber da existência da "parede".
É uma espécie de viagem, de investigação que, como a morte, cada um terá de fazer sozinho porque, no anterior Pensamento da Semana, fiz referência a Trent Lapinski que foca um ponto essencial: ..."reality is usually stranger than fiction" eu acrescentaria que ele acerta na "mouche" e, sendo este o caso, contado ninguém acredita.
Nunca se sabe o que leva alguém a começar essa investigação, será aquele que fala dos "tijolos", da "argamassa" ou da "cor"?
Francamente, eu nem queria acreditar em nenhum mas, a sensação de que havia algo de muito errado neste Mundo, aceitei pôr à prova, a hipótese de me estarem a enganar e, a curiosidade foi mais forte do que a preguiça ou o medo de pôr à prova as minhas convicções.

Difícil, será escolher, entre tantos, o que lhe pode dar o bilhete certo, para motivar o início dessa viagem solitária e, neste caso, "o preço do bilhete" serão umas oito horas de atenção, para outros, tento os 15/25 minutos porque, se eu causar uma "indigestão", provoco imediatamente o efeito contrário, devolvem o bilhete antes de o ter recebido ;)

https://www.youtube.com/watch?v=ASUHN3gNxWo&t=58s
Mark Passio - Natural Law Seminar - New Haven, CT - Part 1 of 3

https://www.youtube.com/watch?v=57UBuxnicOA&t=9768s
Mark Passio - Natural Law Seminar - New Haven, CT - Part 2 of 3

https://www.youtube.com/watch?v=204aGDVa3Vw&t=52s
Mark Passio - Natural Law Seminar - New Haven, CT - Part 3 of 3

Não gosto, nem aposto em jogos mas, neste caso, é quase uma tentação apostar que, alguns, até vão espreitar mas não chegarão, nem a metade da 1ª parte, para garantir que ganho porque, para arriscar, diria 1/5 ;)
Por mim, não quero chegar ao fim da vida, como o João André escreveu neste blogue, "a lamentar o que não se fez e não aquilo que se fez" e, muito menos, a outra falácia do "se eu tivesse sabido antes", algo que posso saber agora, no entanto, esta "viagem", não é para todos porque pode demorar anos e, num Mundo da gratificação imediata, a preferência irá sempre para um conhecimento fast, de preferência "pré-mastigado", precisamente, o que convém, a quem altera, propositadamente, a nossa Experiência de Viver.
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De João André a 23.07.2017 às 17:53

Dada a duração poderá ser difícil ver tudo. Memso metade será um desafio. Não necessariamente por não gostar/concordar/outro, mas porque hoje em dia tenho dificuldade em encontrar uma hora que seja para mim. Mas prometo que farei um esforço para ver, pelo menos, parte.
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De Zeus a 25.07.2017 às 20:13

Como ver metade, acaba por não valer de nada, arranjei-lhe um mais resumido do mesmo autor e, tirando a parte das perguntas finais do público, fica em 5h e 48m e, mesmo assim, garanto-lhe que é um desafio, a todas as "membranas" que nos foram implantando, desde o dia que nascemos até hoje mas, é a única maneira de tudo passar a fazer sentido e, nos dia de hoje, estamos a precisar, urgentemente, de compreender que nada acontece por acaso:

https://www.youtube.com/watch?v=_8e41iXn4qI
Mark Passio - Street-Wise Spirituality - St. Louis, MO
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De João André a 26.07.2017 às 21:17

Em St. Louis? Engraçado, é precisamente onde estou hoje...
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De Zeus a 27.07.2017 às 10:00

Não há Leis Novas no Universo, pelo menos, no que respeita ao que é, realmente, Importante, confundi-las com as Leis feitas pelo Homem, é precisamente, onde reina a confusão.

"Coincidence is God's way of remaining anonymous." - Albert Einstein

“I know you won't believe me, but the highest form of Human Excellence is to question oneself and others.” — Sócrates.

Atenção:
Sócrates o filósofo ateniense do Período clássico da Grécia Antiga, não confundir com o Período "Made-in-China" ;)
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De Vlad, o Emborcador a 27.07.2017 às 18:29

Não há leis novas...isso significa o quê? Que o Universo não evolui? Que só existe um? Leu Einstein? Ou significa que a novidade para o ser é necessário que alguém a veja ? O acontecimento só existe se alguém der por ele . Para existir é necessário ser visto
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De Zeus a 28.07.2017 às 13:31

"O acontecimento só existe se alguém der por ele"
E ?

Acredite nesse disparate, portanto se nunca me vir nem eu escrever aqui, eu não existo, nem posso provocar acontecimento nenhum, se os outros me virem, não existo porque não lho comunicaram
Os terroristas só existem depois de rebentarem, para os que estão lá ou lhe mostrem, a si, em filme.
A resposta a isso está por todo o lado e, se não consegue ver, o problema é seu, não meu. E, até posso dar banho ao seu cão porque eu, Verdadeiramente, não tenho nenhum mas, mesmo que, Verdadeiramente, o Vlad tenha um cão, eu nunca lhe poderei dar banho porque, como nunca o vi, ele não existe.

Sempre houve, há e haverá as mesmas Leis, desde que o Universo Existe, não meias verdades, não moralmente relativas ou subjectivas mas, nada melhor do que o convencerem que só existem se as vir porque, assim, nunca as procurará e, quem está interessado em esconder esse Conhecimento, nem tem trabalho nenhum porque, assim, nunca as soube no Passado, não as saberá no Presente e, muito menos no Futuro. Curiosamente o Futuro é construído no Presente mas, se não o vê, será que vai existir?

"Para existir é necessário ser visto"
Só isso?
Porque não se põe à frente de um comboio de alta velocidade e espera para ver esse acontecimento para acreditar na sua existência?
Sabe porque não?
Porque Há Leis que são Verdades Absolutas que sempre existiram e vão continuar a existir nesta nossa Dimensão/Realidade desde que foi criada e, não estão dependentes de moralidades relativas, nem de subjectividade, nem do conhecimento que tiver ou não tiver delas. São Imutáveis e Eternas. Esta é a mais simples delas todas: Causa/ Consequência, mas Existe como Lei, mesmo que não queira, não goste, a queira mudar ou resolver dizer que não Existe por não gostar. Sabendo essa Lei Universal, não se põe à frente do comboio mas, um garoto que ainda não a aprendeu, só vai saber da sua existência se escapar porque até pode nascer e morrer sem nunca a Saber mas, não é por isso que essa Lei não existe e, é isso, precisamente que você quer fazer, se não vê não existe... diga isso ao miúdo atropelado.
Tanta conversa para quê?
Para lhe dizer que já nos chegam e sobram essas Leis Naturais, Iguais para Todos, incorruptíveis, não maleáveis ao gosto de cada um portanto, não precisamos de mais leis feitas pelos homens, moralmente relativas, subjectivas, diferentes conforme os sociopatas do momento que, no fundo, só servem para um grupo tentar mandar nos outros Todos e terem direitos que a maioria não tem e, quando Seres Humanos têm mais poderes do que outros, só conheço a palavra escravatura mas, se isso anda, há séculos, a resultar "tão bem", para que quererão que se saiba que há outro tipo de Leis sem serem as deles?

Entre muitos que lhe podem explicar de várias maneiras a mesma coisa, escolhi o mais simples e racional, para não misturar Religiões ou pseudo qualquer coisa, onde misturam Fé, o racional, o irracional... uma caldeirada feita para acreditar via Fé ou só usando os olhos e, com essas suas certezas, nem sequer se questiona qual o tipo de Conhecimento que certas "organizações" querem esconder, há séculos?
O chamado Oculto não tem nada de mágico e, se começasse por ver a origem das palavras percebia como têm sido manipuladas à vontade do freguês.
Do Latin "occultus que significa "clandestine, hidden, secret") "knowledge of the hidden" Conhecimento do que está escondido.
Que Conhecimento?
Escondido de Quem?
Sempre foi e, continua a ser, precisamente, com Palavras que nos têm conseguido manipular, enganar...
Mas, seguindo o seu conceito, palavra que eu nunca veja, nem sequer existe e, já agora, como tudo muda conforme o tempo passa, temos o caso de George Orwell que tendo passado por uma dessas Sociedades Secretas sabia do Conhecimento que sempre esteve cá e, avisa porque, ao contrário de outros, não concordava com os objectivos: "George Orwell and Language Control: Orwell said that language makes humans easy to control—control their language and you control the people."
Quando o convencem que "O acontecimento só existe se alguém der por ele" ou "Para existir é necessário ser visto"... está, mesmo, bem controladinho.

https://www.youtube.com/watch?v=_8e41iXn4qI
Mark Passio - Street-Wise Spirituality - St. Louis MO
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De Vlad, o Emborcador a 29.07.2017 às 09:01

Júpiter, explique-me o que é o Colapso da Função de Onda
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De João André a 29.07.2017 às 16:57

Cientificamente Vlad está 100% correcto. Um acontecimento não tem qualquer importância e pode portanto ser ignorado se não tiver sido observado, directa ou indirectamente.

É uma observação científica que está completamente em oposição à nossa experiência diária e explica perfeitamente porque razão escrevi o post acima.
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De João André a 29.07.2017 às 16:55

Dou-lhe uma resposta melhor: não existem "leis" no universo. Existe a forma como o universo funciona e as forças que governam as diferentes interacções variam com a situação (o efeito das diferentes forças na vizinhança de uma estrela do tamanho do Sol, na vizinhança da Terra ou na vizinhança de uma estrela de neutrões será sempre distinto).

Além disso há também o princípio que o universo se comportou de forma diferente no passado - por exemplo no período de expansão inicial.

Portanto, não há leis novas no universo porque elas nunca existiram. Há boas razões para a ciência ter deixado de falar em "leis" há muito tempo.
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De Vlad, o Emborcador a 29.07.2017 às 20:08

Quanto a Leis, em que ponto estamos na Teoria Final?
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De Zeus a 30.07.2017 às 11:00

Não viu o vídeo. E se, para nós, alguma coisa parece mudar, o que muda no Universo não é mudar, apenas faz parte da sua Natureza Intrínseca, os Humanos só têm de se adaptar e aprender com essas mudanças mas, diga isso à Lei da Gravitação Universal, de que não existem Leis, nem nos Dita Leis que, tal como esta, o Homem, apesar de insignificante, decidiu não haver mais Leis que não sejam as criadas por ele próprio, moralmente relativas, subjectivas mas, sempre dão para meter uma "cunha", adenda ou alteração.

Sabe uma boa razão para a ciência ter deixado de falar em "Leis"?

Porque não querem falar das Únicas Leis Verdadeiras que os Seres Humanos deviam aprender e, exclusivamente, viver de acordo mas, não interessam a quem através do dinheiro, uma criação fictícia de um Cartel que acabou por conseguir fazer sem qualquer valor colateral real e, agora, com algo virtual que, até os países estão a ficar impossibilitados de criar, dependentes de Bancos PRIVADOS como o BCE e, não satisfeitos, querem controlar Tudo a nível Global, continuando, paulatinamente, a centralizar o Poder sobre os seus escravos, com grades invisíveis sobre, absolutamente Tudo, incluindo esconder as Leis Verdadeiras e o Conhecimento de que podemos viver, apenas, com estas.
Quando o dinheiro passou a entrar na "ciência", rematando com a intrusão da política, o seu Poder aumentou exponencialmente.
Quer um mero exemplo como, sem respeitar essas Leis, os Seres Humanos nunca conseguem nada?
A Lei da Gravidade permitiu aos cientistas entenderem quanta energia lateral é necessária para mover um satélite nesta rotação, em vez de ele cair de volta para a Terra. Não inventaram outra para subjugar a Verdadeira, tiveram de a compreender, não de a mudar.

Quem se põe debaixo de uma falésia, acreditando precisar, apenas, de muitos cartazes de aviso, legislados por políticos ou burocratas, é o chamado estupidificar das massas que, em vez de crescerem e aprenderem simples práticas de conviver com as Leis da Natureza, para se tornarem Adultos Responsáveis pela sua própria Vida, passam a Seres Humanos infantilizados para nunca saberem lidar com o Mundo Real onde vivem. Quem se aproveita disso?
Quem sabe, precisamente que, só assim, consegue Controlar e, quanto mais infantis, mais irresponsáveis e mais pensam precisar de "paizinhos".
Depois, é simples, basta criar uma Hierarquia em Pirâmide.

Essa do "período de expansão inicial", nem sequer sabemos exactamente como foi, só nos interessam as Leis desde que os Seres Humanos pisam o Planeta e foram passando o Conhecimento de como funcionam, uma aprendizagem que devia ter continuado sem problemas se, não fosse a Interferência de um Cartel que, de geração em gerações, tem usado o Conhecimento de como tudo funciona, até da Mente Humana para melhor a Controlar, desde o tempo dos escravos nas plantações, aos mais fáceis de controlar se imaginarem serem Livres.

Quando diz precisarmos mais, disto ou daquilo, do que precisamos é menos, daquilo que não nos faz falta, Cartéis no Poder e, a prova que não resulta, basta olhar para o comportamento da "criançada" que, em vez de pensar sobre o que tem de fazer ou mudar nas suas Vidas para as melhorar, berram e gritam para o papá Estado ir roubar, a quem estiver mais à mão, para lhes dar a eles porque, os tais, em que 8 já têm a riqueza equivalente a 3,6 biliões de pessoas, basta o Poder que lhes damos para controlarem e terem bens incomensuráveis em Instituições que não respondem a Ninguém, nem a nenhum País.
Pensa ser por acaso que Não se possa saber Quais os Bens ou Valor do que é possuído pelo FMI?
Normal que nenhum país possa pôr qualquer acção judicial à Instituição, nem aos seus "empregados"?
É difícil explicar num espaço tão pequeno mas, não é Conhecimento que se ensine mas que se procura e, onde, cada pergunta nos leva a mais 100, para quem não esteja a "Dormir", hipnotizado ou se queira "aproveitar" de não se questionar o "Sistema" que nos faz virar uns contra os outros, a caminho da Escravatura Eterna.
A ignorância é tanta que a grande maioria pensa que o Estado tem um "saquinho" de dinheiro próprio para distribuir e, pior que, aquele que vem de fora, é grátis e não o vão pagar no Futuro, bem caro, com o que Realmente tem Valor: Liberdade e, só vão dar por isso... no Zero.
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De Alain Bick a 24.07.2017 às 10:07

hamlet, a aldeia de
antónio das mortes.
o rei do churrasco
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De xico a 24.07.2017 às 10:10

A fulana que vi ontem em bikini na praia era toda ela a prova provada da 2ª lei da termodinâmica que me deixou embasbacado a soliloquar, com a baba a escorrer das comissuras dos lábios. Uma bofetada dada a tempo pela legítima com a ameaça de afogamento da Ofélia banhista nas ondas da Nazaré, salvou-me da física e da literatura.
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De João André a 26.07.2017 às 21:17

Enm certos temas o melhor mesmo é deixar de lado a ciência e a literatura...
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De Julianna a 24.07.2017 às 15:36

A energia do universo é muito maior do que se imagina, principalmente porque a maioria das pessoas não imagina nada.
(do livro de frases de Georges Najjar Jr)
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De João André a 26.07.2017 às 21:19

Eu reescrevo, já que se trata de frases assim soltas:

A energia do Universo é muito menor do que se imagina, principalmente porque a maioria das pessoas imagina em demasia.

Do inexistente livro imaginário de frases de João André
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De Vlad, o Emborcador a 27.07.2017 às 00:04

Tudo depende do quanto estamos dispostos a acreditar. Quem em nada acredita,é capaz de se convencer que nada existe.
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De João André a 29.07.2017 às 16:58

E se nada existir? Podemos acreditar que algo existe?

(acho que Descartes já cobriu este assunto aqui há umas semanas :) )
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De Vento a 29.07.2017 às 17:54

Existo, logo penso. Não é o pensamento que determina a existência, mas o seu contrário. Os animais também sabem, mas não sabem que sabem. É algo substantivamente diferente da dinâmica do saber.
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De Vlad, o Emborcador a 29.07.2017 às 20:10

Com a dualidade científica de Descartes demos cabo de tudo.....separámos o que deveria ser entendido junto....deveríamos ter por referência Lao Tze e não Descartes
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De Miguel a 25.07.2017 às 15:11

Pois, seria um primeiro passo para abandonar certas ideias utópicas, começando pelo crescimento exponencial infinito. Acho que podemos esperar sentados.
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De João André a 26.07.2017 às 21:20

Malthus deu uns passos nesse sentido, mas as pessoas só se lembram da parte da população (em que também tinha razão, apenas não no horizonte temporal).
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De Vlad, o Emborcador a 27.07.2017 às 18:31

As pessoas lembram-se de Malthus achar razoável que os pobres quinassem. Ele e o Ricardo, esse Medina inglês
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De João André a 29.07.2017 às 17:00

Lembro-me essencialmente de 3 coisas:
1. A economia parte do princípio de crescimento infindável.
2. Esse crescimento depende de uma expansão constante da população.
3. Esse crescimento de população acabará por ultrapassar o aumento de recursos disponíveis.

O resto do que Malthus pensava não entra no ponto que eu queria sublinhar.
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De Vento a 29.07.2017 às 17:42

Os robôs passarão a pagar impostos. A população é regulada pelo fenómeno natural: as epidemias e outras catástrofes. A ciência não consegue impedir o fenómeno, quando muito atenua-o e ele surge de forma diferente.

A gonorreia tinha sido aparentemente vencida, hoje surgiu a supergonorreia e não é combatida.

Por último, as investigações da NASA têm observado ao longo de décadas a existência de fenómenos, mas não os consegue descrever cientificamente. Significa isto que existe muitas coisas para as quais não existem conhecimentos para os determinar.
Foi possível com Einstein produzir a teoria da relatividade e, entre outras, a certeza da curvatura espacial. Isto nunca antes tinha sido observado, pois foi especulativo, até que se comprovou.
Será que só existe mesmo o que conseguimos observar?
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De Vento a 26.07.2017 às 22:50

O grande problema, em torno do qual deve emergir o sentido de seu pensamento, é o facto de hoje se pretender regular o sentido da existência. A existência é uma energia incontrolável, pois o Homem sabe que sabe, e o saber não pode distinguir entre ciência e humanidades.

A questão da Redenção não pode ser vista somente no âmbito do pecado, pois seria pouco, mas sim da evolução do saber. E esta evolução tem como fim a União. A elevação das consciências através das eras.
Tornar mais importante o que simplesmente é importante juntamente com outras importâncias é edificar a parte para regular o Todo. Isto é racismo cultural.
Mas mais que racismo cultural é elevar ao estatuto de metafísica o que está aquém desta.
A experimentação está para a ciência da mesma forma que a utopia está para acção social.
Significa isto dizer: "Nada mais que o fenómeno. Porém todo o fenómeno." Pierre Teilhard de Chardin
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De Vlad, o Emborcador a 27.07.2017 às 18:34

Tudo belo e harmonioso. Um dia junto a Atman e à Alma Universal. Mas, Vento, porque é necessária tanta defecação e tanta decomposição?Por acaso já tropeçou num cadáver? Nele não vejo qualquer tipo de promessas
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De Vento a 28.07.2017 às 09:29

Os mortos encarregam-se de cuidar de si mesmos; e dão nas vistas.

E não lhes bastando isso, vivem como túmulos caiados: Formosos por forma, mas cheios de ossos por dentro.

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