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Frases de 2015 (30)

por Pedro Correia, em 13.08.15

«O Eusébio no Panteão? Claro que choca! É uma vergonha! É uma bacoquice, é uma pelintrice.»

J. Rentes de Carvalho, em entrevista ao DN

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4 comentários

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De Costa a 13.08.2015 às 16:01

Simples e cristalina verdade. Trate-se de Eusébio ou de qualquer outro futebolista. Perdeu-se por cá, completamente, o mais elementar bom senso. Serve-se generosamente o circo ao povo, compensando - visando compensar - a perene falta de pão.

Até ver, a coisa resulta. O povo gosta.

Costa
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De VW a 14.08.2015 às 14:46

Concordo com J. Rentes de Carvalho. Também não achei bem no "caso" de Amália Rodrigues...
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De A nossa casinha a 14.08.2015 às 15:24

Porque não? Todos lá vão cabendo,graças,há sempre um cantinho.Tempos houve
em que Amália e Eusébio representavam o nosso torrãozinho pelo mundo fora,
os únicos excluindo os diplomatas obrigatórios.Não nos queixemos a não ser de nós
mesmos.
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De Costa a 14.08.2015 às 17:24

Porque não, de facto. Mas vê-se com dificuldade (minha, pelo menos, e por isso talvez me deva penitenciar), onde cabe um jogador de futebol - um praticante de desporto, enfim - na formulação legal, ainda que decerto muito convenientemente lata, difusa e ambígua que possa ser, que se ocupa do assunto. E não é por indignidade pejorativa do futebol, entenda-se, é por mero sentido das proporções e do que, crê-se, pesará um dia, e quanto, na História (essa, com "H" maiúsculo).

Há depois o repugnante, cada vez mais insuportável, aproveitamento da coisa (o futebol) e dos seus sujeitos. Como alguém afirmou recentemente e não lhe faltará autoridade para isso: por estes dias, por estas décadas, o futebol é muito mais descaradamente apadrinhado pelo poder, com bem interesseiros fins, do que alguma vez o foi nesse tempo que se costuma dizer ter sido os dos três "f".

Este nosso torrãozinho, como escreve , foi de facto representado lá fora por Eusébio e Amália. E esse mérito foi deles e é inquestionável. O fado ainda é um legado português, único e específico. E a Amália se deverá parte importante da dignidade que entre autores e intérpretes conseguiu alcançar. Mas o futebol, respeitabilíssimo que seja...

Costa

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