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Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 04.11.17

«El señor Iglesias confunde a España con Venezuela, pero dice de nuestro país lo que nunca dijo del régimen de Maduro: «Me avergüenza que en mi país se encarcele a opositores». Dan ganas de preguntarle: ¿hay alguien que haga más oposición que usted, señor Iglesias, alguien que cada día se dedique más a destruir al Gobierno, al régimen y al jefe del Estado? ¿Y algún fiscal se ha querellado contra usted? ¿Alguien le ha pedido siquiera que deje de acosar o insultar?»

 

Fernando Ónega, Cuando Iglesias confunde a España con Venezuela, em La Voz de Galicia

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15 comentários

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De João Marques a 04.11.2017 às 15:53

Outro arrivista traidor da pátria. É inacreditável o fundamentalismo cego da esquerda radical. Felizmente esta gente não se dedicou à religião. Infelizmente, poderia ter-se dedicado ao futebol.
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De Anónimo a 03.01.2018 às 21:49

Traidor da pátria és tu que prestas vassalagem ao estado espanhol! É inacreditável o fundamentalismo cego da direita radical.
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De Rui Henrique Levira a 04.11.2017 às 16:27

Ó Pedro Correia, tenha lá dó e não bata mais no ceguinho: o bom do Iglesias anda à nora a ver se põe na ordem o seu próprio independentista argentino-catalão, o Fachín que odeia "fachas".
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De Pedro Correia a 03.01.2018 às 15:11

Iglesias, incapaz de dizer sim ou sopas, está a pagar um preço elevadíssimo em toda a Espanha pela colagem aos separatistas.
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De Luís Menezes Leitão a 04.11.2017 às 16:39

Eu também teria vergonha de pertencer a um país que põe na cadeia os seus opositores. Felizmente que Portugal se livrou disso em 1974. E quanto à Venezuela, mais envergonhado ficaria que se lhe tivesse dado a oportunidade de criticar Espanha por esse motivo, precisamente quando a Venezuela tem sido objecto de condenação internacional por esse mesmo facto.
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De Rui Henrique Levira a 05.11.2017 às 01:25

Ai Espanha, ai Espanha, que te não miras neste paraíso que foi e é Portugal...
Relembre-me o caro Luís Menezes de Leitão, que eu ando um pouco desmemoriado, mas, lá pelos idos de 80, não houve uns cidadãos portugueses abatidos a tiro pela polícia numa manifestação? E isto durante um dos governos dessa insigne figura democrática que foi o Dr. Mário Soares, não foi? Podemos acrescentar, também, aquelas pacíficas cargas da Polícia de Intervenção, tratando a beijinhos e abraços a mulheres e a homens, na Marinha Grande, aquando da crise da indústria vidreira, e já - se a memória me não falha - durante uma das muito democráticas maiorias absolutas do Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva. Certamente se tratou a coisa de uma claríssima demonstração de respeito do Estado português pelo direito a protestar, coisa infinitamente menos importante do que "o direito a votar".
E então aquela benévola contenção da "Revolta da ponte", com a entrada à Rambo - no helicóptero só lhe faltava o tronco nu e a M60 - do Ministro da Administração Interna, o Dr. Dias Loureiro? A democracia portuguesa em ação, ao vivo, a cores, de bastão em punho e à bala (lembra-se do jovem que ficou paraplégico?), não foi?
Que bom que o prezadíssimo Luís Menezes Leitão é português e vive em Portugal. Abençoado.
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De Anónimo a 04.11.2017 às 17:09

Possivelmente o señor Rajoy confunde Espanha com o Chile de Pinochet. https://opardemamas.blogspot.pt/
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De Vlad, o Emborcador a 04.11.2017 às 17:18

Do nosso amigo am:

"Já começa a cheirar mal tanta Catalunha...

Eu posso provar que a Catalunha já foi uma província d'el Portucal (século XII 1/2)
Não estou é com pachorra!
Estou mais interessado nos mails da Republica Benfica!"

Faço minhas estas sábias e mundanas palavras
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De Anónimo a 04.11.2017 às 21:04

A esquerda radical não é cega, é selectiva. Como poderia Iglesias ver o que se passa na Venezuela depois disto?

http://www.elmundo.es/opinion/2016/05/23/5741ff3bca474108698b4637.html

O financiamento do Podemos pelo chavismo parece-me um excelente motivo para ser selectivo, não?
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De Anónimo a 04.01.2018 às 13:14

A direita radical não é cega, é selectiva. Criticam a repressão na Venezuela (que eles também a fazem quando há protestos na Europa, até mesmo num "país de brandos costumes" como Portugal) ao mesmo tempo que ignoram que o Estado Espanhol prende opositores políticos, e pessoas que dizem mal do rei ou fazem piadas sobre a morte do ditador Carrero Blanco (imagine a indignação que seria se em Portugal no século XXI se prendesse pessoas por dizerem mal do Cavaco ou do Marcelo ou por fazerem piadas sobre o Salazar ter caído da cadeira).

E quem financia quem (há muito que os jornais do Estado Espanhol perderam toda a credibilidade pois não passam de meios de propaganda do PP)?
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De Pedro Correia a 04.01.2018 às 15:03

A esquerda radical é mesmo cega. Fecha os olhos à repressão em países como a Venezuela, Angola, China, Rússia, Bielorrússia, Vietname ou Irão. Ou aplaude-a mesmo.

A esquerda radical, além de cega, é mentirosa. Mete no mesmo saco a Venezuela, onde no ano passado foram assassinados mais de 120 opositores políticos, e Portugal, onde a liberdade de contestar tudo e todos é total.
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De Anónimo a 04.01.2018 às 15:53

"Fecha os olhos à repressão em países como a Venezuela, Angola, China, Rússia, Bielorrússia, Vietname ou Irão."
Ah, então foi por isso que o Bloco de Esquerda (partido da "esquerda radical") foi o único partido português a condenar a prisão política de Luaty Beirão em Angola. Agora faz tudo sentido.

(Como vão as negociatas da direita radical com Angola e China? Já para não falar que Paulo Portas se referiu a Hugo Chávez como "amigo de Portugal".)
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De Pedro Correia a 04.01.2018 às 16:02

Pergunte ao camarada Jerónimo como vão as relações com os partidos-irmãos que governam na China (partido único) e Angola.
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De Anónimo a 03.01.2018 às 15:04

É preciso ser completamente desonesto para negar a existência de presos políticos no Estado Espanhol! Ganhe vergonha!
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De Pedro Correia a 03.01.2018 às 15:10

Perca a vergonha. Assuma a identidade. E poupe nos pontos de exclamação, que estão muito caros.

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