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Em relação ao passado, ele até pode ter razão. Mas, por favor, alguém lhe diga que o Elefante Branco fechou e o Pérola Negra já não é o que era.

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14 comentários

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De Luís Lavoura a 23.03.2017 às 11:05

E que será feito das "casas de alterne" contra as quais as "mães de Bragança" protestavam?
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De Anónimo a 23.03.2017 às 13:03

Mudaram-se todas para o Largo do Rato.
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De Einstürzende Neubauten a 23.03.2017 às 17:36

Penso que os Bragança se servem em Odivelas
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De Vento a 23.03.2017 às 11:32

Peço desculpa pela ansiedade que vos tenho provocado com a minha ausência. Andei nos copos e com mulheres.

Antes de mais, devo confessar-vos que já fui um exacerbado nacionalista. No passado conheci uma rapariga portuguesa, minha colega de liceu, que namorava um holandês. Isto deu-me a volta ao estômago e não descansei enquanto a não nacionalizei. Depois de ter recuperado a moça, que, após constatação das qualidades que estava desperdiçando na nação, livremente regressou à causa nacional. E viveu com grande alegria, euforia e felicidade.

Como também foi uma época em que me dediquei a momentos de grande investigação e análise sociológica e antropológica, também não deixei de incluir nestes estudos a razão, por exemplo, de algumas mulheres holandesas e outras sentirem-se tão encantadas com a presença de um luso, vulgo, homem do sul. Pelos meus estudos, posso afirmar que certamente não foi por mostrar a carteira nem por ter as mãos ocupadas com um qualquer copo de um qualquer líquido. Foi uma época de excelente interpenetração cultural e de abertura a experiências linguísticas, que permitiram uma melhor conexão a outras áreas do conhecimento e do desenvolvimento dos sentidos.
É claro que também constatei que nesse período alguns estudantes lusos, vulgo do sul, já recebiam uma subsidiação europeia, melhor, de suas namoradas europeias para que as visitassem pelo Natal e outras festas e férias relevantes. Mas isto porque o país era pobre e a Europa ainda não tinha decidido entrar com o capital a descoberto para que todos pudessem ter acesso a uns dinheiritos.
Quando isto aconteceu, isto é, quando o dinheirito correu a céu aberto para gerar fluxos de negócio aos ditos "investidores" que enviaram a narta para a nação, não vi que as indústrias de licores e flores das mais diversas partes da Europa alguma vez ficassem escandalizadas com um ou outro copito bebido pelos homens cá do sul. Mas também não dei conta que algumas mulheres vindas de outros nortes, encantadas com tanta soltura e até mesmo candura, alguma vez se queixassem de tanta hospitalidade e não quisessem ser mimadas, entre outros, com uma flor. Pelo contrário, até escutei que seria um desperdício permitir que viesse alguma depressão provocada por uma qualquer troika quebrar com tanto talento e criatividade.

Regressando agora ao facto de ter andado nos copos e com mulheres. Como sou bastante ajeitado, lá dei comigo a ajudar na recolha de uns cristais e no arrumo dos mesmos. E, como não podia deixar de ser, parti parte da loiça. Gostaria que o senhor Jeroen me explicasse como é que um homem do sul pode numa situação desta evitar andar nos copos e com mulheres.
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De Einstürzende Neubauten a 23.03.2017 às 17:38

The Real Macho

https://www.youtube.com/watch?v=2Hv1uPfbJig
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De Vento a 23.03.2017 às 21:45

;-)

O senhor Jeroen é um poupadinho. E deve andar a tomar algum medicamento para a pressão. Dizem que sim.
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De Anónimo a 23.03.2017 às 12:05

Já vivi muito tempo.
Como cada vez se vive mais depressa, parece que o Delito também.
Estamos os dois cansados de ver sempre o mesmo, que é muito mau.
A mesma política partidocrática de mãos dadas com uma economia corrupta, geradoras da mais abjeta injustiça social.
O diagnóstico há muito que está feito.
Este nosso mundo faliu, como faliu o comunismo imperialista.
Entretanto, o Delito ganha fôlego para dar o seu contributo na construção de um mundo novo.
Só isso explica o menor fulgor nos temas e nos comentários, indisfarçável nos últimos tempos.
João de Brito
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De Anónimo a 23.03.2017 às 13:16

Brito: quando voltar a vir à baila o tema da eutanásia, pensaremos em ti.
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De Einstürzende Neubauten a 23.03.2017 às 17:41

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De Einstürzende Neubauten a 23.03.2017 às 17:54

Brito fique por cá, a sério!

Vamos falar os dois. Olhe veja...falamos de filmes?

Deixo duas sugestões:

O Assassinato de Richard Nixon (2004)

https://www.youtube.com/watch?v=oHO6MlSu7_k

Until The Light Takes Us
https://www.youtube.com/watch?v=Sr_RaCM-1ug

Livros:

Cidadãos
Uma Crónica da Revolução Francesa
de Simon Schama

https://www.wook.pt/livro/cidadaos-simon-schama/10745845

Lords Of Chaos
The Bloody Rise Of The Satanic Metal Underground
de Michael Moynihan e Didrik Soderlind 

https://www.wook.pt/livro/lords-of-chaos-michael-moynihan/322006

Música:

Arvo Part - Salve Regina
https://www.youtube.com/watch?v=f1CNNf9iU9Y

Moonsorrow-Sankarihauta
https://www.youtube.com/watch?v=tYRArhM2uDI

E para alegrar a malta:
http://www.steveaoki.com/site/wp-content/uploads/2016/01/boobs-lead-2.jpg


Vinhos:
http://www.lojadovinho.com/client_files/images/produtos_grande/quinta-do-crasto-reserva-vinhas-velhas-t.jpg

Abraço






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De Einstürzende Neubauten a 23.03.2017 às 17:57

About Democracy

https://www.youtube.com/watch?v=nC5XlkccfGQ
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De zeze a 23.03.2017 às 12:26

Até parece que na Holanda e Republica checa não há alcool e putedo em forte!
lOOOl


De rir estes senhores políticos e jornalistas (porque dão importância a estas coisas)!
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De Anónimo a 23.03.2017 às 13:27

Já se sabe que putas e vinho há em todo o lado.
Mas ser-se acusado de gastar em putas e vinho o dinheiro dos outros, isso já não acontece em todo o lado.
Uns não se importam, outros não gostam.
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De o dito e o manipulado a 24.03.2017 às 11:41

O que realmente disse o jeroen: "Tornamo-nos previsíveis quando nos comportamos de forma consequente e o pacto no seio da zona euro baseia-se em confiança. Na crise do euro, os países do norte da zona euro mostraram-se solidários para com os países em crise. Como social-democrata, considero a solidariedade da maior importância. Porém, quem a exige também tem obrigações. Eu não posso gastar o meu dinheiro todo em aguardente e mulheres e pedir-lhe de seguida a sua ajuda. Este princípio é válido a nível pessoal, local, nacional e até a nível europeu", respondeu Jeroen Dijsselbloem quando o jornalista do "Frankfurter Allgemeine Zeitung" (FAZ) o confrontava com o entendimento do ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, relativamente ao rigor com que a Comissão Europeia e a UE em geral devem observar as regras em vigor". A quem aproveita tanto alarido pífio ?

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