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Frases de 2017 (4)

por Pedro Correia, em 11.02.17

«O ministro das Finanças não mentiu.»

António Costa, 8 de Fevereiro

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3 comentários

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De xico a 11.02.2017 às 23:34

É tudo uma questão de pós-verdade.
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De BELIAL a 12.02.2017 às 10:10

JPP, reexplica a 3 formas de mentira segundo coeva tese jesuítica: mentira propriamente dita; omissão da verdade, sugestão da falsidade.


"ÉTICA DA MENTIRA
Joane Aureliano Nascimento30 de novembro de 2014

Conforme o Dicionário Aurélio a mentira é: “Afirmar aquilo que se sabe ser falso, ou negar o que se sabe ser verdadeiro: mentir vergonhosamente.” Sempre ouvimos que há o certo e o errado, que mentir é errado, por exemplo. Mas, mentir pode ser ético dependendo da situação, pois a mentira pode ser vista como algo tolerável quando usada, por exemplo, para prevenir um mal. Embora à mentira possa ser eficaz, nunca deixará de ser uma sonegação da verdade. Com isso, podemos entender que perante a ética, a mentira é uma ocultação da verdade, porém, diante do estudo da ética da mentira, algumas mentiras podem ser válidas quando conscientemente praticadas e provocam efeitos virtuosos de qualificada expressão, ou seja, a mentira pode ser utilizada quando causa o bem para a(s) pessoa(s). Faz-se necessária assim a identificação dos motivos que levam um indivíduo a mentir, índole, falha na educação, o emocional, conveniência, seja qual for à razão, a mentira está fundamentada em questões íntimas e em diferentes situações.

São diversos os aspectos da mentira, podendo surgir de uma falsidade total, de uma meia falsidade de uma simulação ou até mesmo uma ocultação parcial ou total da verdade. É possível mentir veiculando a verdade, ou seja, quando nos fazem acreditar em algo que não seja necessariamente verdade, não nos faz de ser um mentiroso. A informação pode ser usada para manipular o pensamento, muitas vezes os controladores da imprensa, usam de falsidades para atender a interesses especulativos e de dominação.

Pois cada mentira comunicada deve ser estudada, por que depende da forma e onde é transmitida essa informação errada. Tem proporção maior quando atinge o coletivo, devido se espalhar rápido. Agora existem os fatores que influenciam sobre os efeitos quantitativos de falsidade da informação que são: – a quantidade de pessoas; – a qualidade do mentiroso; – a qualidade do informe; e – a quantidade do informe. Essas informações que são danificadas pela mentira e falsidade podem ser de qualquer ambiente, na bolsa de valores, advogados, contador, auditoria, etc. Um exemplo é se o contador omite uma informação das demonstrações contábeis com ou sem consentimento do cliente, com certeza alguém sofrerá por essa falsidade comunicada.

As questões éticas manifestam-se a cada dia em toda nossa sociedade. Levando em consideração que suas raízes possam estar ligadas a moral, por ser uma forma de comportamento humano em que precisamos considerar em toda a sua diversidade a conduta do indivíduo. Ética e moral são relativamente diferentes do ponto de vista de análise da ação humana, pois, o que hoje é considerado errado, amanhã pode ser tido como certo e vice-versa. Ou ainda, o que para um determinado grupo é correto, para outro pode não ser. A mentira é apenas um exemplo entre tantos outros, mas bastante ilustrativo. Pode-se até considerar categoricamente que a mentira é sempre algo ruim. O problema é quando a consequência de não mentir é algo pior do que a própria mentira.

Evidencia-se que a ocultação da verdade pode gerar aparente mentira quando, obrigado a responder ou opinar, a ocultação de um profissional poder dizer que não lembraria de como aconteceu, manter um sigilo ético fazendo-se digno da confiança que nele foi depositado. Utilizar-se da profissão, do conhecimento que lhe oferecer ou da função para enganar, falsear a verdade. Isso não e ser ético".

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