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A verdade a que temos direito.

por Luís Menezes Leitão, em 23.07.17

Parece que alguém se lembrou de definir uns critérios quaisquer para excluir da lista oficial as "vítimas indirectas" do incêndio. Agora se compreendem melhor as palavras de António Costa que já tinha avisado que a informação devidamente organizada e estruturada é uma mais-valia para todos”. O país passou a viver com uma verdade oficial, a única a que temos direito. Por isso obviamente o Primeiro-Ministro diz que está tudo esclarecido. Pois está, pelo menos a seu respeito. E o nosso afectuoso Presidente, que há tempos garantia que iria ser tudo efectivamente investigado, o que tem a dizer sobre o assunto?

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52 comentários

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De rão arques a 23.07.2017 às 09:19


Vergados e contentes.



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De Zeus a 23.07.2017 às 19:16

Não nos vejo contentes, talvez... vergados e ludibriados e o mais interessante é termos sido, paulatinamente, ludibriados através de palavras e, estas, para onde nos estão a levar?

Seja a Alemanha onde ainda há pouco tempo saiu uma Lei contra a Liberdade de Expressão ou o Politicamente Correcto que, sorrateiramente, implementam pela Europa e, não passa de uma forma de censura, uma U.E. que ameaça países como a Polónia, Hungria, República Checa se não aceitarem os migrantes (nem sequer são refugiados), faço uma pergunta a quem me saiba responder, para onde está a ir a nossa liberdade, seja a nível individual ou como País?

Com os Parlamentos dos países europeus escravos de Dívidas que têm de obedecer aos credores (BCE um Banco Privado que transformou os Bancos Centrais, como o nosso Banco de Portugal, em meras sucursais que respondem a um Banco externo Privado) com eurodeputados que não podem propor nem vetar leis, com donos de mídia e políticos a passarem, há anos, pelo grupo bilderberg que tem muito orgulho em levar políticos ao topo da sua carreira política ou acabar com ela, vou repetindo que os cidadãos, já não têm voto em nenhuma matéria.

Agora vou dar um exemplo de como as palavras nos conseguem ludibriar:
Que eu saiba somos uma República mas, não sei se pela repetição, convenceram-nos a dizer que somos uma Democracia e, em vez de nos "enrolarmos", novamente, com as palavras passemos a um exemplo, muito simples:

Não sou mas Imaginemos que somos todos proprietários de terrenos mas, o Manel tem água na propriedade e vem o Joaquim perguntar se lhe quer vender o terreno e o Manel responde que não que o terreno já era do avô e, não está interessado em vender. Numa República, não havia dúvida e protegia o Manel e o seu direito à propriedade.
Mudando para a tal Democracia, o Joaquim chama todos os outros e, resolvem fazer uma votação e, como estão em maioria, votam para dividir por todos a propriedade do Manel e isto parece uma estupidez mas, as palavras são muito traiçoeiras porque em ambos os casos podemos votar mas, como se tem visto, parece normal o Estado poder controlar todos os aspectos da nossa vida, treinando a nossa cabeça de que está tudo bem em nome de uma maioria virtual porque até o Presidente eleito por "52% dos portugueses", não passaram de 2.413.956 votos.

Recordo da outra "Ditadura" e vivi nela 16 anos e 9 meses, ninguém pagava IMI para ter um tecto, não pagava IVA para comer as batatas, feijões, água, não pagava mais impostos por trabalhar horas extraordinárias, nem pagava IVA para cortar o cabelo, nem a renovação do BI custava o preço do Cartão de Cidadão, a verba era, exclusivamente, o preço dos papeis que era mesmo uma insignificância, para não falar da infinidade de novos impostos que vão inventando. Mesmo esquecendo estes pormenores que nos saem tão caros e, já nem sabemos bem o que pagamos, temos uma Dívida que cresce diariamente e, que, como ouvimos, saímos do PDE mas têm de ser feitas mudanças em várias áreas e aqui, cheira novamente a imposições que, de certeza, vão lixar os mesmos do costume.
Mas não ficamos por aqui porque é preciso acabar com as poupanças que passaram a não dar juros, depois de nos treinarem a fazer tudo através dos Bancos que, de tão seguros, já conseguiram roubar muita gente. E juros nas poupanças só na "Ditadura" antiga.
Este truque sujo de tomem lá dinheiro aos montes e depois, andaram a gastar demais (eu garanto que não andei), um dia destes, estava a pensar nos empréstimos do FMI (controlado pelos mesmos do BCE) e de quais seriam as garantias do País, para eles emprestarem determinado montante, conforme o País. Se repararam já nada é nosso, pagamos imposto que mais parece ser o pagamento de uma "renda" ao Estado.
Agora imaginemos o credor querer receber em dois dias, como fez a UE com o 2º maior Banco do País?
Podem crer que passa a ser tudo deles e, nem escreveria nada disso aqui, se não tivesse ouvido a mesma "maluquice", de um, de outro país. Será maluquice ou isto de já não votarmos para escolher os nossos representantes, apesar do ritual, onde num Partido se substitui o Presidente do Partido, com um "poucochinho" para depois juntar "poucochinhos" que em votos não representam maioria nenhuma, dá para desconfiar que há algo de podre na geringonça Europeia.
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De Anónimo a 23.07.2017 às 20:31

"ninguém pagava IMI para ter um tecto," Mas havia muito mais gente sem tecto ou com um tecto que era um tugúrio.
Se recuarmos uns milhares de anos nem havia impostos. Mas a vida não era melhor.
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De rão arques a 23.07.2017 às 20:52

A geringonça Europeia alimentasse dos carroceiros de cada país. Os nossos partem à desfilada enquanto uma lei eleitoral fraudulenta permitir que sejam os caciques partidários em nosso nome a escolher os deputados da Nação. Bem apadrinhados por claques alienadas ou compradas, e manipulação do exercício da cidadania com doses cavalares de futebol............... E é assim que cá vamos cantando e rindo todos contentes, pensando o que nos dizem para pensar.
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De Anónimo a 23.07.2017 às 21:38

" pensando o que nos dizem para pensar." Fala por experiência própria? É que eu não penso o que me dizem para pensar. Mude de atitude e faça como eu!!
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De Zeus a 24.07.2017 às 01:13

Essa do "mude de atitude e faça como eu" é uma Ordem?
A Verdade é que nem deve conhecer o Processo como Pensa portanto, muito menos, a maneira como, facilmente, o Fazem Pensar, imaginando serem Pensamentos seus.
Por isso deixei 3 vídeos no poste Pensamento da Semana mas, com tantas "certezas" duvido que aguente 3 minutos, próprio das pessoas que julgam saber tudo, o 1º erro para, outros, nos levarem a pensar aquilo que eles querem.
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De Anónimo a 24.07.2017 às 15:21

"Essa do "mude de atitude e faça como eu" é uma Ordem?" Sim.
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De Alain Bick a 23.07.2017 às 10:16

o PR deixou de comentar nas tvs.

ao reunir os Conselhos
parece indicar que ficou sem suspensórios.

censura por omissão
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De rão arques a 23.07.2017 às 12:23

Fez-me rir por culpa minha. Em leitura corrida em vez de suspensórios li supositórios.
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De Matemático a 23.07.2017 às 10:42

Os meus conhecimentos de Estatística dizem-me o seguinte.
Nestas coisas costuma haver um Protocolo que é um conjunto de regras que definem com o máximo rigor o que entra e o que não entra nas contagens. É costume haver o que se chama consequências directas e indirectas do acontecimento. No caso dos mortos na estrada (se não me falha a memória) um ferido que morra no hospital dentro de 30 dias é um morto em acidente de viação. Se morrer passados mais de 30 dias não é (cito de cor mas é mais ou menos assim). No caso dos incêndios também tem de haver um protocolo ou então é à toa. Suponho que é o que está a fazer-se no caso de Pedrógão. Há mortos directos e indirectos e isso tem de ser definido com precisão. Do ponto de vista da estatística não me parece nada de extraordinário na notícia. É claro que se pode preferir um processo sem rigor a fim de permitir conclusões que nos interessam. É uma coisa que se faz com muita frequência. Prefiro manter-me dentro da esfera do que se chama a Ciência Estatística e respeitar o rigor.
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De rão arques a 23.07.2017 às 12:29

Então se um poste queimado, pouco depois de as chamas irem embora, cair todo junto na cabeça de uma pessoa e a mate, já não tem nada a ver com as vitimas da tragédia?
Com todo o rigor?
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De amendes a 23.07.2017 às 14:40

Caro Matemático


Neste caso:

Acima de qualquer estatística está a solidariedade e o humanismo!

...
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De Matemático a 23.07.2017 às 18:42

Não diga disparates, por favor. Então nas estatísticas de mortes na estrada (por exemplo) não há solidariedade nem humanismo? Porquê? Por se utilizarem métodos de contagem sérios? Se for à toa, sem protocolos, isso é humanismo? Na medicina se se usar a Ciência e a Tecnologia (por exemplo, fazendo tacs ou ressonâncias magnéticas) é falta de humanismo?
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De Makiavel a 24.07.2017 às 11:08

Caro Matemático,
Gabi-lhe o esforço de explicar o óbvio a seres unineuronais.
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De Anónimo a 24.07.2017 às 15:24

Óbvio!! Bem se vê que nunca estudou Matemática.
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De Makiavel a 24.07.2017 às 22:31

Não é preciso estudar muito matemática para reconhecer o óbvio. Aliás, não vejo o que é que a Matemática tem a ver para o caso.
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De Anónimo a 25.07.2017 às 09:50

Claro que não vê.
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De Ciclista a 23.07.2017 às 23:14

Caro Matemático,

Tens toda a razão no que escreves. O problema é que o critério pode, repito pode, ser curto ou deliberadamente curto, para contabilizar menos mortes.

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De Anónimo a 24.07.2017 às 09:44

Finalmente alguém inteligente responde-me. O problema pode estar no protocolo. Mas este tem de existir e, em princípio, haver mortes directas e indirectas é normal.
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De Matemático a 24.07.2017 às 09:45

Finalmente alguém inteligente responde-me. O problema pode estar no protocolo. Mas este tem de existir e, em princípio, haver mortes directas e indirectas é normal.
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De Vento a 23.07.2017 às 10:52

Creio que a contabilização das vítimas directas e indirectas nada têm que ver com a efectiva lei da rolha que pretende uma selectiva informação.

E não pode ter a mesma contabilização para efeitos de indemnizações e inquéritos crimes em curso.
Uma coisa é alguém morrer em consequência directa dos incêndios, outra é alguém em fuga do incêndio que é atropelada por um automóvel. Quem garante que a pessoa em fuga se não fosse atropelada não sobreviveria ao incêndio?

A crítica sobre a informação deve centrar-se nos princípios estalinistas da "liberdade" de informação que se pretende implementar, e quiçá associar-se a este novo critério informativo a razão do governo PS-PCP-BE querer controlar a compra da TVI por parte da PT-Altice.

Os tempos revelam de certa forma que a igualdade só se pretende para uns. Por exemplo: li um artigo a propósito das quotas que dizia que estas se assemelhavam a um aparelho de dentes. Afirmando que este não é bonito mas que endireita.
Claro, só podia estar em causa dar umas dentadas. Quem não gosta de comer bem e muito?
Os cerca de 3 MILHÕES de miseráveis neste país também têm direito a umas quotas no que respeita a lugares de topo. Por cada governante eleito devia estar um miserável. Para cada gestor no BdP, na Banca, nas empresas públicas, nos tachos partidários e etc. e tal devia estar um miserável. Admira-me que Catarina Martins e os que a seguem, incluindo Costa, não sejam tão universais quanto o que querem fazer parecer.

Isto é que anda por aqui uma merda. Há sempre alguém, mesmo que tenha comida, que queira comer e ainda mais o que falta a outros.
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De rão arques a 23.07.2017 às 12:59

Dentro do vasto lote de probabilidades até se pode especular que na hora do aperto uma pessoa até se pode atirar para a frente de um carro para se suicidar porque viu a casa a arder.
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De Vento a 23.07.2017 às 15:45

O facto é: morreu por atropelamento.
Nenhum juiz nem nenhuma lei tem o direito de poder afirmar qualquer convicção que não a determinada pelo facto. Ponto final!

Na cultura nacional existe o vício de afirmar a "convicção do juiz". Mas eu também posso afirmar que Hitler agiu por convicção. Questão: será que agiu certo?
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De rão arques a 23.07.2017 às 18:34

Não há acidentes sem causas, nem causas sem motivos. Na aplicação da justiça não há ponto final, como bem o demonstram os conhecidos erros judiciários.
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De Vento a 23.07.2017 às 19:32

Facto real: Um homem foi condenado a prisão perpétua. A testemunha afirmava ter sido ele o autor da morte. Com o advento das análises de ADN, cerca de vinte/trinta anos depois, pode-se provar que ele não era o assassino. Os estudos apontam que existem equívocos na percepção que determinam erros judiciários.
Em que ficamos?
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De rão arques a 23.07.2017 às 20:54

Mantenho que na aplicação da justiça não há pontos finais. Até este seu relato é prova disso mesmo.
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De Vento a 23.07.2017 às 21:44

Há sim, o facto inequívoco. Quando é equívoco deve aplicar-se: "in dubio pro reo".
Portanto, o exemplo que lhe dei devia determinar esse princípio. A justiça não pode condenar e esperar por provas. A condenação só pode existir com os dados materiais reunidos. De outra forma não existe justiça, mas sim arbitrariedade. E é aqui que se nota a sua confusão.
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De Físico a 23.07.2017 às 20:03

"Não há acidentes sem causas, nem causas sem motivos." Isto em termos de Relatividade e Mecânica Quântica dá que pensar.
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De rão arques a 23.07.2017 às 20:58

Confesso que eu é mais mecânica de fato macaco e capacete nas obras. Foi, porque já passei o prazo de validade no terreno.
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De Anónimo a 23.07.2017 às 21:39

"mais mecânica de fato macaco e capacete nas obras. " Nota-se bem.
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De Vlad, o Emborcador a 23.07.2017 às 10:53

E são os jornais e a comunicação social os veículos, por excelência, das verdades transpiradas! Querem ver...
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De JSP a 23.07.2017 às 12:26

Miseráveis, até na mentira.
E um povo que tem um entendimento peculiar da frase : "Dai-me sempre o tempo da esperança e não o da realidade"...
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De Paulo a 23.07.2017 às 15:34

Este assunto não é novidade. Já na altura a Júlia Pinheiro e aquele sujeito que a acompanha e que comenta casos de polícia e tribunal referiram que o número de vítimas era superior ao publicado. Sugiro a leitura de notícia que saiu no i em que uma empresária de Lisboa que realiza a recolha e entrega de doações já leva confirmado a identificação de 80 pessoas.
A mim não me custa o erro. Acho que o erro faz parte do ser humano e só não erra quem não faz nada. E é com o erro que devemos aprender. A mim o que me custa é manter o erro. Essa teimosia que insiste e se manter. E mais, com declarações a confirmar e a manter o erro!! É de facto um, de muitos casos, que dá que pensar e não me deixo de questionar: porquê? Porquê quem é responsável e se apregoa como responsável faz isto com as pessoas? Quando é que devemos acreditar nesta gente que não é séria? NUNCA.
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De jorge silva a 23.07.2017 às 18:27

até quando o aproveitamento político, e não só, desta tragédia? Não há vergonha?

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De Makiavel a 23.07.2017 às 18:37

O texto da notícia do Expresso contradiz o título bombástico mas toda a gente sabe que um título bombástico cria mais impacto, mesmo que seja mentira. Só cai quem é lorpa ou intelectualmente desonesto.
Assim vai a direitralha tuga.
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De Pável Rodrigues a 23.07.2017 às 20:24

Sr. Doutor Professor Makiavel (em Portugal, na esquerdalha, são todos professores doutores, não é verdade?).

O nosso pobre país, em acelerado estado de putrefacção, a caminho da venezuelização reclama por justiça e liberdade.
Poderá ser desta o ajuste de contas, que tarda quarenta anos, A esquerdalha de que o senhor faz parte, perdeu completamente a vergonha.
Nem no tempo de Salazar se via tanta injustiça e falta de liberdade.
"BASTA PUM BASTA!

"UMA GERAÇÃO, QUE CONSENTE DEIXAR-SE REPRESENTAR POR UM DANTas, perdão Costa, É UMA GERAÇÃO QUE NUNCA O FOI! É UM COIO D'INDIGENTES, D'INDIGNOS E DE CEGOS! É UMA RÊSMA DE CHARLATÃES E DE VENDIDOS, E SÓ PODE PARIR ABAIXO DE ZERO!

ABAIXO A GERAÇÃO!
MORRA O Costa, MORRA! PIM!
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De Jo a 23.07.2017 às 20:26

Comprendo que o governo quisesse esconder vítimas.
Mas estamos a falar de 1 em 64 ou 65.
A menos que exista um número mais expressivo parece que a oposição está a puxar pelos mortos.
O discurso de que alguém tira um ganho político deliberado a dizer que morreram 64 e não 65 é um pouco bizarro.
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De Anónimo a 23.07.2017 às 21:48

Caro Jo:
É claro que a direita perdeu a cabeça por perceber que não consegue chegar lá. Tudo lhe serve e vive de chamar nomes ao governo e de explorar algumas falhas. Não tem ideias nem programa mobilizador. Não tem líder que galvanize. Assim não chega lá. Passos Coelho não vale nada (isto para não falar das anedotas contadas pela Teresa Coelho para fazer rir o público ou a desgraça de André ventura) e não se vê nenhum líder a despontar. Não oferecem nada ao eleitorado, só as falhas da geringonça. Uma desgraça. Quantos anos para recuperar??
E admito que Ventura tenha um bom resultado pois explora ódios raciais que de facto existem. Uma desgraça.
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De am a 24.07.2017 às 00:40

Caro Anonimo do PS/BE / PAN/ PCP

Qual destes partidos lhe paga a avença ?



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De Anónimo a 24.07.2017 às 09:48

Quem me paga a avença não é nenhum partido. É uma senhora que dá pelo nome de "am". E até paga bem embora não queira que se saiba. Daí o pseudónimo.
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De José M. Santos a 24.07.2017 às 09:59

Caro am do CDS/PSD/PNR:

Qual dos partidos lhe paga a avença?

(Acha mesmo que isto é argumento?)

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