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Habituem-se!

por Helena Sacadura Cabral, em 01.06.14



“Habituem-se, que isto mudou”, afirmou António José Seguro, neste sábado, no intervalo para almoço da Comissão Nacional do PS a decorrer no Vimeiro. 

António Vitorino já disse no passado  o mesmo. Pelos vistos, nada mudou no PS e é preciso relembrar...


Em tempo: Atribui a frase de António Vitorino a Jorge Coelho. E o mais grave é que havia confirmado com um socialista... Está de ver que foi uma pequena vichyssoise...

Muito obrigada a todos aqueles que me corrigiram.

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10 comentários

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De Francisco Seixas da Costa a 01.06.2014 às 22:49

Cara Helena: quem disse o "habituem-se!" foi António Vitorino, quando os jornalistas não conseguiam saber os nomes do primeiro governo Sócrates
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De Helena Sacadura Cabral a 02.06.2014 às 16:52

Foi um maroto de um seu correligionário que me enganou.
Obrigada!
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De Maria Dulce Fernandes a 01.06.2014 às 23:57

"É impossível haver progresso sem mudança e, quem não consegue mudar a si mesmo, não muda coisa alguma." GBS ... Portanto, mais do mesmo... Já estamos habituados...
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De João Sousa a 02.06.2014 às 08:05

Não foi António Vitorino quem disse esse "Habituem-se!"? Se a memória não me trai, foi a propósito da inexistência de fugas de informação na formação de um governo Sócrates.

De Jorge Coelho, recordo-me é do "Quem se meter com o PS leva!".
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De Helena Sacadura Cabral a 02.06.2014 às 16:53

Foi sim. Já corrigi. Obrigada!
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De Maria a 02.06.2014 às 10:32

Quem proferiu essa afirmação foi o António Vitorino, não o Jorge Coelho.
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De Helena Sacadura Cabral a 02.06.2014 às 16:54

Já corrigido. Obrigada!
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 02.06.2014 às 15:41

Habituados já estamos: Guterres 1995-2001, deixou o "país de tanga"; Sócrates 2005-2011, deixou o país na bancarrota. António Costa, 2015 até ao próximo resgate.
Permita-me deixar aqui um pequeno comentário a um post que publicou no seu blog, sobre a carta do Ricardo Costa ao irmão António Costa.
A cartinha em questão, faz chorar as pedras da calçada. Mas é perfeitamente escusada porque a gente até fica a pensar que António Costa chegou agora à politica. Não chegou. Já lá anda há mais de 20 anos, e já foi secretário de estado, ministro de três pastas e é há oito anos presidente da camara de Lisboa.
E o que é que leu no Expresso sobre este politico que tem o dom de passar entre os pingos da chuva? Só coisas boas! mesmo antes de o mano Ricardo dirigir o semanário de referência em Portugal.
Ricardo Costa fez uma referência à relação de respeito mútuo que os seus filhos, Miguel e Paulo, souberam criar entre si apesar das opções politicas diametralmente opostas. Abusiva, na minha opinião. Quando Paulo Portas dirigia um jornal, Miguel Portas não era ministro, nem presidente de camara. E quando Paulo foi para o governo, o Miguel não dirigia nenhum jornal de referência.
Já sabemos no que é que isto vai dar: a Visão, a SIC e o Expresso, vão apoiar incondicionalmente António Costa, primeiro para chegar à liderança do PS e depois para o levar ao colo para 1º ministro. Daí não vem mal ao mundo, em muitos países democráticos os grupos de comunicação social tomam partido.
Mas assumem as suas opções, e os respectivos directores não escrevem cartas deste teor, fazendo juras de independência, assim uma espécie de "amigos, amigos, negócios à parte", para depois apoiarem descaradamente quem eles entendem. Nós, os portugueses, às vezes parecemos parvos, mas não somos assim tanto...
Nota: quis publicar este comentário no excelente "Fio de Prumo", mas por qualquer razão explicada pela minha falta de jeito para lidar com estas coisas dos computadores não consegui. Por isso fi-lo aqui fugindo ao link do post. As minhas desculpas por isso.
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De Helena Sacadura Cabral a 02.06.2014 às 17:15

Alexandre C Silveira
Muitas pessoas deram a sua interpretação à carta. Não é a minha doutorada que sou em política familiar.
É verdade que o Miguel não dirigia um jornal quando o Paulo foi ministro. Mas eu sei o que ambos passaram, pelas posições que assumiram.
Lembro-lhe apenas uma: o Miguel fazia comentário televisivo na TVI, sobre umas eleições, quando perante os resultados obtidos, o Paulo, há uns anos, se demitiu.
Na altura, os colegas de painel, "aproveitaram" logo para lhe perguntar o que é que ele achava da demissão. Apanhado de surpresa e comovido com a decisão do irmão que ele adorava, respondeu com voz embargada que não esperava que o irmão fizesse outra coisa. E telefonou-me, mal pôde, para saber como eu estava e onde estava o irmão, para casa de quem foi, a meio da madrugada.
Nunca sabemos as razões profundas deste tipo de decisões. Mas eu recuso-me a olha-las exclusivamente pelo lado estratégico.
Gosto bastante do Ricardo e aprecio muito António Costa que conheço mal. Mas ambos são filhos de um homem seríssimo de quem fui muito amiga e que, acredito, lhes deve ter ensinado princípios de vida bem nítidos no carinho com que falava deles!
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De Tabuleiro de Xadrês a 02.06.2014 às 18:24

Vocês anda hadem ver o Jorge Coelho a dizer vocês hadem habituar-se.

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