Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




O regresso dos maus da fita e o poder do pensamento positivo

por José António Abreu, em 26.01.16

Moodys afirma que esboço do orçamento de Estado é optimista e repete erros do passado.

Fitch considera que orçamento assenta em pressupostos de crescimento «irrealistas» e ameaça descer rating de Portugal.

Não será altura de a intelligentsia nacional começar novamente a bramir contra as agências de rating? (Poupando a DBRS, claro - por enquanto.)

 

Governo acredita que por cada euro de estímulos, retoma devolve quatro.

Funcionou bem em 2009 e 2010, não foi? E as PPP até se pagaram a elas mesmas...

Autoria e outros dados (tags, etc)


14 comentários

Sem imagem de perfil

De M. S. a 26.01.2016 às 18:14

E o resgate foi bem desenhado pelo Teixeira dos Santos, coadjuvado pelo Catroga chinês.
E ainda melhor aplicado pelo «Sim, queremos ir além da Troica».
O Tribunal de Contas Europeu acabou de confirmar essa obra prima Socrático-Passista-Portista.
Imagem de perfil

De José António Abreu a 26.01.2016 às 18:19

Esperemos então que desta vez seja mais bem desenhado.
Imagem de perfil

De cristof a 26.01.2016 às 19:08

A D. Branca, mesmo sem curricular no BdP ainda prometia melhor. Vamos a ver se o Centeno se aguenta mais tempo que a D.Branca (que foi 2 anos?)
Sem imagem de perfil

De lucklucky a 27.01.2016 às 10:31

A Dona Branca prometia 400% de juro?
Sem imagem de perfil

De Nuno a 27.01.2016 às 16:03

Não é 400% de juro. Vocês são uns exagerados!

É 400% de retorno, o ganho são só 300%, o resto é o capital investido.

Já a Dona Branca prometia 10% ao mês, que anualizado dá um retorno de 314% (ou seja um juro de 214%).
Sem imagem de perfil

De lucklucky a 27.01.2016 às 18:27

Tem claro razão.
Sem imagem de perfil

De Vento a 26.01.2016 às 22:36

Pois.

http://economico.sapo.pt/noticias/comissao-europeia-acusada-de-falhar-em-resgates-a-paises-como-portugal_240824.html

Pois então, tá-se mesmo a ver. Vamos lá traduzir isto. Diz a Moody's: “No nosso ponto de vista, Portugal deverá provavelmente atingir uma taxa de crescimento mais próxima de 1,6% ou 1,7%”. E continua: "Se o PIB crescer menos do que o previsto, o défice terá de ser mais baixo para que este rácio seja cumprido, o que torna a meta mais exigente". E conclui: “Também concordamos com o ponto de vista do CFP segundo o qual uma estratégia económica focada no consumo privado e no aumento dos salários acima do crescimento da produtividade poderá resultar no regresso aos antigos desequilíbrios da economia Portuguesa, com défices da balança corrente e uma perda de competitividade internacional”.

Significa isto que desconhecemos o ponto de vista da Moody´s, que a Moody´s usa o condicional (Se) para dizer-nos que não tem ponto de vista sólido e que concorda com algo que a contradiz, isto é, se "Os peritos colocam em causa, sobretudo, as projecções consideradas para o aumento da procura externa e para a variação de preços. Além disso, notam que “o crescimento assente na procura interna, designadamente no consumo provado, corresponde a uma tendência bem documentada no passado”, então, é pelo consumo interno e, consequentemente, o consumo privado que deve ser feito o equilíbrio. À perda de mercados externos a vacina deve ser interna.

E a Fitch vem dizer o mais do mesmo, isto é, nada.

Se houver por aí algum iluminado como eu chegue-se para que me traga mais luz na tradução do que estes dois (Moody´s e Fitch) não dizem.
Imagem de perfil

De Manuel a 27.01.2016 às 10:16

Não dizem nada porque o segredo é a alma do negócio e o negócio deles é yieldes.
Sem imagem de perfil

De lucklucky a 27.01.2016 às 10:33

Se não quer saber ler não há nada a fazer....
Sem imagem de perfil

De Vento a 27.01.2016 às 14:08

Eu sabia que apareceria uma lâmpada com o arrancador avariado. Tem vontade de dar luz, mas não é capaz.
Sem imagem de perfil

De lucklucky a 29.01.2016 às 09:38

Ainda não percebeu que o 2% de crescimento do PIB não pode custar 6% do PIB?

Sem imagem de perfil

De Vento a 29.01.2016 às 11:57

Apresente as contas.
Sem imagem de perfil

De Luís Lavoura a 27.01.2016 às 10:03

As opiniões destas agências de rating pouco nos interessam agora. Só a opinião da DBRS nos interessa, porque é dela que depende que o BCE continue a comprar dívida portuguesa. Para as outras agências podemos bem estar-nos a c.g.r.
Sem imagem de perfil

De Nuno a 27.01.2016 às 16:06

Se calhar convinha não estarmos dependentes só dessa, não?

E nesse sentido, se calhar devíamos ouvir a Fitch, que das restantes 3, era que apontava perspectivas positivas para o nosso rating.

Comentar post



O nosso livro


Apoie este livro.



Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2017
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2016
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2015
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2014
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2013
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2012
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2011
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2010
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2009
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D