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Novamente na direcção errada

por Pedro Correia, em 05.05.17

Uma vez mais, o PSD a disparar na direcção errada, transformando o Presidente da República em alvo político. Não haverá maneira de os estrategos entrincheirados na Lapa perceberem que assim só cavam cada vez mais fundo um fosso destinado a separá-los do país real?

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16 comentários

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De Barão Marquês a 05.05.2017 às 23:27

A propósito da reação ás palavras da ex-ministra das finanças M.L. Albuquerque o Sr. Presidente vai ter que explicar quais as situações, e quem nelas se saiu mal com um ou quais presidentes por causa dos alegados arremessos. E ainda se não reparou que o efeito boomerang se abate muitas vezes sobre quem fala assim quando pretende atingir outrem. Quanto a cada um puxar a brasa á sua sardinha, ás vezes até parece que há quem esteja de serviço ao fogareiro e que parece substituir e dispensar os diretamente interessados no aquecimento.
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De Pedro Correia a 05.05.2017 às 23:39

O PSD é um partido de oposição ao Governo. Comete um erro lapidar se procurar ser também um partido de oposição ao Presidente da República.
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De Barão Marquês a 06.05.2017 às 00:29

Talvez sim. Mas não será menos desajustado e lamentável que o presidente entre em troca de galhardetes com um membro de um partido político. Com a agravante de deixar subjacente uma ameaça velada, pareceu-me, de retaliação.
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De Luís Menezes Leitão a 06.05.2017 às 08:01

Perante um presidente tão apoiante do governo, o PSD não pode fazer outra coisa se não atacá-lo. Há muito tempo que defendo isso, como por exemplo aqui:
https://ionline.sapo.pt/548809?source=social

Sá Carneiro fez precisamente a mesma coisa com Eanes e não se deu mal. Olhar para o lado, quando o presidente ataca o partido é que manifestamente não pode ser.
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De José António Abreu a 06.05.2017 às 14:37

De acordo. Ainda por cima, Maria Luís Albuquerque limitou-se a dizer o óbvio.
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De Pedro Correia a 06.05.2017 às 16:34

Música para os ouvidos de António Costa. Com o PSD a gastar munições contra o PR, o sorriso do PM amplia-se.
Outro erro estratégico do PSD, somado às hostilidades abertas com o CDS e à total incapacidade de escolher candidatos autárquicos credíveis em Lisboa e Porto, praças fortes das próximas autárquicas.

As guerras entre Eanes e Sá Carneiro nada têm a ver com esta história. São de outro século. Com um governo ainda politicamente responsável perante o PR e o Conselho da Revolução como tutela das instituições civis, enquanto reminiscência dos tempos pré-constitucionais.
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De Einstürzende Neubauten a 06.05.2017 às 16:56

Parece ser uma excelente estratégia dirigir ataques ao Presidente, tendo em conta os seus baixos índices de popularidade, ao contrário de Passos Coelho!
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De Anónimo a 06.05.2017 às 11:57

Bom dia Pedro Correia.
Não simpatizo com a Sra MLA.
Ouvi a entrevista. Pessoalmente creio que não devia ter dito que o PR não é o que de facto não é. Por trás disto tudo, penso que existem muitos ódios pessoais. Por outro lado, o PR está cada vez mais a pôr-se a jeito. E não devia responder quase à letra a militantes partidários, sejam quais forem. Oxalá me engane, mas estas pequeninas coisas daqui a mais um ano darão uma soma muito grande. Ninguém fica bem na fotografia.
António Cabral
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De Pedro Correia a 06.05.2017 às 16:37

Cada vez me convenço mais disto: se António Costa pudesse escolher a dedo os actuais opositores, teria escolhido estes mesmos.
Sem alterar nada.
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De Francisco a 06.05.2017 às 16:13

Alguém tem que dizer o óbvio a Mr. Marcelfie.
Se esse alguém for uma pessoa reconhecidamente moderada e ponderada como é Maria Luís Albuquerque, melhor!
Mr. Marcelfie não se pode contemplar como um qualquer rei absolutista, nem pode arrogar-se o direito de dizer tudo quanto lhe apetece, quando lhe apetece e como lhe apetece sem com isso ficar sujeito à crítica democrática.
É tão evidente que Maria Luís aceitou em cheio, que a resposta de Mr. Marcelfie está carregada de ameaças
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De Pedro Correia a 06.05.2017 às 16:35

O primeiro passo para perder qualquer debate político é tentar amesquinhar os adversários, adulterando-lhes os nomes.
Sinal de fraqueza.
E por aqui me fico.
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De Francisco a 07.05.2017 às 16:48

Discordo, evidentemente.
'Mr Marcelfie' não é uma tentativa de amesquinhamento.
É a constatação da realidade: o PR está mais preocupado com o 'parecer' do que com o 'ser'. Se alguém está a amesquinhar, é precisamente o cidadão Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa relativamente ao desempenho do cargo Presidente da República.
Exemplo de fortaleza é que não é!
E por aqui me fico
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De Pedro Correia a 07.05.2017 às 22:05

Já reparou que a esmagadora maioria dos portugueses não o acompanha no seu raciocínio?
Ou preferia ter em Belém um novo Jorge Sampaio, que decidiu um dia dissolver o Parlamento por já não aguentar a cara do primeiro-ministro?
É esse o modelo institucional que prefere?
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De Francisco a 08.05.2017 às 14:58

Em boa verdade, não procuro a companhia de quem quer que seja, quanto mais da esmagadora maioria dos portugueses...
Depois, também não me interessa nada comparar o actual PR com qualquer dos ex (até porque, sendo as circunstâncias diferentes, jamais saberemos com se comportaria qualquer deles).
A minha discordância/crítica relativamente ao PR tem a ver com a forma como ele exerce o mandato e como não se resguarda para o que possa aí vir (e que pode exigir dele muito mais recato, ponderação e acção efectiva). Neste sentido, 'Mr Marcelfie' é uma boa caricatura/crítica ao que temos assistido, como poderia ser 'Marcelo, o afectuoso'...
[sobre maiorias ('esmagadoras' ou nem tanto) e estar ou não estar com elas, vale a pena lembrar as legislativas de 2009...]
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De Einstürzende Neubauten a 06.05.2017 às 17:01

Pedro Feytor Pinto: "Marcelo Rebelo de Sousa é uma criatura de Marcello Caetano"

Pedro, o que lhe parece?

Em certos sentido Marcelo faz-me lembrar um líder carismático, como aqueles que se procuravam nas 3ºvias, das décadas de 20-30, para além dos partidos. E nesse sentido concordo com Pedro Feytor Pinto. Existe algo de deja vu em Marcelo, a lembrar uma Primavera marcelista, mas numa TV, a cores, HD

Marcelo um pater famílias, um pater patriae

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De Pedro Correia a 07.05.2017 às 22:06

Marcelo Caetano é história. Neste caso, é quase pré-história.
Governou entre 1968 e 1974.
Já estamos em 2017.

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