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Fuga em massa

por Pedro Correia, em 12.10.17

 

Bimbo transfere sede espanhola de Barcelona para Madrid.

 

Freixenet prepara saída da Catalunha ainda este mês.

 

Cervejeira San Miguel ruma de Barcelona a Málaga.

 

Catala Occidente confirma transferência para Madrid.

 

Empresa proprietária da Cola Cao muda-se para Valência.

 

Grupo editorial Planeta instala-se em Madrid se houver independência.

 

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64 comentários

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De Vlad, o Emborcador a 12.10.2017 às 10:09

É como cá . A abstenção resulta do boicote às urnas. Basta não aparecer.
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De Pedro Correia a 12.10.2017 às 10:43

Ali não houve abstenção. Pelo contrário: houve recusa assumida em participar na farsa eleitoral.
Largamente maioritária.
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De Vlad, o Emborcador a 12.10.2017 às 12:43

Desculpe, mas em 2014 houve farsa onde? Madrid permitiu através do seu ministro da justiça a realização do dito referendo. Tivessem os confederados ido votar.
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De João André a 12.10.2017 às 10:47

Nesse caso a abstenção serviu como voto em si. Quem estava interessado na independência votou. Os outros não. O voto na independência, pelos números que dá, representaram 29,47% dos eleitores. Esmagador, sem dúvida.
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De Pedro Correia a 12.10.2017 às 11:18

Acresce que nenhum país se torna independente sequer com 50%+1.
Se para rever algumas leis-quadro, como as leis eleitorais, é necessária maioria qualificada de dois terços dos deputados, não faz qualquer sentido um referendo independentista, portanto com carácter irreversível, submeter-se ao critério da maioria tangencial.
Qualquer acordo político que venha a estabelecer-se em Madrid para a alteração das regras constitucionais - medida que considero sensata - deve estabelecer regras básicas para uma consulta referendária de carácter territorial. Clarificando o universo eleitoral e as regras de validação destas consultas.
Nenhum referendo deve ser considerado válido com menos de 50% de participação eleitoral nem com menos de 66% de votos afirmativos expressos nas urnas. Na medida em que a "independência", uma vez adquirida, não permitirá futuros referendos que façam revertê-la à situação anterior. Torna-se irreversível, motivo acrescido para agir sempre com a máxima precaução nestas matérias. E nunca perdendo de vista que os mecanismos referendários são sempre muito do agrado dos regimes autoritários e ditatoriais. O próprio Franco promoveu dois, em 1947 e 1966.
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De Vlad, o Emborcador a 12.10.2017 às 12:45

A/C João

Mas com que varinha mágica se serviu para saber que os abstencionistas eram contra a independência?
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De João André a 13.10.2017 às 09:08

Talvez abusivo. Mas num referendo que foi aceite pelo resto de Espanha (com a ressalva de não ser vinculativo) e onde toda a gente tem liberdade de votar, seria de esperar que quem quer a independência fosse votar em massa. Pelos números é perfeitamente aceitável dizer que não o fizeram, mas é ainda mais aceitável imaginar que quem era contra a independência nem se deu ao trabalho de ir a essa feira.

Se começar a dizer que não podemos tirar conclusões de nada desse voto eu até posso argumentar que se calhar quem foi votar "sim" queria votar "não" (mas apeteceu-lhes ir gozar) e que todos os abstencionistas queriam era a independência soba forma de monarquia absolutista (e não votaram porque essa opção não existia nas perguntas)... Já que estamos numa de não querer ler muito nos resultados...

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