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Já li o livro e vi o filme (187)

por Pedro Correia, em 07.06.17

imagem[1].jpg

Arandir-Ney-Latorraca-Nelson-Rodrigues[1].jpg

  

O BEIJO NO ASFALTO (1961)

Autor: Nelson Rodrigues

Realizador: Bruno Barreto (1981)

O pungente drama de Nelson Rodrigues - o mais camiliano dos escritores brasileiros - transposto de forma muito competente para o cinema com Tarcísio Meira, Ney Latorraca, Christiane Torloni e Lídia Brondi à frente do elenco.

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6 comentários

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De Anónimo a 08.06.2017 às 13:52

1960
"O pungente drama" - Melhor, tragédia (até porque é peça de teatro).
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De Pedro Correia a 08.06.2017 às 16:38

Drama. Tem tudo a ver com teatro, a arte dramática.
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De Anónimo a 08.06.2017 às 22:17

Sim. No entanto, no caso em apreço poderia valer a pena ser-se mais específico no género.
Mas é apenas uma opinião.
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De Pedro Correia a 08.06.2017 às 22:31

A tragédia clássica é percorrida por um iniludível fatalismo: o herói sofre, mesmo sem culpa. Como se tivesse o destino traçado na palma da mão.

O drama concilia elementos muito diversos e muito menos solenes do que a tragédia - podendo coexistir com a sátira e até com o burlesco, na crítica de costumes, por exemplo.
É o caso.
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De Anónimo a 09.06.2017 às 02:26

Pois. Que Nelson Rodrigues tenha classificado a sua obra como tragédia é pormenor de somenos.
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De Pedro Correia a 10.06.2017 às 21:38

Para mim, como leitor, é irrelevante a etiqueta que cada autor aplica a um livro seu. Era o que faltava se antes de fazer um juízo de valor tivesse de inteirar-me de coisas dessas.
Teria (por exemplo) de considerar "romances" algumas noveletas actuais de 70 ou 80 páginas publicadas por determinados autores de "sucesso".
Há que salvaguardar distâncias.
'Macbeth' é tragédia, 'O Beijo no Asfalto' não é. Será talvez um folhetim dramático, tanto na versão teatral como na versão cinematográfica.
De resto, as etiquetas só interessam aos "idiotas da objectividade", para usar uma expressão popularizada pelo próprio dramaturgo brasileiro.
Será talvez o seu caso.

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