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Discursos (1)

por Ana Vidal, em 20.09.09

 

"Consta-se que o Palácio de Cristal tem quatro mil cadeiras".

 

Jerónimo de Sousa, discursando-se no Porto, em campanha eleitoral.

 

(Errata: quatro mil e não quarenta mil, como por lapso escrevi primeiro)

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49 comentários

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De Ana Mestre a 20.09.2009 às 20:45

Será que ele tem 40 mil militantes, Ana? ;)
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De Ana Vidal a 20.09.2009 às 20:50

Consta-se que havia cadeiras vazias, Ana...
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De Ana Mestre a 20.09.2009 às 20:56

Imagino que sim...
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De João Carvalho a 20.09.2009 às 21:33

Na volta, Jerónimo 'deparou-se' com muitas cadeiras...
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De Ana Vidal a 20.09.2009 às 21:42

E tropeçou-se nas palavras. Deve ter sido isso.
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De alexandre a 20.09.2009 às 23:20

quem nunca tropeçou-se nas palavras que atire a primeira gralha.

em todo o caso, isto é o quê, da parte da blogueira?

mero comentário jocoso sobre o putativo parvenu? chalaça? soberba? parolice?

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De Ana Vidal a 20.09.2009 às 23:55

O "putativo parvenu"? Caro Alexandre, essa classificação vai muito para além das minhas intenções. De qualquer maneira, entre chalaça, soberba e parolice... olhe, venha o diabo e escolha-se.
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De alexandre a 21.09.2009 às 00:03

fico curioso, então: quais eram as suas intenções?
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De João Carvalho a 21.09.2009 às 00:21

Fique-se curioso-se.
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De alexandre monteiro a 21.09.2009 às 00:27

meu caro joão de carvalho, agradeço a sugestão, mas a pergunta não era para si. :)
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De João Carvalho a 21.09.2009 às 00:31

Alexandre, cá em casa temos o hábito de partilhar as ideias. Até quando não são coincidentes, meu caro, o que não é o caso.
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De alexandre monteiro a 21.09.2009 às 00:39

ah, ok, não percebi que estava perante um exemplo acabado de sociedade patriarcal , em que a mulher da casa se resume ao silêncio e, em nome da honra da domus, dos lares e dos penates, fala por ela o pater familias, . :)
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De João Carvalho a 21.09.2009 às 00:45

Sugiro-lhe que fale apenas do que sabe, para não nos alongarmos escusadamente, que é uma perda de tempo.
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De alexandre monteiro a 21.09.2009 às 00:47

se não me respondem às perguntas, como poderei eu ficar a saber o suficiente para poder manter a conversa?
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De Ana Vidal a 21.09.2009 às 00:56

Alexandre:

Depois dos comentários patetas que aqui deixou, perdi a paciência para responder-lhe. Por isso, quanto à sua pergunta sobre as minhas intenções, digo-lhe só isto: nenhuma que você pareça ser capaz de entender.
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De José Manuel Faria a 20.09.2009 às 22:46

Em 1983 o PCP encheu o Palácio de Cristal para ouvir , Gorbatchev. Ironias!
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De Pedro Correia a 21.09.2009 às 02:27

Devem ter insistido em desinfectar o local antes de lá voltarem.
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De Nicolina Cabrita a 21.09.2009 às 00:27

Cara Ana Vidal,

Jerónimo de Sousa, Secretário Geral do Partido Comunista, tem como habilitações literárias o 4º ano do Curso Industrial, e como profissão «afinador de máquinas». Esta informação é pública. Pode encontrá-la aqui:
http://www.pcp.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=212&Itemid=550

Jerónimo de Sousa não é doutor nem engenheiro, nem consta que tenha pretensões a sê-lo. Mas, independentemente de se concordar ou não com as suas convicções, tem reputação de homem sério, honesto, correcto, e isto parece-me bem mais importante que uma gralha infeliz. Não lhe parece?

Declaração de interesses: não sou nem alguma vez fui comunista e não tenciono votar no PCP.

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De João Carvalho a 21.09.2009 às 00:43

Cara Nicolina, há-de ser certamente a Ana a responder-lhe que gracejar com uma gralha é muito mais inofensivo do que considerar, no caso, que esta gralha foi infeliz, porque não teve importância para tanto.

A minha intervenção, porém, vem a talhe de foice pela sua lembrança: pouco mais pessoas do que o próprio devem saber ainda qual era (é?) a profissão dele. Sabe há quantos anos ele não exerce a profissão e mantém (suponho, por ter cobertura legal) ocupado o posto de trabalho? Não que venha grande mal ao mundo com isso, mas a maioria dos líderes partidários e sindicais tiveram tempo bastante (o que não admira) para se valorizar academicamente. Alguns concluíram até licenciaturas e mestrados. Jerónimo de Sousa, por não ter feito o mesmo, não merece menos consideração. Mas também não merece mais.
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De alexandre monteiro a 21.09.2009 às 00:50

a gralha não foi infeliz; este post, contudo, foi-o.
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De Ana Vidal a 21.09.2009 às 01:02

Obrigada pela intervenção antes da minha chegada à arena, João. Não te chamo pater familias porque tu não és assim tão velho, nem eu assim tão nova. Mas até te ficaria bem o nome, não achas?
:-)
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De Nicolina Cabrita a 21.09.2009 às 01:35

Por estranho que possa parecer-lhe há pessoas que consideram que há coisas mais importantes na vida que ser doutor, engenheiro ou mestre. Provavelmente será o caso do Jerónimo Martins e é também o meu.
Assim como há pessoas que têm um sentido de humor diferente, porventura mais exigente... Mas cada um é como é. Não somos obrigados a pensar todos o mesmo.
Boa noite.
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De Nicolina Cabrita a 21.09.2009 às 01:50

Escrevi «Jerónimo Martins» referindo-me a Jerónimo de Sousa. Entre muitos outros tenho este particular defeito de baralhar os nomes... :-)
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De Ana Vidal a 21.09.2009 às 01:58

Fique descansada, Nicolina, prometo não fazer um post com a sua gralha...
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De Ana Vidal a 21.09.2009 às 00:46

Cara Nicolina Cabrita, não precisa de ficar tão enxofrada por tão pouco. Eu não disse que Jerónimo de Sousa era desonesto ou incorrecto, nem sequer se concordava ou não com as convicções dele. Não é disso que se trata aqui, caso não tenha percebido. E não vejo o que há de mal em apontar uma "gralha infeliz", como lhe chama, num discurso político de JS ou de qualquer outro político. Ainda há poucos dias os Gatos fizeram um apanhado de erros de concordância de português nos discursos de Manuela Ferreira Leite e nem a própria se ofendeu. Quanto às habilitações académicas (não precisava deixar-me o link para confirmação, que excesso de zelo!), lamento desiludi-la: há muitos doutores e engenheiros a falar e escrever pior do que pessoas que nunca pisaram uma universidade.
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De João Carvalho a 21.09.2009 às 01:25

Manuela, erros de concordância... tiques de linguagem... jeitos, terminologia... Deste-me uma ideia, Ana. Não vai ser fácil, mas vou arriscar. Amanhã.
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De Ana Vidal a 21.09.2009 às 01:30

Cá te esperamos amanhã. Eu e o Alexandre, pelo menos...
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De João Carvalho a 21.09.2009 às 01:31

Combinado. Contigo, não com o Alexandre.
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De Ana Vidal a 21.09.2009 às 01:42

Ah, deixa-o lá testemunhar este momento tão bonito de "esprits" que se "rencontrent", não sejas mauzinho. Não é todos os dias que se assiste à demonstração de superioridade do pater familias sobre as submissas e timoratas hostes femininas deste blogue...
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De João Carvalho a 21.09.2009 às 02:21

Ok. Vistas as coisas assim...
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De Nicolina Cabrita a 21.09.2009 às 01:41

Pela sua resposta deduzo que quem ficou «enxofrada» não terei sido eu... :-)

Quanto à junção do link, confesso que gosto mais de pecar por excesso de zelo que por falta dele. Depois, por formação estou habituada a fundamentar as minhas opiniões. Para mim, uma opinião mal fundamentada é bem pior que um erro gramatical. Não leve a mal. É só uma questão de formação e ... feitio :-)

Uma boa noite também para si.

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De Ana Vidal a 21.09.2009 às 01:54

Não vejo por que razão deduz isso, mas está bem. Feitios e sentidos de humor diferentes, como diz.
Boa noite.
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De Sérgio de Almeida Correia a 21.09.2009 às 11:30

Pois, "consta-se".
Está tudo dito.
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De Ana Vidal a 21.09.2009 às 11:54

Também me pareceu, Sérgio, mas não... para meu grande espanto, houve aqui grandes ofensas por uma coisa tão simples como um reparo ao português.
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De Maria a 21.09.2009 às 15:50

Ana, agora que me parece estar tudo mais calmo, não veja nisto um "reparo" , venho meter-me consigo:))
Que Januário tropeçou lá isso é verdade mas, não foi em tanta cadeira - ele só falou em 4.000 ( eu ouvi 2 vezes)
- a propósito das presumíveis "5.000 pessoas presentes".
A lotação do Palácio de Cristal (pavilhão Rosa Mota) é de 5.300 lugares - 40.000 cadeiras - é muita cadeira...:))
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De César a 21.09.2009 às 16:26

O D. Januário já vai aos comícios do PC? Aquele bispo nunca me enganou!
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De Ana Vidal a 21.09.2009 às 16:39

Essa teve graça, César.
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De Maria a 21.09.2009 às 16:42

Desculpem, Jerónimo de Sousa.
Eu não tenho palácio - tenho telhados - de cristal:))
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De Maria a 21.09.2009 às 16:55

:))
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De Ana Vidal a 21.09.2009 às 16:38

E pronto, Maria, fui devidamente castigada por andar a apontar gralhas aos outros! Erros meu, má fortuna... eram 4.000 e não 40.000, evidentemente. Por outro lado, consta-se-me que também não foi o Januário que disse aquilo...
;-)
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De Maria a 21.09.2009 às 16:53

Também eu Ana, também eu - "efeito ricochete":))
Estava a brincar consigo , Ana, mas, pensando melhor não deveria ter feito numa caixa de comentários, desculpe.
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De Ana Vidal a 21.09.2009 às 17:06

Que ideia, Maria! Fez muito bem: o meu reparo foi público, o seu também. Assim é que deve ser. :-)
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De Nicolina Cabrita a 21.09.2009 às 20:01

LOL
Com tanta «gralha» em cima de «gralha» [incluindo a minha] este post mais parece um sketch dos Monty Python. E ainda dizem que não há justiça divina... ;-)
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De Ana Vidal a 21.09.2009 às 21:51

De facto... :-)

É assim mesmo: quem anda à chuva, molha-se! LOL

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