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Pacheco, Sá Carneiro e o PSD

por Pedro Correia, em 06.10.17

Há dias, pela enésima vez, Pacheco Pereira surgiu como auto-declarado intérprete do "pensamento autêntico" de Sá Carneiro em matéria de social-democracia. Proclamando que o actual PSD, tão tenazmente combatido por ele próprio, nada tem a ver com o do fundador do partido.

"Criou-se uma espécie de esquizofrenia política, que não ocultava no entanto o caminho de posicionamento do PSD para uma direita que deixaria horrorizados os fundadores do partido. Este caminho abandonou o centro político ao PS e era só uma questão de tempo até as sondagens e os resultados eleitorais começarem a revelar a usura do PSD reformista do passado a favor de um partido que se sentia bem numa frente de direita com o CDS." Palavras do ex-vice-presidente do PSD, ex-líder da distrital laranja de Lisboa e ex-presidente do grupo parlamentar social-democrata num artigo de opinião há dias divulgado no jornal Público.

Sá Carneiro - que se sentia tão bem "numa frente de direita com o CDS" que até a criou em 1979 - já cá não está para exercer o contraditório, pois desapareceu tragicamente em Dezembro de 1980. Mas até por isso convém recordar aos mais desmemorizados que há pelo menos um elo a ligar o partido nestas duas fases da sua história: Pacheco Pereira combateu ambas.

Porque nunca ele militou no PSD de Sá Carneiro. Pelo contrário, ele militou contra o PSD de Sá Carneiro.

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46 comentários

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De João Sousa a 06.10.2017 às 12:53

Parafraseando vagamente um personagem de "O Contrabandista de Deus": como Sá Carneiro está mudo, toda a gente lhe põe o seu pequeno playback pessoal.
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De Pedro Correia a 06.10.2017 às 14:10

Sobretudo os que o combateram quando ele estava vivo.
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De Luís Lavoura a 06.10.2017 às 14:52

Milan Kundera foca este assunto na Insustentável leveza do ser: quando uma pessoa já morreu, todos se podem colar a ela.
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De Pedro Correia a 06.10.2017 às 23:01

Infelizmente é verdade. Ninguém está livre disso.
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De Luís Lavoura a 06.10.2017 às 13:06

o auto-declarado intérprete do "pensamento autêntico" de Sá Carneiro

Eu julgava que esse fosse o Santana Lopes.
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De Pedro Correia a 06.10.2017 às 14:12

Santana Lopes pode falar com toda a propriedade sobre Sá Carneiro. Conheceu-o bem e trabalhou com ele, não andou a combatê-lo.
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De Vlad, o Emborcador a 06.10.2017 às 17:46

E por isso lhe seguiu o exemplo. Tal como Marco Aurélio e o seu filho Cómodo. Tal pai, tal filho
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De Pedro Correia a 06.10.2017 às 23:02

Com algum incómodo, de vez em quando.
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De Vlad, o Emborcador a 06.10.2017 às 17:57

E Santana deu com os pés a Passos Coelho e aos passistas. Também ele um crítico da deriva direitista deste novo PSD.
Aliás Santana Lopes sempre foi um patinho feio dentro do PSD por culpa do complô que lhe fizeram com o beneplácito da comunicação social. Talvez tenha sido maldição ter conhecido de perto Sa Carneiro
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De Vlad, o Emborcador a 07.10.2017 às 09:32

"Santana Lopes considera que discurso de Passos "continua a não pegar""
Em SIC notícias


Esse elogio, que refere, de Santana a Pessoa Coelho é um elogio fúnebre, frequente nas Câmaras Ardentes
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De Justiniano a 07.10.2017 às 09:46

Vlad, meu caro, mas a deriva direitista de PPC é mais direitista que a deriva direitista de Sá Carneiro e Soares (vide FMI)!?? Arremessar Sá Carneiro, ou Soares, contra derivas direitistas parece-me má política quando chove!
Santana Lopes não existe. Não passa de uma ideia ridícula que nos puseram na cabeça! O pensamento político de Santana está guardado juntamente com o Santo Graal. Se encontrarem um, encontram o outro! A única virtude política que teve foi a de seguir Sá Carneiro, no seu tempo! É uma figura que funciona bem em campanha, mas que fica mal a falar de coisas sérias!!
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De Vlad, o Emborcador a 07.10.2017 às 17:19

Justiniano desculpe a boca foleira de ontem. Abraço
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De Vlad, o Emborcador a 06.10.2017 às 14:55

Tudo tretas! Pacheco está cheio de razão. O PSD é um partido da social democracia, basta ler os estatutos e linha politica criados por Sá Carneiro, disponível no site Abrupto ( Sá Carneiro inclusive tentou inscrever o PSD na Internacional Socialista )
O curioso é em Portugal haver dois partidos da social democracia. Uma idiossincrasia lusa.
Quanto ao resto são apenas ódios pessoais, nada mais
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De Justiniano a 06.10.2017 às 21:35

Sim, tendes razao, caro Vlad!! Mudando de conversa, entao que comesteis la na terra alusiva a galinacios!!(??
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De Vlad, o Emborcador a 06.10.2017 às 22:43

Não fossem as suas artroses até o convidava a vir comigo para a próxima . Ssntiago à noite é uma delícia .
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De Pedro Correia a 06.10.2017 às 23:04

Lamento, mas está-se melhor aqui em antigas terras sarracenas - na nobre e quente e acolhedora Tavira.
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De Justiniano a 07.10.2017 às 08:24

Ainda se come a cataplana em Cacela!??
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De Justiniano a 07.10.2017 às 09:28

Sim, meu caro Vlad, a santa noite de Compostela dá-me cabo dos ossos!!
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De Pedro Correia a 06.10.2017 às 23:06

Algum partido hoje em dia se reclama da "social democracia"?
A social-democracia acabou na Itália. E na Grécia. E acaba de morrer em França. E teve o mínimo histórico há duas semanas, nas legislativas alemãs.
Desfraldar a bandeira da "social democracia", seja lá o que isso for no século XXI, é condenar um partido à morte.
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De Justiniano a 07.10.2017 às 08:55

O problema, caro Pedro Correia, é que a social democracia é vítima do seu sucesso! O programa político dos sociais democratas já está institucionalizado, em letras sagradas inscritas nas várias constituições. O Estado de Direito Democrático Social é o cotidiano, enraizou-se na alma e na cultura dos Europeus. Resta, à política, a matéria gestionária. A dialéctica de expansão e de contracção. Uma diabética redonda porque, verdadeiramente, o desígnio político fundamental, de todo o espectro politico-partidário, é a manutenção do Estado de Direito Social.
Sendo todos sociais democratas, por pressuposto político, a bandeira torna-se, nesse tocante, indistinta, e o que sobra é que distingue as propostas e hipóteses políticas!!
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De Pedro Correia a 07.10.2017 às 09:34

A social-democracia - isto é, a Internacional Socialista - foi vítima dos seus próprios erros. Desde logo o de admitir no seu seio, como membros efectivos, o MPLA, a Frente Sandinista da Nicarágua e o PRI mexicano.
Hoje a Internacional Socialista não risca nada no panorama político mundial. Contam-se pelos dedos de uma mão (e sobram dedos) os países europeus governados pela "social democracia" - isto é, a Internacional Socialista.
Alguns, por cá, recomendam que seja este o caminho do PSD. Tornar-se um PS de série B.
É preciso estar totalmente fora da realidade ou ter um ódio visceral ao PSD para defender uma receita destas.
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De Justiniano a 07.10.2017 às 10:15

Caro Pedro Correia, o que lhe disse é que, simplesmente, poderá ter, indistintamente, um partido auto designado social democrata ou com outra designação qualquer (partido liberal total, socialista revolucionário dos revolucionários, cristão ateu, PCTRY, PTTYI....) a cumprir, convicta e escrupulosamente, o programa social democrata!!
A adesão do espectro direitista à social democracia é menos bizarra (já advém dos idos de 60 do século passado) doque a adesão da esquerda revolucionária à social democracia (muito recente, como sabemos)!! Aí, na adesão da esquerda revolucionária à social democracia e, consequentemente, ao consenso liberal é que reside o mistério político dos nossos dias, em toda a Europa!
A esquerda apropriou-se da linguagem da social democrata e da legitimação liberal (já não berram, sejam realistas, exijam o impossível - Hoje, até se dirigem à pequena e média burguesia; Admitem o cumprimento da ortodoxia monetária e fiscal - Na Grécia, Portugal, Itália...), tomando-a como sua, e expulsou desse campo o centro e a direita que instituiram e densificaram o Estado de Direito Social! O hemisfério empenou, e todo o espectro político derivou à direita! A direita foi empurrada, por determinação linguística e mantra político, para a extrema direita (e todos, da direita à esquerda, participam neste exercício. A direita está prenhe de idiotas úteis)!
Combater, tacticamente, é desmascarar o complexo, expor a patranha, manter o terreno, recusar o opróbrio e, sobretudo, apontar à esquerda a sua vocação subversiva (a inexorável tendência de transformar a virtude em vício, produzir colossais massas falimentares e, por fim, guerra). Deixar a social democracia à custódia da esquerda é como ter lobos a guardar rebanhos!!
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De am a 06.10.2017 às 15:16

Quanto mais o PSD o ignora, mais ele o "ataca".
Ingrato para ex-patrão que lhe facultou a reforma da AR e da UE.
A maior "condecoração" que ele almeja é ser expulso do partido.

Não lhe façam a vontade!

"Os cães ladram e a caravana passa"
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De Vlad, o Emborcador a 06.10.2017 às 17:51

Assim como Ferreira Leite, Marques Mendes, Jorge Neto, Silva Peneda, Santana Lopes.....todos críticos da deriva à direita do PSD?
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De Justiniano a 07.10.2017 às 10:17

É tudo gente morta!!
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De Justiniano a 06.10.2017 às 15:35

Mais uma Pachecada, caro Pedro Correia! Já não há c.. pró Pacheco!! JPP não passa de uma caricatura aos publicistas portugueses! Vergasta a inteligência e a memória dos seus desatentos leitores, pois que apenas desatentos poderão ser seus leitores! Escreve mal. Verte desmedida, incontida e irremediável ignorância sobre mil e uma coisas sobre que versa! Com três páginas na diagonal treslidas, martela o que quer que seja! Quando desmascarado aponta um detalhe fenomenológico, típico dos estruturalistas de 70 (O estruturalismo de hoje vai tão à frente, tão à frente que o JPP não o consegue apanhar)!! É uma fraude! O que nos idos de 80 se designava por pseudo intelectual! Não escreve, não diz nem pensa nada de revelador há mais de 30 anos, e antes disso não sei! (apontem-me um texto interessante onde aquele demonstre um pensamento estruturado e consolidado acerca do que quer que seja. Astronomia e Banda desenhada incluídos) Lembro-me quando era tido como um influente na ala liberal do tal PSD e se lançava aos "aparelhistas conservadores" com a habitual petulância dos deslumbrados!!
Um vaidoso!
Hoje, de há 10 anos a esta parte, sinceramente, JPP revela-se um órfão intelectual! Um homem sem referencias intelectuais, políticas e culturais! Um talking head!
Não sei o que diria Sá Carneiro sobre JPP, mas arrisco que tanto Almada como Eça teriam teriam qualquer coisa de interessante a dizer sobre o personagem!
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De Vlad, o Emborcador a 06.10.2017 às 18:04

Bem dito e escrito! Quando a referências intelectuais têm, no PSD, a Zita.


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De Pedro Correia a 06.10.2017 às 23:09

Pacheco aterrou no PSD, oriundo da extrema-esquerda, com o rótulo de "liberal". Tanto assim que tinha estado pouco antes, numa fugaz etapa intermédia, de braço dado com João Carlos Espada e Manuel Villaverde Cabral, num auto-intitulado Clube da Esquerda Liberal.
Curioso que hoje em dia sacuda o liberalismo da gola, como se fosse caspa.
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De Justiniano a 07.10.2017 às 08:58

Sim, mas ainda iremos ver a versão 15.7 criticar a versão 12.3 que, por sua vez, tinha superado a versão 10.9. Os programadores da JPPSoft não param!
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De Anónimo a 06.10.2017 às 16:43

Terá-o mesmo combatido? Na altura eu estava mais preocupado com a minha coleção de bonecos de plástico dos aristogatos, mas pelo que li posteriormente, até me dá a ideia que o PCP(ML) via o PPD quase como o mal menor; e lendo textos de JPP escritos logo após a morte de Sá Carneiro (p.ex., "A ascenção da nova academia") parece-me que já nesse momento ele estava em fase de apologista disfarçado da AD (um pouco como agora está em fase de apologista disfarçado da geringonça).
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De Pedro Correia a 06.10.2017 às 16:55

Então alguém que integrava a extrema-esquerda na altura não combateu o PPD/PSD, então considerado quase de "extrema-direita" por esses grupelhos sectários?
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De Vlad, o Emborcador a 06.10.2017 às 17:49

Durão Barroso foi também maoísta.
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De Pedro Correia a 06.10.2017 às 23:10

Isso é circunstância atenuante ou agravante para o defunto maoísmo do camarada Pacheco?
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De Justiniano a 07.10.2017 às 09:27

Meu caro, lamber uma posta barrosã é, evidentemente, uma circunstancia agravante geral, decorre do pecado da gula!
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De Justiniano a 07.10.2017 às 09:04

Sim, Maoista de tendencia Barrosã!
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De Vlad, o Emborcador a 06.10.2017 às 18:27

Conteúdo programático e fundador do PSD:

"concepção e execução dum projecto socialista viável em Portugal, hoje, exige a escolha dos caminhos justos e equilibrados duma social-democracia, em que possam coexistir, na solidariedade, os ideais de liberdade e de igualdade."

"pelo nascimento dum partido de orientação social-democrata"

"Planificação e organização da economia com participação de todos os interessados, designadamente das classes trabalhadoras e tendo como objectivos: desenvolvimento económico acelerado; – satisfação das necessidades individuais e colectivas, com absoluta prioridade às condições de base da população (alimentação, habitação, educação, saúde e segurança social); – justa distribuição do rendimento nacional.

Predomínio do interesse público sobre os interesses privados, assegurando o controlo da vida económica pelo poder político (…). Todo o sector público da economia deve ser democraticamente administrado (…)

A liberdade de trabalho e de empresa e a propriedade privada serão sempre garantidas até onde constituírem instrumento da realização pessoal dos cidadãos e do desenvolvimento cultural e económico da sociedade, devendo ser objecto de uma justa programação e disciplina por parte dos órgãos representativos da comunidade política.

Adopção de medidas de justiça social (salário mínimo nacional, frequente actualização deste salário e das pensões de reforma e sobrevivência, de acordo com as alterações sofridas pelos índices de custo de vida, reformulação do sistema de previdência e segurança social, sistema de imposto incidindo sobre a fortuna pessoal preferentemente ao rendimento de trabalho com vista à correcção das desigualdades)."

"meios necessários para uma permanente e contínua subordinação da iniciativa privada e da concorrência aos interesses de todos e à justiça social"); a possibilidade de nacionalizações para garantir o "controlo da vida económica pelo poder político"; a defesa do "saneamento" e do "julgamento dos crimes constitucionais de responsabilidade, de corrupção, contra a saúde pública e os consumidores e, dum modo geral, contra a vida económica nacional, bem como dos abusos do poder."

Quem não associar o PSD à social democracia é adepto da pós verdade e Trumpista, ou Trompetista.
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De Pedro Correia a 06.10.2017 às 23:21

Cuidado com as alergias: já vi que anda a mexer na poeira dos arquivos em busca da "verdadeira social democracia" do PSD.

Eu fiz algo semelhante
Fui ao baú e desenterrei o programa do PS aprovado no I Congresso, em 1974.
Reza assim, entre outras pérolas:

«O PS defende a edificação em Portugal de uma sociedade sem classes, em que os trabalhadores serão produtores associados (...) no quadro da colectivização dos meios de produção e distribuição e do planeamento económico com pluralidade de iniciativas.»

«O PS luta por uma nova sociedade que não tenha como fundamento o salariato e o lucro, a alienação do trabalho ou da consciência.»

«O PS considera como inspiração teórica o marxismo permanentemente repensado como guia para a acção.»

«O PS repudia o caminho daqueles movimentos que dizendo-se social-democratas ou até socialistas acabam por conservar deliberadamente ou de facto as estruturas capitalistas.»

«O PS segue atentamente e considera de grande importância as experiências dos Partidos Comunistas que se propõem respeitar os valores do socialismo democrático.»

«Consciente de que o capitalismo é uma força opressiva e brutal. o PS luta pela sua total destruição.»

Era assim o "verdadeiro socialismo" do PS.

Coisa gira, não?
'Bora lá regressar a 1974. Já!
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De Vlad, o Emborcador a 07.10.2017 às 09:45

Isso apenas prova que também o PS traiu os seus ideais fundadores. Foi Mário Soares que pôs o socialismo na gaveta.

O grande problema é que ao contrário de Soares que continuou vivo e deu a cara pela mudança, nunca poderemos ficar a saber qual o percurso que Sa Carneiro defenderia para o PSD. O único documento que deixou e em que refecte o ideário programático refere e defende o PSD como um partido do Socialismo em liberdade.
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De Maria Dulce Fernandes a 06.10.2017 às 21:18

Não tem comparação possível. Nada .
Depois do desencanto da militância no PS, e porque os partidos são as pessoas que os dirigem, como boa drifter política, grudei no carisma do PPD e virei a casaca. Coisa banalíssima nos dias de hoje, mas que me votou ao ostracismo familiar dos tios e tias da mãozinha fechada. Por intermédio do Krus Abecassis ( uma pessoa excelsa) tive o privilégio de conhecer o Dr.Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro. Não tenho adjectivos suficientes para expressar o quanto moldou a minha persona política. A perspectiva coesa e fresca, que não se prendia a velhos dogmas, mas com adiferença, a inovação and justice for all.
Nunca saberemos.
Não gosto de mimos. JPP é um mimo. De Sá Carneiro não tem nada.
E depois quando o consorte cá do pedaço, que ainda no ventre da mãe já cerrava o punho, tece dilecções às opiniões de JPP, alguma coisa vai muito mal no reino da Social Democracia :)
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De Pedro Correia a 06.10.2017 às 23:22

É indecoroso alguém invocar o fundador do PSD, morto há quase 37 anos, como arma de arremesso no combate político actual, Dulce.
Sobretudo tratando-se de alguém que nunca esteve ao lado de Sá Carneiro nos duríssimos combates políticos que ele travou.
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De Rão Arques a 07.10.2017 às 09:42


CONTAS NOVAS
A não surgir uma candidatura com cabeça, tronco e membros, Passos Coelho é homem para não abandonar o barco, ir a votos, e continuar a dar o peito às balas.
E mais, fibra para declarar que não procurará apoios e não fará campanha, simplesmente a ser eleito apresentar-se no quartel às ordens para o serviço.
Uma valente pedrada no charco deste calibre, só ao alcance de gente com coluna bem erguida, constituiria além do mais uma lição com valentes vergastadas pela espinha abaixo para muitos que em vez de contribuir para a solução apenas fazem manhosamente parte do problema..
Principalmente para os seus detratores caseiros que em publico não pararam de destilar e lhe dirigir o veneno, e que agora recolhem aos abrigos para daí se limitarem a espreitar de olhar sinistro os estragos que laboriosamente orquestraram.
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De Anónimo a 09.10.2017 às 16:09

Anda aí Pacheco! — dizia a Hermínia Silva nos tempos do fasssismo...
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De Pedro Correia a 31.10.2017 às 07:29

Esse Pacheco era um grande guitarrista.

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