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Imperativos morais

por Rui Rocha, em 04.08.17

1) Multidão enfurecida decide linchar tripulantes de avioneta por considerar que estes deveriam ter obedecido ao imperativo moral de pôr em causa a própria vida para não provocar danos à integridade física de terceiros;
2) Multidão enfurecida percebe que, para linchar os tripulantes, terá de enfrentar 1 (um) basquetebolista com 2 (dois) metros de altura e outro tanto de largura;
3) Multidão enfurecida decide prescindir do imperativo moral que movia a sua sede de justiça para não pôr em causa a sua própria integridade física.

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26 comentários

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De amendes a 04.08.2017 às 12:08

Está dentro da tipologia do "heroísmo " lusitano:


"Agarrei-me senão eu bato-lhe"
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De Anónimo a 04.08.2017 às 12:42

E pretende justiceiramente bater em dois infelizes que numa situação de aflição, praticando uma actividade legal, em que havia que decidir em segundos, decidiram daquela forma (e acalmem-se, sobre eles cairá a justiça), mas deixa-se bater reiterada, descaradamente e sem fim à vista, como todos bem sabemos, pela elite que o regime criou e acarinhadamente sustenta.

Deixa-se bater por esses e gosta.

Mas o povo é indiscutivelmente sábio, prudente e justo. E não convém questionar o axioma.

Costa
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De Costa a 04.08.2017 às 12:44

E pretende justiceiramente bater em dois infelizes que numa situação de aflição, praticando uma actividade legal, em que havia que decidir em segundos, decidiram daquela forma (e acalmem-se, sobre eles cairá a justiça), sendo absolutamente inconcebível que desejassem o resultado produzido, mas deixa-se bater reiterada, descaradamente e sem fim à vista, como todos bem sabemos, pela elite que o regime criou e acarinhadamente sustenta.

Deixa-se bater por esses e gosta.

Mas o povo é indiscutivelmente sábio, prudente e justo. E não convém questionar o axioma.

Costa
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De Costa a 04.08.2017 às 13:14

Peço desculpa pela repetição.

Costa
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De Zeus a 04.08.2017 às 17:22

Ainda não foi proibido, taxado ou legislado de que não nos podemos repetir, senão eu já tinha ido "dentro" Mas, vá aproveitando porque, com tanta sede de censura, com o politicamente correcto, a lei alemã contra a Liberdade de Expressão, resultados do google que não podem ser mostrados segundo a legislação europeia, canais do youtube fechados (politicamente incorrectos), mais os "trolls" pagos que servem para provocar, enfurecer e ameaçar outras pessoas envolvidas em discussões sobre Verdades que, custe o que custar, tentam que continuem, como na canção de Ney Matogrosso: "debaixo dos pano", grande sabedoria falar nos... pano (singular) porque, nos países a nível Global foi e é, sempre, o mesmo "pano" por todo o lado , já estou a imaginar a indústria de "fechos" no nosso futuro...

Já agora, aproveito eu, para me repetir: Parlamentos cada vez mais enterrados em Dívidas que obedecem a ordens externas (a nossa, cada vez mais "guapa" 138,35% PIB), eurodeputados que não podem Propor nem Vetar Leis, Instituições como: Nações Unidas, FMI, World Bank, CFR-Council of Foreign Relations, Bilderberg Group, Trilateral Commission, Club of Rome, Royal Institute of International Affairs, todos eles formando The Round Table para onde nenhum cidadão vota e, curiosamente, tudo gerido pela mesma "meia dúzia" de psicopatas que, verdadeiramente, "comem" tudo, Controlam tudo e, ainda têm a lata de dizer que fazem subir ou acabam com carreias de políticos... um "pano" bem negro que nos tem gozado à grande e à... "trilionesa" com os seus triliões, já deve faltar pouco para levarem o resto... se, só 8 já têm a riqueza de 3,6 biliões de pessoas, quem ainda não percebeu que, num país sem soberania, isto de ir votar, será só para escolher as marionetas... deve estar para breve, essa, de nem podermos dizer, quanto mais repetir...
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De glu glu a 04.08.2017 às 12:39

que avaliação ridícula de uma tragédia.

que género de gente é esta que se decide por um areal repleto de gente quando tem a branda água do mar logo ali ao lado? o risco era maior, não era?

e também deve ser verdade, um super homem de dois metros de altura é capaz de submeter, pela sugestão do uso da força, uma multidão em fúria. a psp deve andar distraída.

a perspectiva que temos das coisas é quase como as opiniões. cada um pode, felizmente, parir a sua.
não foi "danos à integridade física". foi algo completamente diferente.
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De Vlad, o Emborcador a 04.08.2017 às 12:46

Pelo exposto no ponto 1 fico na dúvida se pela salvação da nossa vida é justificável matar outros. Se assim for isso diz muito sobre o autor deste post.
Pensava que esse tipo de lógica aplicava -se apenas nos conflitos armados. Voar é um hobby, e as pessoas que voam devem assumir o risco da máquina avariar , sem pôr em risco a vida dos cá em baixo decidem andar com os pés assentes na terra. Se podiam fazer amaragem e o não fizeram revelaram -se apenas maus profissionais, pois deveriam ter sido treinados para reagiram instintivamente em situações de stress. Primeiro salvar os outros, depois nós. ...como diz o ditado : o comandante é o último a abandonar o navio.
Quem defende o contrário parece-me cobarde e não qualificado para voar.
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De maria a 04.08.2017 às 14:17

Aconselho estes opinmakers tão justiceiros, que deixem de conduzir não vá os seus popós embaterem e matarem ou ferirem os desgraçados sem culpas.
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De Vlad, o Emborcador a 04.08.2017 às 15:15

Se culpas houverem devem ser punidos, como me parece ser o caso. Eu não piloto por incapacidade das alturas. Talvez a Maria tenha mais jeito para pilota
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De Fernando a 04.08.2017 às 14:25

A lei define como estado de necessidade a justificação para matar outrem para salvar a própria. Era o caso? Parece. E não havia a intenção de matar. O risco era inerente à situação.
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De Vlad, o Emborcador a 04.08.2017 às 15:13

Dúvido. O mar estava a um par de metros, mas a amaragem é mais arriscada. Curto e grosso, pensaram: os outros que "sa f...."
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De Anónimo a 04.08.2017 às 14:35

Voar é um hobby. Bem redutora afirmação. E neste caso falsa.

Aquele era um voo de instrução, um acto profissional, como tal fortemente regulado em termos humanos e de equipamento. Há muito mais do que "hobbies" na aviação ligeira. São várias as actividades profissionais nela praticadas, exercidas a bordo de "avionetas". Legítimas e o ganha-pão de muita gente. De onde acha que vêm, por onde acha que começaram, os pilotos dos grandes "jactos" que o levam em férias ou trabalho? Todos na aviação militar?

Critique-se a decisão tomada por aqueles dois (tomada, acredito, pelo instrutor, o piloto-comandante do voo), mas não se reduza aquilo que faziam a um hobby, coisa como tal perfeitamente secundária, inoportuna até. Hobby presumivelmente de meninos ricos e que passeavam sobre a praia decerto em profundo desprezo pelo povo que nela estava.

Nem se minimizem as circunstâncias em que houve que decidir. Em poucos segundos, em condições bem desfavoráveis, uma decisão teve que ser tomada rapidamente tornada irreversível e que, fosse qual fosse o desfecho, ficaria com eles para o resto das suas vidas. Uma decisão com uma urgência e peso como provavelmente nenhum ou bem poucos daqueles banhistas justiceiros terá alguma vez que tomar. Sabe-se agora que, perante as alternativas, não foi a melhor decisão. Da consciência dos tripulantes saberão eles. Da sua sorte saberá a justiça.

Uma coisa é decerto segura: ao decidir como decidiram, não desejavam nem lhes era indiferente o desfecho que tudo aquilo teve. Não quiseram, poderá ser afirmado, aquele desfecho.

Não sei se o mesmo pode ser dito de gradas figuras da actualidade nacional, cujas acções condicionaram, condicionam, e condicionarão as nossas vidas e as dos nossos filhos e sobre as quais bem poucas - se algumas - manifestações públicas de desejo de justiça privada (desde logo nas versões de linchamento ou grande "enxerto de pancada", decerto visando aliviar justíssimas indignações) se conhecem. Fortes com os fracos, eis uma nossa inegável característica.

Respeitem-se os mortos e aqueles que lhes eram próximos. Não creio que esse respeito se engrandeça com a desconsideração liminar da actividade daqueles dois tripulantes, muito menos com fanfarronadas de heróis de vão-de-escada (actividade tão portuguesinha, aliás).

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De Costa a 04.08.2017 às 14:37

Voar é um hobby. Bem redutora afirmação. E neste caso falsa.

Aquele era um voo de instrução, um acto profissional, como tal fortemente regulado em termos humanos e de equipamento. Há muito mais do que "hobbies" na aviação ligeira. São várias as actividades profissionais nela praticadas, exercidas a bordo de "avionetas". Legítimas e o ganha-pão de muita gente. De onde acha que vêm, por onde acha que começaram, os pilotos dos grandes "jactos" que o levam em férias ou trabalho? Todos na aviação militar?

Critique-se a decisão tomada por aqueles dois (tomada, acredito, pelo instrutor, o piloto-comandante do voo), mas não se reduza aquilo que faziam a um hobby, coisa como tal perfeitamente secundária, inoportuna até. Hobby presumivelmente de meninos ricos e que passeavam sobre a praia decerto em profundo desprezo pelo povo que nela estava.

Nem se minimizem as circunstâncias em que houve que decidir. Em poucos segundos, em condições bem desfavoráveis, uma decisão teve que ser tomada rapidamente tornada irreversível e que, fosse qual fosse o desfecho, ficaria com eles para o resto das suas vidas. Uma decisão com uma urgência e peso como provavelmente nenhum ou bem poucos daqueles banhistas justiceiros terá alguma vez que tomar. Sabe-se agora que, perante as alternativas, não foi a melhor decisão. Da consciência dos tripulantes saberão eles. Da sua sorte saberá a justiça.

Uma coisa é decerto segura: ao decidir como decidiram, não desejavam nem lhes era indiferente o desfecho que tudo aquilo teve. Não quiseram, poderá ser afirmado, aquele desfecho.

Não sei se o mesmo pode ser dito de gradas figuras da actualidade nacional, cujas acções condicionaram, condicionam, e condicionarão as nossas vidas e as dos nossos filhos e sobre as quais bem poucas - se algumas - manifestações públicas de desejo de justiça privada (desde logo nas versões de linchamento ou grande "enxerto de pancada", decerto visando aliviar justíssimas indignações) se conhecem. Fortes com os fracos, eis uma nossa inegável característica.

Respeitem-se os mortos e aqueles que lhes eram próximos. Não creio que esse respeito se engrandeça com a desconsideração liminar da actividade daqueles dois tripulantes, muito menos com fanfarronadas de heróis de vão-de-escada (actividade tão portuguesinha, aliás).

Costa

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De Vlad, o Emborcador a 04.08.2017 às 17:13

O Costa é gago? Ou emborca, como o Vlad? Consigo é tudo a dobrar.
Ó homem o que digo é que quem anda nas alturas deve ter consciência que numa situação de emergência não Vale aterrar num areal cheio de gente, com o mar ali ao lado. Como referência veja o comandante Sully e o vôo comercial da US Airways, no rio Hudson, homem....
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De Costa a 04.08.2017 às 19:31

Não, não sou gago. Sucede que por erro meu este o comentário anterior e um outro surgem duplicados. Peço-lhe sinceramente que me releve tão pesada falta, de tanta importância na discussão deste tema.

Você não percebeu ainda, de modo que eu clarifico: do que escrevi acima não resulta que desculpe, inocente, de alguma forma exclua responsabilidade na actuação do piloto-instrutor daquele voo. O que procurei fazer foi contextualizar a situação e notar o facto de tudo se passar em segundos, requerendo decisões imediatas, sem longo tempo de maturação e larguíssima margem de incerteza. Correu mal, mas aqueles dois não são assassinos, irresponsáveis ou sádicos, como parece resultar de muito do que para aqui e não só já vi escrito. E sem dúvida está decidido na justiça popular que já investigou, julgou e condenou.

E não compare com o caso do Hudson, onde, sem qualquer desprimor pela extraordinária actuação do comandante do voo - que mesmo assim foi cilindrado nos tempos seguintes, na busca de um bode expiatório muito conveniente - e da sua tripulação, as coisas só correram como correram porque o rio estava um espelho de água e as condições meteorológicas eram francamente favoráveis. Além de que um Airbus A320 não é um Cessna C152.

Sei do que falo.

Costa
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De Vlad, o Emborcador a 04.08.2017 às 20:29

Se foi/ é piloto , calo-me já!
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De Costa a 04.08.2017 às 21:10

Vlad, use, usemos, da liberdade de expressão. Atrevo-me apenas a sugerir, perdoe a presunção, que moderemos certos impulsos de tudo explicar como nos parece mais conveniente e de encontrar culpados prontamente (e entre culpa e responsabilidade há uma fina - mas importantíssima - linha que a esmagadora das pessoas ignora, creio, enquanto confunde conforme lhe pareça apropriado esses conceitos).

E imagine você alguns barcos, cheios de gente, em pleno Hudson, na trajectória daquele Airbus. Citaria esse exemplo? Correu tudo bem, tudo visto. Poderia ter sido bem diferente.

Costa
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De Vlad, o Emborcador a 04.08.2017 às 22:13

De acordo!
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De oscar maximo a 04.08.2017 às 13:56

Será o MP e os tribunais a decidir se a acção foi legal ou não. Lá por os Códigos da Aviação, e noutros casos o de Estrada, não porem entraves, não significa que seja legal, há outros Códigos em uso, nomeadamente o Penal. A mim, depois de ver como estava cheia a praia, parece-me condenável o comportamento.
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De V. a 04.08.2017 às 15:33

É claro que os jornalistas não perderam a oportunidade de referir que o tipo era do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Mais uma vezes? Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Do Benfica. Tudo serve de desculpa para falar no clube do regime.
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De am a 04.08.2017 às 16:20

Há um dado que não consigo atinar:

Por que razão o instruendo foi considerado arguido, sabendo-se que o piloto tomou o comando da nave depois de detectada a avaria.?

"Cada um sabe de si... Deus sabe de todos"

Neste caso, eu jamais teria aterrado numa praia, sabendo da hipótese mais que provável de ir embater em Pessoas --- infelizmente, foi o caso.
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De Zeus a 04.08.2017 às 20:18

"Neste caso, eu jamais teria aterrado numa praia, sabendo da hipótese mais que provável de ir embater em Pessoas"

Sabe porquê?

Porque há Seres Humanos que usam, aquilo com que todos nascemos, Consciência Moral e Livre Arbítrio, coisa que muitos desligam para serem, simplesmente, uns filhos da... (mãe deles) e, por culpa destes sociopatas, temos o Mundo que temos.

Não adianta autoritarismo, legislações ou procurar soluções externas, bastava a Humanidade perceber a origem de todos os males, onde, apenas, bastaria uma maioria real viver segundo as Leis da Natureza, neste caso, uma delas, Causa/Consequência que, até se podem reduzir a uma: -Não roubar- o que inclui as Vidas dos outros.
Bastava a maioria respeitar esta última, em vez de procurar soluções externas, pode crer que teríamos outro tipo de Mundo como Resultado. Naturalmente, vai ser difícil mudar porque, é em criança que se aprende, através do exemplo e, já reparou nos "bons" exemplos com que elas aprendem?

Bastava que os "da base da pirâmide" que são a maioria, aplicassem este princípio, a chamada Lei Natural, usando sempre a sua Consciência Moral e Livre Arbítrio em vez de se guiarem por autoritarismos e rituais políticos, lhe garanto que os políticos passariam a obsoletos. Como eles sabem disto, mais especificamente o 1%, fazem de Tudo mas, mesmo de Tudo, para nos manterem divididos e às turras. Temos assim, uma sociedade comandada por psicopatas com uma criadagem, cada vez, mais cheia de sociopatas incompetentes porque, nem que quisessem, gente com Consciência Moral, neste esquema, nunca subirá na carreira política.

E é assim que, há gerações, uma minoria conseguiu sempre mais Poder sobre a maioria, incluindo ir aumentando os seus triliões, com os quais, subsidiam os dois lados de guerras, grupos terroristas e todo o tipo de divisões que parecem nascer não se sabe de onde... mas, se tomassem atenção, com a informação que hoje temos à disposição, até sabiam. No entretanto, assim como as Corporações já controlam o outro tipo de informação, a net vai ter o mesmo destino, basta olhar para a meia dúzia de sites chineses para ver o nosso Futuro e, nem é preciso ser vidente ou profeta, basta ver os primeiros sinais que já mencionei no meu comentário anterior.
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De sampy a 04.08.2017 às 22:35

"sabendo-se"
Afinal, ias dentro do avião?

"eu jamais"
Baita presunção.
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De Zeus a 05.08.2017 às 11:37

Primeiro quero felicitá-lo pelo nome "sampy" - "Cute; happy; in appearance and demeanor. Usually involving nachos or ice-cream on plates."

Se, depois de tudo o que escrevi, faz um comentário destes, só há duas hipóteses, anda a "mamar", à grande, neste Sistema, sem qualquer resquício de Consciência Moral ou precisa de umas aulas de interpretação porque, ainda podemos escrever o que quisermos, como quisermos mas, interpretar, realmente não é para todos, quanto mais pensar, sem "pré-mastigação". Quase demonstra estar pior que os peixinhos dourados porque, deve ter usado menos de 9 segundos para ler, interpretar e entender o que eu escrevi.

Mesmo que não ande a "mamar" neste Sistema, os que andam, adoram "peixinhos dourados", o que vai dar ao mesmo Resultado e à merda de Mundo que temos.

Se quer saber sobre esse problema de ser pior que um peixinho dourado:
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/pensamento-da-semana-9402168#comentarios
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De sampy a 05.08.2017 às 18:10

Zeus, patrãozinho do Panteão, colega do Eusébio e da Amália, é pouco provável que do teu posto olímpico te dignes interessar-te por coisas tão terrenas e prosaicas como o template das caixas de comentários. Mas, se prestares um ínfimo de atenção (mormente ao pormenor das reentrâncias nos textos), conseguirás chegar à celestial conclusão de que não estava a responder ao teu comentário mas, issossim, a reagir, tal como tu, ao comentário do personagem que se identifica por "am".

Compreendo também que alguém habituado ao circunlóquio se avespinhe perante quem exprima o seu pensamento de forma sucinta. Paciência, pá.
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De sampy a 06.08.2017 às 10:10

Sendo que, aqui, e também como é constatável, a tal característica do template só funciona até à terceira geração; o que, concedo, justifica até certo ponto a confusão.

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