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A ler

por Sérgio de Almeida Correia, em 01.12.17

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"One of the most fundamental questions about political life – or political science, as some like to call it, as if it were one – is 'Who are we?' With what pattern of loyalties do we identify? Which narratives, memories and experiences shape our behaviour? Do we always find ourselves caugh in the some threads of that spider's web? Can we move about from one strip of the silky trap to another? All of which raises a preliminary question. 'We' is simply the collection of 'I's'. So who am I? What makes up my identity? Genetics, nature, nurture play a major role. But in addition, as with everyone else, my identity in part reflects choices I make. It is also in part the result of influences over which I have little or no control. 'Know thyself' was Socrates' challenge, a challenge both to personal memory and to honesty. Here, perhaps, is the beginning of a justification for writing in this rather different way about my life." 

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De Vento a 01.12.2017 às 13:02

'We' is simply the collection of 'I's'
É a "desviciação" desta colectânea, a dos I´s em cada um de nós, que a mensagem cristã aponta na célebre conversa de Jesus com Nicodemos: "necessário vos é nascer de novo". Este novo nascimento permite-nos olhar não só para nós mesmos como para a nossa história, a de nossos antepassados, a de nossos pais, para compreendermos esta necessidade. A afirmação "conhece-te a ti mesmo" fica debilitada ao não projectar o "eu" como consequência do todo.
É nesta medida que a mensagem cristã, ao distinguir o Espírito da Carne, nos dá conta que a raiz de nossos problemas se encontra na mente, pois é aí que se processam os registos de todas as acções passadas e presentes.
Contrariar isto, deixando que o Espírito proceda a esta descontaminação, é deveras difícil e conduz numa primeira fase a uma estrada de solidão.

A estrada de solidão que refiro consubstancia-se na afirmação: "quem não deixar seu pai, sua mãe, seu irmão e até a sua própria vida...". O que aqui se refere não significa uma ruptura com os laços gerados, se bem que por vezes ocorra, como foi o caso de S. Francisco, mas, isto sim, com o corte da tradição, educação e cultura. E este, inicialmente, é mesmo um caminho de solidão.

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