Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Enviei para o Panteão

por Rui Rocha, em 11.11.17

panteao.png 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


19 comentários

Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 11.11.2017 às 17:22

Rui Rocha, "O Real Emborcador"
Sem imagem de perfil

De A.Vieira a 11.11.2017 às 18:09

Um pedido normal, como é óbvio, face ao acontecido.

Geringonça :"Cada cavadela uma minhoca"
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 11.11.2017 às 18:28

Costa considera “absolutamente indigna” utilização de Panteão para eventos festivos


Porque é que a morte tem de ser acompanhada de flores e silêncio meditabundo e não de belas jantaradas. Vejamos:

Os irlandeses podem ser conhecidos por seus velórios animados, mas os ganenses aperfeiçoaram o funeral extravagante. E, em Nova York, essas festas são momentos importantes no calendário social da comunidade rapidamente crescente de imigrantes desse país da África ocidental.
Promovidos todo fim de semana, os funerais ganenses são festas que duram a noite inteira, com open bar e música de sacudir as janelas. Enquanto as famílias levantam dinheiro para cobrir as despesas dos funerais, DJs, fotógrafos, barmen e seguranças têm lucros garantidos.
Pode ou não haver um corpo presente, além de um clérigo. O morto pode ter morrido em Nova York ou na África, alguns dias ou alguns meses antes. Mas todos os funerais têm a mesma finalidade: são eventos festivos de levantamento de fundos para as famílias que perderam seus entes queridos e oferecem uma oportunidade para os ganenses dançarem para esquecer a dificuldade da vida de imigrantes.
"Para nós, o funeral é celebração",

Nem mais. Quero cozido à portuguesa no meu....ou arroz de cabidela....
Sem imagem de perfil

De Weltenbummler a 11.11.2017 às 18:52

Eusébio em má companhia
Perfil Facebook

De Rão Arques a 11.11.2017 às 19:19

Geringonça uma uva, aquilo é mais bandalheira que se fecundem.
Se foram tão céleres a reverter tudo o que mexia, porque não reverteram o mal fadado despacho?
Convém contudo referir que a lei não obriga, apenas permite nos termos e em condições que sejam aceites por quem detenha autoridade para efeito de decisão.
Quem será?
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 11.11.2017 às 23:17

Parece que reverteram o Mexia
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 11.11.2017 às 22:00

Um povo que não sabe o que é Dignidade.
Haja esmolas e futebol...
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 11.11.2017 às 23:18

Dignidade que a haja para os vivos.
Sem imagem de perfil

De Rui Henrique Levira a 12.11.2017 às 01:13

Já que os mortos já não têm palavra para a reclamar, não é verdade?
Mas, face aos motivos de força maior do "empreendedorismo idiota", que coisa é essa da "dignidade", seja ela a de viventes vociferantes ou a de caladíssimos mortos?
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 12.11.2017 às 10:18

Se soubesse o que fazem aos cadáveres nas aulas de anatomia!

Sacralizo a vida. Pela morte não tenho o mínimo respeito. Reservo-lhe a galhofa.
Sem imagem de perfil

De Rui Henrique Levira a 12.11.2017 às 21:53

Um cadáver, meu caro Vlad, seja nas aulas de anatomia ou fora delas, é algo que já nada é. Já o respeito à memória daqueles que nos são caros é coisa que perdendo-se com ela nos perde: é a sua definitiva morte e é a nossa morte ética e cultural em vida. E manter vivo o respeito a essa memória não é celebrar ou sacralizar a morte, mas sim celebrar a lição de vida que eles nos legaram. Ninguém está verdadeiramente vivo se não tiver anteriores referentes éticos e culturais. Serve isto para todas as culturas em todas as partes do mundo. Que nós, gostando ou não gostando de quem repousa no Panteão, tenhamos chegado a este estado de idiotia nacional e de nihilismo ético diz alguma coisa acerca daquilo que somos (ou não somos) atualmente.
Sem imagem de perfil

De Vlad, o Emborcador a 13.11.2017 às 08:56

Mas porque é que não se honram os mortos através de um banquete? Nos cemitérios protestantes são frequentes o piqueniques, com os miúdos a correr. A brincar.

Relembro os meus mortos com a certeza de enquanto vivos os ter feito rir. Honremos os mortos como se estivessem vivos.

Se os imaginamos num qualquer Paraíso, não há paraíso que não se faça acompanhar de boa comida e bebida. Aliás os holocaustos eram e são feitos com as melhores partes da carne e as gorduras . Os altares judeus são aspergidos com vinho.....no Valahala os heróis bebem e comem com os deuses....Porque é que o respeito tem de ser acompanhado com as mãos cruzadas e não de braços abertos?

Sem imagem de perfil

De Rui Henrique Levira a 13.11.2017 às 12:19

Pois, meu caro Vlad, mas nesse honrar dos mortos com um banquete (feito pelas suas famílias, não o esqueçamos) por si referido não entram transações monetárias mais ou menos mercenárias nem o aluguer de espaços de memória que de todos são a quem os arrebatar pela soma mais alta.
O caro Vlad perdoar-me-á a franqueza, mas creio que o senhor está a confundir duas coisas bem distintas: o honrar da memória de referências (para uns positivas, para uns negativas e para outros - receio que para não poucos - indiferentes, não o ocultemos) da nossa História e da nossa Cultura com a miserável venda da dignidade dessa memória.
Uma coisa é a abordagem distinta que cada cultura e cada grei tem ao fenómeno da morte e ao culto da memória dos defuntos, outra coisa bem diferente é o inaceitável achincalhamento dessa memória ao arrepio das tradições mais arreigadas numa determinada cultura e numa determinada comunidade.
Sem imagem de perfil

De Rui Henrique Levira a 12.11.2017 às 01:08

Politicamente incorreto: num país onde se exumam futebolistas no Panteão Nacional e onde se levantam estátuas a rapazotes de vinte e poucos anos de excelente saúde, que esperavam Vossas Excelências?
Ou, como diria o outro, sobre as fortes carnes da idiotia, o diáfano véu do mais olímpico ridículo.
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 13.11.2017 às 00:31

Já vem tarde, o casino esteve aberto desde 2013: a indignação tem partido?
Sem imagem de perfil

De Rui Henrique Levira a 13.11.2017 às 12:23

Se tem partido, não sei, mas que, por vezes, tem um imenso sentido de oportunidade, lá isso tem...
Perfil Facebook

De Rão Arques a 13.11.2017 às 14:02

INDECENTES
“António Costa diz que jantar da Web Summit no Panteão Nacional é” “absolutamente indigno” e “ofensivo”
“António Costa também apadrinhou jantar no panteão”
“Empresa publica NAV também organizou jantar no Panteão”
"Jantar da Web Summit no Panteão teve de ser autorizado por organismo do Estado”
“Jantar da Web Summit no Panteão estava na agenda do evento e era de conhecido do publico”
“Diretora do Panteão Nacional não se vai demitir”
»»»»»»»»
Fecundem-se. Se foram tão céleres a reverter tudo o que mexia, porque não reverteram o mal fadado despacho?
Convém contudo referir que a lei não obriga, apenas permite nos termos e em condições que sejam aceites por quem detenha autoridade para efeito de decisão.
Quem será?
Também o PR quer fazer de nós parvos, quando deve saber que a autorização passou pelo governo de Costa?
Esta e outras encenações a dois tem que acabar antes que a tenda meta mais água.
Se ainda não é desta vez que a justiça se inicia lá em cima, irá continuar a ceifar apenas cá por baixo.
Quando o PR diz que o governo está a agir rapidamente, será que pretendia mais dizer a caminho do abismo?
O que faltará desperdiçar, aldrabar, falir ou queimar para nos porem a contar os cacos?
Haverá interesses instalados arriba na indústria de velas para funerais?
Costa para já manda ficar mais um escudo humano.
Os porcalhões já desistiram de atribuir culpas a outros?
Já agora expliquem melhor o que não volta a acontecer.
Nem precisam de mexer na lei porque ela explica bem os critérios que devem ser observados para conceder autorização.
Não se aceitam mais desculpas esfarrapadas.
NUNCA É TARDE PARA DENUNCIAR IMPOSTORES
Sem imagem de perfil

De Rui Henrique Levira a 13.11.2017 às 17:18

Se dois erros juntos não fazem uma coisa bem feita, também será verdade que quem começou o baile não é menos folião do que quem a meio o continuou.
Haja decência, é só o que gentilmente peço. De todos, por favor.
Perfil Facebook

De Rão Arques a 13.11.2017 às 21:02

O que não é fácil, sendo mesmo inútil quando os mais deploráveis exemplos nos chegam em enxurradas vinos de cima.
Ou quando calar não é o melhor remédio, antes pelo contrário é mais conivência amorfa.

Comentar post



O nosso livro


Apoie este livro.



Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2016
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2015
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2014
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2013
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2012
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2011
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2010
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2009
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D