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Meia-idade

por José António Abreu, em 11.03.16

No que me diz respeito, chegar perto dos cinquenta e começar a apreciar raparigas com idade para serem minhas filhas gera uma perturbação não mais do que ligeira. Pior é perceber que algumas delas são filhas de amigas e/ou colegas que fizeram - e, em muitos casos, ainda fazem - parte das minhas fantasias.

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30 comentários

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De Fernando Torres a 11.03.2016 às 10:34

Pois, meu caro José António, chegar aos 50 tem destas coisas.
Já lá cheguei no dia 20 de Fevereiro.
Recordar é viver!
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De José António Abreu a 11.03.2016 às 10:56

Então parabéns atrasados, Fernando. Eu ainda não cheguei - mas só estou a dois anos e meio.
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De Anónimo a 11.03.2016 às 12:47

Eu cheguei em Maio mas 1989!! Nesse tempo olhava para as gajas (velhas e novas, tudo marcha) e hoje continuo...apesar de a pedalada já não ser muito forte. Um belo par de mamas ... é de tarar.
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De Fernando S a 11.03.2016 às 12:58

"...apesar de a pedalada já não ser muito forte."

Quanto menor é a "pedalada" mais e melhor se "olha" !...
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De Vento a 12.03.2016 às 13:15

Fernando, só para dizer que acabei de deixar um comentário em resposta ao seu no post do Sérgio em 28-02. A demora deve-se a mais uma de minhas viagens.
Faço notar ainda que deve retirar ao crescimento de 2015 (0,9 em 2014 + 0,6 em 2015 face a 2014) a queda que existiu em 2013. Ou seja, a economia mantem-se em 2015 nos mesmos níveis anteriores.
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De João de Brito a 11.03.2016 às 11:23

Podia pedir os parabéns doutra maneira.
O seu caso é mais para partilhar numa cama de psiquiatra.
A mim, não me interessa nada.
Por isso, não lhe dou os parabéns.
Mas dou-lhos pelo aniversário.
Parabéns!
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De José António Abreu a 11.03.2016 às 11:33

Que aniversário? Escrevi: "chegar perto dos cinquenta".

É impressionante como até neste género do posts há quem tenha de se mostrar agressivo...
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De Luís Lavoura a 11.03.2016 às 11:29

começar a apreciar raparigas

Começar?! Alguma vez tinha deixado de as apreciar?
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De José António Abreu a 11.03.2016 às 11:34

"começar a apreciar raparigas"

O seu computador não lhe mostrou o resto da frase?
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De Luís Lavoura a 11.03.2016 às 11:30

apreciar raparigas com idade para serem minhas filhas gera uma perturbação

A perturbação não é apreciá-las. A perturbação é saber que já não se tem pedalada para elas.
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De José António Abreu a 11.03.2016 às 11:40

É impossível responder a este género de comentários de forma elegante: ou se reforça a mensagem ("a quem o diz...") ou se passa uma triste imagem de macho espicaçado ("fale por si"). Pelo que... nada, é só isso.
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De V. a 11.03.2016 às 13:16

Adenda: é impossível responder ao Lavoura de forma elegante.
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De Bic Laranja a 12.03.2016 às 03:25

Não ler lavoura é uma forma de higiene. Eu não leio. Li a tréplica, que me levou à réplica e alto! Não responder ao lavoura seria o corolário ostracizante.
Cumpts.
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De ali kath a 11.03.2016 às 12:01

'la maladie de la cinquantaine'
ou
'démon du Midy'
dizia-se outrora

ou trocar uma velha de 50 por duas novas de 20
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De José António Abreu a 11.03.2016 às 12:16

Há um ponto positivo, hoje: já não existem "velhas de 50". Não estou bem certo de o mesmo se aplicar aos homens...
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De ali kath a 11.03.2016 às 16:05

como vivemos num mundo ainda machista
nunca se fala na andropausa
também chamado mal murcho
ou Serafim de Carvalho

anedota da análise clínica
sspm
ou
só serve para mijar
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De Fernando S a 11.03.2016 às 12:43

Parabens pela coragem em falar publicamente nestas suas fantasias !
É um exercicio arriscado !...
Por exemplo, eu apenas posso dizer aqui que obviamente não "olho" para as "raparigas com idade para serem minhas filhas" e nem sequer para as "amigas e/ou colegas", apenas para a minha querida e eternamente bela esposa !!...
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De Anónimo a 11.03.2016 às 13:35

Concordo com a primeira parte (a do exercício arriscado).
Com o resto pasmo. Ou tem um grande auto-controle ou está a disfarçar uma vez que põe o nome apesar de não gostar de arriscar. Ou... qualquer coisa de estranho e muito esquisito se passa.
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De Fernando S a 11.03.2016 às 16:08

Anónimo, tem razão ... estou a entalar os Fernandos !...
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De eu não acredito a 11.03.2016 às 14:08

Ehehehehehe !

Eu também sou um "ganda" mentiroso !
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De Fernando S a 11.03.2016 às 16:13

Um "ganda" mentiroso nunca reconhece que o é !!...
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De José António Abreu a 11.03.2016 às 15:08

Diria que "o risco é a minha profissão" mas nunca tive nem grande coragem nem jeito para o desenho. Assim sendo, direi apenas que, em tempos um tudo-nada menos politizados, este género de textos não me era atípico.

Por exemplo:
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/5916017.html
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/5563974.html
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/5276305.html
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/5010058.html
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/4805163.html
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/4711678.html
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/4606845.html
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/3941440.html

Há mais, especialmente dos tempos em que eu não escrevia no Delito, mas já chega. Ou, pronto, só mais este, que versa o mesmíssimo tema:
http://escafandro.blogs.sapo.pt/300658.html

E continue a olhar exclusivamente para a sua esposa. Ela certamente merece.
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De Fernando S a 11.03.2016 às 16:04

Efectivamente, José António, o seu mal está bem instalado, não tem cura !...

Quanto à esposa, não merece ... mas eu sou assim !...
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De Bal a 11.03.2016 às 14:48

Nos homens os 50 são os novos 40.
Nas mulheres os 50 continuam a ser os 60. É só uma piada. Não sou misógino.
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De José António Abreu a 11.03.2016 às 15:16

Olhe que não. Nas mulheres é que são os novos 40. Talvez mesmo 35. Os homens degastam-se mais - eventualmente (isto pode correr mal...) por causa da acção das mulheres. Até continuam a morrer mais novos...
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De AntónioF a 11.03.2016 às 18:45

Caro José António Abreu,
o que escreve é motivo para pedir alguém em casamento que não as ditas raparigas, mas sim algo parecido com isto ( https://dl.dropboxusercontent.com/u/19728338/digitalizar0004.pdf ), já o contrário do que escreve... sim é um motivo maior para fantasiar.

Se me permite, altero:

«No que me diz respeito, chegar perto dos cinquenta e começar a ser apreciado por raparigas com idade para serem minhas filhas gera uma perturbação não mais do que ligeira. Pior é perceber que algumas delas são filhas de amigas e/ou colegas que fizeram - e, em muitos casos, ainda fazem - parte das minhas fantasias.»

P.S.: Parabéns pelo seu divertido texto que li neste fim de tarde!
O texto cujo link envio foi publicado no Expresso, 15 de Janeiro de 2001, suplemento Atual, p. 36
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De José António Abreu a 11.03.2016 às 22:30

O texto do Veríssimo é divertido mas, ainda assim, parece-me que certas coisas dispensam a formalidade do casamento, operando perfeitamente no plano da relação de facto (ou, para quem já casado, da relação extraconjugal).

Quanto às suas alterações ao meu postezito, parabéns: abrem de facto todo um universo de possibilidades. Hélas, no que me diz respeito obrigam a transitar para o reino da ficção...

:-)
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De lucklucky a 12.03.2016 às 01:47

Lolitas...
Festeje é sinal que está bem vivo.
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De BELIAL a 12.03.2016 às 19:19

Ah, seu malandreco....

Eu aos 55 - troco tudo por um bitoque,

É mais real e não traz chatices...

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