Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Leituras

por Pedro Correia, em 11.12.17

2141250493-luis-de-sttau-monteiro-um-homem-nao-cho

 

«Haverá alguma lei que obrigue os portugueses a serem graves, pomposos, eminentemente respeitáveis, com aquela respeitabilidade própria dos adolescentes que desejam passar por homens feitos? Já não haverá gente nova nesta terra que teve tanta gente nova? Estaremos todos, efectivamente, convencidos de que temos uma mensagem a comunicar ao mundo?»

Luís de Sttau MonteiroUm Homem Não Chora (1960), pp. 76/77

Ed. Ática, Lisboa, 1970 (4.ª edição)

Autoria e outros dados (tags, etc)


6 comentários

Sem imagem de perfil

De Beatriz Santos a 11.12.2017 às 18:18

Gosto da prosa deste escritor e há muitos anos li este livro. E hoje não recordo nada, é como se o conteúdo tenha evaporado. Lembro bem a melena de Sttau Monteiro:). Era uma personagem interessante que conheci graças a um concurso no tempo em que os concursos quase valiam mais pelo júri que pelos concorrentes.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 11.12.2017 às 18:41

Gosto muito deste livro (e do seu mano um ano mais novo, 'Angústia Para o Jantar'). Duas obras que mudaram a escrita na literatura portuguesa, limpando-lhe gorduras e excrescências balofas - defeito em que volta e meia os nossos escritores recaem com excessiva frequência. Ao mesmo tempo, um certo retrato da Lisboa intelectual e burguesa, das classes dominantes, nos anos crepusculares do salazarismo.
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 12.12.2017 às 08:27

Hoje os tempos são outros. Homens feitos a fazerem-se passar por adolescentes. A jovialidade é a marca dos tempos. Mas estaremos melhor?
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 15.12.2017 às 13:38

É verdade. As coisas inverteram-se.
Sem imagem de perfil

De pitteti a 15.12.2017 às 13:33

Faltam, imperdoavelmente, as cartas da guidinha.
Do filho do embaixador fassssista em Londres.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 15.12.2017 às 13:37

Essas cartas marcaram um estilo. E uma época. E foram uma forma inteligentíssima de contornar a censura.
Deviam ser reeditadas. Mas o contexto teria de ser muito bem explicado em notas editoriais. Há cada vez menos gente preparada para isso.

Comentar post



O nosso livro


Apoie este livro.



Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2017
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2016
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2015
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2014
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2013
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2012
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2011
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2010
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2009
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D