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19 comentários

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De Vlad, o Emborcador a 07.10.2017 às 22:52

Se a Catalunha já é um Estado independente não pode, como por cá, nacionalizar as empresas?

Também aquando do nosso 25 de Abril de 1974 nos ameaçaram com a fuga de capitais e deslocalizaçao de empresas. Lembra-se, Pedro?

Mas isto das revoluções, independências, democracia, valores, principios não são temáticas para a pré primária. É preciso tê-los maturados e no sítio.

Se há coisa que me tira do sério é a hipocrisia e a cobardia.
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De Pedro Correia a 07.10.2017 às 23:01

O 25 de Abril foi há 43 anos. Não havia globalização. Não havia internet. Não havia movimentação permanente de pessoas e capitais. Não havia TV cabo. Não havia dezenas de canais televisivos a transmitir 24 horas por dia. Não havia imprensa 'on line'. Não havia comunicação instantânea à escala universal.

Na Catalunha é sério o temor das pessoas perante a aventura separatista, que cada vez mais se assemelha a uma corrida de galinhas sem cabeça.
Daí a fuga de milhares de depósitos privados para contas bancárias em Aragão, como hoje noticia o 'Público' espanhol:
http://www.publico.es/politica/catalanes-cuentas-bancarias-aragon.html
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De Vlad, o Emborcador a 07.10.2017 às 23:06

Pedro, Pedro, Pedro, então não nos ameaçaram aquando do 25 de Abril com o encerramento de empresas e fugas de capitais?!! O diabo vinha aí !!!!
Bebi licor de ervas, há bocado, mas juro que não estou grosso
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De Pedro Correia a 07.10.2017 às 23:34

Outra vez 1974? Você nunca mais desembarca no século XXI?
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De jo a 07.10.2017 às 23:21

Há uma pressão, com raízes ideológicas da parte do capital sobre a Catalunha. Quando a situação estiver definida é "business as usual".

Em menor escala também houve ameaças mirabolantes quando a PàF perdeu as eleições e não conseguiu formar governo. Depois o capital vai mudando de orientação, que isto o dinheiro não tem cheiro nem cor.
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De Pedro Correia a 07.10.2017 às 23:41

Vocês imaginam que se pode fundar um novo país sem capital e sem sistema bancário. Imaginam também que as grandes empresas catalãs ficam de braços cruzados ao ver a Catalunha fora da União Europeia, em ruptura com Espanha e sem acesso ao crédito disponibilizado pelo Banco Central Europeu, a pagar impostos a um Estado insolvente, que já hoje tem a maior dívida das autonomias espanholas, cifrando-se em mais de 70 mil milhões de euros.
Quem paga os tremoços e os amendoins sem o amparo europeu? Quem paga os salários aos mais de 300 mil funcionários públicos catalães? Cai do céu às pinguinhas?
Não fazem a menor ideia como a economia funciona: daí talvez reverem-se tanto no sistema venezuelano - o melhor exemplo de uma economia totalmente falida.
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De SemioZeus a 08.10.2017 às 04:41

"Amparo europeu"?

Um euro que representa, apenas, Dívida e países endividados?
Essa do funcionamento da economia, é ficar com Dívida (hoje vai nos 139,18% do PIB) e pouco restar, não só a nós mas, a todos os "amparados"?
Economia Global?
A única coisa Global é a Dívida, os povos vão ficando com as dívidas e os fundos abutres vão trocando papel pintado por tudo o que tem valor real.
Isto não é economia, é ceifar até não restar nada, nem os míseros bens privados como casas, terrenos e água (basta-lhes aumentar impostos). O que pensa que acontecerá quando já não houver mais nada de valor para os tais (e sempre os mesmos) "investidores estrangeiros" comprarem? Vai continuar a entrar dinheiro, eternamente?
Se não sabe, vai acabar por saber, da pior maneira.

Só se pode gastar riqueza, poupada no passado, realizada no presente ou por conta daquela que há-de ser produzida no futuro. Temos todos os países a gastar por conta do Futuro, numa moeda controlada por agiotas que se estão a apoderar de tudo o que tem valor real, com fiat money que nunca dura mais do que um ciclo temporal e, este, mais que repassado.

Com produtos derivados que não só provocaram a crise de 2008 mas, crise "resolvida" com despejar dinheiro que nem sequer é dinheiro real, muito menos, posto na economia real, com derivativos num valor 2.200 vezes superior à soma de todos os PIBs, temos algo que se pareça com economia?
Temos é o maior esquema de pirâmide, a maior bolha e trafulhice que nunca existiu na História da Humanidade.
Desta vez, é mesmo para implementar a escravatura a nível global, com meia dúzia no topo e os restantes tratados como escravos.

Estamos a assistir à maior transferência de riqueza para as mãos de um punhado de gente, de toda a riqueza acumulada no passado (países que perderam tudo de valor, pessoas que perderam poupanças e poupanças que, não dando juros, estão apenas a desvalorizar e, desta vez, gastam por conta do futuro de muitas e muitas gerações que nem sequer vão ter aquilo que tínhamos quando se deu o 25 de Abril)

O mal é os países estarem entregues a pessoas que percebem tanto de economia que nem conseguiriam gerir uma tasca, só sabem gerir os seus próprios interesses. Desta vez, não vai restar nada, nem bens reais, nem Liberdade.
Isto nunca foi economia mas, uma espécie de praga de gafanhotos que quando levantarem voo, não vão deixar absolutamente nada, além de miséria.
Vá gozando os últimos cartuchos e, a nossa sorte seria tudo rebentar, antes de serem eles a rebentar com o resto ou pensa que, depois de terem tudo, vão continuar a sustentar burros a pão-de-ló?
No seu caso, até devia estar do lado dos que querem sair porque, no dia que conseguirem pôr todos no mesmo saco, fecham a "torneira".

Quando se deu o 25 de Abril tínhamos o escudo baseado em ouro, desta vez, quando o papel, nem servir para usar na casa de banho, vamos passar a um novo tipo de dinheiro, virtual mas que eles controlem, não só o dinheiro mas tudo, tipo gerir massas com senhas de racionamento. A única coisa certa, é a concentração absoluta de Poder e de bens reais nas mãos de muito poucos, a nível internacional. Se os chico-espertos pensam poder escapar, com a burocracia gerida virtualmente, estão apenas a ajudar à sua própria obsolescência ou pensarão existir tachos seguros nesse Governo Global?
Quando não precisarem da criadagem, dispensam-na. Com net e Inteligência Artificial, passamos a uma Tecnocracia gerida por meia dúzia de Corporações que vão gerir todos os recursos do Planeta, onde os políticos serão completamente dispensáveis.

Vai ser um Futuro "brilhante", se nada mudar, como transferência de riqueza e guerras que só provocam deslocações de populações, com mais desequilíbrio nas economias endividadas e choques culturais, porque esta elite que fabrica o dinheiro a nível global, só controla as populações com dívida, guerras e caos.
Eles sabem muito bem o que andam a fazer e qual vai ser o resultado final, já estão a habituar os europeus a ver, em vez de simples polícias, forças "especiais", armadas até aos dentes... só para "segurança" dos europeus...
Primeiro abrem fronteiras sem papeis (um venham e entrem todos), refugiados ou não, e agora estão preocupados com a "segurança"?
Faz impressão ver tanta ingenuidade em gente adulta...
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De Pedro Correia a 08.10.2017 às 08:50

"Tanta ingenuidade em gente adulta."
As administrações do Sabadell, do CaixaBank (que detém a grande maioria do capital do "nosso" BPI), da Águas de Barcelona, da Gas Natural Fenosa, da Freixenet, da Dogi, da Abertis, da Codorníu, da Catalana Occidente e da Oryzon, entre outros bancos e empresas, estão certamente errados.
Só você está certo.
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De SemioZeus a 08.10.2017 às 10:40

Do "nosso" e dos outros todos "nossos" que há muito tempo deixaram de ser dos europeus ou pensa que com Dívida, alguma vez, alguma coisa foi de quem tem Dívidas?

Tudo o que você fala, compara como se fossem mercearias de esquina e, já agora, o "nosso" BCE que não passa de um Banco Privado cujos accionistas andam a despejar dinheiro para reduzir tudo a meia dúzia de Corporações, não são nossas mas, Deles, a minoria que quer centralizar Poder, Riqueza e construir um Governo Global onde o World Bank quer todos identificados no Planeta Terra porque, nem sequer vão precisar de Bancos e, agora, até tenho mais certezas, quando grandes Corporações andam a pôr chips nos empregados. Dizem que é voluntariamente... Nos animais de estimação também era voluntariamente antes de se tornar Obrigatório.

Tire os óculos do século passado e ponha uns onde veja as tecnologias que andam a sair... para os "voluntários".
Podemos ser obrigados a muita coisa e já ser um processo irreversível mas, no mínimo, não entre a dançar e a cantar na boca do lobo, senão só confirma o que essa centena de pessoas pensa de nós, de que somos uns ignorantes patéticos e, imagine, que nos desejam, com menos direitos do que os animais selvagens... São uns grandes protectores da Natureza, pena não incluírem os humanos.
Você é que pensa estar certo mas, não os ouve, nem percebe o que eles querem fazer, só ouve aquilo que lhe interessa, especialmente, aqueles a quem eles pagam para "adoçar" o veneno.

Cada vez temos menos escolha e voto em qualquer matéria, caminhamos para uma Tecnocracia Tecnológica onde 4 Corporações pertencem aos mesmos donos que já controlam os Bancos Centrais a nível global e são, precisamente, os que querem controlar o Planeta.
Irão que nunca atacou ninguém é um inimigo porquê?
Porque ainda Não controlam o Banco Central.
Gaddafi tinha de morrer e, coincidência, antes da reunião onde vários países iam criar uma moeda baseada em ouro. Competir com o papel pintado que fabricam do ar?
Andar há décadas a Matar milhões, destruir países, em nome da Paz e Democracia, faz algum sentido?

Desde que deixaram de esconder o que querem, já não há quem tenha ou não tenha razão. O que é que você não percebe disto:

“We are grateful to the Washington Post, the New York Times, Time Magazine and other great publications whose directors have attended our meetings and respected their promises of discretion for almost 40 years......It would have been impossible for us to develop our plan for the world if we had been subjected to the lights of publicity during those years. But, the world is more sophisticated and prepared to march towards a world government. The supernational sovereignty of an intellectual elite and world bankers is surely preferable to the national autodetermination practiced in past centuries.”
― David Rockefeller

Eles devem ter razão, até o Vlad tem razão, a maioria é mais estúpida que pedras... nem com o Programa todo explicadinho à frente dos olhos e continuam a não ver.

O que será: "The supernational sovereignty of an intellectual elite and world bankers"?
Apenas uma Ditadura, a nível global, para toda a Eternidade onde na Agenda das Nações Unidas está Bem Esclarecido que, por um bem maior não vamos ter direito a possuir Nada. Tecnocracia é um modelo de governabilidade funcional, no qual controlarão o ciclo de todas as cadeias produtivas, depois vêm as palavras "bonitas": "garantindo a sustentabilidade da espécie humana", onde passa a consumir o que for decidido, passa a ir onde tiver autorização, passa a fazer o que lhe mandam e, nem vão precisar de polícia, o chip só deixar entrar ou abrir as portas a quem estiver autorizado.
Claro que não se rala, pensa escapar e, as futuras gerações que se lixem mas, se fosse a si não estava tão seguro porque pelo andar da carruagem e, se conseguirem o que querem, dentro de 2/3 aninhos em vez de cartão de cidadão leva chip ou para começar, fazem como a Todos os indianos: cópia da íris.

5G, a rede final para nos controlar tipo bonequinhos mas, sabe lá o que é o raio do 5G e, nem quer saber, não encaixa na sua história da carochinha.
Entre muitas, sabe uma das "boas" particularidade dos novos contadores da electricidade? Podem ser desligados à distância. Como tudo o resto, podem precisar racionar.
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De Pedro Correia a 08.10.2017 às 13:42

Da Catalunha já passámos para o outro lado do espelho. Nada de novo.
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De jo a 08.10.2017 às 12:59

Porque carga de água o novo país não há de ter capital?
O capital não é espanhol, não tem pátria. Se as condições oferecidas pelo novo governo forem melhores que as dadas por Espanha vai ver como eles voltam.
E porque tem de sair do Euro?

Está a dar muito pouco peso à realpolitik.

A não ser que esteja a insinuar que a grande finança segue agendas políticas, algo que como sabemos nunca acontece. Na Grécia, por ex., foram motivos puramente económicos que motivaram o verdadeiro cerco que foi feito ao Siriza. Pelo menos é o que tenho visto aqui escrito.
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De Pedro Correia a 08.10.2017 às 13:41

O capital costuma caminhar em sentido oposto ao da extrema-esquerda. Se os separatistas da CUP catalã vão numa direcção, o capital segue na direcção oposta.
É o que está a acontecer. Tão simples como isto.

Mas se você tem capital disponível para investir na Catalunha e confiar nas promessas e garantias que os separatistas lhe dão, não hesite um só momento: transfira-o para lá.
E boa sorte.
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De jo a 08.10.2017 às 15:04

O separatismo catalão não é todo de extrema esquerda.
Parece estar a seguir um silogismo falso:
Não gosto do separatismo catalão
Não gosto de extrema-esquerda
O separatismo catalão é de extrema esquerda.

Já o tentou seguir em relação ao governo português e na altura também se revelou um disparate.

Não tenho capital para investir, mas se tivesse punha-o todo na banca portuguesa. A tal que é fiável segura e confiável, conforme se dizia por aqui.
Além disso é minha, que é toda subsidiada com os meus impostos.

Isto de considerar a superior sagacidade de gestores de bancos que só subsistem à custa de resgates da UE via Estado Espanhol não me parece muito inteligente.
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De Pedro Correia a 08.10.2017 às 15:39

Os separatistas começam só agora a perceber que as fronteiras separam, não aproximam ninguém. Perante uma fronteira que se levanta onde não havia nenhuma, a tentação imediata é sair. Pessoas, mercadorias, serviços, capitais: a liberdade de circulação na Europa é uma realidade incontornável. Para quê ficarem acantonados naquela espécie de aldeia do Asterix do tamanho do Alentejo?
Voltarmos às alfândegas, aos passaportes e aos guardas fronteiriços é darmos muitos passos atrás.
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De Asterix a 08.10.2017 às 18:41

"Para quê ficarem acantonados naquela espécie de aldeia do Asterix do tamanho do Alentejo?"

... com um PIB (Produto Interno Bruto) maior que o de Portugal onde contribuem com uma fatia maior de impostos para os outros que não vivem na "aldeia", poderem esbanjar.
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De Pedro Correia a 08.10.2017 às 22:10

Essa mama termina(ria) no momento exacto em que for (se fosse) declarada a independência unilateral. Quando os problemas mais sérios começar(ss)em a aparecer de rajada numa região que tem um PIB equivalente ao da Finlândia.
Eis alguns:
- Quem pagaria os salários dos funcionários catalães firmados com o Estado espanhol?
- E em que moeda?
- Quem pagaria as pensões dos catalães?
- E em que moeda?
- Quando e como seria paga a dívida de 50 mil milhões de euros da Catalunha ao Estado espanhol?
- E em que moeda?
- Quem pagaria a componente catalã da dívida soberana do Estado espanhol?
- E em que moeda?
- O Estado catalão "independente", dotado de hino e bandeira, teria também moeda própria?
- Estariam os dirigentes catalães disponíveis para associar essa divisa ao euro?
- Como conseguiria um suposto banco central catalão aceder a um montante mínimo de divisas estrangeiras que funcionasse como garantia da nova moeda?
- Como sobreviveria o sistema financeiro catalão, após uma declaração unilateral de independência imposta pelas forças anticapitalistas e antiglobalização, fora dos organismos multilaterais - sobretudo a União Europeia e a eurozona?
- Como enfrentaria o sistema financeiro catalão uma saída em massa de capitais bancários e de investidores?
- Como aguentaria o sistema financeiro catalão ficar à margem dos financiamentos proporcionados pelo Banco Central Europeu, sobretudo em casos de quebra de liquidez ou mesmo de insolvência?
- Como pagaria a Catalunha as dívidas contraídas em euros após a suposta criação de uma moeda própria?
- Como sobreviveria a economia catalã fora da Organização Mundial do Comércio?
- Como sobreviveria a economia catalã à margem do mercado espanhol?

Algumas de muitas questões. Muitas e muitas mais.
- Como recuperaria a economia catalã a confiança dos investidores internacionais e dos mercados internacionais?
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De jj.amarante a 08.10.2017 às 00:54

Errata: são 64000 milhões de Euros e não 64000 euros de capital.
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De Pedro Correia a 08.10.2017 às 08:51

Certa, a errata.

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