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Acordo fechado entre a Visabeira e o Estado português tem a duração de 50 anos

 

"O grupo Visabeira vai investir 15 milhões de euros para instalar um hotel no Mosteiro de Alcobaça. O grupo português vai pagar ao Estado uma renda anual de 5 mil euros, mais IVA, noticia o Diário Notícias. A Visabeira assinou ontem com a Direção-Geral do Património Cultural um contrato de concessão do Claustro do Rachadouro do Mosteiro de Alcobaça, válido por 50 anos. O acordo vai permitir ao grupo a construção de um hotel de cinco estrelas, de três pisos, 81 quartos e nove suites, SPA, ginásio, para além de espaços para organização de congressos e eventos. O espaço foi atribuído depois de um concurso público internacional. A abertura do hotel está prevista para 2019."

 

Algumas das mil perguntas que esta notícia me sugere:

É esta a tão apregoada superioridade da esquerda em relação à cultura? Ou será que a cultura não inclui o património?

Para que serve uma Direção-Geral do Património Cultural, para trocar conventos por hotéis?

E a renda de 5.000 € anuais, esse valor astronómico, é para resolver o problema do défice?

Três pisos num claustro? Como, deitando-o abaixo?

O que se seguirá, uma discoteca nos Jerónimos? Um food hall na Torre de Belém?

E a Unesco, não tem uma palavra a dizer já que o Mosteiro está classificado como Património da Humanidade?

 

(é que nem consigo pôr uma tag nesta aberração)

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88 comentários

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De amendes a 09.06.2016 às 23:52

Não foi você que pediu um ministro da Cultura culto e poeta?

Até já se pode copular na cama de Fernando Pessoa por 75 E....!
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De Ana Vidal a 10.06.2016 às 11:37

É bom que um ministro da cultura seja culto e não tenho nada contra o facto de ser poeta também, mas espero dele que faça mais alguma coisa do que escrever poemas.
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De fgt a 13.06.2016 às 15:42

Um mau poeta é um perigo.
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De Rita a 13.06.2016 às 18:12

Concurso lançado pela Direção-Geral do Património Cultural (que matou o ministério da cultura) a 03-07-2015
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De Mario Paiva a 14.06.2016 às 02:22

...fiquei curioso em saber a posição de Ana Vidal, que pelos vistos não fez o trabalho de casa, depois de tomar conhecimento desta informação...
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De Anónimo a 26.06.2016 às 21:09

Pelo visto não fez também o seu "trabalho de casa", para o que bastaria ter lido o meu comentário de 10.06.2016 às 11:59, aqui mesmo em baixo.
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De Ana Vidal a 26.06.2016 às 21:15

O anónimo sou eu, foi um lapso.
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De José António Abreu a 10.06.2016 às 08:20

É esta a tão apregoada superioridade da esquerda em relação à cultura? Ou será que a cultura não inclui o património?

Exacto, Ana, a cultura da esquerda é muito mais a cultura do momento (e de uma certa visão de futuro), não a da memória e do passado (i.e., do património), a menos que seja conveniente lembrá-lo por motivos ideológicos.
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De José António Abreu a 10.06.2016 às 09:30

Por outro lado, uma renda de 5 mil euros por ano representa mais de 400 euros por mês (mais de 500 com IVA), o que, para Alcobaça, deve ser um valor razoável... :)
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De Ana Vidal a 10.06.2016 às 12:18

Pois, uma fortuna sine qua non para Alcobaça.
Se eu tivesse sabido, por esse valor alugava eu o claustro e ia lá passar os fins-de-semana. :-)
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De Ana Vidal a 10.06.2016 às 11:59

Em boa verdade esta negociação já vem de trás, do anterior governo. O que não altera em nada a minha pergunta em relação ao actual, apenas o soma à lista dos culpados. E faço a pergunta porque a esquerda, que sempre reivindicou para si uma superioridade cultural incontestável, acaba por cair no mesmo erro (ou indiferença) daqueles que acusava de tecnocratas e economicistas.
Se reverteu um negócio da dimensão do da TAP, não podia "reverter" também esta ninharia? A cultura foi sempre, e só, uma bandeira eleitoral.
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De Anónimo a 13.06.2016 às 20:50

Não teem nada a ganhar, retroceder este negócio.....
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De Anónimo a 14.06.2016 às 00:24

Estão a destruir-nos....e continuamos a deixar...?
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De Anónimo a 14.06.2016 às 10:33

Porra!.... :(
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De João Pacheco a 16.06.2016 às 23:36

Sr. José Abreu, um comentário muito Socrático ou de Costa... A preservação do património MUNDIAL DA UNESCO deve ser protegido. Estudo no ramo de Turismo e da Hotelaria e acho que não deveria ser entregue um espaço que pertence aos portugueses pela história que este tem a uma entidade exploradora ....
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De Pedro Correia a 10.06.2016 às 08:28

Excelentes perguntas, Ana. Já tudo parece valer nessa obsessão em prol da "monocultura" turística. E de repente todas as vozes que se indignavam a propósito do que quer que fosse andam caladinhas como se por um passe de mágica estivéssemos agora a viver no melhor dos mundos.
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De Ana Vidal a 10.06.2016 às 12:01

Pois é, infelizmente.
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De Nuno Antunes da Costa a 10.06.2016 às 10:13

Talvez muitos não saibam, mas durante muito anos o Mosteiro funcionou como casa de uma série de serviços públicos (câmara, finanças e principalmente do antigo Asilo de Mendicidade de Lisboa, tendo chegado a ter mais 900 utentes)... com o tempo, estes serviços foram abandonando o Mosteiro e instalaram-se noutros locais, até à saída do Asilo, o último organismo a sair, há cerca de 15 anos.
Desde essa data, toda aquela zona do Mosteiro foi-se degradando, por alguma incúria, talvez, mas muito por causa dos custos de manutenção dum edifício destes.
Como pode ver, a utilização do Mosteiro para outras finalidades, que não as culturais e religiosas, que não é nova, sendo até uma prática corrente em muitos países para permitir a manutenção e a vida de muitos edifícios históricos... não tomar uma medida destas, ou parecida, seria condenar o edifício...
Por isso entre o abandono e degradação do Mosteiro por causa dos custos e de outras dificuldades e dar uma utilização nova aquele espaço, permitindo que se criem novas vivências para ali e que tornem o Mosteiro, um património vivo, mil vezes esta última opção.
Apenas em jeito de observação, este processo há muito que vinha sendo pensado entre o Estado e a autarquia (PSD há mais de 16 anos), pelo desde o anterior Governo, embora até possa vir mais detrás, por isso colocar esta opção como uma luta ideológica entre esquerda e direita, parece-me incorrecto...
É que manter o património é muito caro e é bom que não nos esqueçamos disso...
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De Ana Vidal a 10.06.2016 às 12:10

Meu caro, estamos a falar de coisas distintas. Uma coisa é dar utilidade pública a uma parte de um monumento, o que em nada lhe altera a traça e pode ser perfeitamente justificável em termos de economia de recursos (aliás, é uma tradição de há muito em Portugal) e outra, muito diferente, é permitir a construção de um hotel privado, de traça ultramoderna e 3 andares, num claustro de um monumento nacional do séc. XII e da importância histórica do Mosteiro de Alcobaça, que ainda por cima é património mundial classificado.

Quanto às culpas, por favor leia a minha resposta ao comentário anterior. Não estou a pôr as coisas num plano ideológico, estou apenas a dizer que a superioridade cultural da esquerda é um mito que se comprova nestas "pequenas" coisas.
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De Ana Vidal a 10.06.2016 às 12:25

Quanto à questão da degradação do património por incúria ou falta de recursos, que se faça apetecível para mecenas privados a recuperação de monumentos nacionais, mas com compensações que não sejam entregar-lhes os próprios monumentos.
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De Mario Paiva a 27.06.2016 às 06:24

Ana, não se vai "construir" nenhum hotel de traça moderna no local. Três são os pisos já existentes no edifício (que se encontra em avançado estado de de degradação) que vão ser restaurados com um mínimo de alteração à traça original. Aliás só assim faz sentido.
No link em baixo encontra uma foto do claustro do Rachadouro...

http://gazetacaldas.com/economia/hotel-luxo-no-mosteiro-alcobaca-construido-ate-2019/

Também pensei candidatar-me ao negócio a quinhentos euros por mês, mas depois esbarrei na falta do quinze milhões de euros que vão ser avançados pela Visabeira e que são necessários para pagar ao Souto Moura e realizar a obra... desisti.

Em tempo: Continuo a achar que a Ana não está a fazer devidamente os TPC...

Cumprimentos
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De Anónimo a 07.07.2016 às 00:55

O hotel não vai ser construído no claustro! Informem-se antes de começarem logo a atirar pedras sem sequer terem visto o projecto. Os três pisos também já existem actualmente na zona onde irá ser instalado o hotel. A parte onde vai ser instalado o hotel há muito que está abandonada e degradada, literalmente a cair aos bocados.
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De Anónimo a 07.07.2016 às 15:25

Ah, não? Então o que é que está a fazer quando pergunta: É esta a tão apregoada superioridade da esquerda em relação à cultura? Ou será que a cultura não inclui o património?
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De Paulo Sousa a 10.06.2016 às 12:36

Se uma empresa está disposta a investir 15 milhões de euros, deixaria de estar interessada no projecto se em vez de 5000€/ano tivesse de pagar 3000€ ou 4000€ por mês?
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De Ana Vidal a 10.06.2016 às 18:58

Boa pergunta.
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De Anónimo a 14.06.2016 às 00:25

Finalmente alguém disse algo
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De carlosol a 27.07.2016 às 23:14

Com que então fica muito caro a manutenção do património nacional...!!!
Que apoquentado este caro senhor está, com os gastos de manter o património nacional !!! Que belo cidadão !! Nota-se que é uma pessoa muito culta, sem dúvida nenhuma.
Se calhar não está apoquentado com o que os partidos fizeram em termos de destruição total do país, se calhar não está apoquentado com a gatunagem dos políticos (alguns) e o que destruíram e fizeram aos bancos.
Tenha paciência, vá dar banho ao cãozinho.
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De jpt a 10.06.2016 às 12:10

Estou sempre pronto a protestar com este governo (e não só, e não só ...) e também disponível para resmungar com a ascensão do Visabeira, perito por cá e mais austrais paragens, a articular-se com os poderes políticos. Mas gostei deste último comentário (que está visível no momento que escrevo, de Nuno Antunes da Costa) porque permite enquadrar a questão, isso da utilização pelos serviços públicos dos monumentos nacionais (eu próprio, tal como tantos outros, usei o Convento de Mafra) sem prejuízo da parte patrimonial (e de culto). Mas talvez a renda não seja grande coisa, e o negócio um bocado "de leão" em benefício do investidor. Mas sobre isso não tenho dados nem saberes para opinar.
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De Ana Vidal a 10.06.2016 às 12:22

Como não tens? Os valores do negócio estão na notícia e ainda ninguém os desmentiu.
Cito-te: "eu próprio, tal como tantos outros, usei o Convento de Mafra sem prejuízo da parte patrimonial (e de culto)". Parece-te o mesmo que vai acontecer desta vez?
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De jpt a 10.06.2016 às 12:57

É feriado. E amigos têm-me dito, até preocupados, que ando demasiado mal disposto, sempre a protestar com tudo, neste entre blog-e-FB. Dois factores que terão influenciado a suavidade deste meu comentário. Disto isto, deixo adenda: a) se há tradição de uso administrativo das grandes instalações patrimoniais não me parece que, nos dias de hoje, isso deva inviabilizar a sua utilização por empresas privadas, para "estatismo" já basta tudo o resto; b) um investimento inicial de 15 milhões de euros (a licença desportiva de qualquer jovem jogador do Benfica) para 50 anos de 400 euros de renda mensal parece algo exagerado. Mas esta é uma outra questão do que a utilização privada do monumento. Quanto ao resto, acho que deixei algum desprendido fumo, o Visabeira cresceu através do jeito de se articular com o poder político [a forma predominante do "liberalismo" português, como se sabe].
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De Ana Vidal a 11.06.2016 às 00:51

Pois não estamos de acordo (na parte da utilização de monumentos nacionais por privados, pelo menos a esta dimensão), mas espero que não fique ainda mais mal disposto por causa disso. Não vale a pena. :-)
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De Anónimo a 14.06.2016 às 14:03

Sim, sim, o comentador Nuno Costa é a única pessoa aqui que sabe minimamente do que está a falar. Nota: o claustro em causa não corresponde às imagens que andam a circular e foi construído no séc. XVII. A construção do hotel permite preservar o mosteiro da ruína a que aquela parte do edifício (antigo asilo) parecia estar condenada.
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De joaquim reis a 15.06.2016 às 12:04

Parece-me que isto é uma tempestade em copo de água. A valorização do espaço e ainda pagam o que ficou definido em concurso internacional. Podem ver o concurso e se ganhou a visabeira qual o problema ? piores negócios foram os dos CTT e da EDP (ah mas isso foram os salvadores da pátria......) Ou seria melhor deixar arruinar aquela parte do convento ? Pelo menos vão criar alguns postos de trabalho e salvaguardar o património. E quem coloca fotos que não têm nada a ver com a parte do convento em causa, seja sério e tenha vergonha. De noticias manipuladas pela pafiana estamos fartos.
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De sampy a 10.06.2016 às 13:46

Para ajudar a dissipar a confusão:

Estamos a falar do Claustro do Rachadouro, um dos edificados mais recentes (séc. XVII) e cujas alas contam com três pisos. Haverá adaptações necessariamente a fazer, mas o receio de que se vai "permitir a construção de um hotel privado, de traça ultramoderna e 3 andares, num claustro de um monumento nacional do séc. XII" é no mínimo fantasista.

E mesmo que se viesse a verificar que a intervenção planeada não é minimalista, os receios poderiam continuar a ser infundados. Basta recordar o que foi possível fazer a Norte em circunstâncias bem mais complicadas: http://www.archdaily.com/768833/santa-maria-do-bouro-convent-eduardo-souto-de-moura-plus-humberto-vieira

E se há negócio ou actividade capaz de se coadunar com as finalidades de um convento ou mosteiro, é a hotelaria. Verifique-se como é esse o caminho seguido pelas próprias ordens religiosas para manterem vivas as suas casas, à medida que vão encerrando as comunidades que as utilizavam/ocupavam.

Já o facto de ter saído vencedora a candidatura da Visabeira me faz soar alguns alarmes. Mas o que eu teria a dizer sobre isso não passaria de especulação.
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De Ana Vidal a 11.06.2016 às 01:15

Sim, é verdade que se trata de um claustro construído posteriormente, creio que para alojar a biblioteca do mosteiro. Obrigada pela correcção. E também é verdade que a Pousada de Sta. Maria do Bouro (não privada ainda à época, se não me engano), apesar de algumas excrescências dispensáveis nas janelas, é um trabalho primoroso de recuperação de um edifício religioso e sua transformação em unidade hoteleira.
Mas mantenho que estamos a falar de um monumento nacional com a importância histórica e simbólica do Mosteiro de Alcobaça, que é, além disso, património mundial. E mantenho também os meus receios quanto à estética final de uma das alas do mosteiro face às restantes, com tantos assassínios arquitectónicos que tenho visto neste país em matéria de património classificado (vide a Casa dos Bicos, e é claro que pode não estar de acordo comigo). Pelo menos que o estado português, em vez de um aluguer ridículo de 5.000 € por ano exigisse à Visabeira, como contrapartida da exploração de uma das alas do mosteiro, a manutenção das outras alas.

Quanto à candidatura vencedora, pelo que li foi mesmo a única apresentada. O que me faz soar ainda mais alarmes.
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De Ricardo a 12.06.2016 às 02:10

Amigos pensem um pouco e olhem para o passado e agora o presente PS no governo Visabeira a encher o bolso
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De cristof a 10.06.2016 às 16:52

Presumo que somos bem abastados (Panamá Papers) se me fixar nas imensas e importantes obras a que (dizem) devemos manter e preservar, como prioridade nacional. Tavez seja bom confrontar os valoroso defensores do "patrimonio" com a simples pergunta _ e quem se chaga frente para pagar ? quando perguntaram a merkl ela respondeu nich.
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De Ana Vidal a 10.06.2016 às 19:00

Não falei em prioridades, Cristof.
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De Alfredo Sousa a 12.06.2016 às 12:23

Vai investir 15 milhões? Ou vai buscá Los aos fundos comunitários como fez na VistaAlegre.? Vai ao filão para ñao variar...e o apoio á verdadeira economia de produção de valor acrescentado fica para traz
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De Ricardo a 13.06.2016 às 13:00

isto ja e um projecto velho. ja ha uns dois anos que oiço falar disto e desaprovo completamente se bem que a minha opiniao nao conta para nada. este projecto e de autoria do anterior governo caso nao saibam.
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De Ana Vidal a 13.06.2016 às 14:03

O que é da autoria do governo anterior é a abertura do concurso (no que não o isento de culpas, como já escrevi lá para trás). Mas o ante projecto foi apresentado já a este governo, que o aprovou. Para este governo não se trata sequer de ter de "reverter" um negócio já feito, mas, mesmo que fosse esse o caso, não me diga que seria mais difícil de consegui-lo do que no caso da TAP, com toda a sua complexidade e amplitude.

Volto a dizer: eu mudaria de ideias, talvez, se 1. conhecesse o projecto e este não agredisse a traça original do Mosteiro, e 2. se me garantissem que existe uma contrapartida para o estado português que não seja a insultuosa renda de 5.000 € anuais durante meio século.
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De julia Moura Lopes a 13.06.2016 às 13:39

É verdade...e ninguém faz nada, Ana...
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De Ana Vidal a 13.06.2016 às 14:04

Penso que ninguém pode fazer nada agora, Júlia. Inês é morta, e pela segunda vez.
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De Anónimo a 13.06.2016 às 14:45

http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=7b7a7746-1799-4b66-9775-4847ef7ff21c&edition=188
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De Ana Vidal a 13.06.2016 às 22:25

Estive a ler atentamente a notícia e gostei de saber que “foram criadas unidades de alojamento sem interferir com o património”, e que "em todo o projeto só mudámos 6 portas”.

Por esse lado fico mais descansada. Mas continuo a não ver outras contrapartidas exigidas à Visabeira para além de pagar os tais 5.000 € anuais, criar alguns postos de trabalho e facultar o uso de parte do jardim do hotel ao público. O que continua a deixar-me perplexa. Além disso, o comentário à notícia (no link) alerta para um eventual problema que não é de desvalorizar.

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