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Frases de 2017 (3)

por Pedro Correia, em 31.01.17

«O PSD não conta para nada.»

António Costa, no Parlamento (27 de Janeiro)

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13 comentários

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De Carlos Faria a 31.01.2017 às 13:56

Suspeito que virão dias que contarão para mal de quem as proferiu.
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De Einstürzende Neubauten a 31.01.2017 às 15:06

Se a coligação dos partidos à esquerda, "colada" com mais ou menos argamassa, for para continuar, nunca mais o PSD, sozinho, ou coligado (CDS) chegará ao poder.

E tanto mais isto é verdade se a classe média (rendimentos moderados, com filhos e família tradicional, geralmente com empregos "seguros" - Estado, grandes Empresas,etc) vier por aí abaixo sendo substituída por uma ascendente, quantitivamente, classe baixa (rendimentos modestos, precariedade laboral, indivíduos em união de facto e sem filhos, solteiros, desempregados, etc)

Sociologicamente os eleitorados estão bem estudados (os de classe baixa votam nos partidos "fora do sistema" - comunistas, ou extrema direita, "nunca" em partido conservadores/tradicionalistas que conservam precisamente esse sistema que dificulta a ascensão social ,pela manutenção dos "privilégios"/regras dos que detêm o poder - os deserdados raramente atribuem a si mesmos as responsabilidades da sua posição na escada social, preferindo assacar responsabilidades ao dito "Sistema", ou às Teorias conspirativas - NOM - faz parte da natureza humana)

Veja-se o Maduro, na Venezuela. Cimenta o poder aumentando os rendimentos de uma cada vez mais numerosa classe baixa, e pela diminuição dos rendimentos da classe média-alta (a que volta no Centro ou à direita).
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De Pedro Correia a 01.02.2017 às 13:09

Não invoque a Venezuela como exemplo. Não é exemplo para ninguém.
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De cristof a 31.01.2017 às 15:39

Lá que o palerma das pernas a tremer o galambices se portem como tolos , quase que já nos habituamos agora o dão sebastião Costa?
Cadavez tenho mais convicção que caminhamos por percurso parecido ao do socrates, antes da banca rota.
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De Tristonho a 31.01.2017 às 17:36

Não tenhamos a menor dúvida, e desta vez com o beneplácito da "geringonça", cujo primeiro e último propósito é cavalgar impetuosamente sobre o que vai restando de um povo digno.
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De Luís Lavoura a 31.01.2017 às 16:44

Passos Coelho informou na Assembleia que, se o Governo voltar a precisar dos votos do PSD, deverá antecipadamente "pedir" (a expressão é dele) ao PSD para lhos dar.
Muito bem. A minha questão é, "pedir" e oferecer o quê em troca? Que quererá o PSD do Governo em troca dos seus votos no apoio a uma qualquer medida avulsa do Governo? Quando o Governo fôr "pedir" ao PSD, o que exigirá o PSD em troca?
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De Jorg a 31.01.2017 às 19:07

..talvez digam ao Xuxa Costa, Capatraz (ou Tráspratraz) da Gerigonça, "Olha, como ninguém te investiu de "charneira", demites-te, levas contigo aquela multidão de nomeados da reversão, e humildemente apoias um governo do(s) partido(s) que ganhou(aram) as eleições que tu tão claramente perdeste! E já agora, procedemos a uma re-eleição da presidência da AR, porque aquela figurinha que por lá anda, muito dado a dissertações, eventualmente evacuações, perante questões de Justiça, ainda acaba a opinar em Belem se tivermos a má-fortuna de uma camueca ao Marcelo - depois de tanta habituação a afectos e selfies de Master Yoda, era promover Vader a Palpatine - o acordar do "Dark Side""...:-)))
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De Anónimo a 31.01.2017 às 18:18

E conta? Este PSD é formado por crianças mimadas que não olham o país, mas sim os seus próprios interesses e se este governo se quiser fazer a diferença, tem de manter a distancia do PSD. Não prestam como políticos e como humanos deixaram muito a desejar enquanto governo. São os fundadores do PSD a admiti-lo. Não prestam e quando assim é, o melhor é a distancia.
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De Jorg a 31.01.2017 às 19:12

... é capaz de contar qualquer coisa quando voltarem os PEC IV, as bancarrotas, as necessidades de Programas de Ajustamento, etc...
Não conta, por exemplo, para dar de volta um Banco para ordenhar ao Dr. Ricardo Salgado, ao Sr. Vara, ao sr. Ganadeiro ou ao Sr. Bava....
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De Anónimo a 31.01.2017 às 22:46

Prestem ou não, chamaram a si o maior número de votos nas mais recentes legislativas. Se o que aconteceu depois é decente ou não, se configura um suave golpe de estado de secretaria, a quebra de um uso mais do que consagrado (e que mais de uma vez serviu o PS), a perversão dos votos recebidos pelo PS ou uma oportunista mas tudo visto legítima golpada, é coisa já discutida por aqui.

Mas dizer que o PSD não conta para nada, é dizer que para o poder actualmente de turno o maior grupo de eleitores deste país não conta para nada. O que vindo de António Costa, restantes geringonceiros e seus admiradores, em rigor nada surpreende.

Ética republicana, enfim.

Costa
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De Anónimo a 01.02.2017 às 13:07

O PSD e do CDS foram coligados a eleições e assim sendo, resta saber quantos votos teve o PSD. Perante isto, duvido que tenham tido a maioria de votos, é que se os tiveram o CDS não teve votantes, o é de todo impossível. Depois de tanto tempo já devia saber que quando vota, não vota, para o primeiro ministro, mas para o parlamento e cabe a este, decidir quem tem mais possibilidade de constituir governo. Um partido que tem um líder que só diz e fez disparates,
é bom que não conte para nada porque os outros portugueses que não votaram nele, não têm que sofrer mais porque já chegou. Se querem um PSD credível, substituem esta gente que não presta, como políticos.
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De Costa a 02.02.2017 às 08:57

A ir por aí, longa seria se o quiséssemos a discussão sobre esta espécie de coisa contra-natura que nos (des)governa, aceite pelo PS - que se submeteu a gente que dele afirmou reiteradamente o pior - apenas para se manter a todo o custo no poder e servindo com devoção apenas um grupo de portugueses. A cujos imediatos interesses submete todo o restante povo, descaradamente transformado em mero pagador de promessas alheias, irresponsáveis e a prazo insustentáveis.

Mas essa discussão está feita. E para si (de facto, "depois de tanto tempo já o devia saber"), está muito bem assim.

Costa

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