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por Pedro Correia, em 27.05.14

Pedro Magalhães: «PSD e CDS têm, em conjunto, menos 12,4% que nas anteriores europeias (quando estavam na oposição).»

 

Paulo Gorjão: «O PS ganhou mas é um partido cada vez mais intranquilo e que pressente um desaire em 2015.»

 

Rodrigo Adão da Fonseca: «A vitória de António José Seguro foi tão colossal que hoje ligamos a televisão e só dá António Costa, regressado de Alcácer-Quibir.»

 

Vital Moreira: «A decepcionante escassez  da vitória numas eleições em que tudo lhe era favorável deixa pouca margem ao PS para uma vitória robusta nas legislativas.»

 

Sofia Loureiro dos Santos: «Temos que acabar de vez com esta pseudo política pseudo humana e pseudo simpática de pseudo corações em pseudo líderes.»

 

Paulo Pedroso: «É patético que o PS pense que pode, a partir desta base e neste contexto, fazer uma campanha assente na reivindicação de uma maioria absoluta.»

 

Luís Novaes Tito: «António José Seguro teve a coragem de avançar quando todos se esconderam e preferiram calcular as suas vidinhas futuras, fugindo às responsabilidades de suceder na oposição a um desaire eleitoral.»

 

João Pedro Pimenta: «As consequências imediatas parecem estar a atingir, antes de mais, o PS. Quando é que um partido vencedor registou tal convulsão interna?»

 

Luís Naves: «Os partidos profissionais de poder tiveram resultados miseráveis.»

 

Maria João Marques: «Apetece perguntar ao PSD e ao CDS: de que vos (e nos) valem os fracos resultados do PS, se perderem o juízo?»

 

Mr. Brown: «Esta luta taco a taco entre PSD+CDS e PS só é possível por um motivo: não há quem apareça a colocar no mapa um novo partido de direita.»

 

Rui Albuquerque: «Os 7% de votos na lista de Marinho Pinto são um protesto contra o sistema político e aquilo que os eleitores entendem ser a corrupção da classe política.»

 

Porfírio Silva: «Não vale a pena querer substituir a luta política pela tentação de mudar de povo.»

 

Joana Lopes: «O Bloco bem pode arrumar as ideias e a casa, rapidamente e em força.»

 

Filipe Nunes Vicente: «Rui Tavares perdeu o lugar de eurodeputado, o Bloco perdeu dois. Mais uma ou duas uniões de esquerda e o PCP fica com bar aberto.»

 

João Rodrigues: «As acusações de populismo, a palavra preferida de certas elites, e de eurocepticismo valem bem a tarefa para uma esquerda que não anda a dormir e que sabe que não há mais tempo a comprar.»

 

João Gonçalves: «Tudo somado, entrámos no pântano que Guterres, em Dezembro de 2001, pretendeu evitar com a sua lúcida demissão.»

 

José Gabriel: «A abstenção como total demissão de intervir – e não ignoro que muitos dos que se abstêm têm plena consciência disto e não procuram desculpas, pois que a sua decisão é pensada – é uma ilusão.»

 

António Pais: «Quem não avançar agora, exigindo uma clarificação e submetendo aos militantes dos respectivos partidos (e por arrasto aos restantes cidadãos) o seu projecto, é tão cobarde como os actuais chefes.»

 

(actualizado)

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6 comentários

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De Siglas a 27.05.2014 às 09:33

MPT - Marinho Pinto Tiradentes
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De Pedro Correia a 27.05.2014 às 10:40

Marinho Pinto Tira-os-daqui. (Ou muito me engano ou virão aí alterações à lei eleitoral; acossado, o chamado "arco da governação" vai tentar enfim aproximar eleitos de eleitores - embora o tiro possa sair-lhe pela culatra)
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De monge silésio a 27.05.2014 às 10:23

1.- Quando a vontade geral não é clara, sendo confusa, expressando nebulosidade na tomada e escolha de valores do bem comum, alguém reporá a ordem.

2.- Quando a sociedade civil demite-se do fazer, confiando no pedir, e entra em colapso, após queixume e lamúria, temos a formação (porventura trágica) de novo ciclo.

3.- Ordem e novo ciclo fazem caminho, independentemente dos ais e uis , dos desejos, das doçuras. Afinal quem, ...quem mesmo nos conduziu e nos conduz?

Não são os 415 do poder feitos convivas da cabidela...a raíz está na cozinha!
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De Pedro Correia a 28.05.2014 às 00:31

Basta analisar os resultados eleitorais em França, na Dinamarca e no Reino Unido, por exemplo.
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De amendes a 27.05.2014 às 10:53

Do Sr Marinho Albuquerque

" Os 7% de votos na lista de Marinho Pinto...."

Mal vai o país que só 7% do povo (votante) é contra a "corrupção da classe politica "...

Qualquer D. Quixote pré-demagogo teria o mesmo resultado...

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De Pedro Correia a 28.05.2014 às 00:30

Nada que o D. Sebastião não resolva numa manhã de nevoeiro.

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