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Grécia antiga (3)

por Pedro Correia, em 15.05.15

«A vitória do Syriza teve o sabor de uma segunda libertação da Europa. A primeira ocorreu há setenta anos, quando os aliados libertaram a Europa do jugo alemão nazi e puseram fim ao horror do Holocausto. (...) A ortodoxia tremeu, e o tremor da sua bancada subalterna foi, como era de esperar, o mais patético. No caso português, indigno.»

Boaventura de Sousa Santos, na Visão (5 de Fevereiro de 2015)

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42 comentários

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De Foi assim, exactamente assim a 15.05.2015 às 18:20

"O secretário-geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros grego, Mijaíl Spinélis, emitiu uma ordem para todas as representações diplomáticas e consulares no estrangeiro exigindo que estas remetam quanto antes para o Banco da Grécia os montantes dos actos consulares que tenham em caixa. A mesma ordem indica que estas embaixadas e consulados só poderão manter o dinheiro suficiente para as necessidades de caixa dos próximos três meses, adianta o ABC.

No documento assinado por Spinélis, com data desta quinta-feira, segue o número da conta para onde as embaixadas e consulados devem enviar o dinheiro, acrescentando que se tal não for possível efectuar através de transferência bancária pode ser feito via mala diplomática."

(Notícia de 15/05/2015)
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De Visão Higiénica a 15.05.2015 às 18:40

Aquilo na Visão terá sido escrito sob efeito de que alucinogénios? O SNS devia ser obrigatoriamente informado destas coisas - não vá ter ido conduzir, em tão perniciosas condições...
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De da Maia a 15.05.2015 às 19:48

Com as citações que o Pedro traz, dava para a Visão fazer um especial sob o título "Falta de Visão".
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De Pedro Correia a 16.05.2015 às 00:31

Vêm mais a caminho, daMaia. Com patrocínio Multiópticas.
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De Anónimo a 15.05.2015 às 20:18

Chamem-lhe o que quiserem, mas está cheio de razão. É tal a razão que não se admite que tentem a todo o custo denegrir um partido que tudo tem feito para dar dignidade ao seu povo e que muitos, o vejam como algo de mal. Todos aqueles que hoje criticam, amarfanham e tentam reduzir a nada o Syrisa que amanhã se tivermos outro holocausto que enfiem a cabeça na areia porque também são causadores da desgraça da Grécia. Como é que a Alemanha pagou a desgraça que fez por onde passou?
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De Paga tu também a 15.05.2015 às 22:03

E como é que os portugas pagaram as m3rdas que fizeram por onde passaram, incluindo escravatura, inquisição, massaacres? E os franceses que andaram por aqui
a fazer as maiores tropelias já pagaram, ou estamos à espera de quê para pedir uma choruda e chorada indemnização ao camarada Hollande? (E por aí fora).

E o sr. Boaventura, porque não lhe é dada a devida atenção pelo SNS?
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De Pedro Correia a 15.05.2015 às 22:17

Comparar os 36% obtidos nas urnas pelo Syriza em Janeiro com o fim da II Guerra Mundial da Europa é algo que só poderia ser concebido por alguém muito... enfim, muito... prefiro não especificar.
Pior que isso só comparar a mais que provável queda do actual governo grego com o Holocausto nazi. Neste caso não há mesmo palavras que consigam qualificar tal comparação.
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De Anónimo a 15.05.2015 às 23:08

Tudo é possível comparar quando a razão não vê mais além que o desdém, o lixem-se, morram de fome, de sarna. Fomos nós aqueles que já barafustámos porque os finlandeses diziam que não nos queriam emprestar dinheiro e agora fazemos o mesmo! Não se admite que um povo que em pouco difere dos gregos esteja do outro lado da barricada! Isto mostra que quando choramos a desgraça alheia, apenas jogamos de fingimento e de ironia balofa.
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De rmg a 16.05.2015 às 00:14



Devia ter separado a sua última frase do resto pois quando escreve que "Isto mostra que quando choramos a desgraça alheia, apenas jogamos de fingimento e de ironia balofa" já não está a falar dos outros portugueses mas como é óbvio está a falar de si com profundo conhecimento de causa...




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De Pedro Correia a 16.05.2015 às 00:32

Já contribuímos com 1,1 milhões de euros para o caos grego. Você está disposto a contribuir com quanto mais?
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De Anónimo a 16.05.2015 às 01:03

Contribuímos tal como os outros contribuíram para nós. Prefiro contribuir para tirar pobres da desgraça e da lama da vida, a contribuir para Espírito Santo, BPN, Banif....... Quando deixamos de ser solidários com os outros, corremos o risco de nos fazerem o mesmo e isso eu não quero. Se os gregos erraram, nós também errámos e quem somos nós para julgar os outros? Quem nunca errou que atire a primeira pedra, como nós errámos e bem, não podemos atirar pedras.........
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De Anónimo a 16.05.2015 às 12:34

Sim, eu também não me importaria de dar mais um contributo. Como damos para os que se afogam no mediterrâneo. Infelizmente há milhões de Pedros Correias.
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De Pedro Correia a 16.05.2015 às 13:10

Pedros Correias há poucos. Anónimos é que há aos milhões. Sem coragem sequer para se identificarem quando criticam outros, quanto mais para darem "contributo" para o que quer que seja...
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De Anónimo a 16.05.2015 às 21:49

De facto sou, e sempre fui, um anónimo incorrigível e muito perigoso, capaz de subverter a ordem estabelecida em qualquer blogue. Procedo assim por razões de segurança desde há dezenas de anos. Hábitos. Por isso continuo e não forneço o meu número de contribuinte.
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De Pedro Correia a 16.05.2015 às 22:03

Típico tuga na conversa de café. Atira a pedra e esconde a mão. Boa noite.
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De rmg a 16.05.2015 às 13:18


Os outros mais ricos contribuíram para nós, tudo bem, é bem feito para eles.

Mas nós não somos mais ricos que os gregos pois no fim de 2014 (há pouco mais de 5 meses...) o PIB per capita na Grécia era de 22600 dólares e em Portugal era de 22130 dólares.

Portanto fará o favor de estudar um pouco estas coisas e concluír que não só somos um pouco mais pobres e enlameados como tem decerto muitos compatiotas seus a precisar da sua ajuda antes de a dar aos gregos.

Claro que é possível que ache que lá pela Grécia não há " Espírito Santo, BPN, Banif......", mas então aí o problema é todo seu pois nessa matéria eles estão muito mais adiantados que nós, a própria Constituição protege os mais ricos do país e o governo actual já disse que não ía tocar nisso sob pena de ainda mais dinheiro saír de lá...

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De rmg a 15.05.2015 às 22:52


Sobre a sua comparação não me pronuncio porque sobre isso já há muitos anos se pronunciou o Einstein:
"Só duas coisas são infinitas, o universo e a estupidez humana, e mesmo assim não tenho a certeza sobre o primeiro".

Mas pronuncio-me mais uma vez sobre as suas engraçadíssimas vírgulas, o João (se não me engano...) escreve o texto seguido e depois espalha as vírgulas ou põe as vírgulas e depois é que espalha o texto?

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De Vento a 15.05.2015 às 20:22

Que foi indigna a reacção lá isso foi. Mas eu vejo onde a Europa está a ser libertada.

A Grécia contribuiu para o alívio das pressões que se faziam sentir, e ainda fazem, sobre as ditas regiões periféricas. E não é por acaso que Cameron percebeu que a sua sobrevivência dependeria da promessa em realizar um referendo à permanência do Reino Unido (coloco reservas sobre a utilidade deste na medida em que a Escócia pretende manter-se na UE) na UE e de acabar com as políticas asfixiantes através da redução de impostos, protecção e apoio às famílias e, agora, de governar para as 4 nações que compõem o Reino.

Felizmente que em Portugal existe um Tribunal Constitucional que foi capaz de contrariar a política que se pretendia seguir e, através desta posição, verificou-se uma melhoria da economia interna.
A posição da Grécia, associado ao resultado sobre a economia da decisão do TC, permitiu ao PS mostrar um programa credível de expansão interna.
Esta necessidade já se espelha nas políticas que se seguirão em Espanha, em Itália, em França e noutros quadrantes e periferias, tal como os países nórdicos (a seu tempo).

É um total absurdo pensar-se que através das exportações se conseguiria uma dinâmica de crescimento que contrariasse as políticas recessivas provocadas pelo absolutismo austeritário.
E é tão absurdo este pensamento na medida em que todos os países do mundo estão empenhados nessa mesma dinâmica. Como seria possível todos crescerem só com base nas exportações? Se todos pensam que crescem com as exportações a política indica-nos um quadro recessivo de natureza interna em cada país. A existir, e existe, este quadro, quem comprará o que se pretende exportar?
Tentar a quadratura do círculo será apostar na política do abismo.
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De William Wallace a 15.05.2015 às 23:17

Dois reparos :

A "receita" apresentada pelo PS não é boa pois baseia-se em antecipar (possíveis) ganhos futuros e distribui-los "já", no fundo limita-se a baralhar novamente para diferenciar a maneira como sai o jogo para ver se a coisa muda, no fundo lembra-me a deriva expansionista do inginheiro;

Em relação ao absolutismo austeritário , o Vento sabe que isso não aconteceu, Vítor Gaspar reconheceu que falhou) aliás esse é o nosso maior problema, os impostos foram aumentados barbaramente e a despesa que deveria ser cortada não o foi, daí que com menos dinheiro (via aumento de impostos) no bolso, os portugueses em geral deixaram de consumir e as empresas que viviam do mercado interno faliram e colocaram muita gente no desemprego com as consequências inerentes.

Haveria muito para fazer e quase nada foi feito, além de que a falta de credibilidade e autoridade moral para impor sacrifícios diluiu-se drasticamente e a partir da saída de Vítor Gaspar o governo esmoreceu e optou definitivamente com a fuga para a frente levando alguns serviços á exaustão enquanto outros que distribuem benesses nada mais sofreram e voltou ao vicio das emissões de divida que agora já está na velocidade de cruzeiro.

Eu compreendo as palavras do Vento em face da destruição social a que se assiste mas infelizmente tudo o que o PS promete são ilusões inexequíveis a 4/5 anos que partem de cenários muito optimistas e sem rede de segurança caso algo corra mal.

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De Vento a 16.05.2015 às 13:58

Meu caro William, saúdo-o. O meu comentário não aborda conceitos, mas factos. A minha dissertação é feita de forma comparativa.

Estabeleci a relação entre a posição Grega e os avanços na Europa. E neste aspecto, in FACTUM, o PS avança relativamente às políticas suicidas Passos/Portas. É claro e transparente.

Se me pergunta se há necessidade de mais, eu repondo-lhe que sim. Mas o que está em causa é avançar. E neste avanço o PS dá um passo por antecipação, mostrando-nos que, NÃO SENDO UMA BÍBLIA o programa submetido à apreciação pública, outros poderão ser dados oportunamente. E neste momento, meu caro William, estando todos entre a espada e a parede devemos escolher a espada, isto é, aceitar o que nos é oferecido pelo PS.

Passos e Portas já deram provas que tudo é para ficar na mesma. E o que temos vindo a assistir é à aliança destes bons meninos e bons alunos com a tradicional cultura impositiva germânico-suicida. Eu não diria que o problema deles é ideológico, é mais grave ainda. Eles não têm programa nem ideologia. Têm sede de uma qualquer merdita que leva o nome de poder e projecção.

Vítor Gaspar foi um exemplo de penitência. Resta-me clarificar, com o tempo, se esta penitência e/ou contrição não conduziu a uma jogada sub-reptícia dos alemães, oferecendo-lhe um cargo numa instituição internacional para continuar a domesticar as hostes governativas internas.
Nota: eu não afirmo que Gaspar se vendeu e/ou foi formalmente comprado. O que digo é que pode ter sido uma jogada política alemã bastante habilidosa para calar uma voz e enfraquecer a oposição a suas condutas e políticas.

O que afirma em seu 2º parágrafo confirma o que disse e reforça a afirmação do absolutismo austeritário. Foi precisamente depois do chumbo do TC e da devolução dos valores retidos que se verificou um aumento no consumo interno, mas que ainda é insuficiente. Este exemplo só serviu como FACTO para credibilizar ainda mais a proposta do PS.

Abraço
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De William Wallace a 16.05.2015 às 16:11

Vento, concordo consigo em quase tudo, excepto no facto de termos obviamente de aceitar o mal menor, pergunto-me se não haverá homens e mulheres em Portugal que queiram fazer melhor do que apenas distribuir umas migalhas a crédito ?

Claro que a posição do TC é de louvar, e o PS quer fazer igual, dar umas migalhas para aliviar um pouco a canga que todos temos de carregar, o que eu pergunto é porque é que no resto não se assumem, que reformas pretendem fazer:

Querem acabar com o estado paralelo ?

Vão encerrar / fundir politécnicos ou escolas de enfermagem por ex. que só existem para manter um quadro de professores?

Vão eliminar as subvenções estatais na saúde / educação feitas a privados ?

Vão fundir câmaras municipais e eliminar freguesias e criar outras (freguesias)
onde ainda existe gente e tentar que se fixe lá mais ?

Vão acabar com o AO ?

Querem sair da CPLP devido ao facto de lá estar um país fora do âmbito original dessa associação ?

Terá o PS coragem de reverter as leis laborais eliminando as que nem sequer foram pedidas pelos patrões e combatendo essa forma iníqua de relações laborais que são os recibos verdes e voltando a conferir alguma estabilidade ás relações laborais ?

Irá o PS cortar a sério nos negócios ruinosos das PPP e domar o abuso de posição dominante de alguns grupos económicos ?

Estará o PS preparado para renegociar/reverter as privatizações feitas nos últimos anos (CTT, EDP, ANA, REN , GALP) salvaguardando a Fazenda e os interesses dos Portugueses.

....

Caro Vento sei que a situação é muito má, aliás esta crise só tem paralelo (na minha opinião) com a de 1383/85 e nessa altura não se escolheu o mal menor, não se poderá agora fazer o mesmo ?

Pela parte que me toca, não escolherei o mal menor, não votarei, como já o disse, nem PS, nem na coligação e espero que a maioria silenciosa volte a votar e não se resigne a mais do mesmo.
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De Vento a 16.05.2015 às 19:58

William, antes de mais um pequeno esclarecimento. Ao usar a palavra "devemos" quero que entenda que isto só reflecte a minha tendência de ser igual aos demais. Mas cada um deve fazer o que quiser e entender o que é melhor.

A minha opção por esta situação não é a escolha de uma mal menor. É antes um ponto de partida. Eu considero que todos - e aqui é mesmo todos - temos a capacidade de nos reciclar. Mas nem todos querem ou conseguem querer. Combati Sócrates e o PS de Sócrates. Pleiteei por Seguro e combati a atitude de Costa; e perante a continuidade do regime Sócrates, através de Passos/Portas, eu opto pelo PS por convicção que ele está mais bem posicionado para a mudança, para a vitória, MUDANDO, e também na convicção que existirá um saudável aumento de votos à esquerda.
Qualquer proposta que Passos/Portas me tragam vem tarde.

Marinho Pinto pode marcar algum pleno. Mas depois que li e escutei as suas posições em relação à Grécia e outros temas verifiquei que o moralismo não é via governativa e de quem quer ter uma visão Universal da governação. Basta-me os que lá estão!

Mudando de tema, deixe-me dizer-lhe que como cristão eu inclino-me para os pagãos e não para os moralistas e arrumadinhos. Afinal isto de ser cristão não é para os bonzinhos, é para os que desejam melhorar. Não me considero um justo, mas um justificado por Alto Preço.
Dito isto, encontro no PS o potencial e a capacidade de conversão que o conduza em direcção ao outro, a todos os outros, e não espero que seja o PS a oferecer-me algo, SOU EU QUE ME OFEREÇO A ELE.

Digo-lhe isto como pessoa INDEPENDENTE QUE SEMPRE FUI E QUE TAMBÉM VOTOU NO PSD E NO PCP, por considerar que este último em matéria autárquica é uma verdadeira escola de BOA GOVERNAÇÃO; e neles encontrar espírito cristão que não vejo entre cristãos, de todas as confissões.
Como disse Sá Carneiro uma vez a propósito da esquerda, também eu digo que quer o PCP quer o BE (na altura de Sá Carneiro eles não existiam) são absolutamente necessários à causa política. Embora discorde deles em vários temas, e sérios.

Como cidadão entendo-me como precursor de uma mudança, como cristão estou sempre aberto a mudar-me n´Aquele que tudo Renova. Isto é uma declaração de fé e de cidadania.

Estou certo que o William compreenderá tudo quanto escrevi e até mesmo o que não escrevi e presumo que saiba que eu sinta.

Quanto às questões que vai colocando, no quadro actual assumo que o limite é aquele que nós mesmos colocamos perante as evidências. Tudo está em aberto. O caminho faz-se caminhando.
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De William Wallace a 17.05.2015 às 12:55

Caro Vento, não sabia que combateu o PS de Sócrates mas devia saber intuitivamente, pois os argumentos e a forma como os explana nos seus comentários elucida bem essa posição.

O que critico e critiquei a Seguro foi a forma oca como tentou fazer oposição esquecendo-se que teria 1º de ter sangrado e muito o PS actual que não se renovou e uma vez mais os inimigos estavam dentro e os adversários fora. Foi muito complacente internamente e não apresentou propostas de forma séria e capaz, talvez também porque não teve apoio das bases e sofreu (reconheço) uma guerrilha interna feroz de forma camuflada.

Compreendo o que escreveu e respeito, tem convicções e acredita nelas, eu ao contrário não tenho ilusões, sabia que Costa avançaria assim que o odor a sangue fosse insuportável e foi o que aconteceu e a forma como Seguro se tentou agarrar ao poder não foi bonita, e se já antes não teria o meu voto, mesmo que vencesse Costa, também não o teria.

Adiante, espero que esteja certo, e que de facto este seja uma nova etapa partida e não apenas mais uma meta volante pois Portugal e os Portugueses já não aguentam mais este circo de feras e mentiras.

Pela parte que me toca (se lá chegar) votarei naquele partido que tiver pessoas novas e ao mesmo tempo credíveis (que as há) com propostas sensatas em face da MUDANÇA que é necessário fazer.

Cumprimentos
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De Vento a 17.05.2015 às 15:44

Agradeço suas palavras, William.

Sim, necessitamos de pessoas novas. Homens e Mulheres Novo(a)s que consigam discernir o que é isto de ser novo. Na realidade ambiciono esta novidade que mais não é que renovação. Vejo muita gente nova no governo e fora dele que a única coisa que nos trouxeram foram os vícios de seus "pais". É necessário cortar com este cordão umbilical sem ostracizar os anteriores.

Eu não me iludo, na medida em que penso que a ilusão é arte de fazer parecer morto o que está vivo. E como penso que até a minha morte será mais um momento de minha vida, continuarei a trabalhar como se tudo dependesse de mim e a orar como se tudo dependesse d´Ele.

Cumprimento-o também.
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De William Wallace a 15.05.2015 às 20:32

Não sei se esta série de post 's sobre os Tugas mais Gregos que os Gregos vai ser longa, apenas sei que no fim da série ninguém vence, todos perderemos e como é óbvio os mais acérrimos atacantes do governo grego serão os que menos perderão.

Como já disse num outro post os Gregos querem morrer de pé e como é óbvio a noticia da saída da Grécia da zona Euro (se vier a acontecer) será lançada num fim-de-semana como é costume nestas coisas, talvez até o Marques "vidente" Mendes seja o arauto... designado aqui em Portugal.

Obviamente que se a Grécia sair da zona euro o caos (a médio prazo) estará lançado na Europa e nós portugueses vamos apanhar por tabela, disso ninguém tenha dúvidas por isso é com tristeza que vejo muita gente torcer para que isso aconteça.

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De Olá, fresquinho a 15.05.2015 às 22:04

De pé ou à fresquinha em esplanadas à beira-mar? Confira lá isso.
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De Pedro Correia a 15.05.2015 às 22:14

Porque é que a Grécia terá de sair do euro se 70% dos gregos defendem a manutenção do país no sistema monetário europeu e o ministro Varoufakis acaba de reiterar que essa saída representaria uma "catástrofe" para Atenas?
Seria mais fácil convocar novas eleições e mudar de governo. Até porque o Syriza - recordo - não tem maioria absoluta. Os governos existem para resolver os problemas, não para fomentar catástrofes. Se o actual governo conseguir resolvê-los, muito bem. Se não conseguir ou apenas os agravar, o melhor é dar lugar a outro.
Aliás não custa prever que Varoufakis não permanecerá muito mais tempo como ministro das Finanças.
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De William Wallace a 15.05.2015 às 23:33

Eu apenas pus a hipótese de a Grécia sair da zona euro, embora saiba bem que 70% (ou mais) dos gregos não pretendem sair, resta saber quantos dos restantes governos europeus estão dispostos a deixá-los lá e é aqui que reside o problema!

As consequências de uma saída (mesmo que controlada) da Grécia serão imprevisíveis para os europeus em geral e para os portugueses em particular serão muito gravosas pois somos o elo mais fraco que se segue daí não perceber o regozijo jocoso de muitos e muitas.

Esta " estória " já leva 7 anos e até agora tem sido sempre a piorar e tudo leva a crer que continue, aliás as peças do xadrez têm sido todas movimentadas nesse sentido, só não detecta aqui um padrão quem não quiser....

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De Pedro Correia a 16.05.2015 às 00:37

Os gregos não querem abandonar o euro. Nem querem deixar a União Europeia. Eles sabem bem que 34 anos na CEE/UE lhes permitiram melhorar o nível de vida: têm 20 mil dólares anuais de rendimento 'per capita', cifra nunca antes atingida na história do país.
Nenhum tratado europeu prevê a saída de qualquer país do euro. Se o Syriza conduzir a sua política nessa direcção divorcia-se definitivamente dos eleitores (e lembro que só obteve 36% nas urnas, não mais).
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De SS ou KGB? a 15.05.2015 às 22:15

Comparar a actualidade (a 5 de Fevereiro de 2015) com o Holocausto só a anormais ocorreria. A propósito, o Holocausto será apenas comparável ao Holodomor e à mortandade sob o estalinismo. SS só por absoluta má-fé pretende ignorar tal evidência histórica.
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De rmg a 15.05.2015 às 22:38


Meu caro

Esta sua série tem vários méritos dos quais destaco o de aparecerem por aqui todos os dias na caixa de comentários bons exemplos dos que têem medo de tudo, dos que tudo assusta, dos que todos querem assustar com conversas repletas de pseudo-factos, vagos desejos e pura hipocrisia para não ficarem sózinhos na sua cobardia perante a vida, que é por natureza difícil e que muda tantas vezes em poucos segundos sem disso termos culpa nenhuma.
E tendo mudado nos obriga também a nós a mudar nos segundos seguintes para não sermos vencidos por ela.

Talvez que se tivessem à sua volta - por exemplo - 3 problemas realmente sérios, daqueles que obrigam a repensar tudo daqui para a frente, não tivessem tempo para tanta elucubração, arranjavam uma vida e faziam por meter-se mesmo dentro dela.

E que em conjunto com muitos outros que não vêm aqui contribuem também todos os dias para que seja complicado levantar este país cheio de "coitadinhos" de barriga mais ou menos cheia que estão preocupados não com a Grécia mas com as consequências do futuro da Grécia na "vidinha" deles próprios.

Um abraço (hoje) beirão!


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De Pedro Correia a 16.05.2015 às 00:40

O objectivo desta série, meu caro, é demonstrar como em apenas três meses a percepção da realidade pode alterar-se de tal maneira que chega quase a tornar-se involuntariamente irónica ou absurdamente errónea.
Feliz ou infelizmente, matéria-prima não falta. E o meu arquivo é inesgotável.
Um abraço, com votos de que disfrute os bons ares aí para cima.
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De William Wallace a 16.05.2015 às 02:53

Pois RMG , essas generalizações e dicotomias (entre empreendedores e os restantes) e vencidos da vida com a barriga mais ou menos cheia explanam bem o raciocínio que nos trouxe até aqui, somos pouco (sou pouco corajoso) prefiro estar na minha zona de conforto a por ex. trabalhar de borla, ou alugar um quarto em Londres ou no Minho e comer bolachas e sandes e passar frio.

Quanto ás consequências do desastre grego na vidinha cobardolas que levo, de certo serão trágicas, mas serão mais trágicas para aqueles que acreditam (eu não acredito) que têm de lutar nem que seja endividando-se até á medula, ou enganando e mentindo para arranjar 5 tostões para o "pão com manteiga" de amanhã que depois logo se vê quem cai.

Pensar ainda que parado, não deixa de ser pensar, há quem muito viaje e não saia do mesmo sitio e pior deixe de pensar, de ter valores, etc.

Quando reflicto sobre a minha situação muitas vezes chego á conclusão que se tivesse feito diferente o resultado teria sido o mesmo pois havia variáveis que não controlava nem controlo.

Escrevo uns textos aqui porque tendo ainda tempo, capacidade e meios tento alertar alguns para algumas coisas e também como forma de exercitar as minhas células cinzentas, não recorro a facciosismos, nem analiso / opino de forma pré-concebida, tento pôr-me no lugar do outro, ter consciência dos meus defeitos (na medida do possível) e tento ter uma visão globalista embora sem prescindir daquilo em que acredito.

"pior que um cego é aquele que não quer ver"

Quando era novo já pensava/agia como um velho, agora "velho" ainda continuo a pensar/agir como quando era novo, infelizmente ou não.....
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De rmg a 16.05.2015 às 12:16


Agradeço a sua resposta.

Lei-o por aqui há suficiente tempo para não ser novidade nenhuma o que me diz, é exactamente o que eu esperava que me dissesse se achasse por bem comentar-me (e que, repito, lhe agradeço).

A sua frase "Quando reflicto sobre a minha situação muitas vezes chego á conclusão que se tivesse feito diferente o resultado teria sido o mesmo pois havia variáveis que não controlava nem controlo" diz muito sobre si, creia que não lhe digo isto para ser chato mas sim porque penso sinceramente que é por ser assim que "não vai lá" como desejaría.

As variáveis, sendo variáveis, mudam com os nossos actos.
Se eu decidir seguir o caminho A em vez do caminho B encontro outras variáveis e as variáveis podem ser boas ou más.
Por isso quando se dá um trambolhão na rua ou se encontra alguém de quem não se gosta se comenta inútilmente com os botões "mas por que é que eu vim por esta rua e não fui pela outra?".
Parece simplista mas não é, isto é válido para tudo na vida.

Nunca tive dúvidas e agora que os problemas se passaram também para doenças complicadas "mesmo à minha volta" só lhe posso confirmar que os problemas se começam a resolver no minuto seguinte a surgirem, sem descanso nem intervalo.

Já contei aqui mais de uma vez que por várias vezes me vi obrigado a mudar drásticamente de vida profissional, trabalhei no Japão há quase 40 anos (e já com 3 filhos aqui) e em 5 distritos diferentes em Portugal nos últimos 25 anos, os meus filhos agora quarentões andaram nos últimos anos por sítios que vão da América Latina à Austrália passando pelo Médio Oriente (eles próprios também já com filhos adolescentes aqui) mas agora está cá tudo, sem prejuízo de algum ter que partir outra vez...

Certamente concordará que todos teríamos preferido jantar e dormir todos os dias a casa.

De resto e se vive pelos distritos de Lisboa, Viseu ou Coimbra diga-me um restaurante onde o possa encontrar que terei muito gosto em conversar consigo pessoalmente, gosto de conhecer as pessoas

Uma boa tarde para si

PS- Não percebi o seu 2º parágrafo, extrapola os seus sentimentos para a comunidade como um todo, quando a comunidade é feita de muita gente que tem tanto direito a pensar diferente de si (mesmo que ache que mal) como V. o tem de pensar diferente delas (mesmo que ache qe bem).

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De William Wallace a 16.05.2015 às 13:25

RMG o 2º paragrafo da minha resposta talvez seja um pouco simplista, mas é forma como vejo as relações na sociedade actualmente, decorre talvez da minha forma de ser / estar que nunca foi dada a "jogadas" iludir o próximo e com isso obter vantagens (pequenas ou grandes), há quem lhe chame honestidade.

Pela experiência que tenho e acesso á informação que ainda vou tendo perdi a capacidade da ilusão como amiúde diz o treinador do "meu" F.C.P . .

Ainda por estes dias inscrevi-me num concurso para o estado (de âmbito local) mas ao pedir as datas das provas, não me souberam informar embora tenha a certeza que os candidatos devem já estar escolhidos, já sabem quando as mesmas ocorrerão e terão até eventualmente acesso ao enunciado da prova e mesmo que a faça (a prova escrita) e passe existem ainda mais 2 etapas de selecção com cariz altamente subjectivo e sem critérios definidos que condicionam bastante qualquer hipótese que tenha para ser escolhido mas logo vejo, afinal tempo para estudar não falta....

Quanto a encontrarmo-nos decerto seria uma experiência agradável mas quase já não me lembro da ultima vez que comi num restaurante sem ser por ter de ir trabalhar a seguir....embora aqui pelas terras de Viriato se coma bem.



O que lamento profundamente (voltando ao post do Pedro Correia) é que existam pessoas que acreditam GENUINAMENTE que a razão lhes assiste quando entendem que não se deve ajudar mais os Gregos, sendo que essas pessoas estão a ser a parede através da qual interesses tenebrosos se escondem para levar a sua agenda avante, são peões e serão facilmente descartados quando o momento chegar.

Entretanto continuaremos a debater este e outros assuntos, uma vezes mais acaloradamente outras não, é bom debater com quem acredita genuinamente e que expõe sem subterfúgios a sua argumentação, como por ex. você ou o Vento, o Da Maia, é isso que me faz vir aqui ao DdO , ler para sentir.

Cordiais Saudações deste homem das terras altas

P.S. - Por exemplo lamento que o Público ao não permitir acesso ás noticias para leitores que não subscrevam o serviço online não deixe pelo menos ver os comentários seguintes pois parece-me ter uma das melhores caixas de comentários da imprensa Portuguesa pois está bem "defendida" se é que me entende.
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De rmg a 16.05.2015 às 16:25


Mais uma vez lhe agradeço a sua resposta e o modo como o faz.

Compreendo a sua posição mas é mais difícil aceitá-la, nenhum de nós é especial na honestidade ou na falta de ilusões na vida, na grande maioria somos gente honesta no sentido de que não vivemos para as golpadas bem como somos gente sem ilusões no sentido de que já tivemos a nossa dose de chatices.

Depois cada um reage à sua maneira, isso é outra história.
Por razões que não teria pejo em contar-lhe pessoalmente mas que aqui evito agora, tenho uma família dos diabos (mulher, filhos, netos, é tudo e é muito!) que desde doenças "sem saída" a desempregos múltiplos tudo tem vencido ou continua a lutar para vencer porque não perde um minuto a lamentar o destino: cada minuto que se está nisso é tempo e energia perdidos para o ultrapassar.

O que me conta a seguir não me espanta.
Mas notará que são situações que tanto podem acontecer contra nós como a nosso favor, cada vez que um português mete uma "cunha" está a lixar outro português por mais simples que seja a situação.
E olhe que não conheço muitos portugueses que aqui ou ali não tenham beneficiado de um "favorzinho", sempre justificável quando é em proveito próprio (a maior parte até acaba a gabar-se disso).

Pois tente lá arranjar um bocado para ír a um restaurante por aqui, que tenho muito prazer em convidá-lo a aturar-me.
Que por terras de Viriato se come bem eu sei: neste intervalo acabo de fazer uns bons quilómetros para almoçar no Zé Pataco uma excelente e generosa dose de arroz de costelas, meia garrafa de tinto de Santar e uma bica por 10€...

É que quando há mais de 23 anos toda a gente se precipitava a comprar apartamentos no Algarve, eu comprei uma casa abandonada na Beira Alta e recuperei-a, apesar de ser "alfacinha" há 3 gerações e aos 45 anos nem saber muito bem cá vir ter.
Como vê não posso ser mau rapaz!

Por isso insisto, estou por cá semana sim, semana não, chego a qualquer sítio em 1/2 hora (até 4ª estou cá, por exemplo), a proposta é minha.

Quanto ao post penso que está enganado.
Eu acho que se deve ajudar os gregos, só que para mim ajudar não é dar o peixe mas ajudar (não pus ensinar) a pescar e isso, tenha lá paciência, só vão perceber que precisam de saber quando o peixe não lhes aparecer na mesa, que é o que o Syriza lhes prometeu e continua (em parte) a prometer.

Os filhos casam-se com pessoas por quem se apaixonam, metem-se em alhadas financeiramente parvas e depois os pais vão aparando as situações e aquilo nunca mais acaba.
Eu sempre me recusei (e já passei por isso mais de uma vez) e imaginará que não era por querer a desgraça dos meus filhos, tanto assim que quando se "desapaixonaram" e "caíram" neles lá vêm com a conversa do "se não me tens dado aquele chuto no cú ainda andava por aí a lixar-me e a lixar-te ainda mais".
Tem aqui o meu paralelo com a Grécia, onde tenho conhecidos (mas poderia também servir para outros países, como o nosso).

Portanto o "genuínamente" que me atribuí não é o meu, se querem o dinheiro europeu têm que aceitar as regras por que se regem os outros 18 países que o vão emprestar, sete deles até com muito menores PIB per capita.
Não querendo, são livres de ír à vida deles, como nós de eventualmente termos que ír um dia à nossa.
Passado o 1º choque não ía haver catástrofe nenhuma, nunca há, está tudo já "à defesa", a Rússia quer é vender à Alemanha e à Holanda, seus grandes clientes.

Não podemos é achar- legítimamente - que é uma vergonha os "nossos" governos fazerem isto e aquilo com o "nosso" dinheiro mas acharmos normal que o governo grego (ou outro qualquer) faça o que quer que seja com o "nosso" dinheiro (para mais quando tantos de nós desconhecem profundamente o que se passa por lá e sabem ao pormenor de cada cêntimo que se gasta aqui).

Muito agradeço as suas palavras finais, eu digo o que penso tal como você faz, mas às vezes as coisas não correm bem, há gente que não distingue o que muito bem classifica de "acalorado" e envereda pelo insulto, pela sobranceria, pela pseudo superioridade intelectual.
Claro que quando isso vem de anónimos ou quase é para mim igual, mas quando vem de pessoas com quem mantínhamos alguma cordialidade é mais difícil e portanto é melhor ficar por ali.

Não menos cordiais saudações das terras altas (por afinidade)

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De William Wallace a 17.05.2015 às 12:34

Caro RMG , agradeço o seu convite mas este mês já está tudo contado, se é que me entende. Decerto agora que chega o tempo mais quente passará mais dias / semanas aqui pela Beira Alta e como vou estando por aqui no DdO decerto haverá outra oportunidade de marcarmos esse almoço.

Grato pela consideração e cordiais cumprimentos.

P.S. - Quanto ao genuíno , queria apenas dizer sem segundas intenções ou interesses.
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De rmg a 17.05.2015 às 15:47


Meu caro

Se o "tudo contado" é o tempo disponível entendo-o perfeitamente.
De qualquer modo espero que seja claro que eu é que o "desafiei" e que a responsabilidade é minha mas a disponibilidade é sua.

Desde que há 2 anos me reformei (tenho 68) que é indiferente para mim o tempo quente ou o tempo frio na Beira Alta, estou por cá tanto no pino do Inverno como no pino do Verão exactamente o mesmo tempo, semana sim, semana não.
Vivi por todo o país durante dezenas anos, estou habituado a todo o tipo de climas.

Em Lisboa moro numa zona que era uma "aldeia" há 20 anos e agora já só há turistas, tuk-tuks e bagunça, estou farto.
Todos os dias de manhã a 1ª coisa que faço é ír ver o estado do meu carro, pura curiosidade.

Só para lhe dar uma ideia tenho o capô do carro todo amolgado (e é um carro alemão de chapa a sério!) porque um casal de jovens turistas resolveu os seus problemas sexuais em cima do dito há uns meses atrás, às 2 da manhã, depois de andarem a dançar em cima dele.
O entusiasmo era tal que as testemunhas locais, como sempre, preferiram filmar no télémóvel da janela e mostrar-me no dia seguinte, mas corrê-los dali nada.
Muito me adiantou o filme, como imagina.

Eu comprei, recuperei e mantive esta casa mesmo nos muitos anos que trabalhei pelos Alentejos (vários Alentejos) e na "minha" Lisboa exactamente para aqui viver nesta altura da vida.
Não foi uma herança, saíu-me do pêlo (e de que modo!) e os meus filhos na altura com 20 e poucos anos bem me chatearam para que eu me virasse para "a praia", como é evidente (hoje já não pensam bem assim).

Como não sei se duro mais 2 anos e portanto sou velho ou se duro mais 20 anos e portanto sou novo tento "gozá-la" ao máximo.
Se não o fizer mais vale vendê-la, só nas heranças se deve poder ír lá " só de vez em quando", digo "deve poder" porque nunca tive nenhuma.

Abraço

PS- Eu percebi o "genuíno", só quis esclarecer que se sou "genuíno" isso tem para mim razões de ser, razões essas que até aplico na minha vida privada.




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De Com os olhos em bico a 15.05.2015 às 23:08

«As autoridades gregas estão em negociações avançadas para a venda do porto do Pireu a uma empresa estatal chinesa, a Cosco. A informação foi avançada pelo ministro da Defesa e líder dos Gregos Independentes, Panos Kammenos, ao afirmar que "estamos em conversações avançadas para alargar a cooperação [com a Cosco] em breve, incluindo também a construção de uma estrada".»

Jornal "Negócios", 15 de Maio de 2015
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De Pedro Correia a 16.05.2015 às 00:41

Caramba. Estará o Syriza a tornar-se neoliberal?
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De Vai-se a ver... a 16.05.2015 às 14:45

"O vice-presidente da Comissão Europeia Valdis Dombrovskis exortou a Grécia a apresentar “uma lista de reformas abrangentes e credíveis” para acelerar as negociações com Bruxelas, numa entrevista ao diário alemão Bild."

O muciú Juncker, aquele que deixou as grandes multinacionais trabalhar à vontaducha lá na terra dele, é que é capaz de achar isto muito humilhante...

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