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Grécia antiga (9)

por Pedro Correia, em 25.05.15

«Eu torci pela vitória do Syriza para ver afinfar nos talibãs austeritários o murro encaixado por Dijsselbloem, o holandês que preside ao Eurogrupo, na conversa com Varoufakis, seu novo colega grego. (...) A reforma é precisa e Portugal vai fazê-la. Passos passará. Mas pela Grécia passa, antes, a salvação da Europa.»

Ana Gomes, no Sol (6 de Fevereiro de 2015)

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26 comentários

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De fatima mp a 25.05.2015 às 17:09

A grande Pitonisa da esquerda contemporânea. E é nossa!
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De Ponto a 25.05.2015 às 17:14

Grande senhor, o holandês presidente do Eurogrupo que um dia deixou escapar que o seu país devia mais que a Grécia, mas até hoje continua tudo no segredo dos deuses. Apesar do segredo ser revelado, a Holanda continua como se nada se passasse e o senhor impõe aos outros, aquilo que não impõe ao seu devedor país.
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De Dívidas a 25.05.2015 às 17:31

E quem deve mais, mas as contas ninguém sabe ao certo, é o 44.
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De E Vírgula a 25.05.2015 às 17:41

Dever mais ou menos é o menos, como é óbvio e evidente. Desde que haja recursos e obtenção de crédito sem dificuldade para se poder pagar o que se vai vencendo (para ir gerindo a dívida), problemas=zero. Grave é quando se desbaratou o que se deve, não há quem empreste nem vontade de mudar de vida, a estratégia é fugir com o rabo a quaisquer reformas... e as promessas caem umas a seguir às outras.
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De Grécia de Anedota a 25.05.2015 às 17:18

Catarina Martins: “Ou o Governo grego é bem sucedido, ou desistimos”.

Não revelaria muito maior realismo a (suposta) actriz se afirmasse: "Ou desistimos ou, em caso contrário, desistimos"?
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De l.rodrigues a 25.05.2015 às 17:30

Um dilema "europeu":

"what happens a year or two after Grexit, where the real risk to the euro is not that Greece will fail but that it will succeed(?). Suppose that a greatly devalued new drachma brings a flood of British beer-drinkers to the Ionian Sea, and Greece starts to recover. This would greatly encourage challengers to austerity and internal devaluation elsewhere"

Paul Krugman
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De È só cromos! a 25.05.2015 às 18:43

Ah, pois é, montes de turistas ingaleses de cólidade que se limitam a buber cerveja importada pela Grécia, bubida essa que foge ao fisco, vai promover um verdadeiro milagre.
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De l. rodrigues a 25.05.2015 às 20:54

Não se esqueceu de falar do 44?
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De A que propósito?! a 26.05.2015 às 13:59

O 44 não se pode embubadar de cerveja. É o que dizem, nunca estive detido no EPE nem noutro EP qualquer.
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De rmg a 25.05.2015 às 19:58


É o Paul Krugman discípulo do outro Paulo, o Futre.

Mas neste caso as paletes são de ingleses.
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De Tiro ao Alvo a 25.05.2015 às 18:05

A família da senhora podia acalmá-la, por forma a não dizer tantas asneiras. Se ninguém a avisar, ela vai continuar a dizer babozeiras.
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De Grécia Moderna a 25.05.2015 às 18:39

O mercado grego fechou em terreno negativo pela segunda sessão consecutiva e elevou para 8% a queda que regista desde o início do ano. Os bancos perderam mais de 4% após o ministro do Interior ter admitido que a Grécia não vai ser capaz de reembolsar o FMI.

(Jornal Negócios, 25/05/2015)
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De V. a 25.05.2015 às 21:06

Pior do que esta troglodita só a instrumentalização de que a câmara municipal está a ser alvo pela corja populista do PS e do Benfica. O tríade socialistas/benfica/SIC está a faxer um massacre ordinário da cultura e espaço público nacionais, como esta ocupação da CML por um clube de futebol, a ocupaçao do Marquês de Palanquesmcom palanques ordinários desaconselhados por forças de segurança. E depois de desrespeitadas as suas sugestões aquele bardamerdas do novo edil lisboeta tem o descaramento de "exigir" o "cabal esclarecimento" dos acontecimentos reprováveis provocados pela chusma benfiquista: uma manipulação e instrumentalização ordinária da CML para a qual ele nem foi eleito. Este pais continua entregue a um bando de suburbanos arrogantes, retornados e benfiquistas que não vão descansar enquanto não derem cabo desta gaita toda. Se fosse necessário um Presidente era para correr com esta canalha toda daqui para fora, mas creio que nem mesmo Rui Rio sobreviveria à máfia do avental porque a televisão oficial do benfica, a SIC, rapidamente lhe fãria a folha.
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De William Wallace a 26.05.2015 às 00:11

Se existem compradores com baixas expectativas de qualidade dos produtos que adquirem porque não hão-de os vendedores estar a esse nível, aliás se estivessem acima (os vendedores) seriam incompreendidos e provavelmente estariam na miséria...

Quanto á citada é perguntar-lhe se já encontrou os terroristas que andaram (segundo ela) a passar aqui de avião para Guantânamo , como se nós tivéssemos alguma coisa que ver com isso, ela que se preocupe 1º com os de cá e depois se lhe sobrar tempo e energia com os outros que é para isso que foi eleita.

É de lamentar que uma pessoa que até fez um bom trabalho em prol de Timor e de Portugal tenha por artes mágicas descambado quando percebeu o quão relevante se tornou á custa desse meritório trabalho.

Aliás estes socialistas de trazer por casa já meteram todos o rabinho entre as pernas, apostaram que os gregos seriam a sua vanguarda e agora estão todos caladinhos que nem uns ratos, como sempre os 1ºs a abandonarem o navio.

Quanto ao post em si, nunca é demais relembrar que a derrota dos gregos, será um mau prenuncio para os Portugueses e o agudizar da situação europeia, embora muitos não entendam isso e pensem que a saída da Grécia do Euro é uma história de criancinhas.
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De Aviso a 26.05.2015 às 01:20

Tanto ódio faz mal! Destila ódio por todos os poros! Calma, o Medina está lá, tal como o CDS está no governo. Também não foi eleito! Deixe o PS, a SIC e o Benfica em paz senão também não tem paz e a sua vida passa a ser um inferno. Quem avisa amigo é......
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De João Pedro a 26.05.2015 às 02:15

Ou seja, o problema dos males do país é o Benfica. Muito bem. Emitam algum decreto a proibir o Benfica de ser campeão. Mas depois se vierem trogloditas de outros clubes, não se queixem.
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De V. a 26.05.2015 às 13:06

O problema não é o Benfica: o problema é fazer-se passar a idea (na política, nas televisões, os comentadores) de que o País é o Benfica. Faz algum sentido que um presidente de câmara exija responsabilidades sobre acontecimentos que ele próprio o clube provocaram (segundo as notícias a "Câmara e o Benfica" decidiram avançar — a câmara PS e o Benfica, não foi a polícia nem o governo nem fui eu). As pessoas deveriam ler o decreto lei que regulamenta as autarquias e compreender como toda a actividade camarária desenhada pelos socialistas extravasa largamente as competências aí descritas. É um nojo, porque tratam de si e não tratam da cidade, que está um nojo como sempre. Sem ideas, sem charme, entregue a ranhosos. As coisas que aparecem são copiadas lá de fora. Outro aspecto é o massacre intelectual das televisões com o futebol: e o propósito não é falar de futebol — é falar do Benfica. Esse é o manto protector: a ideia que projectam da sociedade — não são os árbritros que o Rita invocou para disfarçar o verdadeiro problema: o problema de que ele, como comentador, devia ser isento e não é: é do Benfica. E depois mente.
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De Vento a 25.05.2015 às 22:47

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/uniao_europeia/zona_euro/detalhe/varoufakis_diz_que_nao_ha_acordo_porque_credores_insistem_numa_cura_pior_do_que_a_doenca.html
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De Má moeda FORA! a 26.05.2015 às 09:27

Os outros dois cenários, que levariam ao Grexit, distinguir-se-iam um do outro porque um seria uma saída rápida após um incumprimento ou uma saída retardada em que se começaria por emitir uma moeda paralela. No primeiro caso, uma falha de pagamento desencadearia um sucessão rápida de acontecimentos, entre os quais fuga de depósitos (até que fossem – se fossem – instaurados controlos de capitais). O governo acabaria por ter de imprimir moeda própria para tentar que a economia não derrapasse totalmente.

No último caso, a moeda paralela seria introduzida lentamente, primeiro para pagar despesas internas. Mas a chamada Lei de Gresham, da Teoria económica, define que a existência de uma moeda paralela (que poderia, depois, mudar de mãos entre os gregos como de qualquer moeda se tratasse), de valor mais baixo, tende a reduzir a circulação da moeda mais forte (o euro) até que esta deixa de desempenhar um papel importante nas transações. O resultado final seria, igualmente, a saída do euro.
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De em falta: a 26.05.2015 às 10:46

artigo completo no Observador, 25/05/2015
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De Vento a 26.05.2015 às 13:31

Porém, a saída do euro é um fait-diver tendo em conta o que se perfila no quadro das nações.
Teria sido mais simples para a Alemanha sair ela do euro e deixar-se de andar a conduzir meninos para a aventuras que sempre sonharam ter numa qualquer Disneylândia.
Má moeda, fora!

O que está em causa só os deuses e quem participa neste conclave (no dos deuses) é que pode compreender (de vez em quando dá-me para a modéstia). Poderia dizer mais, mas estou sem pachorra. Fique atento.
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De Cante comigo, camarada! a 26.05.2015 às 16:00

https://www.youtube.com/watch?v=2xVqZdw5w1o
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De Vento a 26.05.2015 às 20:44

É pra já, camarão. E vai com samba.

https://www.youtube.com/watch?v=fnOoJSsNYK0
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De JSP a 25.05.2015 às 23:56

Por mera questão higiénica , um "blog" acima de toda a suspeita - e ademais, pautado por regras estritas da mais elementar decência - devia manter a prudente distância os "alívios" deste erro biológico...
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De Aquilo agora vai a 26.05.2015 às 13:40

"A Grécia pondera avançar com uma “pequena” taxa sobre levantamentos na rede de caixas automáticas, confirmou o ministro das Finanças Yanis Varoufakis, uma possibilidade que vinha sendo falada por alguma imprensa grega."

Olha se o governo de cá inventava uma coisa dessas, ó Gomes de Sá, o qu etu vociferavas...

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