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O objectivo dele era fazer o pleno (4)

por Sérgio de Almeida Correia, em 07.06.14

"O princípio agora exposto pelo primeiro-ministro é de uma perigosidade extrema, porque configura uma visão instrumental do poder judicial e das magistraturas. Aquilo que o primeiro-ministro parece sugerir é a ideia de que, daqui para a frente, é necessário que os juízes indicados para avaliarem da conformidade constitucional das leis sejam "amiguinhos", e, portanto, sejam submissos ao poder político. Ou seja, ao recusar o princípio elementar do Estado de direito de que ninguém, nem sequer os governos, está acima da lei nem dos tribunais, aquilo que Passos Coelho faz é um ataque despudorado ao regime e à democracia. E tem como objetivos únicos, por um lado, disfarçar os indicadores negativos como a desaceleração da economia e outros que nos colocam em divergência com a média europeia. E, por outro, encontrar um bode expiatório a quem responsabilizar pela incompetência em levar a cabo reformas estruturais e por novas doses de austeridade, afinal de contas, a única doutrina ideológica que a atual maioria conhece e que a conduziu à opção suprema de ir muito além do que a troika impunha." - Nuno Saraiva, I Governo Inconstitucional

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5 comentários

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De João a 07.06.2014 às 11:01

Passos Coelho, assim como o seu governo, já mostraram por A +B que são ignorância pura, a nível de governação e como tal, ou estão todos de acordo com o soberano Pedro ou então, são os outros os responsáveis por levarem o país à degradação, tal como dita o ditador Passos Coelho. Espera-se que o TC, continue a obrigar a cumprir a constituição e que os portugueses, ponham esta gente, duma vez por todas na rua e se possível, façam aquilo que mandaram fazer aos portugueses que diga-se, de passagem com algum êxito, EMIGREM.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 07.06.2014 às 12:51

No final deste ano, em resultado das doutas decisões dos zelotas do Ratton que não permitem nem mortos que se reduza a despesa do estado, os portugueses irão pagar qualquer coisa como mais 4,5 mil milhões de euros de impostos. Não vale a pena falar do mal que isso faz ao crescimento económico e à criação de emprego. O que é porreiro, é filosofar acerca da legitimidade que os srs juizes têm para prejudicar sem apelo nem agravo, porque das suas decisões não há recurso, milhões de pessoas, para entre outras coisas manterem a sua folha de salários e restantes mordomias intactas.
Se tivermos pachorra para ler e ouvir o que dizem o Nuno Saraiva, e o chefe dele o Marcelino, chegamos fácilmente à conclusão que fazem um belo par para puxar um carro de parelhas, daqueles que têm um varal ao meio. O DN dirigido por eles, vai acelaradamente a caminho das tiragens do i.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 07.06.2014 às 14:08

Apenas uma pequena achega:

http://2.bp.blogspot.com/-C5QJkXxRA-E/U5L1oiCP1GI/AAAAAAAAUqA/2uT1RcTmJMk/s1600/Sol+6+6+14+b.jpg
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De William Wallace a 07.06.2014 às 16:01

Como disse o outro e bem se os nossos salários e pensões não valem nada, as vossas rendas e património também não e olhem que nós somos mais.

Isto tinha uma solução fácil, era criar exemplos do outro lado da barricada que Portugal tornava-se logo um País mais saudável.
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De Anónimo a 07.06.2014 às 17:49

Os juízes nunca disseram que não se devia reduzir a despesa do estado, o governo é que não lhe interessa fazê-la, interessa-lhe mais cortar nos cidadãos que é isso que não deve fazer. Guilherme de Oliveira Martins, já disse várias vezes para cortarem nos desperdícios, mas eles não cortam, antes pelo contrário, continuam na mesma e enchem os gabinetes ministeriais de jovens a ganharem balúrdios, sem fazerem nada. Claro, cortar na FP, Aposentados e Reformados, assim tudo bem, eles ficam com menos, mas nós continuamos na mesma se eles passarem fome que se lixem!.... Enquanto pensarmos assim, não evoluímos, porque para evoluirmos, temos de arregaçar as mangas e todos em frente a lutar pelo mesmo fim. Quanto aos impostos, provavelmente os juízes estão certos, é que aí todos pagam sem excepção e o mais pobre, se não puder comprar um produto por 20€ Compra por 5€. Foram esses mesmos, com menos poder de compra que mo disseram e dizem sem problema algum. Esses, compreendem melhor que os outros que tudo têm e não se importam se o reformado já não tem dinheiro para o lar e não tendo resta-lhe a rua. Reestruturação da dívida, ou fazem-na ou levam o país à ruína.

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