Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




«Este é um discurso feito em 9 de Junho de 1928, há cerca de 90 anos, e já nem me lembro quem era o primeiro-ministro na altura.»

(José Junqueiro num comício do PS em Viseu – nas televisões)

Autoria e outros dados (tags, etc)


23 comentários

Sem imagem de perfil

De CPrice a 23.09.2009 às 09:51

.. que vergonha.

Não se lembra? mas podia ter-se documentado? ou será que também não sabe ler? .. provavelmente.

Imagem de perfil

De João Carvalho a 23.09.2009 às 11:03

Parece que só tinha fontes anónimas para consultar...
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 23.09.2009 às 10:07

O primeiro-ministro - ou presidente do Ministério, como então se dizia - era o coronel José Vicente de Freitas. Liderava o 50º Governo desde a implantação da república, menos de 18 anos antes.
Imagem de perfil

De João Carvalho a 23.09.2009 às 11:02

Exactamente, compadre. Junqueiro foi à lã e saiu tosquiado. Felizmente para ele, passou entre os pingos da chuva de incultura da época.
Sem imagem de perfil

De Carlos Dias Ferreira a 23.09.2009 às 10:39

João:

Pois é, de tanto querer fazer graça, saiu-lhe o tiro pela culatra, mas nestes "iluminados da treta" do partido sócrates, o rigor, é coisa que não existe, têm apenas uma vaga ideia, daí ao estado em que o país está é um pequeno passo!!!
Imagem de perfil

De João Carvalho a 23.09.2009 às 11:27

Pois é, Carlos. Saiu-lhe mesmo mal.
Sem imagem de perfil

De Carlos Pimentel a 23.09.2009 às 13:30

Bem, quem disse essas palavras foi Salazar: "Os problemas Nacionais ea Ordem da sua Solução".

A passagem a que Junqueiro se refere pode ler-se no link abaixo

http://3.bp.blogspot.com/_qTV_dZIgp2o/SqUPyxXUW7I/AAAAAAAABYI/FcGybAM4Vl4/s1600-h/sala.jpg

E as palavras, todas essas palavras, podiam perfeitamente ser da autoria de MFL, não é?
Imagem de perfil

De João Carvalho a 23.09.2009 às 15:19

Não vem a propósito do 'post'.
Sem imagem de perfil

De Carlos Pimentel a 23.09.2009 às 15:37

Não teria, se o post em si não fosse desprepositado, mas nos seu posts manda você, claro. Agora, neste em particular, o João preferiu focar-se em dois detalhes sem grande importância em que Junqueiro errou (a data e o cargo de S à época) e assim menosprezar/menorizar o essencial do que Junqueiro fez: a comparação entre as palavras de S e de MFL. Isso sim, essa comparação, é que é pertinente, compreende o meu ponto de vista?
Imagem de perfil

De João Carvalho a 23.09.2009 às 15:56

Compreendo perfeitamente. O Carlos encarregou-se de o fazer, focando-se no S (???) sem ser «desprepositado» como eu.

Quanto a mim, anotei o que anotei e nada mais. Fiquei-me pelos «dois detalhes sem grande importância», que apenas indiciam o grau de cultura geral e de rigor histórico de Junqueiro. O importante, pelos vistos, era atirar a pedra. A cultura e o rigor de um deputado? Que disparate: são pormenores de somenos...
Sem imagem de perfil

De Carlos Pimentel a 23.09.2009 às 16:09

Quanto ao "despropositado" tem toda a razão e agradeço a correcção. Por acaso dei logo fé dele assim que reli o comentário, só que o mal estava feito e pronto, até profissionais da língua, friso profissionais, por vezes metem água, ou não? Não me vai dizer é que não percebeu o que lhe escrevi e que isto indicia o meu «grau de cultura geral e de rigor», pois não?..
Imagem de perfil

De João Carvalho a 23.09.2009 às 16:16

Meu caro, não leve as coisas tão a peito. Garanto-lhe que aquilo da sua 'gralha' foi apenas a gracejar. Ou acha que também não me acontece o mesmo?
Sem imagem de perfil

De Carlos Pimentel a 23.09.2009 às 16:26

Aqui entre nós, o "despropositado" inicial fora não só propositado como maquiavélico: era a ver se o João mordia a isca e assim eu fazia um paralelo com as "gralhas" do outro, eheheh...

Abraço
Imagem de perfil

De João Carvalho a 23.09.2009 às 17:39

Ah! Entendo. Pode ser que outro dia me faça cair, mas ainda não foi desta. Hehe...

Abraço retribuído.
Sem imagem de perfil

De M.Coelho a 23.09.2009 às 13:33

Não tem qualquer importância !
Era um filho da mãe igual aos outros...que lhe vieram a seguir...
Imagem de perfil

De João Carvalho a 23.09.2009 às 15:19

Não vem a propósito do 'post'.
Sem imagem de perfil

De M.Coelho a 23.09.2009 às 16:55

A resposta é para o P. Correia, não para si, sobre o Pres. do Ministério.
Saudações.

Imagem de perfil

De Pedro Correia a 23.09.2009 às 17:31

M. Coelho, essa comparação nem parece da sua lavra. Então acha que o coronel José Vicente de Freitas era a mesma coisa que o Salazar?
Sem imagem de perfil

De M.Coelho a 23.09.2009 às 18:18

Pelo que sei foi um muito pouco interessante presidente do do conselho de ministros entre 1928/1929, cerca de um ano, e que o melhor que fez foi como ministro do interior em que dominou algumas tentativas revoltosas, claro, contra o movimento do 28 de Maio.
Quer que o tenha em grande consideração ?
Se houver algo mais abonatório, e nesse caso será falta minha, indique-me para me esclarecer.
Saudações.
Imagem de perfil

De João Carvalho a 23.09.2009 às 18:34

Pela minha parte, não é preciso tirar nem pôr ao que acaba de dizer sobre José Vicente de Freitas: V. mesmo se encarregou de evidenciar a diferença imensa entre ele e Salazar.
Mas o Pedro Correia lhe dirá o que melhor entender.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 24.09.2009 às 00:53

O José Junqueiro tirou do anonimato, sem querer, a figura irrelevante do coronel José Vicente de Freitas, «antecipando» em quatro anos a entrada de Salazar na chefia do Governo. Depois do coronel ainda houve dois outros militares na presidência do Ministério: o general Ivens Ferraz (1929-30) e o general Domingos de Oliveira (1930-32). Salazar só toma posse, como chefe do Executivo, a 5 de Julho de 1932. A incultura da nossa classe política é gritante.
Imagem de perfil

De João Carvalho a 24.09.2009 às 00:59

Mais gritante ainda quando a classe política se refere à História política portuguesa.
Sem imagem de perfil

De M.Coelho a 24.09.2009 às 13:39

O tomar posse é verdadeiramente secundário. A semente, desde 26/27 ESTAVA LANÇADA.
Não é de menosprezar o facto de o descalabro finanveiro de Portugal, segundo analistas, se deveu aos governos militares provenientes da revolta de 26.
Por isso ...

Comentar post





Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2016
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2015
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2014
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2013
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2012
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2011
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2010
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2009
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D