Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Leitura recomendada

por Pedro Correia, em 12.06.14

Um dia na vida, do Pedro Santos Guerreiro.

Autoria e outros dados (tags, etc)


10 comentários

Imagem de perfil

De Sérgio de Almeida Correia a 12.06.2014 às 05:15

Um excelente e muito oportuno texto do Pedro Santos Guerreiro. A reflectir.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 15.06.2014 às 15:17

Muito bom, de facto.
Sem imagem de perfil

De Desconhecido Alfacinha a 12.06.2014 às 09:05

É apenas uma questão de (em pouco) tempo idêntica situação surgir na Rua Viriato...
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 15.06.2014 às 15:18

Provavelmente. Aliás já sucedeu algo semelhante há um par de anos.
Sem imagem de perfil

De Carlos Duarte a 12.06.2014 às 10:38

Muito, muito bom. E para relembrar que mais que o dinheiro, o importante são as pessoas.

Como escrevi à tempos aqui, a nossa sociedade evoluiu de forma quase novolinguista: deixamos de chamar empregados aos trabalhadores por conta de outrém para lhes chamar colaboradores. Por outro lado, as empresas deixaram de ver os referidos "colaboradores" como pessoas e passaram a vês-los apenas como números. Os lucros não atingiram as expectativas dos "mercados"? Despedem-se pessoas. Ganha o "capital", mas perde a honra.

As empresas (e o Governo, para o caso) apregoa que o "capital humano" é o recurso mais importante. Tretas. O capital puro-e-duro, fungível, de notas e saldos bancários em offshores, dos 0,1% para cima ou para baixo na Bolsa é o que conta. Ninguém tenha dúvidas por um momento que seja que hoje, em termos da moral narcísica que sustenta alguns (muitos?) dos gestores encartados de MBA, que os trabalhadores são a mesma coisa que uma máquina: tem os seus custos operacionais e de manutenção. E quando não cumprirem o "target", troca-se, substitui-se, vende-se a salvado para o sucateiro-geral em que se transformou o Estado Português.

Enquanto a Sociedade permitir que se diga à boca cheia - e com toda a razão, ao que parece - que a obrigação das empresas é tão e somente remunerar os accionistas, não temos futuro. Esquece-se por completo que a função das empresas também é remunerar o trabalho (do patrão ao mais simples indiferenciado), também é alimentar a comunidade. Que as empresas são micro (ou macro) comunidades, com laços societais e parte integrante da vida de quem lá trabalha: que os define, que lhes dá liberdade. Porque quem acha que o desempregado involuntário é livre está muito enganado - é um cidadão diminuído e manietado, impedido de se realizar civicamente. E isso é o maior pecado que um Sociedade democrática pode permitir - que as pessoas deixem, de facto, de o serem.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 15.06.2014 às 15:20

Quando as pessoas concretas começam a ser avaliadas como "capital humano" já estamos num plano descendente em termos civilizacionais, Carlos.
Sem imagem de perfil

De Alexandre Carvalho da Silveira a 12.06.2014 às 12:09

Estar desempregado é uma tragédia que não merece artiguinhos lamechas como o de Pedro Santos Guerreiro, que, convém não esquecer, no seu emprego de director de um jornal especializado em negócios, foi cumplice, pelo menos por omissão, das circunstâncias que provocaram a situação que vivemos.
Não deixa de ser irónico que aqueles que se dizem muito preocupados com o desemprego, são os mesmos que têm defendido soluções que impedem mais investimento e maior criação de emprego, como o "filme" a que temos assistido nos últimos dias, protagonizado pelos srs juizes do Tribunal Constitucional.
Os preocupados com o desemprego que acham que temos de reflectir sobre o assunto, não vale a pena maçarem-se muito; para criar emprego só há um caminho: o investimento!
Mas não estou a ver quem é que quer investir num país onde o estado consome mais de 50% dos recursos disponiveis. Resta-nos portanto ir assistindo a esta manifestações de pesar que, pelo menos a mim, soam a falso.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 15.06.2014 às 15:22

Questões macroeconómicas à parte, caro Alexandre, este texto do PSG demonstra algo muito salutar: um jornalista especializado em economia não se interessa só por estatísticas, gráficos e números - também se preocupa com as pessoas concretas e os seus dramas do quotidiano.
Algo de aplaudir. Eu, pelo menos, aplaudo.
Sem imagem de perfil

De lucklucky a 12.06.2014 às 16:40

Mais um grande artigo a favor de mais e mais desemprego.

Quem lê um artigo destes fica a pensar duas ou três vezes se deve mesmo contratar alguém ou investir numa nova área que implique algum esforço e risco.

Hoje o Delito de Opinião está a fazer um grande esforço para não existirem empregos.

Imagem de perfil

De Pedro Correia a 15.06.2014 às 15:20

Deixou-me intrigado, essa sua acusação. Não a entendo de todo.

Comentar post





Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2016
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2015
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2014
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2013
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2012
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2011
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2010
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2009
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D