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Esquerda-cigarra e PS-formiga

por Pedro Correia, em 18.04.16

PS[1].jpg

 

Acabou o tempo da retórica frentista: a necessidade de cumprir o Pacto de Estabilidade e Crescimento porá à prova a estabilidade da precária e conjuntural maioria de que António Costa ainda dispõe no Parlamento - maioria que aliás se dissolveu já na votação do orçamento rectificativo destinado a concretizar o processo de resolução do Banif.

A deliberada rispidez de Catarina Martins, interpelando cinco vezes Costa em tom crispado no debate quinzenal da passada sexta-feira, prenuncia novos ventos. Que soprarão cada vez com mais força caso se confirmem as exigências adicionais da Comissão Europeia hoje divulgadas no Correio da Manhã: veto ao aumento do salário mínimo para 600 euros até 2019 e chumbo da semana laboral de 35 horas na administração pública, por exemplo. Além de um "ajustamento orçamental" que possibilite a redução de 0,6% do défice português. Isto enquanto aumentam os juros da dívida e o FMI antecipa uma significativa redução das receitas fiscais anunciadas para 2016.

O colete que Bruxelas quer ver ainda mais apertado, somado à degradação acelerada do nosso frágil sistema financeiro e aos alertas que sucessivas entidades - como a OCDE e a Universidade Católica - vêm lançando como duche frio nas risonhas previsões do ministro Mário Centeno, não augura nada de bom para a saúde da esdrúxula coligação formada em Novembro. Uma coligação parlamentar de três partidos e um apêndice em que apenas o PS-formiga assume responsabilidades governativas enquanto a esquerda-cigarra vai mandando bitaites, replicando os treinadores de bancada.

Este é o dilema estratégico que Costa deverá defrontar a curto prazo: ou alarga o elenco governativo a esses partidos, forçando-os a um grau de compromisso muito maior do que o actual, ou não tardará a reviver os dias agrestes de José Sócrates no malogrado biénio 2009-11 - que acabou como sabemos. Entre este penoso cenário e a nada invejável hipótese de tornar-se o Tsipras português, resta-lhe uma via estreita e sinuosa. Mas é preferível que comece a trilhá-la desde já.

 

Leitura complementar: Notas políticas (7)

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64 comentários

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De cristof a 18.04.2016 às 16:38

Nada que não tivesse sido previsto pelos "malandros" que são contra a "democracia"!!!
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De Pedro Correia a 18.04.2016 às 18:47

Estava escrito nos astros, como dizia o outro.
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De João Sousa a 18.04.2016 às 17:32

Dizer que nesta triste comédia há uma formiga, ainda por cima este PS de Costa, parece-me uma imensa benevolência - já para não dizer optimismo.
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De Pedro Correia a 18.04.2016 às 18:47

Tenho esta mania, João. Olho para o copo e costumo vê-lo meio-cheio.
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De Anónimo a 18.04.2016 às 17:48

Enquanto houverem portugueses que não aceitam que o salário mínimo de 600€ é algo que devia ser, a Comissão Europeia sente que pode exigir o desumano. Viva com 600€ e depois, diga aqui que tal a experiência. É que na realidade somos todos iguais, mas quando toca a dar umas migalhas, aos mais desfavorecidos, não pode ser. Não se preocupe com a Catarina Martins que ela e os outros, não vão quebrar o acordo, nem exigir um lugar de topo, no governo, como aconteceu com os seus antecessores. Os governos existem para nos governar e governar exige negociar, coisa que o anterior governo não fez, pois limitou-se a fazer o que Bruxelas e os grupos económicos mandavam. Esta UE não tem moral para exigir seja o que for. Uma UE que tem países seus membros que criam paraísos fiscais e leis, para que empresas, de outros países, registem aí as suas empresas porque pagarão menos impostos, não é uma UE de gente séria. Se Portugal tem empresas que estão registadas nesses países, não pagarão os impostos cá, logo Portugal fica desfalcado de impostos que deveriam vir desses, mas não vem porque os pagam nesses países. Têm os seus lucros cá, mas vão pagar os impostos lá. Isto é tudo, menos sério e assim, esta UE não vai ter futuro. Querem deitar este governo ao chão e tudo fazem para isso, mas desenganem-se que os fortes não quebram tão facilmente e tudo fazem, para combater os incapazes que nos tiraram tudo e ainda conseguiram um feito histórico, aumentar a dívida e vangloriarem-se que tiraram o país da bancarrota.
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De Pedro Correia a 18.04.2016 às 18:50

Se um salário mínimo de 600 euros é "desumano", o que dirá você do salário médio em Cuba, que é inferior a 15 euros?
http://www.abc.es/internacional/20140619/abci-salario-medio-cubano-sube-201406181909.html
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De Anónimo a 18.04.2016 às 20:18

Não compare Cuba a Portugal porque está a ser desonesto e mostra o quanto o ser humano é mau. Em Cuba têm senhas para comprar bens essenciais e devido a essa maldade, têm um embargo há anos que não lhes dá acesso, a tudo aquilo que nós temos e eles não. Se acha bom um salário de 600€ comece a pensar viver com ele e dispense o resto a quem vive mal e depois diga que tal a qualidade de vida. Em vez de dar o exemplo de Cuba porque não deu o da Irlanda? Esses tiveram a Troika e a ineficaz Troika, nunca lhes impôs o que nos impôs a nós. Não impôs porque ao contrário de nós, eles olham pelo seu povo, nós estamos sempre a espezinhar. Só seremos pessoas de bem se quisermos que o outro, aquele que nada tem, tenha a possibilidade de ter uma vida digna, se assim não for, não passaremos de simples criaturas que de bom pouco temos.
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De Pedro Correia a 18.04.2016 às 20:39

Você critica um salário mínimo de 600 euros e elogia um salário médio de 14 euros. Só porque este último vigora num país governado há 57 anos por um partido que professa a sua ideologia. Partido único, pois nenhum outro é ali autorizado.
O pior cego é sempre aquele que não quer ver.
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De Anónimo a 19.04.2016 às 01:45

Esse país é governado, por quem os cubanos querem e nem eu, nem o Pedro, temos nada a ver com o que eles querem, mas os poderosos têm o direito de lhes embargarem tudo e mesmo assim, eles não se vergam aos soberanos e poderosos. Eu não elogio o salário médio de 14 euros, constatei factos, coisa que o Pedro não faz, mas adora fazer os outros de parvos, levando o assunto, para onde quer, para se desviar do assunto em questão. Eu não professo essa ideologia e se a professasse não teria o menor problema em dizê-lo aqui, ou onde fosse, mas não professo. Ao contrário do Pedro eu, não tenho medo dos comunistas, não comem nada nem ninguém. Não desvie o assunto para Cuba que não tem nada que vir para aqui. Aqui, estão em causa 600€ de salário mínimo que o Pedro Correia acha muito, mas de maneira nenhuma diz que renuncia ao seu e dá o restante, aos que o queriam e não têm. Os dos 600€, são seres humanos e tal como o Pedro, eu e outros que por aqui andam, têm os mesmos direitos em comer, beber, vestir, rir, sonhar, ir ao dentista, comprar óculos, ir a clínicas privadas, tudo aquilo que não podem fazer porque os 600€ não dão para tal. Imagine com menos, a vida desses iguais a nós, mas que não o são porque esta sociedade, está toda destorcida e corrupta. Repito-lhe: só seremos pessoas de bem se quisermos que o outro, aquele que nada ou pouco têm, tenham a possibilidade de ter uma vida digna. Se assim não for, não passaremos de simples criaturas que de bom pouco temos.
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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 08:36

"Os comunistas não comem nada", sustenta você. Em Cuba, muitos membros do Partido Comunista devem comer muito pouco, de facto: como comer muito com menos de 15 euros por mês?
Talvez isto explique o facto de o partido único cubano ter perdido 671.344 filiados, como revelou o próprio ditador de Cuba, general Raúl Castro, no discurso da sessão inaugural do congresso do PCC, sábado passado.
E só mesmo um crente cego no decrépito sistema político cubano pode escrever, como você escreveu, que "esse país é governado, por quem os cubanos querem".
O país é (des)governado por quem os cubanos não querem. Desde logo porque não há lá eleições democráticas há mais de 60 anos. A única alternativa que têm é Castro... ou Castro. Um país castrado, portanto.
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De Anónimo a 19.04.2016 às 13:24

Desculpe, mas revela uma ignorância grande e para um jornalista, é grave porque não informa, desinforma. Devia saber, mas não sabe que os 15€ são para comprar outros bens que não os essências porque para esses têm senhas, senhas essas que pagam esses bens. Diz-se e contradiz-se, se o próprio Raul diz que perdeu 671.344 cubanos, veja os papões do regime que deixaram de ter esses filiados no partido. Isto revela que afinal, eles não obrigam ninguém ao que não querem e deixam que se faça o mesmo que se faz cá e noutros países que quando não se quer estar filiado, não se está. Em Cuba não há eleições democráticas, cá e por aí, as eleições são democráticas e nós e os outros, estamos a votar sucessivamente em incapazes e corruptos que tudo fazem para o sucesso dos grupos económicos, agências de rating...e o povo que se lixe e quando aparece um governo que quer inverter essa situação, tudo fazem para o derrubarem. Veja a nossa democracia como ela anda... Se os cubanos não quisessem o governo que têm, já se tinham revoltado, mas não, não se revoltam e um povo que não se revolta, por ser maltratado ou são todos tolos ou não têm razões para isso. Quando não tem respostas para o nosso mal, vai sempre parar a Cuba, é o seu mal porque não discute o que deve e foge para discutir o que não sabe. Cuba é maltratada por todos que lhe impuseram um embargo de que são vítimas, há muitos anos. Cada povo tem de ter o governo e o regime que quiser e nós, não temos nada a ver com isso. Eles têm um país castrado, o Iraque tem um país destruído porque os democratas mentirosos o destruíram e agora quando pedem ajuda para fugirem a uma morte anunciada, nós os democratas fingidos não os queremos.
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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 13:34

Você começa por criticar duramente a União Europeia e termina com uma defesa calorosa de Cuba que já nem muitos comunistas subscrevem. Defende portanto um sistema onde não há liberdade de reunião, de associação, de manifestação. Um sistema de partido único que se confunde com o Estado, onde não existe separação de poderes, nem liberdade de imprensa, nem direito à greve, nem eleições livres. Um sistema dominado desde 1959 por dois irmãos - um que tem hoje 89 anos, outro com 84 anos. Um sistema que, 57 anos depois, legou a Cuba um salário médio inferior a 15 euros mensais.
Extraordinário.
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De Anónimo a 19.04.2016 às 15:32

Repito-lhe porque insiste em não ler ou não percebe o que lê. " se os cubanos não quisessem o governo que têm, já se tinham revoltado, mas não, não se revoltam e um povo que não se revolta, por ser maltratado ou são todos tolos ou não têm razões para isso". Não defendo calorosamente Cuba, mas digo aquilo que na realidade é. O Pedro é que defende calorosamente a UE, mesmo sabendo que está a funcionar muito mal, mesmo sabendo de toda a corrupção que por aqui circula, mesmo sabendo o que se passa com os refugiados, mesmo sabendo como nos obrigaram a sacrifícios enormes e que essa ajuda, só nos ajudou a aumentar a nossa dívida. Dê as desculpas que quiser porque enquanto não me mostrar que a UE se porta com rectidão, com todos, que não autoriza leis que beneficiam uns países e prejudicam outros, dentro da mesma UE que castiga os corruptos que obriga todos os países a cumprir as regras da UE, no respeitante aos refugiados e que ajudam os países em dificuldade, tal como todos ajudaram a Alemanha, pode desculpar a UE o que quiser, mas essa UE que tanto elogia, não merece esses elogios, mas merece a reprovação de todos nós. A UE não está a ser exemplo para nada nem ninguém e começa a dar sinais de muito mau exemplo, para outros que quisessem seguir o seu exemplo, duma Europa que sonhou formar uma CEE para ajudar os países mais pobres.
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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 15:41

Raciocínio típico dos defensores das ditaduras. E que justifica, por exemplo, 40 anos de regime salazarista: "Se os portugueses não quisessem o governo que tinham com Salazar, já se tinham revoltado, mas não, não se revoltaram e um povo que não se revolta, por ser maltratado ou são todos tolos ou não têm razões para isso".
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De Anónimo a 19.04.2016 às 18:05

Esse raciocínio é o seu que não deve andar por cá e para si, isto está tudo perfeito. Como não somos tolos e não gostávamos do regime, pusemos esse regime fora. Tão simples quanto isto.
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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 18:13

Você pôs o regime fora? Deve ter sido isso, está-se mesmo a ver. De armas na mão contra a PIDE. E afinal defende a PIDE cubana.
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De Anónimo a 19.04.2016 às 19:50

É isso tudo. Tal qual.
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De Pedro Correia a 20.04.2016 às 11:42

Tese de geometria variável. As ditaduras da nossa cor são boas, todas as outras são péssimas.
Há décadas que leio e ouço isto. Das mais diversas trincheiras.
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De Anónimo a 20.04.2016 às 15:12

Pode ler o que quiser, mas interpreta tudo à sua maneira. Não há ditaduras boas e não insista em falar em ditaduras. Discuta a má gestão da UE e não fuja dessa discussão que é coisa que faz, sempre que o assunto não lhe interessa. O jornalista tem de informar e o Pedro não informa, não elucida, desinforma e tenta fazer dos outros parvos, quando conduz o comentário para onde quer e não para onde deve ser.
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De Pedro Correia a 20.04.2016 às 22:29

É preciso ter lata. Chega você aqui a dizer o que devo eu escrever ou não escrever no meu blogue.
Deve julgar que está em Cuba, onde não faltam temas interditos: o partido, o Estado, o Governo, a tropa (que é a mesma coisa por lá) jamais podem ser questionados. Quem o faz arrisca-se a ir parar durante vários anos com os costados à prisão.
Se quiser comentar o que escrevi no texto, muito bem. Caso contrário não vale a pena insistir. Já chega.
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De Anónimo a 19.04.2016 às 17:21

Repito-lhe porque insiste em não ler ou não percebe o que lê. " se os cubanos não quisessem o governo que têm, já se tinham revoltado, mas não, não se revoltam e um povo que não se revolta, por ser maltratado ou são todos tolos ou não têm razões para isso". Não defendo calorosamente Cuba, mas digo aquilo que na realidade é. O Pedro é que defende calorosamente a UE, mesmo sabendo que está a funcionar muito mal, mesmo sabendo de toda a corrupção que por aqui circula, mesmo sabendo o que se passa com os refugiados, mesmo sabendo como nos obrigaram a sacrifícios enormes e que essa ajuda, só nos ajudou a aumentar a nossa dívida. Dê as desculpas que quiser porque enquanto não me mostrar que a UE se porta com rectidão, com todos, que não autoriza leis que beneficiam uns países e prejudicam outros, dentro da mesma UE que castiga os corruptos que obriga todos os países a cumprir as regras da UE, no respeitante aos refugiados e que ajudam os países em dificuldade, tal como todos ajudaram a Alemanha, pode desculpar a UE o que quiser, mas essa UE que tanto elogia, não merece esses elogios, mas merece a reprovação de todos nós. A UE não está a ser exemplo para nada nem ninguém e começa a dar sinais de muito mau exemplo, para outros que quisessem seguir o seu exemplo, duma Europa que sonhou formar uma CEE para ajudar os países mais pobres.
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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 20:40

Os cubanos não se revoltam? Quem lhe disse isso?
Os dois milhões de cubanos que abandonaram a ilha-prisão desde 1959 não se revoltaram, muitos deles pagando o preço da própria vida num oceano infestado de tubarões sem conseguir atingir a costa norte-americana?
Os milhares de cubanos que foram detidos, torturados e mortos pela ditadura comunista não se revoltaram?
As largas dezenas de presos políticos ainda hoje encarcerados nas masmorras cubanas às ordens da PIDE lá do sítio, em condições infra-humanas, não se revoltam?
O pior cego é mesmo aquele que não quer ver.
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De lucklucky a 19.04.2016 às 22:47

Assim se vê da intolerância que um Comunista é capaz de defender.

O povo Cubano opimido pela violência Comunista com milhares de mortos, fora intimidações, torturas e agressões a quem sai da linha, milhões refugiados para os EUA , milhares de afogados a fugirem da ilha sem aparecerem nos jornais de "referência", e no fim ainda chora baba e ranho porque nos diz que os Capitalistas são malvados por não negociarem com o Comunismo nem se apercebendo que demonstra a dependência que o Comunismo tem do Capitalismo.

E isto quando Cuba compra mais de 30% dos 80% que importa para comer dos EUA.
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De Anónimo a 18.04.2016 às 23:48

"Enquanto houverem portugueses" !!!!!! Houverem???????
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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 08:37

Do verbo "houver". Que passou a escrever-se "ouver" desde que o acordo ortográfico aboliu as consoantes mudas.
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De Anónimo a 19.04.2016 às 21:37

Pois é! É só analfabetos neste blog! Ih!... Ih!...Ih!...
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De Anónimo a 18.04.2016 às 17:53

Enquanto os panamapapers existirem, ninguém tem autoridade para falar em esquerdas-cigarras.
Não sou capaz de compreender e muito menos aceitar que haja pessoas que continuam a defender a austeridade, tal qual ela tem sido concebida e aplicada.
Até que me provem que a austeridade, nas atuais circunstâncias, é compatível com a justiça que a dignidade humana exige, resta-me a indignação e a revolta. Indignação e revolta só ultrapassadas pela tragédia que prossegue no Mediterrâneo, aliás com as mesmas origens profundas da austeridade.
A revolta e a indignação é tanta que me leva a concluir que gente que, mais que tolerar, insiste em defender o atual estado de coisas não pode ser boa gente.
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De Pedro Correia a 18.04.2016 às 18:46

A revolta podem ser muita, mas até prova em contrário as contas continuam a pagar-se com dinheiro, não com "indignação".
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De Anónimo a 18.04.2016 às 20:29

É verdade as contas pagam-se com dinheiro, mas esse dinheiro não é igual para todos. Haja moral nesta UE que mostra ter muito pouca e usa de todas as artimanhas e mais alguma, para favorecerem uns e destruírem outros. Esta UE não é exemplo para nada nem ninguém porque os senhores que estão em Bruxelas, só olham para o lucro fácil duns, em detrimento da desgraça de outros.
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De Pedro Correia a 18.04.2016 às 20:37

"Esta UE não é exemplo para ninguém".
Quais são então os seus exemplos? O Irão dos aitaolás, com a sua polícia de costumes? O corrupto Brasil do PT, afogado numa recessão de 4%? A Venezuela "bolivariana", com a maior taxa de inflação do planeta e onde todos os produtos essenciais escasseiam - do leite ao papel higiénico? A Cuba "socialista", onde o salário médio não chega a 15 euros? A China governada desde 1949 pelo Partido Comunista Chinês, num dos mais repressivos regimes políticos do planeta, onde o "crescimento" é feito com exploração do trabalho infantil em larga escala?
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De Anónimo a 19.04.2016 às 02:40

Muito bem, deu exemplo dos maus, agora dê exemplo dos bons ou só conhece maus? A CEE queria ser o exemplo do bem, mas os sucessores, dos mentores da CEE que a transformaram em UE, estão a destruir-lhes o sonho. Mencionou aqui, a reprovável China de quem a UE se aproveita à grande porque vai para lá, explorar as crianças e adultos, enquanto aqui, trabalho, nem vê-lo. Veja que bela UE, exploradora dos oprimidos. Mencionou o PT e é pena que se tenha esquecido, dos senhores que querem a destituição da Presidente que não tem processos em tribunal, enquanto os analfabetos políticos que a querem depor, estão cheios deles e mostraram ao mundo o quão maus são. Também era bom e sério dizer que os partidos políticos brasileiros sofrem todos do mesmo mal, mas não disse porque lhe interessa machucar só o PT e isso, mais uma vez não é sério é desonesto. Farta-se de mencionar Cuba, mas será que ainda não reparou que os cubanos não se revoltam, mesmo sabendo que os velhacos do mundo materialista lhes embargaram tudo? Em Cuba não há Panamá papers, mas na UE é vê-los no Panamá e outros que tal e está tudo bem. É esta a moral da UE? Era bom que reparasse nisso e também era bom, ir a Cuba e ver, com olhos de ver, o que na realidade é o povo cubano porque isto de criticar por criticar não vale. Na crítica também temos de ser honestos é que se assim não formos perdemos toda a razão mesmo quando a temos.
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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 08:46

Extraordinário. A exploração maciça do trabalho infantil na China, um país onde os direitos laborais são esmagados, na sua perspectiva não se deve ao regime ditatorial chinês, onde vigora desde 1949 o partido único (comunista). Deve-se à União Europeia, que "se aproveita à grande porque vai para lá explorar as crianças"!
Também deve ser a União Europeia responsável pelos mais de dez milhões de novos desempregados (equivalente à população inteira de Portugal) existentes no Brasil desde que o momento em que Dilma, que você tanto defende, tomou posse como Presidente.
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De Anónimo a 19.04.2016 às 13:48

Se a Europa fosse pessoa de bem não ia explorar, ainda mais os explorados e oprimidos, da China, mas não, vai explorá-los ainda mais e enriquecer os exploradores. Se assim não fosse a BMW, industrias de vestuário... não iam para lá, usufruir de mão de obra barata e aqui, falta trabalho. Diga lá que isto não existe. Que se saiba o Brasil não pertence à UE nem nunca pediram nada à UE. Eu não defendi nada nem ninguém, fui recto na minha avaliação. Dilma que se saiba não tem um processo em Tribunal enquanto aqueles que a querem destituir estão cheios de processos em Tribunal e são todos corruptos. É o Pedro que defende os corruptos que a querem depor e que estão cheios de processos. Ainda hoje uma deputada federal que votou Sim, em nome do marido e toda a família, viu o marido ser preso por ilegalidades. O Pedro Correia parece aqueles políticos que enfrentados a perguntas que não estão interessados em responder, fogem e enrolam, enrolam, para não dizerem nada.
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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 15:44

A China explora mão-de-obra em condições de quase-escravatura, incluindo mão-de-obra infantil, e a culpa é da... Europa!
Palavras de um europeu, que vive no bem-bom da União Europeia, a zona mais procurada pelos pobres e desesperados de todo o mundo.
É tão fácil falar de barriga cheia e venda nos olhos...
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De Anónimo a 19.04.2016 às 20:18

A Europa tem muita culpa porque vai à China explorá-los ainda mais. Quer tapar o quê? Os desesperados procuram a Europa, mas não Portugal. Porque será senhor Pedro? Afinal nem eles querem este bem bom, como diz. Essa Europa que fala deve ser outra porque a UE actual, não é igual para todos os seus membros e não os trata de igual modo. Também essa UE que diz ser o exemplo, é tão exemplar que tem membros seus que chegam ao cúmulo de explorar os refugiados, tirando-lhes tudo, excepto as alianças se as tiverem. Pense nisso e deixe de querer fazer dos outros parvos.
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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 20:36

Você continua, incansável, em defesa dos regimes mais opressores e tirânicos do planeta. Pelo menos é coerente na crítica feroz que faz ao espaço de maior liberdade que existe no globo - aquele em que vivemos, por sorte nossa.
Parece aqueles milhões de indivíduos que nos anos 30 denegriam nas colunas de jornais as "democracias burguesas" vigentes na Europa Ocidental e nos EUA e justificavam todos os regimes totalitários - da Itália de Mussolini à URSS estalinista, passando obviamente pela Alemanha nazi.
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De Anónimo a 20.04.2016 às 15:55

Lamento, mas o Pedro não consegue ir mais além. As suas respostas aos comentários, são sempre mais do mesmo e não passam daí. Começa a saturar quem por aqui passa.
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De Pedro Correia a 20.04.2016 às 16:09

Eu é que já começo a ficar saturado com a sua conversa. E com o seu anonimato.
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De Anónimo a 19.04.2016 às 23:29

" A revolta podem ser muita" Aqui o "podem" deve ser do verbo podar.
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De jo a 18.04.2016 às 18:17

Parece que a situação económica em 2015 não era tão risonha como diziam.

Já chegámos ao ponto de termos portugueses a pensarem que a UE não só pode, como deve definir um pormenor da política económica, como é o valor do salário mínimo.

Se a caranguejola quer o poder para pôr lá uns amigos e fazer o que lhe mandam, para que serve a caranguejola aos portugueses?
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De Pedro Correia a 18.04.2016 às 18:45

A situação não era "risonha" mas mesmo assim o risonho ministro das Finanças elaborou um Orçamento do Estado para 2016 prevendo um crescimento económico de 2,1% que todas as instituições internacionais se apressaram a desmentir:
http://zap.aeiou.pt/fmi-arrasa-orcamento-de-centeno-que-ameaca-saida-da-crise-99935
Agora a Universidade Católica já prevê apenas 1,3%. Veremos quanto mais vais encolher este "crescimento".
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De ariam a 18.04.2016 às 21:01

Estão tão preocupados com o salário mínimo que a Europa proíbe mas, quando nos ordenarem que temos de aceitar os migrantes que eles quiserem, aí, talvez, se venham a preocupar com outras coisas. Aliás, a nossa sorte, no meio de tanto azar é que a nossa Segurança Social não é como esta:

YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=aQlS_bavDmw
Immigration is killing Sweden

Quanto à economia, nem adianta fazer percentagens, com uma Europa a ser invadida, em breve, teremos uma economia europeia de 3º Mundo (sempre quiseram acabar com a Segurança Social, desta vez, vão conseguir).
Quanto à Merkel que não tem filhos e muito menos netos, agora, quer incrementar uma Lei em que os refugiados têm de aprender alemão e, só falar alemão nas mesquitas, realmente, para quem viu o vídeo anterior, acreditará mesmo que vão aprender alemão ou será mais uma "acha para a fogueira" que ela anda a atear há muito tempo? Aliás, tão "rigorosos" e já não sabem onde se meteram mais de 600.000 refugiados?... mas, por cá, mais uma cantiguinha, pela manhã, da Ave Maria e umas horas de televisão, para mostrarem tragédias de barcos que vão ao fundo e, fica tudo resolvido... vamos pensando, em ensinar árabe aos netos.

YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=eSKuijcrTss
Sprechen or leave: Germany urges migrants to learn language
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De Pedro Correia a 18.04.2016 às 23:12

O sistema público europeu de segurança social - e, por maioria de razão, o português - está em fase de pré-colapso. Com cada vez menos receitas e cada vez mais despesas, na proporção directa da esperança de vida. A solução que alguns adoptam, cegos ao factos, é a fuga em frente rumo aos amanhãs que cantam: abrir ainda mais a torneira das despesas (dar potencialmente tudo a todos) e fechar ainda mais a torneira das receitas (diminuindo impostos, como a absurda redução do IVA dos restaurantes, aliás promessa que tarda em ser cumprida).
O resultado de tudo isto só pode ser uma geringola. Mistura de geringonça com caranguejola.
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De WW a 19.04.2016 às 00:33

Em pré-colapso e ligado á máquina há 8 anos está o sistema financeiro (leia-se a economia de casino MUNDIAL) europeu que vive de injecções maciças de liquidez directamente proveniente da destruição de riqueza de sociedade.
O NEO-COMUNISMO da politica única não pode prevalecer.
O sistema parasita caminha a passos largos também para a sua morte se matar o seu hospedeiro e parece-me que embora muitos já tenham percebido isso talvez seja esse o supremo objectivo.
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De ariam a 19.04.2016 às 15:02

O nome não sei mas, o WW tem razão, basta ouvir os economistas que, ainda, não se venderam "ao Sistema", alguns deles que, eu, tenho em conta, as suas opiniões porque previram, com antecedência, a crise de 2008 e, todos eles, confirmam que vamos ter outra, ainda maior, muito em breve e, ainda não "rebentou" porque, tanto os Bancos Centrais como o FED, continuam que nem doidos, a imprimir papel.

Não pense que esta tentativa de, mudar certas Leis nos EUA ou criar o caos na Europa é coincidência, a crise financeira vai ser inevitável e, mundial, depois, o mais provável é uma hiperinflação, quando o valor do dinheiro, passar a valer o seu valor real, quase zero (não notamos porque andam todos a fazer o mesmo). Podia dar-lhe milhentas provas de que o caminho que estamos a trilhar é muito semelhante ao Nineteen Eighty-Four de G.O. e, como chamar a isso? Fascismo/Comunismo/Totalitarismo/Governo Global Policial? Será, tudo isso, bem "misturadinho" e, essa, concentração de Poder, começa a ficar bem à vista. A Inglaterra deixando a libra, seria como tirar uma areia da "engrenagem" e, os Tais 0,00001%, acabarão por tirar "o grão de areia" e, acabar, com aquele tipo de ricos que têm dinheiro nos "Panamás" lol. O tipo de Sociedade que, há muitas gerações, andam a trabalhar, é só Eles, com todo o Poder e, todos os outros, debaixo do seu Controle.
Nem sequer é segredo, não os ouve? Até o Obama e antes dele, desejam Um só governo mundial, um só Banco, um só exército... aí, até o PCP já percebeu isso, eles gostam de concentração de poder mas, não tanta lol

Falei de várias razões, em postes do Rui Rocha e, quem pensar que isto do Mundo estar todo endividado (com dívidas impagáveis porque, nem sequer, conseguem parar de pedir empréstimos), todos, simultaneamente, em crise económica e, pensar que vai haver algum milagre... pode ser um desejo mas não a realidade.
Não pense que, os problemas estão só nos nossos Bancos, nos gregos, nos italianos... até o deutsche bank está a balões de oxigénio... e, como todas as outras moedas anteriores, até o euro será substituído por outra coisa... apenas um aviso, não vão, alguns, pensar em guardar "papel pintado" debaixo do colchão ;)
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De jo a 19.04.2016 às 13:17

Culpam muito a esperança de vida. Mas os nosso economistas esquecem-se sempre de referir que o desvalorizar dos salários, tornando os salários atuais menores que os anteriores é o principal causador do colapso.

Já pensou o que aconteceu à receita da Segurança Social com a descida de 10% dos salários?
Pois é o ganho de competitividade é feito à custa dos salários e das pensões. Resta saber a quem aproveita a competitividade. Não é aos investidores porque esses andam desaparecidos. Talvez sirva para pagar bancos falidos e as "liberalidades" que os banqueiros tiveram.
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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 13:26

Não só a desvalorização dos salários mas também os elevados índices de desemprego servem para descapitalizar a segurança social. O que não anula, antes reforça, a necessidade de solucionar sem demora a questão de fundo.
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De ariam a 20.04.2016 às 08:32

Aqui, concordo consigo, sobre o desemprego que descapitaliza a Segurança Social, agora junte os refugiados (aos milhões) que, sem nunca terem descontado nada, passam a ter aquilo que muitos europeus não têm direito, sem ter começado a trabalhar por X tempo e, claro, habitação paga, subsídios para os filhos... portanto, não está à espera que o Sistema de Segurança Social europeu aguente ou o desemprego diminua...
Ainda mais interessante, nesta fase, os que ainda trabalham, "espremidos" com impostos, ainda passam a ter menos capacidade económica para ter filhos e, ao contrário dos muçulmanos, para os europeus, há muito que, nas suas vidas, passou a ser irrelevante ter filhos. Não falando dos casais que optam por não ter filhos, mesmo que cada casal tenha um, a população reduz, automaticamente, para metade, com consequências inevitáveis.
Qual será a cultura que sobreviverá que valores que liberdades? É tão óbvio que precisam de fazer autênticas "lavagens cerebrais" para os europeus colaborarem, pacificamente, na sua própria extinção. Recebem quem só respeita Alá, a sua própria cultura onde não há separação entre Estado, Religião e vida privada... com cantigas de Ave Maria...
Os europeus, há muito tempo que deixaram de pensar, habituaram-se, simplesmente, a que haja alguém que pense por eles e lhes resolva os problemas... tão cómodo mas, tão perigoso este delegar de Poder em mãos alheias e, pior, em não eleitos, algures, nos "corredores" da UE.
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De WW a 20.04.2016 às 10:12

Na Alemanha a SS lá está tão mal que até aumentaram as reformas e diminuiram o tempo necessário de descontos para as mesmas poder aceder.

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De Pedro Correia a 20.04.2016 às 11:39

SS na Alemanha? Raios.
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De Anónimo a 20.04.2016 às 12:17

Está enganado, SS na Alemanha forma extintas há muito.
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De Pedro Correia a 20.04.2016 às 22:32

E a Stasi também.
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De WW a 18.04.2016 às 20:54

Mais uma volta, mais uma moeda e pagam os de sempre !

A receita dada pelas instituições continua a mesma : cortar salários / pensões, desregulamentar ainda mais o mercado de trabalho, destruir os serviços públicos básicos (saúde / educação / segurança) e eu pergunto o que estiveram cá a fazer durante 3 anos que nem os desastres bancários conseguiram resolver.

Obviamente esta UE não serve e compete-nos ajudar no que for possível outros patriotas de outras nações a acabar com a UE. Em França temos manifestações diárias contra as reformas que o governo quer impor lá e que não são sequer semelhantes ás aqui existentes (são muito menos gravosas) mas a comunicação social não diz quase nada sobre isso...

Portugal tem traidores nos mais altos cargos do Estado e enquanto essa escumalha de avental não for corrida a Nação os seus cidadãos estarão sempre a sofrer os efeitos das accões dos traidores.

" Quem se coloca no terreno nacional não tem partidos, nem grupos, nem escolas..."
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De Pedro Correia a 18.04.2016 às 23:18

"Obviamente esta UE não serve". E no entanto nenhum Estado a abandona. Pelo contrário, vários Estados procuram aderir à UE - da Sérvia à Turquia, da Geórgia à Ucrânia. Mesmos os escoceses e os catalães independentistas defendem a adesão imediata dos seus hipotéticos Estados soberanos na UE.
"Obviamente esta UE não serve". E no entanto a multidão de refugiados de guerra e de imigrantes económicos em fuga do Magrebe, da África central, do Médio Oriente e do Paquistão procura esta UE "que não serve".
Ninguém emigra para Moscovo. Nem para Teerão. Nem para Caracas.
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De WW a 19.04.2016 às 00:25

Para a Grécia sair pouco faltou, para ser posta fora ainda menos.
Espero bem que os Holandeses, os Polacos ou os Alemães acabem com a UE se os Ingleses não o fizerem já.
O exemplo que dá só reforça as minhas certezas, os emigrantes / refugiados querem vir para alguns Países da Europa e não para a UE, até dentro dos seus (porventura) limitados conhecimentos sabem que existem imensas desigualdades na UE por isso não pretendem ficar na Grécia ou sequer vir para Portugal.

Se esses países todos entrarem na UE para que a mesma se desfaça ainda mais depressa pois que seja.


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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 08:51

Se ao fim de três resgates financeiros de emergência em cinco anos a Grécia ainda não foi "posta fora", para usar a sua expressão, dificilmente isso alguma vez sucederá. Uma coisa é certa: não acontecerá pela vontade dos gregos, que na sua esmagadora maioria continuam a pronunciar-se em todas as sondagens pela manutenção não só na União Europeia como no sistema monetário europeu. Só o Partido Comunista Grego e os neonazis da Aurora Dourada defendem a saída da UE - partidos que valem pouco mais de 10% nas urnas.
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De Anónimo a 19.04.2016 às 11:24

Traidores há muitos, até temos mais um no Banco de Portugal que não quis ficar atrás do anterior governador, tem lapsos de memória em tribunal e acredita em mal-entendidos ou ministros das finanças que depois de o deixarem de ser vão trabalhar para quem pode lucrar com o que sabem.

Haja vergonha e pudor se não querem acabar todos...


" Quem se coloca no terreno nacional não tem partidos, nem grupos, nem escolas..."
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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 11:32

Essa última frase que você cita não é de um antigo ministro das Finanças?
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De WW a 19.04.2016 às 21:33

Ministro das Finanças 1º e depois presidente do Conselho de Ministros que nos livrou da 2ª Guerra Mundial.

Pela parte que me toca os traidores (de avental) não irão prevalecer.


P.S. - O Pedro Correia e todos os Portugueses deveriam ver os ultimos 5 minutos da entrevista de Pinto da Costa ontem ao Porto Canal.

" Quem se coloca no terreno nacional não tem partidos, nem grupos, nem escolas..."
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De Pedro Correia a 19.04.2016 às 21:50

O Pinto da Costa disse isso? Creio já ter ouvido ou lido essas palavras noutro lado qualquer.
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De WW a 20.04.2016 às 10:21

A forma como você torneia as questões que lhe são levantadas após escrever os seus textos é no mínimo má educação para com os seus interlocutores.

Se eu já não estivesse habituado até podia ficar um pouco chateado, assim só fico triste pelo facciosismo e a "clubite" imperar em todo lado.


" Quem se coloca no terreno nacional não tem partidos, nem grupos, nem escolas..."
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De Pedro Correia a 20.04.2016 às 11:40

É isso. Tenho o péssimo hábito de não deixar ninguém sem resposta. Acho uma tremenda falta de educação.

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