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O novo menino de ouro do PS.

por Luís Menezes Leitão, em 25.06.17

Segundo nos informa hoje o Público num artigo absolutamente isento e imparcial, e que nada tem de propaganda, Fernando Medina é o novo "menino de ouro" do PS, que agora vai mostrar o que vale nas eleições autárquicas. O PS adora meninos de ouro, sendo que o último que me lembro que teve esse qualificativo foi o nosso querido José Sócrates, que atirou o país para a bancarrota. Mas este menino de ouro não precisa nada de provar o que vale em eleições, pois já demonstrou o que vale na Câmara: lançamento de taxas inconstitucionais, até na opinião do Provedor de Justiça e do insuspeito Vital Moreira; obras intermináveis, quedas de viadutos e de gruas, que deixam o trânsito num caos, etc, etc. Se o centro-direita tivesse tido a inteligência de arranjar candidaturas minimamente consistentes este menino de ouro, na verdade com muita lata, iria mas é pregar para outra freguesia. Assim, é bem provável que a vida dos lisboetas continue a ser o inferno em que ele a quis tornar.

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19 comentários

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De V. a 25.06.2017 às 11:57

Enquanto o centro-direita não se livrar de corruptos e oportunistas, por um lado, e famílias de gente tola que têm quintas com cavalos, por outro, não tem grandes hipóteses no panorama coligacionista pós-eleitoral com que Costa traiu os preceitos do regime e instituiu a canalhice programada como a moeda-forte da política.

O que é necessário é criar um partido liberal conservador — mas como nós não temos uma componente "tory" por culpa própria de uma aristocracia indolente — temos de ficar só pela componente liberal. E reduzir o poder da camada alta da função-pública onde se alcovita o poder socialista e a figura tenebrosa do "gestor privado" (que são tudo menos isso), privilegiando as PME e os pequenos comerciantes. E extinguir o municipalismo, essa coisa redundante e arcaica que é o centro canceroso e provinciano da actividade partidária. Em seu lugar, criar regiões paisagísticas com 2 interesses: turismo e negócios. No resto mandar os func-pub todos para casa ou até para os trópicos e desampararem a loja. Bai bai.

E acabar com o lobby dos gays que andam de bicicleta (o que basicamente implica acabar com o BE). Isso também dava jeito. Pelo menos para andar na rua em segurança.
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De Einsturzende neubauten a 25.06.2017 às 14:31

V, mais uma vez desatento! Temos por cá os Tory r us. E até lhe digo mais. Vendem lá bicicletas. Toma. 1-0, Neubauten, de livre.

Quanto ao poder autárquico, por estas bandas, ele é mais poder autárcico. Era aproveitar as praças municipais para autos de fé. Mas só no inverno por causa do Pinheiro manso e da Selva.

Essa do BE e gays....não lembra a ninguém. Repare que as do Bloco tem selim (não confunda com Slimani, ou ainda diz que quem anda montado é do Bloco e muçulmano)
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De V. a 26.06.2017 às 01:08

A dos gays e das biclas foi só para provocar. Mas atenção: direitos iguais não é direitos extra. Não andem com as bicicletas nos passeios senão começam a levar nas trombas. Fica o aviso.
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De Einsturzende neubauten a 25.06.2017 às 14:35

É o pessoal do PS a citar Ferreira Leite e o do PSD, Vital Maneiras. O Vital por este andar ainda vai parar ao Caldas. Fica com direito a cordel e tudo. Ou melhor só com cordel fica direitinho
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De jo a 25.06.2017 às 15:49

José Sócrates não é flor que se cheire, mas olhe que houve uma crise financeira mundial em 2008.
Os resolvedores da bancarrota que vieram em 2011, depois de dizerem que Sócrates tinha feito austeridade a mais, falharam TODAS as metas que se propuseram.

Parece que há municípios do PSD que querem instituir taxas moderadoras, por isso penso que não vais ser um grande cavalo de batalha nestas eleições.

As obras poderiam ter melhor gestão, mas acusar a câmara no caso de uma grua de um privado que cai parece retorcer um pouco os factos.
A nossa direita detesta controlos e licenças do Estado ou das Autarquias sobre negócios privados, mas quando há problema é sempre a primeira a exigir que o Estado aja.
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De Einsturzende neubauten a 25.06.2017 às 19:35

Alguém diga ao Jo que José Sócras, segundo o Correio da Manhã, está a ser investigado por Wall Street e mesmo pela Wall Mart e mesmo pela Halls, pela origem da crise de 2008 e quiçá pelo vulcão dos Capelinhos e pelas cheias de 67. E mesmo ....epa esqueci-me....e até, já me lembrei!! pelo meu esquecimento .
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De Cr a 25.06.2017 às 23:44

Este incensado "edilótra" teve o visionária ideia de tranformar grande parte das artérias principais em Ruas do Carmo com banquinhos de 1988.
No Bairro do Arco do Cego, não chega um autotanque á maioria das Ruas.
Estão a corrigir à pressa depois da obra feita e esqueceram-se dos marcos de incêndio.
Fazem-se depois de arder. Há mais bairros assim.
Nas laterais de uma faixa não passam os bombeiros se um carro avariar.
Se houver algum azar em Lisboa, vamos ter funerais de bicicleta.
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De Luís Lavoura a 26.06.2017 às 09:31

lançamento de taxas inconstitucionais

É verdade que a taxa de proteção civil é inconstitucional. Mas é igualmente verdade que essa taxa apenas substitui a anterior taxa de esgotos, que era igualmente inconstitucional e que já tinha sido lançada (não sei por quem) há muitíssimos anos. Não foi Medina quem inventou as taxas inconsticucionais em Lisboa.
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De Luís Menezes Leitão a 26.06.2017 às 10:43

A taxa de esgotos foi substituída pela taxa de resíduos e é paga na conta da água. Essa taxa pressupõe uma remuneração por um serviço prestado pela Câmara em relação aos esgotos, podendo por isso considerar-se constitucional. Já a taxa de protecção civil é uma taxa completamente nova, que não corresponde a serviço algum. Por isso a sua inconstitucionalidade é manifesta. Ninguém a criou antes do Medina, que a lançou a 31 de Dezembro de 2014, tendo ainda tido o descaramento de cobrar aos lisboetas o ano de 2014. Não é nenhum menino de ouro, não passando de um menino com muita lata.
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De Anónimo a 26.06.2017 às 16:18

Como o Lavoura, a maioria paga sem sequer se aperceber de que foi, apenas, um truque para cobrar a dobrar, o "papelinho" até ficou parecido. Nesta técnica dos impostos escondidos, "o menino de ouro" segue, rigorosamente, a ideologia do "mestre" que o elegeu porque, nenhum Lisboeta votou no Medina e, já nem sabemos bem, em tudo e, no final, quanto pagamos de impostos.
Apenas esperam, ardentemente que a seguir à taxa da protecção civil e todas as outras taxas da conta da água e similares, combustíveis, Sol, vistas, sal, açúcar... os "cérebros de passarinho" dos seus eleitores nunca mudem e só consigam reter as doses diárias de futebol e as datas do pagamento dos impostos.
O chamado "surripiar", não à descarada mas, sorrateiramente, um trabalho que faz inveja aos carteiristas profissionais porque não arriscam, como estes, em ir parar à prisão.
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De Luís Lavoura a 26.06.2017 às 09:33

quedas de viadutos e de gruas, que deixam o trânsito num caos

A grua que caiu era da Câmara Municipal de Lisboa? Creio que não.
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De Luís Menezes Leitão a 26.06.2017 às 10:44

E a polícia municipal não tem por função fiscalizar as obras e as gruas? Ou serve para quê?
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De Luís Lavoura a 26.06.2017 às 11:05

A polícia municipal fiscaliza a ocupação do espaço público por gruas, andaimes ou seja o que fôr. Fiscaliza única e exclusivamente a ocupação do espaço público; não fiscaliza a qualidade das gruas nem dos andaimes. Se eles caírem, isso não é culpa da polícia municipal.
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De Luís Menezes Leitão a 26.06.2017 às 11:23

Há limites para o disparate. Quando se fiscaliza a ocupação do espaço público por gruas e andaimes, acha que o fiscal se deve estar nas tintas para o risco de desabamento das gruas e andaimes? Não será a sua principal função evitar esse risco?
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De Luís Lavoura a 26.06.2017 às 09:36

obras intermináveis

Algumas obras já terminaram. Por exemplo, no eixo central. É calro que, quando umas obras terminam, outras iniciam-se. Mas isso é normal, uma cidade está sempre em obras.
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De Luís Menezes Leitão a 26.06.2017 às 10:48

Uma cidade sempre em obras é uma cidade absolutamente anormal. Eu quero viver numa cidade e não num estaleiro. Na noite de Santo António houve uma multidão que não conseguia circular no Campo das Cebolas, devido às obras nessa zona, ficando atravancada no passeio. Não há direito de fazer isto nesta cidade, apenas para benefício das empresas de construção civil.
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De Luís Lavoura a 26.06.2017 às 11:10

Se você fôr visitar a catedral de Colónia, nunca a verá na sua plenitude e perfeição: ela está sempre, permanentemente, em obras. Ou num lado ou no outro, ou à frente ou atrás, há sempre obras a decorrer.
Uma cidade é a mesma coisa: há sempre obras nela, ou num lado ou noutro.

Eu por acaso na noite de Santo António passei (cerca das 21 horas) pelo Campo das Cebolas de autocarro, não tive dificuldade nenhuma. Havia um semáforo, o autocarro esteve um minuto parado e depois virou em direção ao Cais do Sodré. Onde o autocarro teve muitos problemas foi a entrar no Martim Moniz, devido a um grande afluxo de carros ao parque de estacionamento; mas isso não foi devido a obras.
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De Luís Menezes Leitão a 26.06.2017 às 11:30

Pois eu sou mais modesto. Passei a pé no Campo das Cebolas, por volta da meia-noite, vindo de Alfama. Garanto que ninguém conseguia passar, uma vez que o passeio fora reduzido a um mínimo, em consequência das obras. E garanto que todos os que ali ficaram imobilizados numa multidão que não passava, entre os que queriam ir e os queriam voltar, amaldiçoaram o Medina e as suas malvadas obras.

Curiosamente, ao contrário da Catedral de Colónia, os nossos monumentos não estão em obras, nem sequer a Igreja de Santa Engrácia, que levou 327 anos a construir. Porque será? Talvez porque não interessem aos construtores civis, os únicos que ganham com estas obras disparatadas.
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De A. Vieira a 26.06.2017 às 14:24

O Al_medina. , o oiro de lata.....

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