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Blogue da semana

por Pedro Correia, em 20.09.17

Em Lisboa, como noutro local qualquer, as árvores morrem de pé. Mas algumas são assassinadas, perante a indiferença quase geral. Felizmente existe o blogue Em Defesa das Árvores, que não se cala perante os crimes. A isto chamo serviço público.

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34 comentários

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De Anónimo a 20.09.2017 às 14:55

Queremos árvores no Terreiro do Paço!
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De Pedro Correia a 20.09.2017 às 18:08

Cheio de eucaliptos. Ficava lindo.
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De sampy a 20.09.2017 às 14:56

Será que o dito blogue dedicou uns linhas às árvores assassinas de Pedrógão?...
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De Pedro Correia a 20.09.2017 às 15:26

Julgo que não. Esse é um exclusivo do blogue da Judiciária.
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De Luís Lavoura a 20.09.2017 às 15:45

Na Madeira também houve uma árvore assassina, matou uma vintena de pessoas. Tratou-se, aliás, ao que parece, de uma assassina-suicida, assim a modos que como um jihadista.
Não sei se esse caso também terá sido tratado no blogue.
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De sampy a 20.09.2017 às 14:57

Alguém conhece a posição do blogue relativamente aos canídeos incontinentes?
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De Pedro Correia a 20.09.2017 às 18:05

É a mesma relativamente aos canídeos do continente. Não discriminamos as regiões autónomas.
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De sampy a 20.09.2017 às 15:04

E para quando a denúncia da violência cometida contra uma oliveira lisboeta quando lhe depuseram as cinzas do Saramago? Crime contra a vegetalidade!
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De Anónimo a 20.09.2017 às 17:49

Timber!
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De kika a 21.09.2017 às 12:53

Depois da sua resposta
Fiquei a coçar a testa.
Sou uma falsa doutora mas desprovida de canudo. Dos tais que frequentam tascas.
Quando chega ao intelectual
Acendo um charuto e peço uma cerveja.
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De Anónimo a 20.09.2017 às 15:13

As únicas árvores que interessam são as que dão cabos para foices ou martelos.
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De Pedro Correia a 20.09.2017 às 18:02

Nesses casos as árvores são álvaros.
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De Luís Lavoura a 20.09.2017 às 15:50

Na minha rua há uns dois anos instalou-se uma loja de pastéis finórios (supostamente de tradição das freiras carmelitas do século 17), que servia lanches e pequenos-almoços. Depois quiseram instalar uma esplanada no passeio, para as pessoas poderem fumar enquanto bebiam o café e comiam os pastéis. Logo por azar tinham duas árvores, bem grandes, no passeio em frente à loja. Instalaram a esplanada (uma estrutura fixa de madeira, com cobertura em metal) e para esse efeito cortaram as árvores. Não sei se para esse efeito tiveram que provar ou inventar que as árvores estavam doentes, ou se bastou o prestígio dos pastéis e das freiras carmelitas.
Entretanto a dita loja fechou. A eslanada ficou lá, abandonada e sem préstimo, mas reduzindo o espaço para os peões no passeio. As árvores, numca mais as haverá.
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De Anónimo a 20.09.2017 às 17:11

Fiquei comovido... com a parte da esplanada.
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De Pedro Correia a 21.09.2017 às 07:40

Bem explanado.
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De sampy a 20.09.2017 às 17:09

Fosse eu o Valentim Loureiro de Lisboa e passava a campanha eleitoral a oferecer moto-serras.
E juntava-lhe ainda o primeiro festival alfacinha de madeireiros.
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De Pedro Correia a 20.09.2017 às 18:03

Duvido. Loureiro é nome de árvore.
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De Anónimo a 20.09.2017 às 17:13

E quem é que defende as árvores quando elas saltam de surpresa para a frente dos carros? Bandidas!
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De Anónimo a 20.09.2017 às 19:21

Defendam as árvores. Amem os eucaliptos.
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De Pedro Correia a 20.09.2017 às 22:29

Eu cá, lipto.
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De Anónimo a 20.09.2017 às 19:40

Bonito era cobrir Lisboa de tamareiras.
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De Pedro Correia a 20.09.2017 às 22:32

Melhor era cobri-las de oliveiras da figueira.

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